Faz tempo que não publico nada por essa página "proibida" que me atrai tanto...
Uns meses atrás conheci um usuário muito gente boa por aqui. A gente se deu bem na hora. A ponto de eu esperar todos os dias pelas mensagens dele. Ficava ansiosa quando não via aquele número no ícone do chat, e aliviada quando ele me escrevia.
Não sou de esconder minhas emoções, então contei pro meu namorado pra poder curtir de boa e sem culpa esse sentimento gostoso. Ele só ria da minha cara. Quando me via deitada, com o celular na mão, perguntava com sarcasmo: "Tem mensagem, né...?". Eu nem ligava. Como é que eu ia tentar explicar pra ele a conexão emocional que eu tava sentindo com essa pessoa? Não tinha jeito. Ele nunca ia entender. Ele só enxerga uma boca, uma bunda e um par de peitos; umaboneca de sexoprópria. Na verdade, todos os caras com quem me relacionei me viam assim. Ninguém nunca elogiou minha inteligência nem nada além do físico, tipo chupar a rola deles ou deixar comer. Mas esse homem — vinte anos mais velho — era diferente. Alguém novo e diferente, que sabia pra caralho. A gente se conheceu bem quando eu tava aproveitando meus primeiros dias de licença, e tudo na minha vida ia bem: eu transava com meu namorado, ele ia trabalhar, e eu acordava pra tomar café e conversar com meu "amigo". Sem nem tomar banho ainda, haha. Ele me chamava de "piolhenta", o que me irritava pra cacete, mas eu tinha que dar razão: sou uma suja 😋.
Ele realmente se interessava por tudo que rolava comigo. Não só no sexual, e isso me parecia tão fofo... Comecei a sentir falta de outro tipo de tratamento, mas ele colocou uma certa distância desde o início. Quando perguntei o que a gente era, ele me deu uma resposta limitante e insuportavelmente metafísica. Como se tivesse colocado uma gaiola de castidade invisível em mim, que doía do mesmo jeito toda vez que eu ficava excitada. Mas adorava conversar com ele; parecia que a gente tava numa cama, abraçados, rindo e zoando como um casal perfeito. Embora também me sentisse condicionada; tipo naquele hentai que li uma vez, de uma fadinha capturada e amarrada por um humano, que a segurava entre as mãos enormes, com as pernas abertas imobilizadas por cordinhas de fibras vegetais, e a punhetava penetrando ela com uma espécie de palitinho babado até fazer ela gozar jorrando. Não sabia qual era a dela, mas era assim que ele me fazia sentir: como uma criatura mítica de uma espécie incompatível com a dele, com minhas asinhas pregadas num isopor, enquanto ele me examinava fascinado com meu gênero e me violava com paus miniatura, me afogando com gotões de porra que ele me fazia engolir com o dedo de gigante quarentão.
Sentia crescer cada dia o vínculo emocional. A necessidade de chamar ele de "amor", e ele fazer o mesmo. Ou pelo menos me chamar de "puta", como todo mundo faz, ou qualquer outra coisa. Apelido melhor que "girl", que é tão impessoal, tão genérico. Como me fodia ele me chamar assim! Me fazia sentir menininha, insignificante, incomparável com ele, feito uma Lolita ignorante.
A parada é que comecei a me envolver. Feio. E sabia que não devia me envolver sentimentalmente com ninguém. Mas aconteceu. Ele não parecia envolvido; mais curioso. Além disso, mesmo que quisesse, não podia, porque já tinha a vida dele resolvida. E não sei o que rolou de verdade, mas a gente parou de se falar.
Essa abstinência do corpo dele me fazia dormir com o plug enfiado, e ter sonhos febris recorrentes onde ele me detonava. Às vezes acordava assustada do lado do meu namorado, sentindo ainda a corrente elétrica daquelas fodas oníricas furiosas. E quando sonhar não bastava, colava o consolador menor na parede do meu lado da cama, e me comia devagarzinho sozinha enquanto meu namorado dormia do lado. Depois de gozar umas duas ou três vezes, dormia assim, pelada e apagada. De manhã, sentia meu namorado me cobrir e me beijar na testa sem suspeitar que minha buceta tava molhada de porra, e que eu continuava empalada na parede, sonhando que dormia nos braços do meu chonga com tudo dentro. Tava assim. No fim, por mais que me fizesse de intelectual e de esportista, no fundo era como todo mundo me via: uma boca e um cu cheios de fome de pica...
