Meu marido não merecia tanta maldade... Oi, aqui estou eu de novo, vocês já me conhecem, meu nome é Julieta, tenho 28 anos, sou da Argentina e sou casada com o Cristian.
Vou contar pra vocês o que aconteceu comigo uns dias atrás.
Meu marido, depois de tirar um cochilo, me pediu pra sairmos pra caminhar na direção do centro. Eu não tava muito a fim de sair com ele, porque prefiro sair sozinha, mas não tive outra escolha a não ser dizer sim. Fomos pro centro da cidade olhar umas vitrines e tomar uns drinks num lugar da moda bem agradável. Quando chegou a hora de voltar pra casa, caminhamos duas quadras até o estacionamento onde tínhamos deixado o carro, colocamos as sacolas com as compras no porta-malas e estávamos prontos pra voltar, mas o carro não ligava. Meu marido tentou várias vezes até que a bateria acabou de vez...
-Não importa, amor. Amanhã eu falo pro Juan Cruz vir buscar...- Juan Cruz, era o mecânico de confiança dela. Decidimos voltar pra casa de táxi, caminhamos até a esquina pra pegar um, mas bem na hora que chegamos, vimos que vinha um ônibus da linha 10, a que passava na esquina de casa...
Vamos pegar o busão!" — meu marido me disse, fazendo sinal pro ônibus parar...
—Meu amor, viajar nisso é um inferno! — reclamei.
—Mas sai muito mais barato! — disse o pão-duro já subindo no ônibus. Eu subi atrás, estava lotado, cheio de gente em pé. Meu marido percorreu o corredor e conseguiu chegar até a metade dele. Eu o segui e fiquei parada ao lado dele, me segurando no corrimão do teto. Até aí tudo bem, mas umas ruas adiante, o motorista parou num ponto na porta de uma fábrica metalúrgica. Pela quantidade de operários que começaram a subir, percebi que era horário de saída. Começaram a nos apertar e empurrar para o fundo do ônibus, onde já estávamos. Meu marido foi correndo para a parte de trás do corredor, mas eu fiquei firme no lugar onde estava. Por mais que quisessem me empurrar para trás, eu não me mexia. Então os operários que queriam passar e conseguir um lugar na parte de trás passavam por trás de mim, roçando a buceta com os seus volumes. No começo, me senti irritada e desconfortável, mas tanto volume roçando na minha raba fez com que eu começasse a ficar um pouco excitada e a curtir a situação. Foi assim que fiquei apertada entre todos os passageiros. Meu marido estava a uns dois metros para trás e eu mal conseguia vê-lo. Por um momento, os passageiros ficaram nos seus lugares e não houve muito movimento no corredor. Mas quando outras pessoas subiram, foram empurrando pelo meio do corredor e ficou atrás de mim um moreno grandão, que antes estava ao meu lado. Assim que ele se colocou atrás de mim, senti o volume dele encostado na minha calça vermelha. Diferente dos anteriores, ele não passou roçando e seguiu para trás, mas ficou grudado em mim, respirando na minha nuca. O volume dele parecia maior e mais duro que os outros. Excitada, fingi que não estava acontecendo nada. Comecei a sentir que o volume dele crescia e, cada vez que o ônibus dava uma sacudida brusca, ele aproveitava para pressionar forte na minha raba. Eu estava ficando louca de tesão. Era a primeira vez que me encostavam num... transporte público, sabia que essas coisas aconteciam, mas como eu nunca andava naquele transporte, não tinha experiência nenhuma. Em um momento, temi que meu marido percebesse a situação, mas vi que ele estava longe o bastante pra saber o que tava rolando comigo naquela hora. O grandão que tava atrás de mim começou a respirar cada vez mais ofegante, sentia o bafo quente dele na minha nuca, a excitação dele era evidente e as esfregadas cada vez mais descaradas. Senti o volume dele mais forte contra mim numa curva onde o ônibus inclinava pro meu lado, e quando o ônibus voltou a andar reto, pela primeira vez senti ele apoiar disfarçadamente uma das mãos numa das minhas nádegas. Ele deu um apertãozinho, como se estivesse beliscando de leve. Me virei pra olhar na cara dele, ele fixou os olhos nos meus e eu não consegui dizer nada. Voltei o olhar pra frente e, longe de reprovar qualquer coisa, empinei a bunda pra trás, encostando minha raba no volume dele. Ele percebeu minha excitação, me segurou pela cintura com um descaramento total e começou a esfregar, fazendo movimentos circulares com o quadril. Disfarçadamente, e de tão puta que eu tava, comecei a acompanhar aqueles movimentos com minha bunda. Isso deixou ele louco, e o grandão perdeu a pouca compostura que ainda tinha. Encostou os lábios num dos meus ouvidos e, bem baixinho, me disse...
-Que bucetao gostoso que você tem, loira..- Não respondi nada, deixei ele fazer o que quisesse comigo, mas me senti surpresa quando ele, de repente, se afastou de mim. Pensei que ia me largar, mas não, não foi isso, porque logo voltou com tudo, pegou minha mão que estava livre, já que com a outra eu me segurava no corrimão, e a levou para trás...
—Segura minha pica — pediu no meu ouvido. Não resisti e senti o contato da pica dele na minha mão... ele já tinha tirado pra fora da calça! Apertei o máximo que pude e comecei a masturbá-lo. O pau dele estava molhado, quente e parecia muito grosso, já que minha mão não conseguia envolver todo o diâmetro. Enquanto isso, ele apoiou, sem nenhuma vergonha, as duas mãos nos meus peitos, por cima da minha blusa de seda preta. Conseguiu fazer meus bicos doerem de tanto apertar. Seguimos assim por mais algumas ruas, quando de repente senti ele encostar a pica na minha bunda e encher minha calça de porra! Pude sentir a umidade do líquido quente dele atravessando o tecido da minha calça... ele deixou ali apoiada por um tempinho, e depois começou a limpar ela na minha calça! Tirou até a última gota na minha roupa, manchando toda a minha bunda. Percebi que faltavam só duas ruas pra descer, então, sem olhar pra ele nem falar nada, me enfiei entre os outros operários e fui pra porta traseira de descida de passageiros, onde meu marido já estava me esperando e tocando a campainha pro motorista parar no próximo ponto.
Tá bem, amor..?" — ela me perguntou.
—É, mas nunca mais viajo nessa porcaria de transporte... — respondi...
—Olha o lado bom... a gente economizou uma grana! — Me disse o idiota, ao descer do ônibus. Percebo que atrás de mim desce outro passageiro, já na calçada ouço ele cumprimentar meu marido...
—Cristian! Quanto tempo!... — Era aquele que ficava me apalpando no ônibus! Conhecia meu marido!...
—Oi, Juan, o que te traz por aqui? — respondeu meu marido, nada feliz de ver ele...
-Aluguei uma casa aqui a meia quadra, me mudei segunda-feira passada e você?
—Moro aqui bem pertinho, a 50 metros... — respondeu meu marido...
-Que legal! Somos vizinhos! Vamos poder compartilhar bons momentos, com certeza, ou não? E que tipo de educação você tem? Você não me apresentou essa mulher tão gostosa!!! - Disse o sem-vergonha, olhando meu corpo dos pés à cabeça. Meu marido, meio irritado e tentando não perder a educação, respondeu...
—Desculpa... te apresento a Julieta, minha esposa... — Juan Cruz se aproximou e me deu um beijo na bochecha...
—Prazer em conhecê-la, senhora. — Disse o sem-vergonha se fazendo de educado...
—Muito prazer... — falei, fingindo um sorriso simpático. Meu marido tava meio nervoso e eu não sabia por quê...
- Bom, Juli, vamos pra casa que já é tarde...- Juan Cruz disse pra ela...
—Tantos anos sem nos ver! Não quer fazer um brinde pra comemorar o reencontro? Lá em casa tenho umas cervejas bem geladas...
— Meu marido cortou ele sem rodeios e, falando firme, deixou claro...
—Olha, Juan... tu sabe o que rolou entre a gente anos atrás, então hoje não vai ter brinde nem nunca vai ter. O que você fez, eu não consigo te perdoar, então te peço pra sair da minha vida e não falar mais comigo... até logo e boa sorte na sua vida... — O grandalhão ficou encarando meu marido com cara de poucos amigos e se colocou cara a cara com ele, ameaçando.
-Como quiser! Se não quiser me ter como amigo, vai me ter como inimigo..- Meu marido não se deixou ameaçar e respondeu...
— Olha, idiota, não vem me ameaçar não, porque vou te denunciar pra polícia... — e depois me fez sinal pra irmos pra casa. Começamos a andar e percebemos que o cara tava nos seguindo, uns cinco passos atrás da gente... Meu marido, puto, virou e perguntou pra ele...
—Por que você tá nos seguindo? É idiota ou o quê? — Juan Cruz respondeu de um jeito bem grosso...
—Olha... aqui o único idiota é você... não tô te seguindo, é que eu moro nessa rua, ou você vai me proibir de andar na minha quadra? — Meu marido não respondeu, deu meia-volta e continuamos andando. Dessa vez, ele vinha atrás da gente, mas bem pertinho. Tinha certeza de que o grandão tava olhando pra minha bunda e, como sempre acontece comigo, não aguentei minha putaria e resolvi provocar um pouco. Comecei a rebolar minha raba igual uma puta, e bem antes de chegar em casa, o João nos deu tchau...
-Até logo, vizinhos!- E entrou na casa ao lado! A que é colada com a nossa, meu marido me olhou e disse...
-Não acredito! Esse filho da puta alugou a casa do lado! Que sorte a minha!...- Assim que entrei, perguntei...
