Tava trampando pelo norte, rodando com a caminhonete da empresa pra todo lado. Uma noite de folga em Jujuy, fui ver se aparecia algo interessante e gostoso nos apps, tive bastante match mas nada que valesse realmente a pena ou gente sem muita disposição. Já com sono e a vontade bem diminuída, dei match com a Yamila, trans de 20 e poucos anos. Era bonitinha a morena, nada demais, mas bem gostosa.
Falamos um pouco, mas logo ela deixou claro que era escort. "Uuuh, a puta mãe", pensei. Não tava mesmo afim de gastar uma nota em uma, duas ou no máximo três gozadas, eu queria a satisfação de transar de graça. Não por ser pão-duro, porque naquela época e naquele trampo eu tava bem de grana, mas queria que alguém quisesse trepar comigo. Já na cama e quase dormindo, ela se comportou bem safada. Eu tinha cortado um pouco o barato no chat, mas ela começou a falar sexy, tudo por áudio. Quem não esquenta com isso? Ela conseguiu me excitar o suficiente pra sair da cama e ir buscá-la na caminhonete. Comprei as camisinhas e um pouco de álcool, porque ela queria vodka com speed, também bolei um baseado pra fumar. Passei pra buscá-la num bairro onde logo tem um bom pedaço de mato pra ir transar sem passar uma alma. A gente tinha combinado no chat que a noite tava perfeita pra dar uma foda na caminhonete, um pouco ao ar livre, já que era uma linda noite de primavera, com uma temperatura muito gostosa. Ela subiu na caminhonete, tava muito gostosa num vestido preto, bem curto e decotado, daquele tecido tipo couro. Ela bem baixinha, amei. Negativo: tinha bastante reboco na cara, mas nada pra se arrepender. Mina gata.
Dirigi uns 10 minutos até nos enfiarmos bem no mato, fomos fumando, conversando. Ela logo começou a me apalpar o volume por cima da calça. — Apaa, era isso que você não queria me mostrar. Eu tinha me recusado a mandar foto da minha rola. Com esse comentário, ela terminou de me endurecer. Abaixei o decote dela e fui apalpando os peitos dela. Que, pra ser sincero, estavam muito bem feitos, uns 95 ou 100 que na baixinha explodiam. Mamilos escuros, pequenos e bem durinhos, numa aréola pequena da mesma cor. Encontrei um lugar perfeito na beira de um riacho que corria com um barulho que permitia fazer qualquer putaria. Estacionei e passamos pros bancos de trás, acendi a luz de trás da cabine e preparei o vodka com speed, ela tomou meio copinho, eu mal provei. Quantas lembranças da adolescência me trouxe tomar um pouco daquela bebida. Começamos a nos pegar, bem, nada demais, beijos gostosos, pouca língua. Ela começou a desabotoar minha calça pra tirar a rola, eu com uma mão apalpava um peito dela, com a outra o volume, enfiado numa calcinha fio dental rosa, parecia meio duro e pequeno. O meu tava a todo vapor. — Mmm que rola gostosa vou chupar. Disse ela. — Prova, bebê. Respondi e ajudei ela a terminar de tirar minha rola da cueca, que saiu ávida pra ser chupada. Na hora ela desceu pra mamar, eu levantei o vestido dela pra apalpar e dar uns tapas na bunda dela com uma mão, às vezes puxando a calcinha pra tocar no cuzinho dela. Aí notei que ela tinha uma bunda muito gostosa. Enquanto com a outra mão segurei a nuca dela e fui marcando o ritmo do boquete. Ela engolia muito fundo, não tirava a boca nunca, dava pra ver que tava muito metida, curtindo e que podia ficar um tempão ali, mas eu queria comer ela e aquele estilo de boquete não me faz gozar fácil. Peguei ela pelo cabelo e tirei ela da rola. — Tira tudo, quero te comer. Sai do carro, me deixa te ver bem. Ordenei. Yami obediente, abriu a porta e saiu do carro, iluminada pela luz da cabine da caminhonete, tirou só O vestido, ficando só no fio dental, uma rosinha bem pequenininha, deu uma voltinha devagar pra eu poder apreciar direitinho, me deu mais uma imagem linda da bunda dela.