Uma manhã fui num prédio público resolver um trampo do meu serviço. Um desses lugares que fica guardado por policiais vinte e quatro horas. O pessoal sempre muda, embora sejam muito parecidos entre si. Não riem, e têm uma linguagem corporal toda travada. Por isso me surpreendeu o cara que vi através da fachada de vidro enquanto subia as escadas de acesso. Era mais ou menos da minha idade, com um visual e um físico incomuns. Uma expressão sorridente, simpática; o corte típico com risca de lado, mas ficava tão bem nele... parecia um daqueles jovens bandidos dos anos cinquenta. A camiseta elastizada era pintada. Vejo caras fitness na academia toda hora, mas Esse não parecia gay nem bravo. Era quase do meu porte, mas todo definido, e aparentemente com boa força. Um gato, o policial...! Literalmente babava por ele. Que olhada que eu dei, agora que penso, haha! Embora ele deve ter sentido algo parecido, pelo jeito que a gente se encarou de longe através do vidro, e por como ele se moveu até a porta pra abrir. Falou comigo naquele código neutro das forças, aquele tom que não admite intimidade nem tratamento por "tu", mas o sorriso e o olhar dele diziam que ele curtia pra caralho as trans...
Quando cheguei em casa à tarde, contei pro meu namorado, como faço sempre que gosto de alguém. Talvez faço isso porque me sinto culpada de ser tão puta, mas botar um sentimento pra fora, mesmo que não role nada, me faz sentir muito melhor do que não poder falar nem compartilhar. E meu namorado não liga (tanto) porque quando tô com tesão por outro, sou mais puta com ele 🤭.
Os dias passavam e eu não parava de pensar nesse policial. Ficava stalkeando ele nas redes e quando tava sozinha em casa, batia uma pros posts onde ele exibia o corpo. Não tinha nenhum vestígio de mulher nos stories dele, só um cachorro muito parecido com o que eu chupava o pau quando era pequena (sim, leram certo, mas essa é uma história que só conto no privado. Não quero que me chamem de esquisita por não ter tido um pau à mão e ter ficado criativa...).
No trabalho, comecei a me oferecer pra ir sempre que podia pro escritório onde tava meu "príncipe encantado". Cada vez que via ele, rezava pra não escapar a palavra:lindoAos poucos a gente começou a se falar. Trocamos números e ficávamos nos mensageando. Meu namorado confessou que tava com um pouco de ciúme e me avisou: "Cuidado pra não passar da linha com esse cana. Você é minha...". Mas conversando, descobri que não tinha nada em comum com o policial. Só uma puta atração física. Ele morava numa área chique, tipo uma hora da minha casa, e queria que eu fosse passar um fim de semana na casa dele. É uma região turística, com paisagens bonitas e atividades. Queria que a gente passeasse, depois que eu cozinhasse algo pra ele, e bem... o motivo principal: A Blon de sobremesa, haha! Conversei com meu namorado e no começo ele disse que podia ser, se eu me cuidasse. Mas depois de pensar bem, ele falou que não, que era demais. Eu tava louca de tesão. As mensagens tavam cada vez mais pesadas. Muita foto de cock com os abdominais dele de fundo, e eu escrevendo tudo que tava entalado na garganta com meu boy: "Meu amor!", "Chupo tua cock!", "Me come!", "Arromba meu cu na sua casa!". "Engulo tudo...!". Até que um dia que eu esperava vê-lo no trabalho dele e não fui (porque eu sabia os dias que ele trabalhava), ele me mandou uma mensagem meio puto: "O que houve que você não veio me ver hoje??". Falei que não tinha nada pra levar, e ele disse que tava de plantão