—Mas meu amor... quem é esse garoto?... por que tanta treta entre vocês?
— Ele me explicou...
— Minha mãe largou meu pai por causa dele...
-Mas meu amor... você não devia culpar ele por isso, são coisas do amor, a gente se apaixona e pronto!- Ele me olhou bravo e respondeu...
-Isso não era amor! Se eu amasse minha mãe, não teria prostituído ela, fazia ela dar pra todos os amigos dele por uns trocados!!! - Fiquei com muita pena do que ele me contava...
—Meu amor... desculpa, não sabia...— Meu marido continuou me contando...
-Isso não é tudo, ela ficou um mês com ele e depois ele botou ela pra fora de casa...
—E a sua mãe, o que fez?
— Voltou pro meu pai e o idiota do meu pai perdoou ela! Eu nunca perdoaria uma coisa dessas!.. — Disse todo irritado...
-Meu amor, vamos esquecer esse assunto porque você tá ficando de mal humor..- Falei pra acalmá-lo e não se falou mais no assunto.
No dia seguinte, quando saio pra fazer as compras lá pelas sete da noite, meu novo vizinho tava na calçada dele lavando a moto com uma mangueira. Eu tinha que passar por ali, fiquei na dúvida um instante se ia ou se atravessava pra outra calçada, mas não tinha motivo pra ter medo, então passei do lado dele. Ele desviou o jato d'água pro outro lado pra não me respingar e me cumprimentou...
— Como é que cê tá, vizinha? Tudo bem? — Olhei pra ele com desprezo e, sem responder, segui meu caminho. Quando voltei, vi que ele ainda estava na calçada, encostado na moto como se esperasse minha chegada. Continuei me aproximando sem medo nenhum, queria mostrar que sou uma mulher de personalidade quando quero...
—Agora você se faz de desinteressada, mas bem que você gostou de me fazer uma punheta no ônibus, né?... — O idiota me disse isso!... Eu parei na frente dele e esclareci...
—Olha, idiota, o que rolou no ônibus rolou porque eu não sabia que você era um filho da puta, e pelo que meu marido me contou, você é um filho da puta do caralho! Então esquece o que aconteceu no ônibus...ok? — Ele, com uma calma impressionante, me respondeu...
—Então o bobão do teu maridinho te contou da mãe dele? ha ha ha... a mãe dele era uma puta danada! E eu adoro mulher bem vadia! E sabe de uma coisa? Você tem uma cara de puta chupadora de pau que entrega tudo! Então agora, quando chegar na sua casa, pode falar pro seu marido que eu não vou só me contentar de ter arrombado a mãe dele... também vou arrombar a mulherzinha dele! — Diante de tanta ofensa, precisei respirar fundo pra responder, e falei bem claro pra ele:
—Olha, Juan Cruz, o que você teve com a mãe do Cristian não é da minha conta nem me interessa, só te peço que não me falte com respeito e que a gente tente se dar bem, já que somos vizinhos e vamos nos ver direto... Ok? — Ele pareceu entender e me disse...
—Ok... desculpa, não tenho por que discutir com você, já que não tem nada a ver com o assunto. Pode me pedir o que quiser quando precisar de algo...
— E muito esperta ou muito puta, não sei, respondi pra ela...
— Meu marido não ia gostar de me ver falando com você, então outro dia, quando ele não estiver em casa, a gente bate um papo, tá? — Com a cara cheia de felicidade, ela me disse...
—Ok, vizinha, melhor a senhora ir pra casa, não vá que seu maridinho apareça e te veja comigo. A gente já vai ter tempo pra conversar mais sossegados...
-Até logo, Juan..." - falei, e fui embora, mas não dei nem dois passos e ouvi ele me chamar...
- Que buceta gostosa, mami! - Fiz que não ouvi nada e continuei andando...
No dia seguinte, meu marido ficou em casa até as 18h30 sem sair, então não tive chance de ver meu vizinho. Pra piorar, quando ele foi embora, passei na casa do cara e vi que tava tudo fechado, provavelmente ele ainda não tinha voltado do trabalho. Vestida com uma minissaia branca e blusa vermelha, saí pra fazer compras no mercado da esquina. Quando peguei tudo que precisava pro jantar, comecei a voltar pra casa. Quase chegando, percebi que meu novo vizinho tava na calçada dele fumando um cigarro. Quando passei por ele, ele me disse...
-Olá, Julietinha... como você está gostosa hoje! - Sorri pra ela e falei...
- Valeu, Juan!" - e continuei andando de forma felina...
— Espera, Juli... vem aqui que eu quero te mostrar uma coisa... — Ele me pediu, eu me virei e perguntei...
—O que você quer me mostrar...?
—Vem, passa lá em casa, tenho uma parada que você vai gostar...
— Intrigada, perguntei de novo...
—Mas o que é? Me fala logo, não gosto de adivinhação... — Ele, mantendo o mistério, insistiu...
—Vem que eu te mostro e, se você gostar, te dou de presente... — Hesitei por um instante, quase aceitei, mas depois desisti.
—Olha, Juan, não quero arrumar problema com meu marido, tem muito vizinho fofoqueiro de olho na gente e se contarem pra ele que eu entrei na sua casa, ele me mata! — Juan sorriu e me propôs...
—Mas não seja boba, Juli! Vamos fazer uma coisa... você entra na sua casa e pula o muro do quintal, assim ninguém te vê e ninguém desconfia de nada... — A ideia dele não era ruim, então aceitei o convite, curiosa pra saber o que ele queria me mostrar. Entrei em casa, deixei as sacolas de compras em cima da mesa da cozinha, peguei meu celular caso meu marido tentasse falar comigo e fui pro quintal. O muro que separa o meu quintal do vizinho mal tem um metro de altura, então não foi difícil pular. Peguei uma cadeira de jardim, subi nela e consegui sentar no muro, onde do outro lado estava Juan me esperando. Ele me ajudou a descer, segurando minha cintura...
Anda, se liga que meu marido pode voltar a qualquer hora... o que você queria me dar?" — perguntei...
—Vem pra dentro que eu te mostro... — ela disse e me levou até o interior da casa dela. Entramos por uma porta dos fundos, atravessamos a cozinha e chegamos na sala, um cômodo grande onde tinha um sofá confortável de veludo vermelho...
—Senta aí, vou pegar pra você. — Falou e entrou no quarto dele. Fiquei esperando um minuto sentada no sofá, e aí ele voltou do quarto com uma espécie de lenço preto na mão...
—Vou vendar teus olhos e colocar meu presentinho na tua mão... se adivinhar o que é, eu te dou e pode ser teu pra vida toda, ok? — ela me disse...
—Já te falei que não curto adivinhação... — lembrei a ele...
—Vamos, Juli! Não seja chata! — ele me disse, e então deixei ele vendar meus olhos. Depois de alguns segundos, ele pegou minha mão e colocou nela algo duro, carnudo e quente... não tinha dúvida de que ele tinha colocado a rola dele na minha mão!!! Rapidamente soltei e tirei o lenço dos meus olhos...
— O que cê tá fazendo??? é doente ou o quê? como vai fazer uma parada dessas comigo?... — Ele continuava com o pauzão duro parado na minha frente, onde eu tava sentada...
- Você gosta da minha pica? - Ele me perguntou, balançando ela pra cima e pra baixo, se gabando do tamanhão. Não respondi, me levantei pra voltar pra casa, mas ele me segurou pela cintura e encostou o pau em mim. Por causa da diferença de altura, a cabeça quase batia na parte de baixo dos meus peitos. Ele me agarrou com as mãos na minha bunda e começou a apalpar toda a rabeta enquanto tentava me beijar...
—Não, Juan... chega, não posso fazer isso com meu marido, ele não merece... — falei, mas ele não parou, pelo contrário, o apalpamento que ele tava me dando ficou muito mais intenso, apertava forte minhas nádegas, beliscando minha bunda com os dedos, cravando as unhas na minha bunda de um jeito que tive que pedir pra ele não me machucar...
—Você é linda, Julieta, quero te comer — ele disse, e como a putinha que sou, não resisti mais e deixei ele fazer o que quisesse comigo. Ele virou meu corpo de um jeito que ficou parado atrás de mim, comecei a sentir ele enfiar o pau por baixo da minha minissaia e esfregar ele contra a minha buceta, enquanto as mãos dele desabotoavam minha blusa pra soltar meus peitos. As mãos dele eram tão grandes que quase envolviam cada um deles por completo, comecei a ficar tão tesuda que comecei a esfregar minha raba no pau dele de um jeito desesperado...
—Você é uma puta fogosa. — Ele disse e mandou eu me ajoelhar no sofá dele. Obedeci, e ele, com um movimento violento, arrancou minha calcinha fio dental de uma só vez e encostou o pau no meu corpo pra me penetrar. Mas quando ele estava prestes a fazer isso, meu celular tocou — tinha ficado do lado no sofá. Não podia ser outro senão o chato do meu marido. Nós dois nos assustamos um pouco, e eu atendi a ligação...
—Oi, meu amor... daqui a cinco minutos chego em casa... o que a gente vai jantar? — ele me perguntou...
—Pastas, meu amor...
—Tá bom, gostosa... te amo...
—Também te amo, amor... — falei enquanto sentia que Juan estava decidido a me penetrar, apertando com força o pau na entrada da minha buceta. Assustada, recusei e disse que precisava ir, pedindo que me ajudasse a pular o muro do quintal antes que meu marido chegasse...
—Tá bom, putinha... te ajudo, mas te espero amanhã nesse mesmo horário, tá?
