Terceira vez na gostosa

Já me falaram várias vezes os dias e horários em que o cinema fica bom, mas é difícil esconder meu lado bi. Como sabem, também sou meio viciado em cinemas pornô. Toda vez que posso, dou uma passada lá. Onde moro, sou frequentador assíduo de um, e é mais fácil ir em horários e dias onde rola mais ação. Já quando vou pra Buenos Aires a trabalho, sempre que dá, tento ir num cinema pornô. Ultimamente, tenho ido no Cinema Ideal. Foi assim que numa tarde de segunda-feira, quase verão, como bom masturbador que sou, fui pro Cinema Ideal. Já passava das 13h quando cheguei na porta. Depois de pagar a entrada e deixar minhas coisas no guarda-volumes, resolvi dar uma olhada no que tava rolando lá em cima. Subi as escadas e fui direto pra sala maior, lá no topo. No caminho, não cruzei com ninguém. Pra minha surpresa, a sala tava toda apagada. Quase caí pelas escadas porque tava muito escuro e minha vista ainda não tinha se acostumado. Desci pra sala seguinte e também não tinha ninguém vendo o filme de qualidade péssima e sem áudio. Já desconcertado por não ver ninguém, fui pra próxima sala hétero. Na sala pequena, só tinha um cara sentado dormindo enquanto uma loira era comida por dois caras na tela. Resolvi descer as escadas e ir pras salas gay. Entrei na sala maior e, de novo, a mudança brusca de luz me deixou quase sem enxergar nada. Entrei na sala esbarrando nas poltronas e fui mais pelo som do que pela vista. Na parte mais escura da sala, dava pra ouvir mais gemidos do que no filme que tava passando. O filme era de tão má qualidade que mal ajudava a iluminar a sala. Quando cheguei no fundo da sala, depois que minha vista se acostumou, o som me levou até um grupo de pessoas que tavam transando. E outros olhavam, se masturbando enquanto assistiam e tentavam participar. O grupo que tava transando tava fazendo um trenzinho. Mal dava pra ver, mas eram cinco caras se comendo um ao outro. Um atrás do outro, se comendo. Não dava pra ver direito. Muito, mas o primeiro gritava e gemia como se estivesse sendo partido ao meio. O cara que estava comendo ele era realmente muito grande. Como não queria participar do trenzinho, fui sentar numa das poltronas da frente e ver o filme horrível enquanto me masturbava. Uns minutos depois, os gemidos do fundo pararam e o grupo se dispersou.

De repente, bem quando o filme melhorou de qualidade e dava pra ver mais na sala, vejo passar na frente da tela um cara de uns 30 anos, quase 2 metros de altura. Ele caminhava bem afeminado e usava uma legging curta bem justa que marcava a bunda enorme dele. Atrás dele, vinham vários outros caras. Quando passou na minha frente, olhou pro meu pau bem duro que eu batia uma lentamente. Ele virou no corredor e entrou na fileira onde eu estava sentado.

Olhando de frente, vi que o rosto dele era bronzeado e os lábios bem grossos, como se tivesse tomado colágeno ou algo assim. Sem dizer uma palavra, ele se ajoelhou no chão. Por sorte, nessa fileira as poltronas eram bem espaçadas, então dava pra fazer isso confortavelmente. Ele estendeu a mão pro meu pau e, enquanto batia uma suavemente, me olhava e falava com voz de boiola:

— Você vai me dar todo o leite.

Eu baixei bem a calça até os tornozelos pra dar espaço, e ele se jogou no meu pau, começando a lamber e beijar. De vez em quando, virava a cabeça e me olhava enquanto dava beijinhos na cabeça do meu pau com os lábios grossos.

— Quer que eu chupe assim pra você encher minha boca de leite? — repetia de vez em quando com a voz tentando ser sensual.

De repente, beijou a cabeça do meu pau e a língua dele abriu minha uretra. Assim, apertando a glande com os lábios, foi enfiando meu pau aos poucos na boca dele até chegar na base. Quando dava, ele esticava a língua e lambia minhas bolas com todo o meu pau dentro da boca dele.