aquela noite até o dia seguinte, e que já não ia poder me ver porque ia tirar uns dias. E me propôs que passasse pra vê-lo de madrugada, antes de terminar o turno dele. Tava tão tarado quanto eu. Disse que não ia aguentar ficar sem me ver por vários dias, e queria pelo menos um blow job. Que o lugar tava cheio de câmeras, mas na área dos banheiros não tinha nenhuma. Que fosse uma hora antes de abrirem, vestida com minha roupa de trabalho normal e que levasse qualquer pasta pra simular que ia deixar um processo como sempre. Uma adrenalina disparou no meu corpo... Fiquei ansiosa na hora, e molhada. Passei aquela noite sozinha. A ideia era chupar o cana, escovar os dentes e daí seguir pro meu trabalho. Quase não dormi. Acordei às 4:30, tomei banho, pedi um Uber diferente do de sempre pra não levantar suspeitas e cheguei às seis da manhã em ponto. De estômago vazio, óbvio. Ele já me esperava na porta. Me fez entrar e falou baixinho: "Sobe pelo elevador até o terceiro andar e me espera no banheiro dos cuties...". Fiz o que ele mandou. Entrei no banheiro, deixei a pasta e a bolsinha em cima da pia e me olhei no espelho, respirando ofegante. Ele veio na hora. Fechou a porta e se jogou em cima de mim, me enchendo de beijos exagerados e babados pra caralho, não era muito meu estilo. Mas os dois tavam em chamas, tanto por ser a primeira vez que a gente se tocava quanto por estar num lugar público. Ele abriu minha camisa, chupou meus peitos e mordeu meus mamilos, me fazendo gritar. Me agarrou na bunda com as duas mãos e, sem parar de me babar, me levou até o último cubículo. Como não tinha muito espaço, e eu já sabia o que ia rolar, abaixei a tampa do vaso e sentei. Ele puxou a rola e enfiou na minha boca, me segurando pelo cabelo. Eu coloquei as mãos nas coxas dele e, enquanto me engasgava, toquei na arma dele. Um arrepio percorreu meu corpo. Comecei a acariciar ela com os dedos, apertando, era fria, dura e cheia de relevos. Ele me segurava pelo cabelo e metia na minha boca. Falei pra ele me deixar fazer, mas ele me dava tapas e me fazia chupar o polegar dele. Me agarrou pelo queixo e cuspiu dentro da minha boca. Aí percebi que uma coisa é idealizar alguém, outra é a verdadeira personalidade. Como não tínhamos muito tempo, falei pra ele gozar rápido, me dar o leite, porque a verdade é que não era o boquete de pornô feminino que eu tinha imaginado. Ele me parou e me virou. Falei que não, que era só um boquete. Me esmagou contra a parede, fazendo eu sentir o frio dos azulejos nos meus peitos que escapavam da camisa desabotoada. Levantou minha saia e puxou minha calcinha fio dental, que enroscava na minha rola dura. Ele sentou no vaso, me inclinou um pouco e começou a lamber meu cu. Eu tapava a... boca com a mão pra ninguém ouvir os gemidos que escapavam. Depois de um tempão ele cuspiu e babou mais um pouco. Levantou e colocou a palma da mão na altura da minha boca pra eu cuspir também. Depois de lubrificar "naturalmente", meteu o pau me fazendo arder a buceta toda. Escapei um grito que ecoou no banheiro vazio e ele tapou minha boca. Enquanto com a outra mão segurava meus pulsos colados na parede de azulejos. Sentia aquela superfície gelada nos braços, nos peitos, nas coxas e na boceta... Eu me jogava pra trás e ele se espremia de novo com o corpo, enfiando até não poder mais. Os únicos barulhos que se ouviam, além da respiração de animal dele, eram o choque dos nossos corpos e meus gemidos abafados pela mão dele: "Mmm mmm mmm mmmmm...!". Depois começou a