—Ok... amanhã eu volto... — falei só pra ele me deixar ir. Quando cheguei no muro, ele me pegou pela cintura, levantando meu corpo pra eu conseguir sentar no topo e pular pro quintal de casa...
—Te espero amanhã, putinha... — disse como despedida, e eu pulei pro lado da minha casa. Assim que caí no quintal, ouvi a voz do meu marido me procurando pela casa toda...
- Juli... Julieta! Amor, cadê você? - Entrei na minha cozinha pela porta dos fundos e respondi pra ela...
—Ia regar as plantinhas do quintal, amor... — menti...
A noite seguiu sem nada de especial, sempre a mesma coisa, a rotina de sempre, o jantar e dormir.
No dia seguinte, já tinha voltado ao normal e, depois de pensar bastante no meu vizinho, mesmo sendo uma puta e gostando muito do cara, decidi não vê-lo mais e que não se repetisse o que rolou no dia anterior. Afinal, ele era o tipo mais odiado pelo meu marido, e eu sentia culpa por trair ele logo com aquele! Com tantos homens dando em cima de mim e me procurando o tempo todo, eu não podia ser tão filha da puta de transar com o pior inimigo do meu esposo. Então, decidi evitá-lo. Naquela mesma tarde, antes de sair pra fazer as compras do dia, fui pro meu quintal sabendo que do outro lado do muro meu vizinho estaria me esperando — e tava mesmo. Cheguei perto do muro e falei num tom calmo, mas bem convicta do que tava fazendo...
—Olha, Juan... não vou continuar com isso... você sabe que meu marido te odeia e não posso trair ele logo com você... — Ele fez cara de bravo e me pediu...
Depois da punheta que você me deu no ônibus e da siriricada que eu te passei ontem, você acha que vai me deixar com o pau duro assim, sem mais nem menos? Não seja histérica, pula o muro que eu quero te foder... — Tentei convencer ele...
— Juan... já te falei que não consigo fazer isso... — Ele, perdendo toda a paciência, me ameaçou...
Olha, puta... ou você pula, ou eu pulo e te como na sua casa...
—Juan... não, por favor... — implorei, mas ele não deu ouvidos e, num movimento rápido, deu um pulo e caiu no meu quintal...
—Não, Juan! Você tá louco! Vai pra sua casa que meu marido pode chegar!
—Não tô nem aí pro teu marido, vamos pra tua cama. — ele me disse e me segurou firme pelo braço. Comecei a perceber que tava enrascada...
—Juan... tá bom, a gente vai fazer isso, mas não na minha cama. Vamos transar em outro lugar, na sua casa ou onde você quiser! Mas não dá pra deitar na minha cama de casal com você! É loucura!... — Ele me encostou no muro e me virou pra esfregar o pau na minha bunda. Dessa vez eu tava usando uma legging esportiva vermelha e uma regata de lycra preta. Depois de me apertar forte contra o muro, ele sussurrou no meu ouvido enquanto puxava meus peitos pra fora...
—Olha, putinha, eu não vou te fazer amor, amor se faz pras damas e você não é nenhuma dama! Você é uma puta oferecida e pra puta oferecida igual você não se faz amor... pra puta oferecida se come, se arrebenta o cu e se trata como cadela!...
As palavras dele me deixaram com tesão, é meu ponto fraco ser tratada como uma puta e ele parecia saber disso, mesmo a gente mal se conhecendo...
—Juan... isso é loucura... — falei enquanto as mãos dele percorriam cada centímetro do meu corpo...
-Que loucura é essa, sua puta, que rabo gostoso você tem... que bunda linda, pelo amor! Vamos pra sua cama ou pra minha?- Ela me perguntou...
—Onde você quiser, mas tem que ser rápido porque meu marido pode voltar! — eu disse... Ele escolheu minha cama, levei ele até meu quarto e ele pediu pra eu me ajoelhar e chupar o pau dele. Foi o que eu fiz. Não sei por quê, mas tinha um gosto bem salgado e o cheiro era bem desagradável. A única coisa que me atraía naquele membro, além do tamanho enorme, era a curvatura exagerada. Era um pau muito torto, nunca tinha visto um pênis assim. Coloquei na boca e comecei a chupar como se não houvesse amanhã...
—Você é uma profissional chupadora de pica. — Ele disse e eu me senti lisonjeada com as palavras dele. Depois de uma mamada louca no pau dele, ele pediu pra eu me despir e deitar na minha cama. Rapidamente fiz isso e esperei ele, deitada de barriga pra cima com as pernas abertas na posição de parto, pronta e louca pra ser penetrada. A cama cheirava ao perfume do meu marido, e isso me dava um tesão doentio. Juan nem tirou a roupa, só abriu a braguilha do jeans velho e sujo dele e, antes de subir em cima de mim, disse...
-Assim não, sua putinha. Vira de costas que vou começar pelo que você tem de mais gostoso... sua bunda! Vou te enfiar nessa bunda linda que você tem!- Longe de me opor, virei de bruços desejando ser penetrada analmente, apesar daquele pau tão torto e grosso me dar um pouco de medo. Mas fazia um bom tempo que não me comiam pelo cu e eu sentia falta daquela sensação, porque desde que provei sexo anal pela primeira vez, viciei. Mesmo que alguns caras não tivessem me tratado muito bem na hora de me comer por trás, o Juan se ajeitou atrás das minhas nádegas e apoiou o pauzão no meu buraquinho. Senti ele lubrificar minha entrada, molhando um dos dedos com saliva e enfiando dentro da minha bucetinha por um tempinho. Quando ele conseguiu abrir um pouco meu cu, senti o pau imponente e desafiador se apoiar na minha entrada...
—Tá pronta, Julietinha? — ele me perguntou...
—É, Juan... mas faz com cuidado, devagarzinho, por favor... — pedi...
-Devagarzinho? Já já... vou arrebentar essa sua buceta do jeito que você merece, sua puta! - Ele disse e, sem piedade nem dó, enfiou de uma só vez todo o seu enorme e enrijecido membro dentro do meu cu! Senti que me faltava o ar de tanta dor e, sufocando um grito, pedi...
-Ayyyyy!!! Não seja bruto! Me trata com cuidado... - Ele, com deboche, me disse...
-Com cuidado? haha... vou te arrebentar na porrada, sua puta de merda...- E começou a pular em cima de mim, metendo no meu rabo selvagemente como se fosse um animal!!!
-Ai... aii... não seja tão ruim comigo! devagarinhooo.- Pedi, mas quanto mais eu reclamava, mais violento ele ficava, como se estivesse gozando com minhas súplicas...
— Cê gosta do meu pau no teu cu? Cê gosta, puta vagabunda? — Ele me perguntava toda vez que o pau dele batia no fundo dentro de mim...
—Juan... se apressa, que meu marido pode chegar... — pedi, sabendo que a qualquer momento ele voltaria pra casa... ele pareceu entender a situação perigosa e começou a me comer brutalmente, a cama parecia que ia se desmontar de tanto que ele se mexia frenético, ele aumentou as estocadas num nível que tive que morder o travesseiro pra não começar a uivar que nem uma loba, não sei quanto tempo passou, mas sei que foi um tempão, minha buceta tava ardendo de tanta pica entrando e saindo sem parar...
-Onde você quer a putinha, sua vadia?.- Ela me perguntou...
—Na minha buceta... — respondi. Ele, realizando meu desejo, me virou e levantou minhas pernas até os ombros, enfiando o pau enorme dentro da minha buceta molhada. Fiquei tão tarada que, no primeiro movimento daquela pica dentro de mim, senti um orgasmo profundo chegando. Já puta demais, pedi...
— Amor... me come... me come o mais forte que puder... sou sua... — Ele atendeu meu pedido e me furou de pica até me encher de porra no fundo da minha buceta, desabou sobre mim dizendo...
-Que puta gostosa que você é! Nunca vou me cansar de te foder!...- Não sei porquê, mas gostei das palavras dela... mas meu marido podia chegar a qualquer momento!..
—Juan... o Cristian pode chegar a qualquer hora! Vai pra sua casa agora! — Ele, com toda a calma do mundo, tirou um cigarro e começou a fumar deitado na cama do meu lado...
—O que cê tá fazendo? Aqui não pode fumar não!...
-Já vou, sua putinha... mas antes quero te pedir uma coisa...- Disse ele, já de pé, apertando o cinto da calça...
—O que você quer me pedir, Juan? — perguntei pra ele.
—Quero que você confesse pro seu marido que me deu a buceta... — Surpresa com tamanha loucura, perguntei incrédula...
- Quêêê? Cê tá falando o quê? Tá doido ou o quê?
- Ele, falando bem sério, me avisou...
—Olha, putinha... a parada é assim... ou você conta pra ele, ou eu conto. — Respondi puta da vida.
— Se quiser pode contar… no fim, ele não vai acreditar em você… — Juan, sorrindo com cara de maldito e tirando do bolso de trás o celular, se aproximou e me mostrou uma foto. Nela, eu estava sentada no sofá dele, de olhos vendados e com o pau dele na minha mão. O filho da puta tinha tirado uma foto minha sem eu perceber!!! E agora queria me chantagear…
—Se o seu maridinho vir essa foto... acha que ele não vai acreditar em mim?... olha, sua putinha... você tem 24 horas pra contar pro seu marido que você é minha puta e que adora quando eu como seu cu... se não fizer isso, vai ter sérios problemas... — Ele disse isso e foi embora, me deixando cheia de preocupação. Como é que eu ia confessar uma coisa dessas pro meu marido?! Mas comecei a pensar que era melhor ele saber por mim do que pela boca dos outros. Tinha que dar um jeito de contar o que aconteceu com o vizinho sem machucá-lo demais. Pela primeira vez, tive medo de que meu casamento fosse pro ralo. Esperei até o dia seguinte pra confessar. Enquanto assistíamos um filme depois do jantar, comecei a tocar no assunto com meu marido...
