Conheci a Adriana num jogo de futebol, amiga da namorada do Álvaro. Na hora, por intermédio do meu amigo, combinamos de sair os quatro naquele sábado à noite.
Meu velho me emprestava o carro pra tudo, já quase não dirigia por causa do coração, então saímos os quatro. Fomos tomar algo pra nos conhecer melhor. Adriana de sandálias abertas, meia-calça listrada, jeans apertado marcando a bunda e uma regatinha combinando.
Andar firme, isso me encantou, ela até sustentava o olhar. Depois de quase uma hora e meia de conversa, fomos dançar. Enquanto eles dançavam, a gente conversava e bebia. Ela se fazia de tímida, não gostava de ser "mais uma". Falei que não saía com ninguém, que no geral gostava de mulheres mais velhas, casadas de preferência, que adoravam fazer seus maridos de corno.
Ela sorriu e me contou que tinha um pouco de experiência, que teve namorado na adolescência mas nada sério, e que estava disposta a me conhecer, mas que não contasse com sexo de cara ou muito rápido. (Meu amigo me contou que ela gostava de transar, mas procurava algo sério.)
Depois fomos dançar os quatro, nos divertimos. A namorada do Álvaro era um monumento, além de carismática e divertida. Adriana dançava e dança bem, sensual, mais devagar.
Terminamos a noite tomando café da manhã os quatro, e depois deixamos elas na casa dela. A amiga dela ia dormir lá.
Levei o Álvaro e ele me disse: "Fica esperto, ela se faz de tímida mas adora uma pica. Minha namorada até me contou que ela já fez ménage com dois amigos do bairro e depois ainda comeu eles separados. Olha a santinha e tímida, haja."
No outro dia, ao meio-dia, o telefone de casa toca. Minha mãe atende: "É pra você, uma tal de Adriana... caramba..."
"Oi, desculpa te ligar, é que o dia tá lindo, perfeito pra tomar um mate depois do almoço, o que acha? Eu ia ver futebol, mas obviamente cancelei, e a gente tinha combinado de tomar mate."
Fomos a um parque perto da casa dela. Compramos biscoitos (sonhos, etc.), sentamos, e ela me perguntou sobre meu vício por mulheres mais velhas. milf
Não tão milf, uns 9 a 10 anos mais velha que eu, da idade das minhas irmãs casadas. Na real, quem me estreou foi a melhor amiga de uma delas, quando ainda era solteira, e sempre fui amante dela. E parece que aprendi bem, porque depois me envolvi com outra vizinha do bairro, que me seduziu e, depois de transarmos, falou: "Veste a roupa, mas quero te ver de novo. Você faz um oral divino e o resto também. Meu marido chega em meia hora, sai vazando." Rindo.
Você, perguntei, pouco e nada. Namorados com direitos, mas sem sexo completo. Queria chegar virgem ao casamento, até que com um cara não aguentei mais e gostei. Fizemos algumas vezes, mas ele me largou. Me senti usada. Depois, mais umas experiências. Obviamente, não ia me contar o que o Álvaro já tinha adiantado.
Ficou de tardezinha e voltamos pra casa. Filha única, a mãe com cara de brava e o pai bonachão. Combinamos de sair sozinhos na sexta seguinte, mas pra comer e ir ao cinema.
Na sexta seguinte, tava de vestido de alcinha, era verão, sandálias. Combinamos de comer uns cachorros-quentes, papeamos, e fomos ao cinema. Ela pegou na minha mão na escada e depois nos assentos. Tava indo bem.
No meio do filme, eu não queria abraçar ela, e ela pegou meu braço, se aninhou em mim. Acariciei a pele dela, ela fazia uns sons. Começou a passar a mão na minha perna, o amigo respondeu, ela sorriu, cobriu o volume com uma blusinha que eu tava carregando.
Continuou o jogo de passar a mão na minha perna perto do meu pau, e eu no ombro e pescoço dela. Não quis meter a mão porque o pessoal ia perceber.
Saímos e ela falou: "Tá gostoso pra ir pro calçadão um pouco, o que acha?" "Fala, bora."
Desci pro calçadão e comecei a dirigir. Ela apontou um lugar: "Para aí." Vista pra um píer pequeno. Por iniciativa dela, começaram os beijos. Ela começou a passar a mão no meu pau. O Álvaro tinha razão, uma safada. Ela colocou minha mão pra eu acariciar os peitos dela, bicos duros, e começou a me beijar, passando a língua nos meus lábios, como se quisesse lamber algo. Abriu meu zíper, tirou pra fora, bateu uma pra mim. Olha, eu tava com o cabelo bem curto, e ela pegou fogo, uma puta mamadora de primeira. Já com a mão na pose dela, eu tava na bunda dela, a buceta dela molhada, mas não aguentei mais, avisei que ia gozar. Ela não deixou cair uma gota, sorriu, sentou, abriu a porta e cuspiu todo o sêmen. Aí começou a mascar chiclete e me fala: "Me desculpa, mas não gosto de engolir, não é com você, sempre acontece comigo..."