Enquanto ele se deliciava chupando meu pau, vários dos que estavam no trenzinho olhavam como ele chupava. Um deles estava batendo uma. Enquanto eu olhava, ele sentou numas poltronas do meu lado e, enquanto se punhetava, ficava passando a mão na bunda do grandão que tava me chupando a pica ajoelhado. Sem parar de chupar minha pica, ele agarrou a legging do cara e puxou pra baixo, deixando a bunda dele no ar, e ficava rebolando. O cara sentado do meu lado parou de se punhetar, lambeu uns dedos e, acho que enfiou no cu do grandão enquanto ele rebolava. Eu estiquei a mão, agarrei a pica dele e comecei a punhetar. O grandão continuava se deliciando com minha pica e, entre os dentes, falava umas coisas que, por causa do barulho do filme, eu não conseguia ouvir. O cara que tava passando a mão na bunda dele abriu uma camisinha e colocou tão rápido que quase fez isso com a minha mão na pica dele. Depois que colocou direitinho, ele se ajoelhou atrás do grandão, que abriu bem as bandas do cu pra ele meter. Em nenhum momento ele parou de curtir minha pica. Aos poucos, comecei a sentir, além da chupada do grandão, os movimentos do outro que tava comendo ele, empurrando ele pra frente. Aqueles lábios inchados e a língua brincalhona estavam me fazendo delirar de prazer, e toda vez que eu sentia que ia gozar, ele parava e me olhava nos olhos. O outro continuava quicando na bunda do grandão como se não houvesse amanhã. Eu não aguentei muito mais e comecei a encher a boca do grandão de porra, igual ele pedia. Ele tomou até a última gota e continuou limpando minha pica com a língua até ela dormir e murchar. Depois, o grandão se levantou, e o que tava comendo ele ficou ajoelhado com a pica pendurada e a camisinha ainda no lugar. Todos saíram da sala atrás do grandão. Eu fiquei sozinho na sala com minha calça no chão e a pica pendurada, dormindo e murcha depois da ordenha que me deram. Na tela, tava passando um filme de uns negões conhecendo um franguinho branco que tavam fazendo de picadinho. Fiquei mais um tempo lá sozinho, me levantei e fui no banheiro me limpar. Depois, dei mais uma volta pelas salas. Mas apesar de já ter passado quase uma hora, quase não tinha ninguém nas salas. Não tinha mais do que um ou dois casais se masturbando cruzado ou chupando pau. De repente, me deu na telha de entrar no reservado que tem macas, e pensei que o grandalhão tinha ido embora, mas ele estava lá sentado numa maca, com dois caras na frente chupando o pau dele. Vários caras estavam olhando, tipo fazendo fila, esperando a vez. Foi assim, porque quando os que estavam chupando se levantaram, outro cara se inclinou sobre a virilha do grandalhão e começou a chupar. De vez em quando, o cara se levantava, se beijava com o grandalhão e depois se abaixava de novo e voltava a chupar. Nisso, o grandalhão me viu e fez sinal pra eu chegar perto. Dei uns passos e, quando cheguei perto, ele tirou o cara que tava entre as pernas dele e me indicou pra eu ocupar o lugar. Até aquele momento, eu nunca tinha visto o pau dele e fiquei impressionado com o tamanho. Ele tinha um pau enorme. Acho que foi o maior que já vi na vida, e um saco pendurado com uns ovos enormes. Tudo bem depilado. Quando eu cheguei do lado dele, ele me pegou pelo rosto e tentou me beijar. Desviei a cara e não beijei. Não sei, não é minha vibe ficar de beijos ou amassos com homens, talvez com travestis sim, mas com homens não. Ele não levou a mal eu não ter beijado, mas empurrou minha cabeça pra baixo pra eu chupar o pau dele. Tive que levantar ele, porque de tão grande que era, ficava pendurado e não ficava ereto pra cima. Quando peguei com a mão, mal dava pra rodear o tronco com meu dedo indicador e polegar. Levei aquele pau enorme até meu rosto e, enquanto batia uma com as duas mãos, comecei a chupar a cabeça. Mal conseguia enfiar a cabeça e um pouco do tronco na minha boca. Minutos depois, o pau dele ficou mais duro e cheio de veias. Ele me pegou pelas orelhas e guiou minha cabeça até o rosto dele pra tentar me beijar de novo. De novo eu desviei, e ele levou minha cabeça até o pau dele e empurrou minha cabeça pra que o pau entrasse mais na minha boca. Dessa vez, não. Eu tava de cócoras. Tava em pé, curvado pra frente. Sentia várias mãos apertando minha bunda e tentando tocar minha piroca. De repente, soltei a piroca por um momento, fiquei em pé e baixei a calça. Curvei pra frente