—Meu amor... se você tivesse a chance de me trair por um dia... com quem você faria isso? — perguntei pra quebrar o gelo. Meu marido me olhou surpreso e respondeu com uma cara de poucos amigos...
— O que você tá me dizendo? Por que você tá me perguntando isso?
-Por nada em especial, amor, só por curiosidade mesmo. É que sempre é bom ser sinceros e compartilhar tudo o que a gente pensa e o que acontece com a gente, não é?
Eu disse, tentando fazer a conversa seguir o rumo que eu esperava... Meu marido, sem entender muito, mas sem mais rodeios, como se adivinhasse que algo não estava certo, me perguntou...
— Julieta... meu amor, você seria capaz de me trair? — A pergunta dele me deixou bem desconfortável, mas me deu a chance de confessar...
-Não sei, meu amor... nunca se sabe... talvez sim, talvez não... mas uma coisa é certa, nunca deixaria de te amar... - Meu marido, cada vez mais inquieto, me perguntou...
—E alguma vez você teve fantasias com outro homem?
—Amor... todas as mulheres têm fantasias! É algo normal!!! — Meu marido me olhava cada vez mais irritado e continuava me interrogando...
— Algum homem já tentou te levar pra cama durante nosso casamento?... — Sem rodeios, eu confessei...
—Isso, amor, muitos. — Ele, já com o olhar cheio de raiva e ódio, me perguntou...
- Ah é? E algum deles conseguiu o que queria? - Tentei acalmar ele...
-love, não fica bolado não, a gente tá conversando como adultos..." - Ele, longe de se acalmar, me perguntou...
-Chega de enrolação, Julieta!!!! Me fala, alguma vez você me chifrou?...- Eu não sabia como ele ia reagir, mas era a oportunidade perfeita pra confessar...
- amor... não fica brava com o que vou te contar... e se tô te confessando isso é porque te amo... - Ele, de um jeito mais violento do que nunca, gritou comigo...
-Vamos logo! Fala de uma vez!...
—Amor... uma vez eu te traí, mas foi só uma aventura... — Meu marido baixou o olhar, respirou fundo e, me segurando firme pelo braço, pediu...
-Confessa, sua puta de merda... com quem você se enfiou na cama?.-
—Não fala assim comigo, não! — reclamei, e a resposta que tive foi um tapa violento. Ele nunca tinha levantado a mão pra mim! Fiquei puta da cara e falei...
—Você não vai me bater, não! Quem você pensa que é pra me dar porrada?! — Ele me deu outro tapa e disse...
- Puta assumida! Com quem você se deitou?... - Ele tava fora de si, puto da vida, criei coragem e falei...
—Com o Juan Cruz... o Juan Cruz me comeu... — Dessa vez ele não me bateu, simplesmente saiu da sala até nosso quarto e voltou com uma mala de viagem grande, jogando ela nos meus pés e me disse...
—Pega tuas coisas e vaza, não quero te ver mais na minha vida, sua puta barata. — Sem dizer mais nada, entrei no meu quarto e peguei toda a roupa que consegui. Meu casamento estava desmoronando. Saí pra rua sem nem ter um rumo planejado, não tinha dinheiro nem lugar pra ir, então o único que podia me abrigar era meu vizinho, o culpado de todos os meus problemas. Bati na porta dele, e ele não demorou pra aparecer. Ao me ver com minha bagagem improvisada, ele disse:
—Oi, putinha... que surpresa!... — Sem dizer nada, passei por ele e entrei na casa dele. Lá dentro, contei tudo o que tinha acontecido com meu marido. Quando falei que ele tinha me batido, Juan prometeu cuidar de mim e garantiu que sempre ia me proteger e um monte de coisas assim. Ele abriu uma cerveja e a gente começou a conversar. Aos poucos, a culpa que eu sentia antes foi sumindo, ainda mais quando Juan Cruz me disse...
—Seu marido não te merece, você é uma puta e uma vagabunda que merece ter um macho de verdade do lado... — Aos poucos, fui da tristeza pro tesão como se nada...
—Quero que seu marido, de uma vez por todas, saiba e se convença de que você é minha, então agora vamos mandar umas fotos pra ele pra deixar bem claro e ele ver que eu sou seu macho... — Juan me fez sentar no colo dele e tirou uma foto com meu celular, depois outra me beijando e mais umas quantas desse tipo, e mandou tudo pelo WhatsApp. Não passaram nem cinco minutos e bateram na porta. Juan Cruz espiou pelo olho mágico e voltou dizendo...
-É o teu marido... quero que você saia e diga pra ele que você é minha e que eu te como melhor que ele...- A situação começou a me excitar, saí até a porta e, ao abrir, perguntei...
— O que você quer? Já não basta ter me batido? — Ele, bem mais sereno que antes, falou comigo...
—Olha, Juli... não vamos fazer mais loucura, vamos pra casa e vemos como ajeitar essa merda toda... — Olhei pra ele com desprezo e falei...
—Não quero voltar... O Juan Cruz me trata melhor que você e pelo menos não me bate... — Ele insistiu...
— Julieta... por favor, não seja sem-vergonha... vamos pra casa e conversar como adultos... — Vendo que ele não entrava na razão e continuava insistindo, eu falei...
Sabe uma coisa? O Juan Cruz meteu no meu cu e foi na sua própria cama..." — "Pensei que ele ia se enfurecer, mas o idiota me disse...
—Julieta, não fala mentira pra me deixar puto, eu sei que isso não é verdade. Vamos pra casa, por favor... — Eu continuei tentando machucar ele...
—O Juan Cruz não é só um cavalheiro, como também tem uma pica maior que a sua... então não pretendo voltar pra casa... — Ele, longe de se ofender com minhas palavras, me pediu...
— Juli... sei que você tá brava, mas se voltar pra casa, prometo ser um marido melhor... — Pra me livrar dele, falei...
— Não sei... preciso pensar, me dá uns dias... — Ele pareceu entender e foi embora. Assim que fechei a porta, Juan Cruz me abraçou por trás e disse...
—Muito bem, vadia! Você mandou muito bem!... agora vou te dar seu prêmio!!! — Quase sem me dar tempo pra nada, Juan Cruz me colocou na posição de puta no sofá de veludo dele e me comeu do jeito que me deixava louca... igual um animal selvagem! Depois de me fazer gozar como uma cadela no cio, ele teve uma ideia tarada...
—Vamos fazer um vídeo pro seu marido ver... — Ele disse com os olhos cheios de maldade... Eu aceitei toda animada e, depois que Juan Cruz preparou uma filmadora apontando pra cama dele, o show começou! Comecei a chupar o pau dele sentada na cama, fiquei mais puta do que nunca e comecei a falar coisas tipo "que pau gostoso que você tem, Juan", "Adoro seu pau", enquanto passava a língua da base até a cabeça do pau dele. Eu olhava pra câmera e dizia: "Hum... que pau gostoso que você tem, Juan... sou sua putinha"... Depois de alguns minutos com o pau dele nos meus lábios, olhando de novo pra câmera, pedi: "Juan... me fode com força, igual você me fodeu na minha cama". Ele me deitou de bruços e me meteu no cu... "Ai, Juan!!! Que delícia que você fode minha bunda"... Falei, e Juan, pra completar, perguntou: "Seu marido te fode tão gostoso quanto eu?"... "Não, Juan... meu marido tem pequeno... eu adoro seu pau grande"... Juan começou a foder minha bunda enquanto eu gemia desesperada de prazer, e depois de um bom tempo ele mudou minha posição pra me comer pela buceta. Não sei quantas vezes ele me virou depois, mas ele me comeu de todos os jeitos possíveis até me pedir pra abrir a boca pra ele despejar todo o leite dele lá dentro. Como se eu fosse a puta mais safada das atrizes pornô, peguei, saboreei com a língua e engoli cada gota do gozo dele olhando pra câmera. Quando terminamos, mandamos o vídeo pro meu marido por e-mail. Eu sabia que ele ia ver na hora, porque ele sempre ficava de olho na caixa de entrada. O vídeo durava 39 minutos, então com certeza ele teria um tempinho pra se entreter. Aproveitei pra tomar um banho quentinho. Quando saí, depois de me vestir, vi que tinha uma mensagem do meu marido no celular: "Não precisava ter tanta maldade comigo. Vou te deixar em paz pra você pensar se quer voltar comigo ou não. As portas da nossa casa sempre estarão abertas pra você... Te amo muito. Amor, te mando um beijo" — essa foi a mensagem dele. Me deu uma certa ternura, mas eu queria aproveitar minha solteirice e meu vizinho um pouquinho mais, então respondi: "Ok... vou pensar, me dá uma semana pra decidir". Depois dessa mensagem, não teve mais contato com meu marido. Fiquei uma semana na casa do meu vizinho, fazendo amor de manhã, tarde e noite, até que decidi voltar pro meu marido. Antes, me despedi do meu vizinho amante, prometendo pular o muro do quintal dele de vez em quando. Quando cheguei em casa, meu marido me recebeu com um beijo e prometemos um ao outro nunca mais tocar no assunto. E assim foi até hoje. Acho que meu marido é um amor de pessoa, só que eu gosto de homem e às vezes não consigo me segurar. Por isso, sempre que posso, pulo pro quintal do Juan Cruz. Espero não estar enchendo o saco de vocês com minhas histórias... um abraço.