Bom, sem problemas, me arrumei e no caminho foi aquele silêncio, eu não falava nada, sabia que ela era uma putinha, e ela pergunta:
"Tá acontecendo alguma coisa?"
"Não é você, sou eu. Tô acostumado com as milf, que engolem, saboreiam, degustam, coisa que eu amo, e ainda me entregam a raba. Você é muito nova... não sou o homem certo pra você." E deletei na hora.
Antes de descer, ela quis me dar um selinho, mas saiu de lado, e eu pedi:
"Por favor, não me liga mais. Meus pais são idosos, meus irmãos todos casados."
No dia seguinte, o Álvaro me ligou e eu contei. Aí ele falou: "Há uns meses apresentei ela pra um colega da faculdade, e ela desmontou ele. Mais ainda... até pediu um menage. Pelo visto, contigo ela tá vendo a chance de um namorado e futuro marido. Isso sim, bem corno." E os dois caíram na risada.
Eu era amante de uma, e parecia que o marido sabia e não falava nada, como se gostasse. Pensei: "Capaz que ele curte a mulher dar pra outro e depois... contar pra ele." Esse tesão eu confirmei um dia. Depois de comer ela, ela me disse: "Meu marido demora um pouco mais." Tinha sido uma fodida bruta, gozando no cu e na boca dela. Falei que precisava ir, ela ficou pelada. Saí andando porque não deixava o carro na porta, e quando virei a esquina, o marido chegou. Voltei pra frente da casa, entrei no jardim... e eles estavam sorrindo, ela pelada. O que será que o cara sentia sendo corno? Ele passava a mão nela toda, cheirava. Quando ele ia comer ela, ouvi barulho da casa vizinha e fui embora, mas vi o cara felizão... e esse bichinho me picou... pra sempre.
Um tempo depois, a Adriana me ligou, eu atendi, e ela falou de ir conversar. que sentia minha falta, que não gostou do que tinha acontecido e eu falei a mesma coisa, você não tá preparada pra um homem como eu..............
e ela me pediu uma chance...... óbvio que eu dei.......
em outro relato, se vocês gostaram, eu conto
saudações dos dois
Meu velho me emprestava o carro pra tudo, já quase não dirigia por causa do coração, então saímos os quatro. Fomos tomar algo pra nos conhecer melhor. Adriana de sandálias abertas, meia-calça listrada, jeans apertado marcando a bunda e uma regatinha combinando.
Andar firme, isso me encantou, ela até sustentava o olhar. Depois de quase uma hora e meia de conversa, fomos dançar. Enquanto eles dançavam, a gente conversava e bebia. Ela se fazia de tímida, não gostava de ser "mais uma". Falei que não saía com ninguém, que no geral gostava de mulheres mais velhas, casadas de preferência, que adoravam fazer seus maridos de corno.
Ela sorriu e me contou que tinha um pouco de experiência, que teve namorado na adolescência mas nada sério, e que estava disposta a me conhecer, mas que não contasse com sexo de cara ou muito rápido. (Meu amigo me contou que ela gostava de transar, mas procurava algo sério.)
Depois fomos dançar os quatro, nos divertimos. A namorada do Álvaro era um monumento, além de carismática e divertida. Adriana dançava e dança bem, sensual, mais devagar.
Terminamos a noite tomando café da manhã os quatro, e depois deixamos elas na casa dela. A amiga dela ia dormir lá.
Levei o Álvaro e ele me disse: "Fica esperto, ela se faz de tímida mas adora uma pica. Minha namorada até me contou que ela já fez ménage com dois amigos do bairro e depois ainda comeu eles separados. Olha a santinha e tímida, haja."
No outro dia, ao meio-dia, o telefone de casa toca. Minha mãe atende: "É pra você, uma tal de Adriana... caramba..."
"Oi, desculpa te ligar, é que o dia tá lindo, perfeito pra tomar um mate depois do almoço, o que acha? Eu ia ver futebol, mas obviamente cancelei, e a gente tinha combinado de tomar mate."
Fomos a um parque perto da casa dela. Compramos biscoitos (sonhos, etc.), sentamos, e ela me perguntou sobre meu vício por mulheres mais velhas. milf
Não tão milf, uns 9 a 10 anos mais velha que eu, da idade das minhas irmãs casadas. Na real, quem me estreou foi a melhor amiga de uma delas, quando ainda era solteira, e sempre fui amante dela. E parece que aprendi bem, porque depois me envolvi com outra vizinha do bairro, que me seduziu e, depois de transarmos, falou: "Veste a roupa, mas quero te ver de novo. Você faz um oral divino e o resto também. Meu marido chega em meia hora, sai vazando." Rindo.