- Toda bebê, não sou passivo, mas quero te ver inteira. Pedi de novo. Ela, meio envergonhada, tirou a tanga e apareceu uma rola pequena, como eu já imaginava, mas bem boluda, meia-bomba. Observei de novo, corpo muito gostoso, repito, rosto não tão bonito. Mas o corpo dela era lindo. Ela subiu de volta na caminhonete, deixando a porta por onde saiu aberta. Eu tirei minha roupa e fui beijar ela de novo. Deitei ela contra o banco, o roçar da minha rola duríssima contra a dela fez ela ficar de pau duro. Acho que é a menor que já peguei, bem escura, mas não era feia. Não tive a menor vontade de chupar ela, como já aconteceu outras vezes com minas mais gostosas em todos os sentidos. Nós nos esfregamos bastante, os dois batemos punheta pras duas picas, mas quando eu fiz, adorei fazer ela sentir que tava diante de uma rola superior, dominante. Deitei ela no banco de trás, chupei os peitos dela por um tempo, enquanto ela batia punheta pra mim, dizendo: - Ai sim, Sweetie, quero ela assim dentro, bem dura, bem ereta. Automaticamente que ouvi isso, coloquei a camisinha e comecei a enfiar. - Não vai entrar, Sweetie, tá muito, muito. Ela dizia. Tentei mais algumas vezes, mas faltava lubrificação. Ela pegou saliva da boca dela, passou um pouco na camisinha e um pouco no buraquinho dela e enfiou a cabeça, eu lentamente me encarreguei de fazer o resto entrar. - Aii, toda não, ainda não toda. - Vai, babe, se você quer toda. Respondi e empalei ela, fiquei com o pau até onde dava pra enfiar, praticamente sem mexer, só fazendo movimentos mínimos com a própria rola. Nada de pelve, enquanto chupava os biquinhos dela e sentia no meu torso o duro da rola dela. Na hora ela começou a gemer e dizer: - Ai, que gostoso, que gostoso, que gostoso. Um tempinho nessa posição me deixou respirar e preparar a estocada final da primeira transa. Me levantei, agarrei as pernas dela e comecei o movimento pélvico, tirando a rola toda até quase a cabeça, pra meter de novo. até o fundo. Fiquei um tempinho cuidando pra não meter muito rápido, só pra ver se aguentava mais um pouco. Ela tava curtindo a foda, às vezes olhando como meu pau entrava e saía, outras vezes apoiando a cabeça no banco. Ela gemia e dizia: - Vai, vai. - Tasty love, que tasty. - Seu pau tá muito duro, me dá, me dá. Quando eu tava quase gozando na camisinha, tive uma ideia. Parei de repente, com meu pau parado dentro dela, peguei o baseado e o isqueiro, dei um trago forte e ofereci pra ela, que fumava enquanto eu voltava a meter. Acho que ela passou do ponto, ia ficar de quatro. Enquanto recebia meu pau, gozou na hora, soltou bastante porra, que caiu na barriguinha dela e até chegou nos peitos com minhas estocadas.
Essa fumada atrasou bastante a gozada, dei um pouco mais e saí dela. Tirei a camisinha, peguei um pouco da gozada dela com meu pau e fui nos peitos dela fazer um espanhol. Ela, entre a gozada e a fumada que tinha, dava pra fazer qualquer coisa, o ruim é que cortou os diálogos que me deixavam muito excitado. Fiquei uns 5 minutos entre espanhol e masturbação até gozar entre os peitos dela. Tomamos mais um pouco da bebida, ela se limpou, conversamos um pouco e aí ela, sem dizer uma palavra, saiu da caminhonete, andou uns metros e parou pra mijar. Vai saber por quê, mas a sequência me excitou, desci também e me apoiei por trás dela. Enquanto ela mijava, eu beijava o pescoço dela e passava a mão no torso, nos peitos, na barriga e encostava meu pau na racha. Na hora endureceu pra mim e pra ela também, gostei que ela é bem igualzinha à gente. A Yami se virou, apoiou as mãos na caminhonete e mostrou a raba pra receber de novo. Eu bati na bunda dela, bati meu pau nas nádegas. Abracei ela de novo por trás, encostando meu pau na raba, com uma mão eu batia uma pra ela, enquanto com a outra pegava o rosto dela pra beijar. Ficamos um tempinho assim, e parecia que o pau dela ia soltar de novo, tava bem durinho e super quente. Eu tava pronto pra comer ela de novo, coloquei a segunda camisinha, arquei bem as costas dela, abri as bandas e meti o pau devagar, mas até o fundo. Ela ficava na ponta dos pés e jogava a raba pra trás pra entrar o mais fundo possível. Fiquei parado um tempo enquanto ela fazia um tuerkin com meu pau bem dentro. Adorei, me deixou louco e ainda por cima ela começou a gritar à vontade, aproveitando a solidão e a liberdade do mato de madrugada. Virei ela e ela automaticamente se ajoelhou e me mamou de novo. Tirou a camisinha e ficou um tempão especificamente na cabeça, lambendo, chupando, sugando. Depois tirava da boca e batia com o pau nos lábios e nas bochechas, a mina era sem vergonha. - Quero ele na boca. Dá tudo na boca. Eu não queria, tava afim de meter mais um pouco, aí levantei ela. — Mais um pouco de foda e eu te dou, gostosa. — Ahh, beleza. Ela exclamou, entre surpresa e cansada, acho que talvez já queria me dar um gelo.