Julieta.
Vou contar pra vocês o que aconteceu comigo uns dias atrás.
Meu marido, depois de tirar um cochilo, me pediu pra sairmos pra caminhar na direção do centro. Eu não tava muito a fim de sair com ele, porque prefiro sair sozinha, mas não tive outra escolha a não ser dizer sim. Fomos pro centro da cidade olhar umas vitrines e tomar uns drinks num lugar da moda bem agradável. Quando chegou a hora de voltar pra casa, caminhamos duas quadras até o estacionamento onde tínhamos deixado o carro, colocamos as sacolas com as compras no porta-malas e estávamos prontos pra voltar, mas o carro não ligava. Meu marido tentou várias vezes até que a bateria acabou de vez...
-Não importa, amor. Amanhã eu falo pro Juan Cruz vir buscar...- Juan Cruz, era o mecânico de confiança dela. Decidimos voltar pra casa de táxi, caminhamos até a esquina pra pegar um, mas bem na hora que chegamos, vimos que vinha um ônibus da linha 10, a que passava na esquina de casa...
Vamos pegar o busão!" — meu marido me disse, fazendo sinal pro ônibus parar...
—Meu amor, viajar nisso é um inferno! — reclamei.
—Mas sai muito mais barato! — disse o pão-duro já subindo no ônibus. Eu subi atrás, estava lotado, cheio de gente em pé. Meu marido percorreu o corredor e conseguiu chegar até a metade dele. Eu o segui e fiquei parada ao lado dele, me segurando no corrimão do teto. Até aí tudo bem, mas umas ruas adiante, o motorista parou num ponto na porta de uma fábrica metalúrgica. Pela quantidade de operários que começaram a subir, percebi que era horário de saída. Começaram a nos apertar e empurrar para o fundo do ônibus, onde já estávamos. Meu marido foi correndo para a parte de trás do corredor, mas eu fiquei firme no lugar onde estava. Por mais que quisessem me empurrar para trás, eu não me mexia. Então os operários que queriam passar e conseguir um lugar na parte de trás passavam por trás de mim, roçando a buceta com os seus volumes. No começo, me senti irritada e desconfortável, mas tanto volume roçando na minha raba fez com que eu começasse a ficar um pouco excitada e a curtir a situação. Foi assim que fiquei apertada entre todos os passageiros. Meu marido estava a uns dois metros para trás e eu mal conseguia vê-lo. Por um momento, os passageiros ficaram nos seus lugares e não houve muito movimento no corredor. Mas quando outras pessoas subiram, foram empurrando pelo meio do corredor e ficou atrás de mim um moreno grandão, que antes estava ao meu lado. Assim que ele se colocou atrás de mim, senti o volume dele encostado na minha calça vermelha. Diferente dos anteriores, ele não passou roçando e seguiu para trás, mas ficou grudado em mim, respirando na minha nuca. O volume dele parecia maior e mais duro que os outros. Excitada, fingi que não estava acontecendo nada. Comecei a sentir que o volume dele crescia e, cada vez que o ônibus dava uma sacudida brusca, ele aproveitava para pressionar forte na minha raba. Eu estava ficando louca de tesão. Era a primeira vez que me encostavam num... transporte público, sabia que essas coisas aconteciam, mas como eu nunca andava naquele transporte, não tinha experiência nenhuma. Em um momento, temi que meu marido percebesse a situação, mas vi que ele estava longe o bastante pra saber o que tava rolando comigo naquela hora. O grandão que tava atrás de mim começou a respirar cada vez mais ofegante, sentia o bafo quente dele na minha nuca, a excitação dele era evidente e as esfregadas cada vez mais descaradas. Senti o volume dele mais forte contra mim numa curva onde o ônibus inclinava pro meu lado, e quando o ônibus voltou a andar reto, pela primeira vez senti ele apoiar disfarçadamente uma das mãos numa das minhas nádegas. Ele deu um apertãozinho, como se estivesse beliscando de leve. Me virei pra olhar na cara dele, ele fixou os olhos nos meus e eu não consegui dizer nada. Voltei o olhar pra frente e, longe de reprovar qualquer coisa, empinei a bunda pra trás, encostando minha raba no volume dele. Ele percebeu minha excitação, me segurou pela cintura com um descaramento total e começou a esfregar, fazendo movimentos circulares com o quadril. Disfarçadamente, e de tão puta que eu tava, comecei a acompanhar aqueles movimentos com minha bunda. Isso deixou ele louco, e o grandão perdeu a pouca compostura que ainda tinha. Encostou os lábios num dos meus ouvidos e, bem baixinho, me disse...
-Que bucetao gostoso que você tem, loira..- Não respondi nada, deixei ele fazer o que quisesse comigo, mas me senti surpresa quando ele, de repente, se afastou de mim. Pensei que ia me largar, mas não, não foi isso, porque logo voltou com tudo, pegou minha mão que estava livre, já que com a outra eu me segurava no corrimão, e a levou para trás...
—Segura minha pica — pediu no meu ouvido. Não resisti e senti o contato da pica dele na minha mão... ele já tinha tirado pra fora da calça! Apertei o máximo que pude e comecei a masturbá-lo. O pau dele estava molhado, quente e parecia muito grosso, já que minha mão não conseguia envolver todo o diâmetro. Enquanto isso, ele apoiou, sem nenhuma vergonha, as duas mãos nos meus peitos, por cima da minha blusa de seda preta. Conseguiu fazer meus bicos doerem de tanto apertar. Seguimos assim por mais algumas ruas, quando de repente senti ele encostar a pica na minha bunda e encher minha calça de porra! Pude sentir a umidade do líquido quente dele atravessando o tecido da minha calça... ele deixou ali apoiada por um tempinho, e depois começou a limpar ela na minha calça! Tirou até a última gota na minha roupa, manchando toda a minha bunda. Percebi que faltavam só duas ruas pra descer, então, sem olhar pra ele nem falar nada, me enfiei entre os outros operários e fui pra porta traseira de descida de passageiros, onde meu marido já estava me esperando e tocando a campainha pro motorista parar no próximo ponto.
Tá bem, amor..?" — ela me perguntou.
—É, mas nunca mais viajo nessa porcaria de transporte... — respondi...
—Olha o lado bom... a gente economizou uma grana! — Me disse o idiota, ao descer do ônibus. Percebo que atrás de mim desce outro passageiro, já na calçada ouço ele cumprimentar meu marido...
—Cristian! Quanto tempo!... — Era aquele que ficava me apalpando no ônibus! Conhecia meu marido!...
—Oi, Juan, o que te traz por aqui? — respondeu meu marido, nada feliz de ver ele...
-Aluguei uma casa aqui a meia quadra, me mudei segunda-feira passada e você?
—Moro aqui bem pertinho, a 50 metros... — respondeu meu marido...
-Que legal! Somos vizinhos! Vamos poder compartilhar bons momentos, com certeza, ou não? E que tipo de educação você tem? Você não me apresentou essa mulher tão gostosa!!! - Disse o sem-vergonha, olhando meu corpo dos pés à cabeça. Meu marido, meio irritado e tentando não perder a educação, respondeu...
—Desculpa... te apresento a Julieta, minha esposa... — Juan Cruz se aproximou e me deu um beijo na bochecha...
—Prazer em conhecê-la, senhora. — Disse o sem-vergonha se fazendo de educado...
—Muito prazer... — falei, fingindo um sorriso simpático. Meu marido tava meio nervoso e eu não sabia por quê...
- Bom, Juli, vamos pra casa que já é tarde...- Juan Cruz disse pra ela...
—Tantos anos sem nos ver! Não quer fazer um brinde pra comemorar o reencontro? Lá em casa tenho umas cervejas bem geladas...
— Meu marido cortou ele sem rodeios e, falando firme, deixou claro...
—Olha, Juan... tu sabe o que rolou entre a gente anos atrás, então hoje não vai ter brinde nem nunca vai ter. O que você fez, eu não consigo te perdoar, então te peço pra sair da minha vida e não falar mais comigo... até logo e boa sorte na sua vida... — O grandalhão ficou encarando meu marido com cara de poucos amigos e se colocou cara a cara com ele, ameaçando.
-Como quiser! Se não quiser me ter como amigo, vai me ter como inimigo..- Meu marido não se deixou ameaçar e respondeu...
— Olha, idiota, não vem me ameaçar não, porque vou te denunciar pra polícia... — e depois me fez sinal pra irmos pra casa. Começamos a andar e percebemos que o cara tava nos seguindo, uns cinco passos atrás da gente... Meu marido, puto, virou e perguntou pra ele...
—Por que você tá nos seguindo? É idiota ou o quê? — Juan Cruz respondeu de um jeito bem grosso...
—Olha... aqui o único idiota é você... não tô te seguindo, é que eu moro nessa rua, ou você vai me proibir de andar na minha quadra? — Meu marido não respondeu, deu meia-volta e continuamos andando. Dessa vez, ele vinha atrás da gente, mas bem pertinho. Tinha certeza de que o grandão tava olhando pra minha bunda e, como sempre acontece comigo, não aguentei minha putaria e resolvi provocar um pouco. Comecei a rebolar minha raba igual uma puta, e bem antes de chegar em casa, o João nos deu tchau...
-Até logo, vizinhos!- E entrou na casa ao lado! A que é colada com a nossa, meu marido me olhou e disse...
-Não acredito! Esse filho da puta alugou a casa do lado! Que sorte a minha!...- Assim que entrei, perguntei...
—Mas meu amor... quem é esse garoto?... por que tanta treta entre vocês?
