Link cap 1 https://m.poringa.net/posts/relatos/6355124/El-Renacer-de-Sandra---Cap-1---despertar-en-la-Tormenta.html Capítulo 2: O Santuário da Entrega O jipe parou na frente de uma cabana de madeira escura, quase engolida pela vegetação ao redor. Não tinha luzes, nem sinal de vida, só o silêncio quebrado pelo eco da tempestade que estava passando. Pra Sandra, aquele lugar não parecia um refúgio, mas o cenário de um julgamento. Alan desceu e ajudou ela a sair, a mão firme no braço dela, não como um gesto de cortesia, mas como o de um guia levando ela pro destino dela. Por dentro, a cabana era um contraste chocante. Era quentinha, minimalista e dominada por uma lareira de pedra que projetava sombras dançantes nas paredes de madeira escura. Não tinha fotos, nem enfeites pessoais. Só livros, móveis robustos de couro escuro e um cheiro persistente de lenha, couro velho e algo mais... algo de especiarias e de homem, um aroma que grudou nas narinas de Sandra e despertou uma resposta animal lá no fundo dela. — Senta — ordenou Alan, apontando pra um sofá grande de couro na frente do fogo. Sandra obedeceu, sentindo o cobertor de lã áspera contra a pele ainda sensível dela. Ele se ajoelhou na frente dela, na altura dela, e os olhos dele cravaram nela com uma intensidade que desmontou ela por completo. — Existem dois tipos de pessoa, Sandra — disse ele, a voz um murmúrio grave e hipnotizante —. Quem controla e quem quer ser controlada. Você passou a vida inteira no primeiro time, lutando, se provando, exigindo. Mas o seu corpo... o seu corpo implora pelo segundo. Uma das mãos dele subiu, devagar, e pousou o polegar no lábio inferior de Sandra. Ela prendeu a respiração. Era a primeira vez que um homem tocava ela com uma intenção que não era nem de casamento nem funcional. Era um toque de exploração, de posse. — Seus lábios dizem "não", mas sua pele grita "sim". Sente como seu pulso acelera no seu pescoço — disse ele, deslizando os dedos até a base da garganta dela, onde a batida Sua artéria era um tambor frenético. É a música do medo e do desejo misturados. E é a melodia mais linda que já ouvi. Sandra fechou os olhos. A mente dela, a mente da contadora, a mulher de fé, gritava pra ela levantar e sair correndo. Mas o corpo dela, um território desconhecido até aquele momento, ficava pregado no sofá, rendido à autoridade daquele homem. — Em 25 anos de casamento, alguém já te olhou assim? — perguntou ele, se aproximando mais, o rosto a centímetros do dela —. Alguém já teve a paciência de descobrir o que tá escondido atrás dessa armadura de elegância e números? Sem esperar resposta, a mão dele desceu do pescoço dela, traçando uma linha de fogo pelo esterno até a borda da renda do sutiã. Os dedos pararam ali, brincando com o tecido, sem cruzar ainda, criando uma antecipação que era quase dolorosa. O peito de Sandra arfava, os mamilos dela, duros e sensíveis, apertando contra o pano, implorando por um toque que Alan se recusava a dar. — Por favor... — sussurrou ela, sem saber se tava pedindo pra ele parar ou continuar. Ele sorriu, um sorriso de predador que encurralou a presa. — "Por favor" é uma boa palavra. Você vai usar muito. Finalmente, os dedos dele deslizaram por baixo da renda. Não foi desajeitado, não foi apressado. Foi calculado. A mão quente e áspera dele cobriu o seio dela, e o polegar encontrou o mamilo endurecido, roçando com uma lentidão deliciosa que roubou o fôlego dela. Um gemido escapou dos lábios de Sandra, um som estranho, primitivo, que ela não reconhecia como seu. — Isso aí — murmurou ele —. Solta esse controle. Deixa eu ouvir a sua verdade.