Coloquei o terceiro, peguei ela pelas pernas, levantei e apoiei as costas dela na caminhonete. Uma pegada nela, verdade que ela era bem levinha, lindo como os peitos se mexiam, a pica batendo na barriga dela e os gemidos/gritos dela a todo volume. Quando não aguentei mais segurar, abaixei ela, virei de novo, ela mostrou a bunda de novo e comecei a bombar de novo. Umas 10 estocadas depois, ela se bateu 4 ou 5 vezes super rápido e soltou outra gozada, que com a força que eu tava metendo, foi parar boa parte na lataria da caminhonete. Um espetáculo, meti mais um pouco, até quase gozar. Avisei que ia gozar, ela saiu, tirou a camisinha, de novo de joelhos, me bateu uma e pediu a porra. Soltei tudo bem na hora que ela colocou na boca. Engoliu na hora e umas duas vezes porque parecia muita, mesmo sendo minha segunda gozada. Depois ficou brincando com a pica e com o que ainda tava saindo, até ir diminuindo. Limpei como pude a porra da mina na lataria e depois subimos na caminhonete, nos limpamos e trocamos de roupa. Liguei o carro pra voltar, fomos conversando um pouco com uns amassos, mas a coisa parou por aí e deixei ela na porta de casa. Lembrei dessa sequência porque daqui uns dias vou ter que passar por aquela área e acho que vem a segunda...
Falamos um pouco, mas logo ela deixou claro que era escort. "Uuuh, a puta mãe", pensei. Não tava mesmo afim de gastar uma nota em uma, duas ou no máximo três gozadas, eu queria a satisfação de transar de graça. Não por ser pão-duro, porque naquela época e naquele trampo eu tava bem de grana, mas queria que alguém quisesse trepar comigo. Já na cama e quase dormindo, ela se comportou bem safada. Eu tinha cortado um pouco o barato no chat, mas ela começou a falar sexy, tudo por áudio. Quem não esquenta com isso? Ela conseguiu me excitar o suficiente pra sair da cama e ir buscá-la na caminhonete. Comprei as camisinhas e um pouco de álcool, porque ela queria vodka com speed, também bolei um baseado pra fumar. Passei pra buscá-la num bairro onde logo tem um bom pedaço de mato pra ir transar sem passar uma alma. A gente tinha combinado no chat que a noite tava perfeita pra dar uma foda na caminhonete, um pouco ao ar livre, já que era uma linda noite de primavera, com uma temperatura muito gostosa. Ela subiu na caminhonete, tava muito gostosa num vestido preto, bem curto e decotado, daquele tecido tipo couro. Ela bem baixinha, amei. Negativo: tinha bastante reboco na cara, mas nada pra se arrepender. Mina gata.