falar no meu ouvido, dizendo coisas tipo: "Que putinha de merda que você é... Dá pra qualquer um...", "Vou arrebentar teu rabo...!". Tirou a mão pra eu respirar e sussurrei entre gemidos: "Sim! Me arrebenta...! Me arrebenta toda...". Até que gozei no azulejo, e minhas contrações de prazer excitaram ele tanto que me engravidou me apertando contra a parede. E disse: "Já te marquei... Agora você tá dentro do cercado...". Quando tirou o pau, minhas pernas ficaram tremendo. Pedi pra ele sair, pra eu me limpar e me arrumar. Mas ele ficou lá e mandou eu dar a calcinha fio dental. Falei que não podia ir sem calcinha, que até precisava de um absorvente, coisa que não tinha. Nem me ouviu, e abaixando ela, disse: "Essa fica aqui...". Tirei dos tornozelos e entreguei. Ele guardou no bolso (numa mensagem tinha dito que queria cheirar minha calcinha um dia porque eu tinha contado que os remédios fazem ela cheirar a mulher). Pela segunda vez pedi pra ele sair e ele recusou de novo. Disse que queria ver como eu me limpava, que até isso achava excitante. Com muita vergonha pedi pra ele pegar minha bolsa. Tirei os lencinhos descartáveis e me Limpei a porra que escorria da minha buceta e joguei no vaso. Também limpei meu próprio esperma e ajustei minha saia, rezando pra não ficar molhada em lugar nenhum. Ele me beijou à força e só então saiu. "Te vejo lá embaixo...", disse. Abotoei a camisa, dei descarga e saí do cubículo. Lavei um pouco o rosto e os dentes, e me arrumei na frente do espelho. Quando estava guardando o batom, uma senhora da limpeza entrou se desculpando. Eram 6:50. Desci desconfortável, abraçando minha pasta, e vi ele conversando como se nada tivesse acontecido com outro colega. Ele se despediu com um seco: "Até logo, senhorita...", e eu mal esbocei um gesto de cortesia obrigado. Não dava pra trabalhar naquelas condições, então mandei uma mensagem pedindo um atestado médico. Ia inventar alguma coisa, ou no pior dos casos, dizer a verdade: que tinham arrombado meu cu. Chamei um Uber e voltei pra casa fingindo que conseguia sentar direito. E sim, a saia estava molhada dos dois lados. Ainda bem que era azul meia-noite...
Uns meses atrás conheci um usuário muito gente boa por aqui. A gente se deu bem na hora. A ponto de eu esperar todos os dias pelas mensagens dele. Ficava ansiosa quando não via aquele número no ícone do chat, e aliviada quando ele me escrevia.
Não sou de esconder minhas emoções, então contei pro meu namorado pra poder curtir de boa e sem culpa esse sentimento gostoso. Ele só ria da minha cara. Quando me via deitada, com o celular na mão, perguntava com sarcasmo: "Tem mensagem, né...?". Eu nem ligava. Como é que eu ia tentar explicar pra ele a conexão emocional que eu tava sentindo com essa pessoa? Não tinha jeito. Ele nunca ia entender. Ele só enxerga uma boca, uma bunda e um par de peitos; umaboneca de sexoprópria. Na verdade, todos os caras com quem me relacionei me viam assim. Ninguém nunca elogiou minha inteligência nem nada além do físico, tipo chupar a rola deles ou deixar comer. Mas esse homem — vinte anos mais velho — era diferente. Alguém novo e diferente, que sabia pra caralho. A gente se conheceu bem quando eu tava aproveitando meus primeiros dias de licença, e tudo na minha vida ia bem: eu transava com meu namorado, ele ia trabalhar, e eu acordava pra tomar café e conversar com meu "amigo". Sem nem tomar banho ainda, haha. Ele me chamava de "piolhenta", o que me irritava pra cacete, mas eu tinha que dar razão: sou uma suja 😋.
