Minha Pior Pesadelo III

Pra surpresa de ninguém, com a Sofi a gente começou a sair, tipo... Já tava rolando uns meses e a gente até se considerava namorados. Inclusive, eu virava meio que um "marido de aluguel" indo vê-la nos fins de semana jogar com a minha amiga Vic. Às vezes, conseguia que o Javi me acompanhasse e outras vezes ia sozinho, aproveitando que já tinha feito uns "amigos" lá. Basicamente, outros parentes. Aproveitava esses momentos até pra tirar umas fotos das minas jogando, nada de jeito pervertido, de forma alguma. Mas quem sabe alguém lembre, eu tinha me apaixonado por fotografia e, seguindo minhas emoções, fiz o curso e até ganhei uma câmera boa num aniversário anterior.Minha Pior Pesadelo IIIAté tava comprando uns acessórios com a grana que me davam em algum eventinho de família ou de conhecidos. Enfim, óbvio que meu álbum de fotos sempre era focado na Sofi, a real é que o love me deixava bem idiota. O jogo daquele dia foi uma vitória fácil, as minas ganharam de 3 a 0, então todo mundo feliz já pronto pra curtir o que restava do sábado.namoradaO time foi pro vestiário entre sorrisos e gritos de comemoração, o resto de nós ficou por ali batendo papo sobre jogadas específicas e uns fofocas que eu não entendia. Os grupos de família, namorados e amigos foram saindo um por um. Fui ficando sozinho, se tinha uma coisa negativa no meu relacionamento, era a demora da Sofi pra fazer as coisas (bom, menos no sexo...). Embora ela não exagerasse na maquiagem nem nada assim, ela fazia tudo com muita calma. Por isso, todas as colegas dela já tinham ido embora e eu continuava esperando naquela arquibancada. Mesmo já conhecendo minha namorada há alguns meses, comecei a me preocupar. Então dei uma espiada no vestiário, não ouvi o chuveiro e isso me preocupou ainda mais. Aí entrei.chuveiroEncontrei ela bem tranquila, catando a roupa dela pra trocar, coberta por uma toalha que escondia a nudez. O cabelo molhado e umas gotinhas que ainda escorriam no corpo dela deixavam ela mó gostosa. "Psss, pssss", fiz disfarçado pra não assustar ela.exibicionismoAo me ver, ela sorriu e fez uma careta sexy mordendo o lábio inferior. "Que visita gostosa..." Deixou a toalha cair e ficou completamente nua na minha frente. Como vocês podem imaginar, de dois jovens começando um namoro, a gente transava mais do que conversava, mas eu ainda não me cansava de ver aquele corpo. Na mesma hora, me vi na frente dela, com o pau quase explodindo e um gesto que a Sofi fazia com o dedo me chamando pra chegar perto. Não pensei duas vezes e me joguei nela. Fui passando a língua pelo pescoço dela e logo levei uma mão na buceta dela. Comecei a brincar com os dedos enquanto sentia ela ficando mais molhada. Os gemidos dela, pedindo no meu ouvido, que eu alternava com pequenas mordidas no lóbulo, isso me deixava louco. Conforme sentia a respiração dela virando um ofegante mais acelerado, eu enfiava mais os dedos e ia adicionando mais um enquanto começava a punhetar ela de pé. A Sofi se segurou num cabideiro do banco pra não perder o equilíbrio enquanto eu aumentava a intensidade. Quatro dos meus dedos entravam e saíam daquela buceta com toda a impunidade, a mesma com que decidimos que íamos trepar naquele vestiário do clube. Sentia os fluidos dela escorrendo pela minha mão e dava pra ver como a perna dela também tava toda molhada. A gente se beijou forte enquanto minha boca abafava os gemidos dela.vestuarioEu podia ver os olhinhos dela vesguinhos na minha frente. A carinha de prazer dela me encantava. Não demorou pra ela começar a gozar e dar uns espasmos fortes com o corpo. Ela apoiou o joelho no banco, tentando recuperar o fôlego e se recompor um pouco. Mas não tava nos meus planos. Rápido, eu soltei meu pau e encostei nela, cheguei na buceta dela e comecei a comer ela sem piedade. Ia encher ela de porra antes que alguém nos interrompesse, não ia ficar na vontade dessa fantasia que tinha acabado de desbloquear em mim. A cinturinha dela me convidava a me agarrar com toda força enquanto eu metia igual um animal nessa mina. Ela respirava pesado e apertava os dentes, aguentando cada batida da minha pélvis contra a bunda dela. Tava extremamente tesudo e não ia parar nem um pouco até me esvaziar dentro da Sofi. A buceta dela tava lubrificada pra caralho, mas ainda assim apertava meu pau, meus dedos marcados na cintura dela e a cara de prazer misturado com dor a cada metida me deixavam louco. Até agora, a gente nunca tinha transado com tanta veemência, ela tava totalmente entregue e eu aproveitei isso pra furar ela com toda força. A umidade do ambiente, por causa do vapor que ainda tinha no vestiário, deixava nós dois encharcados de suor, minha camisa colada no corpo e as gotinhas de suor descendo pelas costas dela me davam a sensação de que um de nós ia desmaiar se continuasse naquela intensidade. Pouco importava pra gente, ou pouco importava pra mim, ela mal conseguia falar, continuava de boca fechada e um "mmmMmmMmmMMMmMmmm" intenso acompanhava cada metida. Finalmente, naquela cena toda, eu descarreguei até a última gota de porra dentro dela. Não parei até sentir que tinha me esvaziado. Ela caiu exausta naquele banco, tentando respirar. Eu tava suado e com o pau mole da porra que tinha acabado de dar nela. Ficamos destruídos. Pra sorte dela, ela voltou pro chuveiro. Pra minha desgraça, tive que esperar ela de novo lá fora enquanto... recomeçava seu ritual.

8 comentários - Minha Pior Pesadelo III

Hay que ir hasta Boulogne a verla jugar...
Jajaja deben saber más de hockey que yo! Improvisé con una que encontré en google 😂
No iba ni por la mitad y ya tenia ganas de jugar tiempo extra con Sofi y hasta con la autora del relato 🔥😳🫣😈
JAJA dios siempre tus comentarios me alegran el día
Y tus relatos me dejan 24/7 🔥😈... la magia de tus palabras sigue intacta ✨😳
bale06
aquí al firme! que lindo el vestuario y hasta el final