Ele se inclinou e, pela primeira vez, beijou ela. Não foi um beijo meigo nem romântico. Foi uma invasão. Os lábios dele dominaram os dela, a língua entrou na boca dela com uma autoridade indiscutível, explorando, reivindicando. Sandra se rendeu. Beijou ele de volta com uma ferocidade que nem sabia que tinha, as mãos subindo pra se enroscar no cabelo dele, puxando, respondendo ao domínio dele com uma submissão voraz. Alan se afastou, os dois ofegantes. Os olhos dele brilhavam com uma lógica selvagem. — A primeira lição — disse ele, a voz rouca —. O prazer não se pede. Se conquista. E se conquista obedecendo. Ele se levantou e ficou de pé na frente dela, diante do fogo. Com movimentos lentos e deliberados, desabotoou a camisa, revelando um torso robusto e peludo. Sandra observou, hipnotizada. Depois, desabotoou o cinto e a calça. O som do zíper descendo ecoou no silêncio da cabana como um trovão distante. Quando tirou a cueca, o pau de Alan se libertou. Era imponente, grosso e comprido, ereto e pulsando sob a luz bruxuleante da lareira. Sandra sentiu uma mistura de terror e fascinação. Era um símbolo de poder, uma promessa de dor e de êxtase. — É isso que te espera, Sandra — disse ele, envolvendo com a mão, acariciando devagar —. É isso que vai te preencher, te marcar, te possuir. Mas não esta noite. Esta noite, você só vai aprender a olhar. Ele se sentou numa poltrona na frente dela, completamente nu, e começou a se tocar. Os olhos dele nunca se desviaram dos dela enquanto a mão subia e descia num ritmo firme e seguro. Sandra não conseguiu desviar o olhar. Era o espetáculo mais íntimo, mais proibido e mais excitante que ela já tinha visto. O fogo entre as pernas dela virou uma conflagração, um vazio molhado e pulsante que pedia pra ser preenchido. — Se toca — ordenou ele, a voz tensa de prazer —. Quero ver você. Quero ver como você toca essa pele que escondeu por tanto tempo. A ordem paralisou ela por um instante. Mas o olhar dele era uma bússola inevitável. Com as mãos trêmulas, Sandra deixou cair o cobertor. Seus dedos encontraram os próprios mamilos, imitando o movimento que ele tinha feito antes. O prazer foi agudo, uma descarga elétrica que percorreu seu corpo inteiro. Ela desceu uma mão pelo abdômen, tremendo, até a borda da calcinha de renda. Parou, hesitando. — Tudo — rugiu ele, a voz um comando absoluto —. Me mostre tudo. Ela fechou os olhos e deslizou os dedos por baixo da renda molhada. O contato com o próprio clitóris, tão inchado e sensível, foi quase sua ruína. Um gemido abafado escapou da garganta dela. Ela se tocou, perdida num turbilhão de sensações novas, avassaladoras, enquanto observava Alan atingir o próprio clímax na frente dela, o esperma jorrando sobre a barriga dela num ato de libertação brutal e lindo. Quando o último tremor abandonou os corpos deles, o silêncio voltou à cabana, agora carregado com o cheiro de sexo e transgressão. Alan se levantou, se aproximou dela e, com uma delicadeza surpreendente, ajeitou uma mecha de cabelo molhada de suor. — Amanhã começa sua verdadeira iniciação — disse, beijando a testa dela, um gesto de posse que a fez se sentir mais dominada do que se ele tivesse estuprado ela —. Bem-vinda à sua nova vida, Sandra. Continua...
Ele se inclinou e, pela primeira vez, beijou ela. Não foi um beijo meigo nem romântico. Foi uma invasão. Os lábios dele dominaram os dela, a língua entrou na boca dela com uma autoridade indiscutível, explorando, reivindicando. Sandra se rendeu. Beijou ele de volta com uma ferocidade que nem sabia que tinha, as mãos subindo pra se enroscar no cabelo dele, puxando, respondendo ao domínio dele com uma submissão voraz. Alan se afastou, os dois ofegantes. Os olhos dele brilhavam com uma lógica selvagem. — A primeira lição — disse ele, a voz rouca —. O prazer não se pede. Se conquista. E se conquista obedecendo. Ele se levantou e ficou de pé na frente dela, diante do fogo. Com movimentos lentos e deliberados, desabotoou a camisa, revelando um torso robusto e peludo. Sandra observou, hipnotizada. Depois, desabotoou o cinto e a calça. O som do zíper descendo ecoou no silêncio da cabana como um trovão distante. Quando tirou a cueca, o pau de Alan se libertou. Era imponente, grosso e comprido, ereto e pulsando sob a luz bruxuleante da lareira. Sandra sentiu uma mistura de terror e fascinação. Era um símbolo de poder, uma promessa de dor e de êxtase. — É isso que te espera, Sandra — disse ele, envolvendo com a mão, acariciando devagar —. É isso que vai te preencher, te marcar, te possuir. Mas não esta noite. Esta noite, você só vai aprender a olhar. Ele se sentou numa poltrona na frente dela, completamente nu, e começou a se tocar. Os olhos dele nunca se desviaram dos dela enquanto a mão subia e descia num ritmo firme e seguro. Sandra não conseguiu desviar o olhar. Era o espetáculo mais íntimo, mais proibido e mais excitante que ela já tinha visto. O fogo entre as pernas dela virou uma conflagração, um vazio molhado e pulsante que pedia pra ser preenchido. — Se toca — ordenou ele, a voz tensa de prazer —. Quero ver você. Quero ver como você toca essa pele que escondeu por tanto tempo. A ordem paralisou ela por um instante. Mas o olhar dele era uma bússola inevitável. Com as mãos trêmulas, Sandra deixou cair o cobertor. Seus dedos encontraram os próprios mamilos, imitando o movimento que ele tinha feito antes. O prazer foi agudo, uma descarga elétrica que percorreu seu corpo inteiro. Ela desceu uma mão pelo abdômen, tremendo, até a borda da calcinha de renda. Parou, hesitando. — Tudo — rugiu ele, a voz um comando absoluto —. Me mostre tudo. Ela fechou os olhos e deslizou os dedos por baixo da renda molhada. O contato com o próprio clitóris, tão inchado e sensível, foi quase sua ruína. Um gemido abafado escapou da garganta dela. Ela se tocou, perdida num turbilhão de sensações novas, avassaladoras, enquanto observava Alan atingir o próprio clímax na frente dela, o esperma jorrando sobre a barriga dela num ato de libertação brutal e lindo. Quando o último tremor abandonou os corpos deles, o silêncio voltou à cabana, agora carregado com o cheiro de sexo e transgressão. Alan se levantou, se aproximou dela e, com uma delicadeza surpreendente, ajeitou uma mecha de cabelo molhada de suor. — Amanhã começa sua verdadeira iniciação — disse, beijando a testa dela, um gesto de posse que a fez se sentir mais dominada do que se ele tivesse estuprado ela —. Bem-vinda à sua nova vida, Sandra. Continua...
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