de novo e, enquanto batia uma pra piroca enorme do grandão, senti o cara que tinha comido ele antes enfiar a cara na minha bunda. Enquanto eu mal conseguia enfiar mais que a cabeça da piroca do grandão na minha boca, o outro cara me chupava a piroca, puxando pra trás, depois passava pras minhas bolas até chegar no meu cu. Sentia a língua dele tentando abrir caminho no meu cu. Uns minutos depois, senti uma coisa fria na minha bunda: o cara que tava me chupando o cu tinha colocado camisinha em dois dedos e passava lubrificante no meu cu. O grandão empurrava minha cabeça pra eu enfiar mais a piroca dele na minha boca, enquanto o outro enfiava dois dedos no meu cu. Ficavam me comendo o cu com aqueles dois dedos. Comecei a ficar tão tesudo esperando ter uma piroca no cu que comecei a bater uma rápida com as duas mãos na piroca enorme e apertava com os lábios a cabeça da piroca. Aí, não senti mais os dedos dentro do meu cu, e depois encostaram uma piroca no meu cu. Estiquei a mão pra ver se tinha camisinha. Continuei chupando e batendo uma forte na pica enorme que eu tinha na boca, enquanto o cara atrás de mim tentava me penetrar sem sucesso, porque a piroca dele tava mole. Depois de várias tentativas, ela endureceu um pouco e senti a piroca dele, não muito grande, abrindo caminho dentro do meu cu. Não doía, e ele não enfiava muito fundo, porque com os dedos ele já tinha deixado meu cu bem aberto, e a piroca não era muito grande. Na hora que tavam me comendo mais forte, o grandão apertou mais minha cabeça contra a piroca dele, e bem quando meu ritmo de masturbação tava muito rápido, senti minha boca encher com a porrada de porra que o grandão gozou na minha boca. Minhas bochechas incharam com o leite que eu tinha na boca. Até que não aguentei mais e tentei... tirar a pica da minha boca. A pica do grandão continuou soltando gozada na minha cara, e os jatos caíam na pica e nas bolas do grandão, junto com a porra que eu ainda tinha na boca. As estocadas do cara que estava me comendo esmagavam minha cara contra a pica melada de porra do grandão. Parecia que ele não conseguia gozar, porque ficou um tempão me comendo enquanto eu estava com a cara cheia de sêmen do grandão. Ele continuava segurando minha cabeça contra a virilha dele, toda lambuzada da porra que ele tinha cuspido antes. Fiquei surpreso com a quantidade de gozo, porque o pessoal que frequenta cinema pornô é tudo punheteiro e não tem muito sêmen acumulado. De repente, o cara que estava me comendo se levantou na ponta dos pés, empurrou com mais força no meu cu e gozou. Rapidamente a pica dele amoleceu dentro do meu cu. Quando ele tirou a pica, a camisinha ficou lá dentro. Quando tirei ela do cu, mal tinha porra dentro. Me vesti como pude, porque minhas pernas estavam tremendo de ficar tanto tempo na mesma posição. E fui me limpar, já que estava com a cara melada de sêmen. Quando saí, o grandão ainda estava sentado na maca, se beijando com outro cara, enquanto outro chupava a pica dele. Não sei por que, mas quando limpei meu rosto, fiquei com tesão de novo e a pica começou a endurecer. Então dei outra volta pelas salas e notei que um cara estava me seguindo. Quando entrei numa salinha hétero, fui até o fundo, parei, tirei a pica para fora e deixei ela pendurada, meio dura. O cara que estava me seguindo parou do meu lado e começou a me punhetar. Depois se ajoelhou e começou a me chupar. Ele não chupava muito bem, mas deixava a boca aberta e apertava minha pica para eu poder comer a boca dele. Comecei a mexer a pélvis como se estivesse comendo uma buceta. Ele continuava aguentando minhas estocadas na boca. Minhas bolas batiam forte no queixo dele. Os gemidos e as imagens do filme na minha frente me deixaram com mais tesão, e bem quando eu tinha a pica enfiada até o fundo, agarrei ele forte pelo cabelo para ele não escapar e gozei na boca dele. tipo, tentei tirar minha pica da boca dele e ele não deixou até eu soltar a última gota de porra. Quando soltei, o cara limpou minha pica com um guardanapo de papel e, enquanto também limpava a boca, me disse rindo: — você jorrou tudo dentro da minha garganta. Rapidamente guardei minha pica e fui me limpar no banheiro. Depois disso, fui embora. Assim foi minha terceira vez no Ideal. Não imagino como deve ser nos sábados à tarde, como me disseram que fica bem cheio.

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