— Ele me explicou...
— Minha mãe largou meu pai por causa dele...
-Mas meu amor... você não devia culpar ele por isso, são coisas do amor, a gente se apaixona e pronto!- Ele me olhou bravo e respondeu...
-Isso não era amor! Se eu amasse minha mãe, não teria prostituído ela, fazia ela dar pra todos os amigos dele por uns trocados!!! - Fiquei com muita pena do que ele me contava...
—Meu amor... desculpa, não sabia...— Meu marido continuou me contando...
-Isso não é tudo, ela ficou um mês com ele e depois ele botou ela pra fora de casa...
—E a sua mãe, o que fez?
— Voltou pro meu pai e o idiota do meu pai perdoou ela! Eu nunca perdoaria uma coisa dessas!.. — Disse todo irritado...
-Meu amor, vamos esquecer esse assunto porque você tá ficando de mal humor..- Falei pra acalmá-lo e não se falou mais no assunto.
No dia seguinte, quando saio pra fazer as compras lá pelas sete da noite, meu novo vizinho tava na calçada dele lavando a moto com uma mangueira. Eu tinha que passar por ali, fiquei na dúvida um instante se ia ou se atravessava pra outra calçada, mas não tinha motivo pra ter medo, então passei do lado dele. Ele desviou o jato d'água pro outro lado pra não me respingar e me cumprimentou...
— Como é que cê tá, vizinha? Tudo bem? — Olhei pra ele com desprezo e, sem responder, segui meu caminho. Quando voltei, vi que ele ainda estava na calçada, encostado na moto como se esperasse minha chegada. Continuei me aproximando sem medo nenhum, queria mostrar que sou uma mulher de personalidade quando quero...
—Agora você se faz de desinteressada, mas bem que você gostou de me fazer uma punheta no ônibus, né?... — O idiota me disse isso!... Eu parei na frente dele e esclareci...
—Olha, idiota, o que rolou no ônibus rolou porque eu não sabia que você era um filho da puta, e pelo que meu marido me contou, você é um filho da puta do caralho! Então esquece o que aconteceu no ônibus...ok? — Ele, com uma calma impressionante, me respondeu...
—Então o bobão do teu maridinho te contou da mãe dele? ha ha ha... a mãe dele era uma puta danada! E eu adoro mulher bem vadia! E sabe de uma coisa? Você tem uma cara de puta chupadora de pau que entrega tudo! Então agora, quando chegar na sua casa, pode falar pro seu marido que eu não vou só me contentar de ter arrombado a mãe dele... também vou arrombar a mulherzinha dele! — Diante de tanta ofensa, precisei respirar fundo pra responder, e falei bem claro pra ele:
—Olha, Juan Cruz, o que você teve com a mãe do Cristian não é da minha conta nem me interessa, só te peço que não me falte com respeito e que a gente tente se dar bem, já que somos vizinhos e vamos nos ver direto... Ok? — Ele pareceu entender e me disse...
—Ok... desculpa, não tenho por que discutir com você, já que não tem nada a ver com o assunto. Pode me pedir o que quiser quando precisar de algo...
— E muito esperta ou muito puta, não sei, respondi pra ela...
— Meu marido não ia gostar de me ver falando com você, então outro dia, quando ele não estiver em casa, a gente bate um papo, tá? — Com a cara cheia de felicidade, ela me disse...
—Ok, vizinha, melhor a senhora ir pra casa, não vá que seu maridinho apareça e te veja comigo. A gente já vai ter tempo pra conversar mais sossegados...
-Até logo, Juan..." - falei, e fui embora, mas não dei nem dois passos e ouvi ele me chamar...
- Que buceta gostosa, mami! - Fiz que não ouvi nada e continuei andando...
No dia seguinte, meu marido ficou em casa até as 18h30 sem sair, então não tive chance de ver meu vizinho. Pra piorar, quando ele foi embora, passei na casa do cara e vi que tava tudo fechado, provavelmente ele ainda não tinha voltado do trabalho. Vestida com uma minissaia branca e blusa vermelha, saí pra fazer compras no mercado da esquina. Quando peguei tudo que precisava pro jantar, comecei a voltar pra casa. Quase chegando, percebi que meu novo vizinho tava na calçada dele fumando um cigarro. Quando passei por ele, ele me disse...
-Olá, Julietinha... como você está gostosa hoje! - Sorri pra ela e falei...
- Valeu, Juan!" - e continuei andando de forma felina...
— Espera, Juli... vem aqui que eu quero te mostrar uma coisa... — Ele me pediu, eu me virei e perguntei...
—O que você quer me mostrar...?
—Vem, passa lá em casa, tenho uma parada que você vai gostar...
— Intrigada, perguntei de novo...
—Mas o que é? Me fala logo, não gosto de adivinhação... — Ele, mantendo o mistério, insistiu...
—Vem que eu te mostro e, se você gostar, te dou de presente... — Hesitei por um instante, quase aceitei, mas depois desisti.
—Olha, Juan, não quero arrumar problema com meu marido, tem muito vizinho fofoqueiro de olho na gente e se contarem pra ele que eu entrei na sua casa, ele me mata! — Juan sorriu e me propôs...
—Mas não seja boba, Juli! Vamos fazer uma coisa... você entra na sua casa e pula o muro do quintal, assim ninguém te vê e ninguém desconfia de nada... — A ideia dele não era ruim, então aceitei o convite, curiosa pra saber o que ele queria me mostrar. Entrei em casa, deixei as sacolas de compras em cima da mesa da cozinha, peguei meu celular caso meu marido tentasse falar comigo e fui pro quintal. O muro que separa o meu quintal do vizinho mal tem um metro de altura, então não foi difícil pular. Peguei uma cadeira de jardim, subi nela e consegui sentar no muro, onde do outro lado estava Juan me esperando. Ele me ajudou a descer, segurando minha cintura...
Anda, se liga que meu marido pode voltar a qualquer hora... o que você queria me dar?" — perguntei...
—Vem pra dentro que eu te mostro... — ela disse e me levou até o interior da casa dela. Entramos por uma porta dos fundos, atravessamos a cozinha e chegamos na sala, um cômodo grande onde tinha um sofá confortável de veludo vermelho...
—Senta aí, vou pegar pra você. — Falou e entrou no quarto dele. Fiquei esperando um minuto sentada no sofá, e aí ele voltou do quarto com uma espécie de lenço preto na mão...
—Vou vendar teus olhos e colocar meu presentinho na tua mão... se adivinhar o que é, eu te dou e pode ser teu pra vida toda, ok? — ela me disse...
—Já te falei que não curto adivinhação... — lembrei a ele...
—Vamos, Juli! Não seja chata! — ele me disse, e então deixei ele vendar meus olhos. Depois de alguns segundos, ele pegou minha mão e colocou nela algo duro, carnudo e quente... não tinha dúvida de que ele tinha colocado a rola dele na minha mão!!! Rapidamente soltei e tirei o lenço dos meus olhos...
— O que cê tá fazendo??? é doente ou o quê? como vai fazer uma parada dessas comigo?... — Ele continuava com o pauzão duro parado na minha frente, onde eu tava sentada...
- Você gosta da minha pica? - Ele me perguntou, balançando ela pra cima e pra baixo, se gabando do tamanhão. Não respondi, me levantei pra voltar pra casa, mas ele me segurou pela cintura e encostou o pau em mim. Por causa da diferença de altura, a cabeça quase batia na parte de baixo dos meus peitos. Ele me agarrou com as mãos na minha bunda e começou a apalpar toda a rabeta enquanto tentava me beijar...
—Não, Juan... chega, não posso fazer isso com meu marido, ele não merece... — falei, mas ele não parou, pelo contrário, o apalpamento que ele tava me dando ficou muito mais intenso, apertava forte minhas nádegas, beliscando minha bunda com os dedos, cravando as unhas na minha bunda de um jeito que tive que pedir pra ele não me machucar...
—Você é linda, Julieta, quero te comer — ele disse, e como a putinha que sou, não resisti mais e deixei ele fazer o que quisesse comigo. Ele virou meu corpo de um jeito que ficou parado atrás de mim, comecei a sentir ele enfiar o pau por baixo da minha minissaia e esfregar ele contra a minha buceta, enquanto as mãos dele desabotoavam minha blusa pra soltar meus peitos. As mãos dele eram tão grandes que quase envolviam cada um deles por completo, comecei a ficar tão tesuda que comecei a esfregar minha raba no pau dele de um jeito desesperado...
—Você é uma puta fogosa. — Ele disse e mandou eu me ajoelhar no sofá dele. Obedeci, e ele, com um movimento violento, arrancou minha calcinha fio dental de uma só vez e encostou o pau no meu corpo pra me penetrar. Mas quando ele estava prestes a fazer isso, meu celular tocou — tinha ficado do lado no sofá. Não podia ser outro senão o chato do meu marido. Nós dois nos assustamos um pouco, e eu atendi a ligação...
—Oi, meu amor... daqui a cinco minutos chego em casa... o que a gente vai jantar? — ele me perguntou...
—Pastas, meu amor...
—Tá bom, gostosa... te amo...
—Também te amo, amor... — falei enquanto sentia que Juan estava decidido a me penetrar, apertando com força o pau na entrada da minha buceta. Assustada, recusei e disse que precisava ir, pedindo que me ajudasse a pular o muro do quintal antes que meu marido chegasse...
—Tá bom, putinha... te ajudo, mas te espero amanhã nesse mesmo horário, tá?