Você, perguntei, pouco e nada. Namorados com direitos, mas sem sexo completo. Queria chegar virgem ao casamento, até que com um cara não aguentei mais e gostei. Fizemos algumas vezes, mas ele me largou. Me senti usada. Depois, mais umas experiências. Obviamente, não ia me contar o que o Álvaro já tinha adiantado.
Ficou de tardezinha e voltamos pra casa. Filha única, a mãe com cara de brava e o pai bonachão. Combinamos de sair sozinhos na sexta seguinte, mas pra comer e ir ao cinema.
Na sexta seguinte, tava de vestido de alcinha, era verão, sandálias. Combinamos de comer uns cachorros-quentes, papeamos, e fomos ao cinema. Ela pegou na minha mão na escada e depois nos assentos. Tava indo bem.
No meio do filme, eu não queria abraçar ela, e ela pegou meu braço, se aninhou em mim. Acariciei a pele dela, ela fazia uns sons. Começou a passar a mão na minha perna, o amigo respondeu, ela sorriu, cobriu o volume com uma blusinha que eu tava carregando.
Continuou o jogo de passar a mão na minha perna perto do meu pau, e eu no ombro e pescoço dela. Não quis meter a mão porque o pessoal ia perceber.
Saímos e ela falou: "Tá gostoso pra ir pro calçadão um pouco, o que acha?" "Fala, bora."
Desci pro calçadão e comecei a dirigir. Ela apontou um lugar: "Para aí." Vista pra um píer pequeno. Por iniciativa dela, começaram os beijos. Ela começou a passar a mão no meu pau. O Álvaro tinha razão, uma safada. Ela colocou minha mão pra eu acariciar os peitos dela, bicos duros, e começou a me beijar, passando a língua nos meus lábios, como se quisesse lamber algo. Abriu meu zíper, tirou pra fora, bateu uma pra mim. Olha, eu tava com o cabelo bem curto, e ela pegou fogo, uma puta mamadora de primeira. Já com a mão na pose dela, eu tava na bunda dela, a buceta dela molhada, mas não aguentei mais, avisei que ia gozar. Ela não deixou cair uma gota, sorriu, sentou, abriu a porta e cuspiu todo o sêmen. Aí começou a mascar chiclete e me fala: "Me desculpa, mas não gosto de engolir, não é com você, sempre acontece comigo..."
Bom, sem problemas, me arrumei e no caminho foi aquele silêncio, eu não falava nada, sabia que ela era uma putinha, e ela pergunta:
"Tá acontecendo alguma coisa?"
"Não é você, sou eu. Tô acostumado com as milf, que engolem, saboreiam, degustam, coisa que eu amo, e ainda me entregam a raba. Você é muito nova... não sou o homem certo pra você." E deletei na hora.
Antes de descer, ela quis me dar um selinho, mas saiu de lado, e eu pedi:
"Por favor, não me liga mais. Meus pais são idosos, meus irmãos todos casados."
No dia seguinte, o Álvaro me ligou e eu contei. Aí ele falou: "Há uns meses apresentei ela pra um colega da faculdade, e ela desmontou ele. Mais ainda... até pediu um menage. Pelo visto, contigo ela tá vendo a chance de um namorado e futuro marido. Isso sim, bem corno." E os dois caíram na risada.
Eu era amante de uma, e parecia que o marido sabia e não falava nada, como se gostasse. Pensei: "Capaz que ele curte a mulher dar pra outro e depois... contar pra ele." Esse tesão eu confirmei um dia. Depois de comer ela, ela me disse: "Meu marido demora um pouco mais." Tinha sido uma fodida bruta, gozando no cu e na boca dela. Falei que precisava ir, ela ficou pelada. Saí andando porque não deixava o carro na porta, e quando virei a esquina, o marido chegou. Voltei pra frente da casa, entrei no jardim... e eles estavam sorrindo, ela pelada. O que será que o cara sentia sendo corno? Ele passava a mão nela toda, cheirava. Quando ele ia comer ela, ouvi barulho da casa vizinha e fui embora, mas vi o cara felizão... e esse bichinho me picou... pra sempre.
Um tempo depois, a Adriana me ligou, eu atendi, e ela falou de ir conversar. que sentia minha falta, que não gostou do que tinha acontecido e eu falei a mesma coisa, você não tá preparada pra um homem como eu..............
e ela me pediu uma chance...... óbvio que eu dei.......
em outro relato, se vocês gostaram, eu conto
saudações dos dois
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