Dirigi uns 10 minutos até nos enfiarmos bem no mato, fomos fumando, conversando. Ela logo começou a me apalpar o volume por cima da calça. — Apaa, era isso que você não queria me mostrar. Eu tinha me recusado a mandar foto da minha rola. Com esse comentário, ela terminou de me endurecer. Abaixei o decote dela e fui apalpando os peitos dela. Que, pra ser sincero, estavam muito bem feitos, uns 95 ou 100 que na baixinha explodiam. Mamilos escuros, pequenos e bem durinhos, numa aréola pequena da mesma cor. Encontrei um lugar perfeito na beira de um riacho que corria com um barulho que permitia fazer qualquer putaria. Estacionei e passamos pros bancos de trás, acendi a luz de trás da cabine e preparei o vodka com speed, ela tomou meio copinho, eu mal provei. Quantas lembranças da adolescência me trouxe tomar um pouco daquela bebida. Começamos a nos pegar, bem, nada demais, beijos gostosos, pouca língua. Ela começou a desabotoar minha calça pra tirar a rola, eu com uma mão apalpava um peito dela, com a outra o volume, enfiado numa calcinha fio dental rosa, parecia meio duro e pequeno. O meu tava a todo vapor. — Mmm que rola gostosa vou chupar. Disse ela. — Prova, bebê. Respondi e ajudei ela a terminar de tirar minha rola da cueca, que saiu ávida pra ser chupada. Na hora ela desceu pra mamar, eu levantei o vestido dela pra apalpar e dar uns tapas na bunda dela com uma mão, às vezes puxando a calcinha pra tocar no cuzinho dela. Aí notei que ela tinha uma bunda muito gostosa. Enquanto com a outra mão segurei a nuca dela e fui marcando o ritmo do boquete. Ela engolia muito fundo, não tirava a boca nunca, dava pra ver que tava muito metida, curtindo e que podia ficar um tempão ali, mas eu queria comer ela e aquele estilo de boquete não me faz gozar fácil. Peguei ela pelo cabelo e tirei ela da rola. — Tira tudo, quero te comer. Sai do carro, me deixa te ver bem. Ordenei. Yami obediente, abriu a porta e saiu do carro, iluminada pela luz da cabine da caminhonete, tirou só O vestido, ficando só no fio dental, uma rosinha bem pequenininha, deu uma voltinha devagar pra eu poder apreciar direitinho, me deu mais uma imagem linda da bunda dela.
- Toda bebê, não sou passivo, mas quero te ver inteira. Pedi de novo. Ela, meio envergonhada, tirou a tanga e apareceu uma rola pequena, como eu já imaginava, mas bem boluda, meia-bomba. Observei de novo, corpo muito gostoso, repito, rosto não tão bonito. Mas o corpo dela era lindo. Ela subiu de volta na caminhonete, deixando a porta por onde saiu aberta. Eu tirei minha roupa e fui beijar ela de novo. Deitei ela contra o banco, o roçar da minha rola duríssima contra a dela fez ela ficar de pau duro. Acho que é a menor que já peguei, bem escura, mas não era feia. Não tive a menor vontade de chupar ela, como já aconteceu outras vezes com minas mais gostosas em todos os sentidos. Nós nos esfregamos bastante, os dois batemos punheta pras duas picas, mas quando eu fiz, adorei fazer ela sentir que tava diante de uma rola superior, dominante. Deitei ela no banco de trás, chupei os peitos dela por um tempo, enquanto ela batia punheta pra mim, dizendo: - Ai sim, Sweetie, quero ela assim dentro, bem dura, bem ereta. Automaticamente que ouvi isso, coloquei a camisinha e comecei a enfiar. - Não vai entrar, Sweetie, tá muito, muito. Ela dizia. Tentei mais algumas vezes, mas faltava lubrificação. Ela pegou saliva da boca dela, passou um pouco na camisinha e um pouco no buraquinho dela e enfiou a cabeça, eu lentamente me encarreguei de fazer o resto entrar. - Aii, toda não, ainda não toda. - Vai, babe, se você quer toda. Respondi e empalei ela, fiquei com o pau até onde dava pra enfiar, praticamente sem mexer, só fazendo movimentos mínimos com a própria rola. Nada de pelve, enquanto chupava os biquinhos dela e sentia no meu torso o duro da rola dela. Na hora ela começou a gemer e dizer: - Ai, que gostoso, que gostoso, que gostoso. Um tempinho nessa posição me deixou respirar e preparar a estocada final da primeira transa. Me levantei, agarrei as pernas dela e comecei o movimento pélvico, tirando a rola toda até quase a cabeça, pra meter de novo. até o fundo. Fiquei um tempinho cuidando pra não meter muito rápido, só pra ver se aguentava mais um pouco. Ela tava curtindo a foda, às vezes olhando como meu pau entrava e saía, outras vezes apoiando a cabeça no banco. Ela gemia e dizia: - Vai, vai. - Tasty love, que tasty. - Seu pau tá muito duro, me dá, me dá. Quando eu tava quase gozando na camisinha, tive uma ideia. Parei de repente, com meu pau parado dentro dela, peguei o baseado e o isqueiro, dei um trago forte e ofereci pra ela, que fumava enquanto eu voltava a meter. Acho que ela passou do ponto, ia ficar de quatro. Enquanto recebia meu pau, gozou na hora, soltou bastante porra, que caiu na barriguinha dela e até chegou nos peitos com minhas estocadas.