—Ok... amanhã eu volto... — falei só pra ele me deixar ir. Quando cheguei no muro, ele me pegou pela cintura, levantando meu corpo pra eu conseguir sentar no topo e pular pro quintal de casa...
—Te espero amanhã, putinha... — disse como despedida, e eu pulei pro lado da minha casa. Assim que caí no quintal, ouvi a voz do meu marido me procurando pela casa toda...
- Juli... Julieta! Amor, cadê você? - Entrei na minha cozinha pela porta dos fundos e respondi pra ela...
—Ia regar as plantinhas do quintal, amor... — menti...
A noite seguiu sem nada de especial, sempre a mesma coisa, a rotina de sempre, o jantar e dormir.
No dia seguinte, já tinha voltado ao normal e, depois de pensar bastante no meu vizinho, mesmo sendo uma puta e gostando muito do cara, decidi não vê-lo mais e que não se repetisse o que rolou no dia anterior. Afinal, ele era o tipo mais odiado pelo meu marido, e eu sentia culpa por trair ele logo com aquele! Com tantos homens dando em cima de mim e me procurando o tempo todo, eu não podia ser tão filha da puta de transar com o pior inimigo do meu esposo. Então, decidi evitá-lo. Naquela mesma tarde, antes de sair pra fazer as compras do dia, fui pro meu quintal sabendo que do outro lado do muro meu vizinho estaria me esperando — e tava mesmo. Cheguei perto do muro e falei num tom calmo, mas bem convicta do que tava fazendo...
—Olha, Juan... não vou continuar com isso... você sabe que meu marido te odeia e não posso trair ele logo com você... — Ele fez cara de bravo e me pediu...
Depois da punheta que você me deu no ônibus e da siriricada que eu te passei ontem, você acha que vai me deixar com o pau duro assim, sem mais nem menos? Não seja histérica, pula o muro que eu quero te foder... — Tentei convencer ele...
— Juan... já te falei que não consigo fazer isso... — Ele, perdendo toda a paciência, me ameaçou...
Olha, puta... ou você pula, ou eu pulo e te como na sua casa...
—Juan... não, por favor... — implorei, mas ele não deu ouvidos e, num movimento rápido, deu um pulo e caiu no meu quintal...
—Não, Juan! Você tá louco! Vai pra sua casa que meu marido pode chegar!
—Não tô nem aí pro teu marido, vamos pra tua cama. — ele me disse e me segurou firme pelo braço. Comecei a perceber que tava enrascada...
—Juan... tá bom, a gente vai fazer isso, mas não na minha cama. Vamos transar em outro lugar, na sua casa ou onde você quiser! Mas não dá pra deitar na minha cama de casal com você! É loucura!... — Ele me encostou no muro e me virou pra esfregar o pau na minha bunda. Dessa vez eu tava usando uma legging esportiva vermelha e uma regata de lycra preta. Depois de me apertar forte contra o muro, ele sussurrou no meu ouvido enquanto puxava meus peitos pra fora...
—Olha, putinha, eu não vou te fazer amor, amor se faz pras damas e você não é nenhuma dama! Você é uma puta oferecida e pra puta oferecida igual você não se faz amor... pra puta oferecida se come, se arrebenta o cu e se trata como cadela!...
As palavras dele me deixaram com tesão, é meu ponto fraco ser tratada como uma puta e ele parecia saber disso, mesmo a gente mal se conhecendo...
—Juan... isso é loucura... — falei enquanto as mãos dele percorriam cada centímetro do meu corpo...
-Que loucura é essa, sua puta, que rabo gostoso você tem... que bunda linda, pelo amor! Vamos pra sua cama ou pra minha?- Ela me perguntou...
—Onde você quiser, mas tem que ser rápido porque meu marido pode voltar! — eu disse... Ele escolheu minha cama, levei ele até meu quarto e ele pediu pra eu me ajoelhar e chupar o pau dele. Foi o que eu fiz. Não sei por quê, mas tinha um gosto bem salgado e o cheiro era bem desagradável. A única coisa que me atraía naquele membro, além do tamanho enorme, era a curvatura exagerada. Era um pau muito torto, nunca tinha visto um pênis assim. Coloquei na boca e comecei a chupar como se não houvesse amanhã...
—Você é uma profissional chupadora de pica. — Ele disse e eu me senti lisonjeada com as palavras dele. Depois de uma mamada louca no pau dele, ele pediu pra eu me despir e deitar na minha cama. Rapidamente fiz isso e esperei ele, deitada de barriga pra cima com as pernas abertas na posição de parto, pronta e louca pra ser penetrada. A cama cheirava ao perfume do meu marido, e isso me dava um tesão doentio. Juan nem tirou a roupa, só abriu a braguilha do jeans velho e sujo dele e, antes de subir em cima de mim, disse...
-Assim não, sua putinha. Vira de costas que vou começar pelo que você tem de mais gostoso... sua bunda! Vou te enfiar nessa bunda linda que você tem!- Longe de me opor, virei de bruços desejando ser penetrada analmente, apesar daquele pau tão torto e grosso me dar um pouco de medo. Mas fazia um bom tempo que não me comiam pelo cu e eu sentia falta daquela sensação, porque desde que provei sexo anal pela primeira vez, viciei. Mesmo que alguns caras não tivessem me tratado muito bem na hora de me comer por trás, o Juan se ajeitou atrás das minhas nádegas e apoiou o pauzão no meu buraquinho. Senti ele lubrificar minha entrada, molhando um dos dedos com saliva e enfiando dentro da minha bucetinha por um tempinho. Quando ele conseguiu abrir um pouco meu cu, senti o pau imponente e desafiador se apoiar na minha entrada...
—Tá pronta, Julietinha? — ele me perguntou...
—É, Juan... mas faz com cuidado, devagarzinho, por favor... — pedi...
-Devagarzinho? Já já... vou arrebentar essa sua buceta do jeito que você merece, sua puta! - Ele disse e, sem piedade nem dó, enfiou de uma só vez todo o seu enorme e enrijecido membro dentro do meu cu! Senti que me faltava o ar de tanta dor e, sufocando um grito, pedi...
-Ayyyyy!!! Não seja bruto! Me trata com cuidado... - Ele, com deboche, me disse...
-Com cuidado? haha... vou te arrebentar na porrada, sua puta de merda...- E começou a pular em cima de mim, metendo no meu rabo selvagemente como se fosse um animal!!!
-Ai... aii... não seja tão ruim comigo! devagarinhooo.- Pedi, mas quanto mais eu reclamava, mais violento ele ficava, como se estivesse gozando com minhas súplicas...
— Cê gosta do meu pau no teu cu? Cê gosta, puta vagabunda? — Ele me perguntava toda vez que o pau dele batia no fundo dentro de mim...
—Juan... se apressa, que meu marido pode chegar... — pedi, sabendo que a qualquer momento ele voltaria pra casa... ele pareceu entender a situação perigosa e começou a me comer brutalmente, a cama parecia que ia se desmontar de tanto que ele se mexia frenético, ele aumentou as estocadas num nível que tive que morder o travesseiro pra não começar a uivar que nem uma loba, não sei quanto tempo passou, mas sei que foi um tempão, minha buceta tava ardendo de tanta pica entrando e saindo sem parar...
-Onde você quer a putinha, sua vadia?.- Ela me perguntou...
—Na minha buceta... — respondi. Ele, realizando meu desejo, me virou e levantou minhas pernas até os ombros, enfiando o pau enorme dentro da minha buceta molhada. Fiquei tão tarada que, no primeiro movimento daquela pica dentro de mim, senti um orgasmo profundo chegando. Já puta demais, pedi...
— Amor... me come... me come o mais forte que puder... sou sua... — Ele atendeu meu pedido e me furou de pica até me encher de porra no fundo da minha buceta, desabou sobre mim dizendo...
-Que puta gostosa que você é! Nunca vou me cansar de te foder!...- Não sei porquê, mas gostei das palavras dela... mas meu marido podia chegar a qualquer momento!..
—Juan... o Cristian pode chegar a qualquer hora! Vai pra sua casa agora! — Ele, com toda a calma do mundo, tirou um cigarro e começou a fumar deitado na cama do meu lado...
—O que cê tá fazendo? Aqui não pode fumar não!...
-Já vou, sua putinha... mas antes quero te pedir uma coisa...- Disse ele, já de pé, apertando o cinto da calça...
—O que você quer me pedir, Juan? — perguntei pra ele.
—Quero que você confesse pro seu marido que me deu a buceta... — Surpresa com tamanha loucura, perguntei incrédula...
- Quêêê? Cê tá falando o quê? Tá doido ou o quê?
- Ele, falando bem sério, me avisou...
—Olha, putinha... a parada é assim... ou você conta pra ele, ou eu conto. — Respondi puta da vida.
— Se quiser pode contar… no fim, ele não vai acreditar em você… — Juan, sorrindo com cara de maldito e tirando do bolso de trás o celular, se aproximou e me mostrou uma foto. Nela, eu estava sentada no sofá dele, de olhos vendados e com o pau dele na minha mão. O filho da puta tinha tirado uma foto minha sem eu perceber!!! E agora queria me chantagear…
—Se o seu maridinho vir essa foto... acha que ele não vai acreditar em mim?... olha, sua putinha... você tem 24 horas pra contar pro seu marido que você é minha puta e que adora quando eu como seu cu... se não fizer isso, vai ter sérios problemas... — Ele disse isso e foi embora, me deixando cheia de preocupação. Como é que eu ia confessar uma coisa dessas pro meu marido?! Mas comecei a pensar que era melhor ele saber por mim do que pela boca dos outros. Tinha que dar um jeito de contar o que aconteceu com o vizinho sem machucá-lo demais. Pela primeira vez, tive medo de que meu casamento fosse pro ralo. Esperei até o dia seguinte pra confessar. Enquanto assistíamos um filme depois do jantar, comecei a tocar no assunto com meu marido...