Ele realmente se interessava por tudo que rolava comigo. Não só no sexual, e isso me parecia tão fofo... Comecei a sentir falta de outro tipo de tratamento, mas ele colocou uma certa distância desde o início. Quando perguntei o que a gente era, ele me deu uma resposta limitante e insuportavelmente metafísica. Como se tivesse colocado uma gaiola de castidade invisível em mim, que doía do mesmo jeito toda vez que eu ficava excitada. Mas adorava conversar com ele; parecia que a gente tava numa cama, abraçados, rindo e zoando como um casal perfeito. Embora também me sentisse condicionada; tipo naquele hentai que li uma vez, de uma fadinha capturada e amarrada por um humano, que a segurava entre as mãos enormes, com as pernas abertas imobilizadas por cordinhas de fibras vegetais, e a punhetava penetrando ela com uma espécie de palitinho babado até fazer ela gozar jorrando. Não sabia qual era a dela, mas era assim que ele me fazia sentir: como uma criatura mítica de uma espécie incompatível com a dele, com minhas asinhas pregadas num isopor, enquanto ele me examinava fascinado com meu gênero e me violava com paus miniatura, me afogando com gotões de porra que ele me fazia engolir com o dedo de gigante quarentão.
Sentia crescer cada dia o vínculo emocional. A necessidade de chamar ele de "amor", e ele fazer o mesmo. Ou pelo menos me chamar de "puta", como todo mundo faz, ou qualquer outra coisa. Apelido melhor que "girl", que é tão impessoal, tão genérico. Como me fodia ele me chamar assim! Me fazia sentir menininha, insignificante, incomparável com ele, feito uma Lolita ignorante.
A parada é que comecei a me envolver. Feio. E sabia que não devia me envolver sentimentalmente com ninguém. Mas aconteceu. Ele não parecia envolvido; mais curioso. Além disso, mesmo que quisesse, não podia, porque já tinha a vida dele resolvida. E não sei o que rolou de verdade, mas a gente parou de se falar.
Essa abstinência do corpo dele me fazia dormir com o plug enfiado, e ter sonhos febris recorrentes onde ele me detonava. Às vezes acordava assustada do lado do meu namorado, sentindo ainda a corrente elétrica daquelas fodas oníricas furiosas. E quando sonhar não bastava, colava o consolador menor na parede do meu lado da cama, e me comia devagarzinho sozinha enquanto meu namorado dormia do lado. Depois de gozar umas duas ou três vezes, dormia assim, pelada e apagada. De manhã, sentia meu namorado me cobrir e me beijar na testa sem suspeitar que minha buceta tava molhada de porra, e que eu continuava empalada na parede, sonhando que dormia nos braços do meu chonga com tudo dentro. Tava assim. No fim, por mais que me fizesse de intelectual e de esportista, no fundo era como todo mundo me via: uma boca e um cu cheios de fome de pica...
Uma manhã fui num prédio público resolver um trampo do meu serviço. Um desses lugares que fica guardado por policiais vinte e quatro horas. O pessoal sempre muda, embora sejam muito parecidos entre si. Não riem, e têm uma linguagem corporal toda travada. Por isso me surpreendeu o cara que vi através da fachada de vidro enquanto subia as escadas de acesso. Era mais ou menos da minha idade, com um visual e um físico incomuns. Uma expressão sorridente, simpática; o corte típico com risca de lado, mas ficava tão bem nele... parecia um daqueles jovens bandidos dos anos cinquenta. A camiseta elastizada era pintada. Vejo caras fitness na academia toda hora, mas Esse não parecia gay nem bravo. Era quase do meu porte, mas todo definido, e aparentemente com boa força. Um gato, o policial...! Literalmente babava por ele. Que olhada que eu dei, agora que penso, haha! Embora ele deve ter sentido algo parecido, pelo jeito que a gente se encarou de longe através do vidro, e por como ele se moveu até a porta pra abrir. Falou comigo naquele código neutro das forças, aquele tom que não admite intimidade nem tratamento por "tu", mas o sorriso e o olhar dele diziam que ele curtia pra caralho as trans...
Quando cheguei em casa à tarde, contei pro meu namorado, como faço sempre que gosto de alguém. Talvez faço isso porque me sinto culpada de ser tão puta, mas botar um sentimento pra fora, mesmo que não role nada, me faz sentir muito melhor do que não poder falar nem compartilhar. E meu namorado não liga (tanto) porque quando tô com tesão por outro, sou mais puta com ele 🤭.