Essa fumada atrasou bastante a gozada, dei um pouco mais e saí dela. Tirei a camisinha, peguei um pouco da gozada dela com meu pau e fui nos peitos dela fazer um espanhol. Ela, entre a gozada e a fumada que tinha, dava pra fazer qualquer coisa, o ruim é que cortou os diálogos que me deixavam muito excitado. Fiquei uns 5 minutos entre espanhol e masturbação até gozar entre os peitos dela. Tomamos mais um pouco da bebida, ela se limpou, conversamos um pouco e aí ela, sem dizer uma palavra, saiu da caminhonete, andou uns metros e parou pra mijar. Vai saber por quê, mas a sequência me excitou, desci também e me apoiei por trás dela. Enquanto ela mijava, eu beijava o pescoço dela e passava a mão no torso, nos peitos, na barriga e encostava meu pau na racha. Na hora endureceu pra mim e pra ela também, gostei que ela é bem igualzinha à gente. A Yami se virou, apoiou as mãos na caminhonete e mostrou a raba pra receber de novo. Eu bati na bunda dela, bati meu pau nas nádegas. Abracei ela de novo por trás, encostando meu pau na raba, com uma mão eu batia uma pra ela, enquanto com a outra pegava o rosto dela pra beijar. Ficamos um tempinho assim, e parecia que o pau dela ia soltar de novo, tava bem durinho e super quente. Eu tava pronto pra comer ela de novo, coloquei a segunda camisinha, arquei bem as costas dela, abri as bandas e meti o pau devagar, mas até o fundo. Ela ficava na ponta dos pés e jogava a raba pra trás pra entrar o mais fundo possível. Fiquei parado um tempo enquanto ela fazia um tuerkin com meu pau bem dentro. Adorei, me deixou louco e ainda por cima ela começou a gritar à vontade, aproveitando a solidão e a liberdade do mato de madrugada. Virei ela e ela automaticamente se ajoelhou e me mamou de novo. Tirou a camisinha e ficou um tempão especificamente na cabeça, lambendo, chupando, sugando. Depois tirava da boca e batia com o pau nos lábios e nas bochechas, a mina era sem vergonha. - Quero ele na boca. Dá tudo na boca. Eu não queria, tava afim de meter mais um pouco, aí levantei ela. — Mais um pouco de foda e eu te dou, gostosa. — Ahh, beleza. Ela exclamou, entre surpresa e cansada, acho que talvez já queria me dar um gelo.
Coloquei o terceiro, peguei ela pelas pernas, levantei e apoiei as costas dela na caminhonete. Uma pegada nela, verdade que ela era bem levinha, lindo como os peitos se mexiam, a pica batendo na barriga dela e os gemidos/gritos dela a todo volume. Quando não aguentei mais segurar, abaixei ela, virei de novo, ela mostrou a bunda de novo e comecei a bombar de novo. Umas 10 estocadas depois, ela se bateu 4 ou 5 vezes super rápido e soltou outra gozada, que com a força que eu tava metendo, foi parar boa parte na lataria da caminhonete. Um espetáculo, meti mais um pouco, até quase gozar. Avisei que ia gozar, ela saiu, tirou a camisinha, de novo de joelhos, me bateu uma e pediu a porra. Soltei tudo bem na hora que ela colocou na boca. Engoliu na hora e umas duas vezes porque parecia muita, mesmo sendo minha segunda gozada. Depois ficou brincando com a pica e com o que ainda tava saindo, até ir diminuindo. Limpei como pude a porra da mina na lataria e depois subimos na caminhonete, nos limpamos e trocamos de roupa. Liguei o carro pra voltar, fomos conversando um pouco com uns amassos, mas a coisa parou por aí e deixei ela na porta de casa. Lembrei dessa sequência porque daqui uns dias vou ter que passar por aquela área e acho que vem a segunda...
2 comentários - Transão ao ar livre com a Yami trans