—Meu amor... se você tivesse a chance de me trair por um dia... com quem você faria isso? — perguntei pra quebrar o gelo. Meu marido me olhou surpreso e respondeu com uma cara de poucos amigos...
— O que você tá me dizendo? Por que você tá me perguntando isso?
-Por nada em especial, amor, só por curiosidade mesmo. É que sempre é bom ser sinceros e compartilhar tudo o que a gente pensa e o que acontece com a gente, não é?
Eu disse, tentando fazer a conversa seguir o rumo que eu esperava... Meu marido, sem entender muito, mas sem mais rodeios, como se adivinhasse que algo não estava certo, me perguntou...
— Julieta... meu amor, você seria capaz de me trair? — A pergunta dele me deixou bem desconfortável, mas me deu a chance de confessar...
-Não sei, meu amor... nunca se sabe... talvez sim, talvez não... mas uma coisa é certa, nunca deixaria de te amar... - Meu marido, cada vez mais inquieto, me perguntou...
—E alguma vez você teve fantasias com outro homem?
—Amor... todas as mulheres têm fantasias! É algo normal!!! — Meu marido me olhava cada vez mais irritado e continuava me interrogando...
— Algum homem já tentou te levar pra cama durante nosso casamento?... — Sem rodeios, eu confessei...
—Isso, amor, muitos. — Ele, já com o olhar cheio de raiva e ódio, me perguntou...
- Ah é? E algum deles conseguiu o que queria? - Tentei acalmar ele...
-love, não fica bolado não, a gente tá conversando como adultos..." - Ele, longe de se acalmar, me perguntou...
-Chega de enrolação, Julieta!!!! Me fala, alguma vez você me chifrou?...- Eu não sabia como ele ia reagir, mas era a oportunidade perfeita pra confessar...
- amor... não fica brava com o que vou te contar... e se tô te confessando isso é porque te amo... - Ele, de um jeito mais violento do que nunca, gritou comigo...
-Vamos logo! Fala de uma vez!...
—Amor... uma vez eu te traí, mas foi só uma aventura... — Meu marido baixou o olhar, respirou fundo e, me segurando firme pelo braço, pediu...
-Confessa, sua puta de merda... com quem você se enfiou na cama?.-
—Não fala assim comigo, não! — reclamei, e a resposta que tive foi um tapa violento. Ele nunca tinha levantado a mão pra mim! Fiquei puta da cara e falei...
—Você não vai me bater, não! Quem você pensa que é pra me dar porrada?! — Ele me deu outro tapa e disse...
- Puta assumida! Com quem você se deitou?... - Ele tava fora de si, puto da vida, criei coragem e falei...
—Com o Juan Cruz... o Juan Cruz me comeu... — Dessa vez ele não me bateu, simplesmente saiu da sala até nosso quarto e voltou com uma mala de viagem grande, jogando ela nos meus pés e me disse...
—Pega tuas coisas e vaza, não quero te ver mais na minha vida, sua puta barata. — Sem dizer mais nada, entrei no meu quarto e peguei toda a roupa que consegui. Meu casamento estava desmoronando. Saí pra rua sem nem ter um rumo planejado, não tinha dinheiro nem lugar pra ir, então o único que podia me abrigar era meu vizinho, o culpado de todos os meus problemas. Bati na porta dele, e ele não demorou pra aparecer. Ao me ver com minha bagagem improvisada, ele disse:
—Oi, putinha... que surpresa!... — Sem dizer nada, passei por ele e entrei na casa dele. Lá dentro, contei tudo o que tinha acontecido com meu marido. Quando falei que ele tinha me batido, Juan prometeu cuidar de mim e garantiu que sempre ia me proteger e um monte de coisas assim. Ele abriu uma cerveja e a gente começou a conversar. Aos poucos, a culpa que eu sentia antes foi sumindo, ainda mais quando Juan Cruz me disse...
—Seu marido não te merece, você é uma puta e uma vagabunda que merece ter um macho de verdade do lado... — Aos poucos, fui da tristeza pro tesão como se nada...
—Quero que seu marido, de uma vez por todas, saiba e se convença de que você é minha, então agora vamos mandar umas fotos pra ele pra deixar bem claro e ele ver que eu sou seu macho... — Juan me fez sentar no colo dele e tirou uma foto com meu celular, depois outra me beijando e mais umas quantas desse tipo, e mandou tudo pelo WhatsApp. Não passaram nem cinco minutos e bateram na porta. Juan Cruz espiou pelo olho mágico e voltou dizendo...
-É o teu marido... quero que você saia e diga pra ele que você é minha e que eu te como melhor que ele...- A situação começou a me excitar, saí até a porta e, ao abrir, perguntei...
— O que você quer? Já não basta ter me batido? — Ele, bem mais sereno que antes, falou comigo...
—Olha, Juli... não vamos fazer mais loucura, vamos pra casa e vemos como ajeitar essa merda toda... — Olhei pra ele com desprezo e falei...
—Não quero voltar... O Juan Cruz me trata melhor que você e pelo menos não me bate... — Ele insistiu...
— Julieta... por favor, não seja sem-vergonha... vamos pra casa e conversar como adultos... — Vendo que ele não entrava na razão e continuava insistindo, eu falei...
Sabe uma coisa? O Juan Cruz meteu no meu cu e foi na sua própria cama..." — "Pensei que ele ia se enfurecer, mas o idiota me disse...
—Julieta, não fala mentira pra me deixar puto, eu sei que isso não é verdade. Vamos pra casa, por favor... — Eu continuei tentando machucar ele...
—O Juan Cruz não é só um cavalheiro, como também tem uma pica maior que a sua... então não pretendo voltar pra casa... — Ele, longe de se ofender com minhas palavras, me pediu...
— Juli... sei que você tá brava, mas se voltar pra casa, prometo ser um marido melhor... — Pra me livrar dele, falei...
— Não sei... preciso pensar, me dá uns dias... — Ele pareceu entender e foi embora. Assim que fechei a porta, Juan Cruz me abraçou por trás e disse...
—Muito bem, vadia! Você mandou muito bem!... agora vou te dar seu prêmio!!! — Quase sem me dar tempo pra nada, Juan Cruz me colocou na posição de puta no sofá de veludo dele e me comeu do jeito que me deixava louca... igual um animal selvagem! Depois de me fazer gozar como uma cadela no cio, ele teve uma ideia tarada...
—Vamos fazer um vídeo pro seu marido ver... — Ele disse com os olhos cheios de maldade... Eu aceitei toda animada e, depois que Juan Cruz preparou uma filmadora apontando pra cama dele, o show começou! Comecei a chupar o pau dele sentada na cama, fiquei mais puta do que nunca e comecei a falar coisas tipo "que pau gostoso que você tem, Juan", "Adoro seu pau", enquanto passava a língua da base até a cabeça do pau dele. Eu olhava pra câmera e dizia: "Hum... que pau gostoso que você tem, Juan... sou sua putinha"... Depois de alguns minutos com o pau dele nos meus lábios, olhando de novo pra câmera, pedi: "Juan... me fode com força, igual você me fodeu na minha cama". Ele me deitou de bruços e me meteu no cu... "Ai, Juan!!! Que delícia que você fode minha bunda"... Falei, e Juan, pra completar, perguntou: "Seu marido te fode tão gostoso quanto eu?"... "Não, Juan... meu marido tem pequeno... eu adoro seu pau grande"... Juan começou a foder minha bunda enquanto eu gemia desesperada de prazer, e depois de um bom tempo ele mudou minha posição pra me comer pela buceta. Não sei quantas vezes ele me virou depois, mas ele me comeu de todos os jeitos possíveis até me pedir pra abrir a boca pra ele despejar todo o leite dele lá dentro. Como se eu fosse a puta mais safada das atrizes pornô, peguei, saboreei com a língua e engoli cada gota do gozo dele olhando pra câmera. Quando terminamos, mandamos o vídeo pro meu marido por e-mail. Eu sabia que ele ia ver na hora, porque ele sempre ficava de olho na caixa de entrada. O vídeo durava 39 minutos, então com certeza ele teria um tempinho pra se entreter. Aproveitei pra tomar um banho quentinho. Quando saí, depois de me vestir, vi que tinha uma mensagem do meu marido no celular: "Não precisava ter tanta maldade comigo. Vou te deixar em paz pra você pensar se quer voltar comigo ou não. As portas da nossa casa sempre estarão abertas pra você... Te amo muito. Amor, te mando um beijo" — essa foi a mensagem dele. Me deu uma certa ternura, mas eu queria aproveitar minha solteirice e meu vizinho um pouquinho mais, então respondi: "Ok... vou pensar, me dá uma semana pra decidir". Depois dessa mensagem, não teve mais contato com meu marido. Fiquei uma semana na casa do meu vizinho, fazendo amor de manhã, tarde e noite, até que decidi voltar pro meu marido. Antes, me despedi do meu vizinho amante, prometendo pular o muro do quintal dele de vez em quando. Quando cheguei em casa, meu marido me recebeu com um beijo e prometemos um ao outro nunca mais tocar no assunto. E assim foi até hoje. Acho que meu marido é um amor de pessoa, só que eu gosto de homem e às vezes não consigo me segurar. Por isso, sempre que posso, pulo pro quintal do Juan Cruz. Espero não estar enchendo o saco de vocês com minhas histórias... um abraço.
Julieta.
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