Os dias passavam e eu não parava de pensar nesse policial. Ficava stalkeando ele nas redes e quando tava sozinha em casa, batia uma pros posts onde ele exibia o corpo. Não tinha nenhum vestígio de mulher nos stories dele, só um cachorro muito parecido com o que eu chupava o pau quando era pequena (sim, leram certo, mas essa é uma história que só conto no privado. Não quero que me chamem de esquisita por não ter tido um pau à mão e ter ficado criativa...).
No trabalho, comecei a me oferecer pra ir sempre que podia pro escritório onde tava meu "príncipe encantado". Cada vez que via ele, rezava pra não escapar a palavra:lindoAos poucos a gente começou a se falar. Trocamos números e ficávamos nos mensageando. Meu namorado confessou que tava com um pouco de ciúme e me avisou: "Cuidado pra não passar da linha com esse cana. Você é minha...". Mas conversando, descobri que não tinha nada em comum com o policial. Só uma puta atração física. Ele morava numa área chique, tipo uma hora da minha casa, e queria que eu fosse passar um fim de semana na casa dele. É uma região turística, com paisagens bonitas e atividades. Queria que a gente passeasse, depois que eu cozinhasse algo pra ele, e bem... o motivo principal: A Blon de sobremesa, haha! Conversei com meu namorado e no começo ele disse que podia ser, se eu me cuidasse. Mas depois de pensar bem, ele falou que não, que era demais. Eu tava louca de tesão. As mensagens tavam cada vez mais pesadas. Muita foto de cock com os abdominais dele de fundo, e eu escrevendo tudo que tava entalado na garganta com meu boy: "Meu amor!", "Chupo tua cock!", "Me come!", "Arromba meu cu na sua casa!". "Engulo tudo...!". Até que um dia que eu esperava vê-lo no trabalho dele e não fui (porque eu sabia os dias que ele trabalhava), ele me mandou uma mensagem meio puto: "O que houve que você não veio me ver hoje??". Falei que não tinha nada pra levar, e ele disse que tava de plantão aquela noite até o dia seguinte, e que já não ia poder me ver porque ia tirar uns dias. E me propôs que passasse pra vê-lo de madrugada, antes de terminar o turno dele. Tava tão tarado quanto eu. Disse que não ia aguentar ficar sem me ver por vários dias, e queria pelo menos um blow job. Que o lugar tava cheio de câmeras, mas na área dos banheiros não tinha nenhuma. Que fosse uma hora antes de abrirem, vestida com minha roupa de trabalho normal e que levasse qualquer pasta pra simular que ia deixar um processo como sempre. Uma adrenalina disparou no meu corpo... Fiquei ansiosa na hora, e molhada. Passei aquela noite sozinha. A ideia era chupar o cana, escovar os dentes e daí seguir pro meu trabalho. Quase não dormi. Acordei às 4:30, tomei banho, pedi um Uber diferente do de sempre pra não levantar suspeitas e cheguei às seis da manhã em ponto. De estômago vazio, óbvio. Ele já me esperava na porta. Me fez entrar e falou baixinho: "Sobe pelo elevador até o terceiro andar e me espera no banheiro dos cuties...". Fiz o que ele mandou. Entrei no banheiro, deixei a pasta e a bolsinha em cima da pia e me olhei no espelho, respirando ofegante. Ele veio na hora. Fechou a porta e se jogou em cima de mim, me enchendo de beijos exagerados e babados pra caralho, não era muito meu estilo. Mas os dois tavam em chamas, tanto por ser a primeira vez que a gente se tocava quanto por estar num lugar público. Ele abriu minha camisa, chupou meus peitos e mordeu meus mamilos, me fazendo gritar. Me agarrou na bunda com as duas mãos e, sem parar de me babar, me levou até o último cubículo. Como não tinha muito espaço, e eu já sabia o que ia rolar, abaixei a tampa do vaso e sentei. Ele puxou a rola e enfiou na minha boca, me segurando pelo cabelo. Eu coloquei as mãos nas coxas dele e, enquanto me engasgava, toquei na arma dele. Um arrepio percorreu meu corpo. Comecei a acariciar ela com os dedos, apertando, era fria, dura e cheia de relevos. Ele me segurava pelo cabelo e metia na minha boca. Falei pra ele me deixar fazer, mas ele me dava tapas e me fazia chupar o polegar dele. Me agarrou pelo queixo e cuspiu dentro da minha boca. Aí percebi que uma coisa é idealizar alguém, outra é a verdadeira personalidade. Como não tínhamos muito tempo, falei pra ele gozar rápido, me dar o leite, porque a verdade é que não era o boquete de pornô feminino que eu tinha imaginado. Ele me parou e me virou. Falei que não, que era só um boquete. Me esmagou contra a parede, fazendo eu sentir o frio dos azulejos nos meus peitos que escapavam da camisa desabotoada. Levantou minha saia e puxou minha calcinha fio dental, que enroscava na minha rola dura. Ele sentou no vaso, me inclinou um pouco e começou a lamber meu cu. Eu tapava a... boca com a mão pra ninguém ouvir os gemidos que escapavam. Depois de um tempão ele cuspiu e babou mais um pouco. Levantou e colocou a palma da mão na altura da minha boca pra eu cuspir também. Depois de lubrificar "naturalmente", meteu o pau me fazendo arder a buceta toda. Escapei um grito que ecoou no banheiro vazio e ele tapou minha boca. Enquanto com a outra mão segurava meus pulsos colados na parede de azulejos. Sentia aquela superfície gelada nos braços, nos peitos, nas coxas e na boceta... Eu me jogava pra trás e ele se espremia de novo com o corpo, enfiando até não poder mais. Os únicos barulhos que se ouviam, além da respiração de animal dele, eram o choque dos nossos corpos e meus gemidos abafados pela mão dele: "Mmm mmm mmm mmmmm...!". Depois começou a falar no meu ouvido, dizendo coisas tipo: "Que putinha de merda que você é... Dá pra qualquer um...", "Vou arrebentar teu rabo...!". Tirou a mão pra eu respirar e sussurrei entre gemidos: "Sim! Me arrebenta...! Me arrebenta toda...". Até que gozei no azulejo, e minhas contrações de prazer excitaram ele tanto que me engravidou me apertando contra a parede. E disse: "Já te marquei... Agora você tá dentro do cercado...". Quando tirou o pau, minhas pernas ficaram tremendo. Pedi pra ele sair, pra eu me limpar e me arrumar. Mas ele ficou lá e mandou eu dar a calcinha fio dental. Falei que não podia ir sem calcinha, que até precisava de um absorvente, coisa que não tinha. Nem me ouviu, e abaixando ela, disse: "Essa fica aqui...". Tirei dos tornozelos e entreguei. Ele guardou no bolso (numa mensagem tinha dito que queria cheirar minha calcinha um dia porque eu tinha contado que os remédios fazem ela cheirar a mulher). Pela segunda vez pedi pra ele sair e ele recusou de novo. Disse que queria ver como eu me limpava, que até isso achava excitante. Com muita vergonha pedi pra ele pegar minha bolsa. Tirei os lencinhos descartáveis e me Limpei a porra que escorria da minha buceta e joguei no vaso. Também limpei meu próprio esperma e ajustei minha saia, rezando pra não ficar molhada em lugar nenhum. Ele me beijou à força e só então saiu. "Te vejo lá embaixo...", disse. Abotoei a camisa, dei descarga e saí do cubículo. Lavei um pouco o rosto e os dentes, e me arrumei na frente do espelho. Quando estava guardando o batom, uma senhora da limpeza entrou se desculpando. Eram 6:50. Desci desconfortável, abraçando minha pasta, e vi ele conversando como se nada tivesse acontecido com outro colega. Ele se despediu com um seco: "Até logo, senhorita...", e eu mal esbocei um gesto de cortesia obrigado. Não dava pra trabalhar naquelas condições, então mandei uma mensagem pedindo um atestado médico. Ia inventar alguma coisa, ou no pior dos casos, dizer a verdade: que tinham arrombado meu cu. Chamei um Uber e voltei pra casa fingindo que conseguia sentar direito. E sim, a saia estava molhada dos dois lados. Ainda bem que era azul meia-noite...
4 comentários - Mañanero de lei
Espectacular relato como siempre Blon