Posso usar seu chuveiro? (Parte 1)

A noite pesada consumia Paulo lentamente. Com as poucas forças que lhe restavam, ele se arrastou pra casa — tinha sido um dia difícil. Atravessou a porta de casa em direção à sala escura. O moleque largou a mochila pesada e se jogou no sofá, derrotado.

“Cadê a mamãe?” se perguntou. Talvez tivesse saído pra comprar alguma coisa na venda, talvez ainda não tivesse chegado do trampo.

“Parece que vai chover”, falou baixinho. A noite estava nublada. Felizmente, tinha chegado cedo em casa; se tivesse ficado mais tempo fora, com certeza teria se encharcado.

“Tô com uma fome danada”, pensou. Do sofá, ele sentia o cheiro delicioso do ensopado que a mãe tinha preparado — um aroma que fazia a barriga roncar. Paulo tentou se levantar, mas simplesmente não conseguiu.

A luz fraca que invadia a sala, o som do vento, as vozes distantes dos vizinhos fazendo suas coisas noturnas, as primeiras gotas de uma chuva iminente — tudo isso formava uma atmosfera aconchegante.

Paulo finalmente se rendeu, e seus olhos foram se fechando devagar.

Deitado no sofá da sala, com um sorrisão estampado no rosto, o moleque conseguiu descansar.

Um descanso gostoso... que não durou muito.

Pum! Pum! Pum! Ecoou pela casa inteira. Um barulho chato que nem a chuva forte conseguiu abafar.

Pum! Pum! Pum! Continuava se ouvindo. Um som irritante que interrompeu a soneca de Paulo — o coitado não tinha conseguido nem 15 minutos de sono. Ele se levantou e gritou “JÁ VOUÔÔ”, cheio de raiva, pronto pra encarar a pessoa sem noção que ousou estragar o soninho reparador dele.

Mas a fúria passou na hora quando ele abriu a porta. Nunca imaginaria o que ia encontrar do outro lado. Uma mulher gostosa, cabelo castanho com mechas douradas, uma regata apertada por causa do tamanho dos peitos, um shortinho minúsculo com umas sandálias de praia — conjunto perfeito pra destacar as coxas grossas dela. Era a Vitória, a vizinha gata de Do lado, ela estava completamente encharcada pela chuva, e só trazia uma sacola com frutas e chantilly.

O cansaço foi substituído por uma mistura de dúvida, surpresa e tesão. O moleque ficou mudo por uns segundos, e foi a vizinha Vitória quem quebrou o gelo.

- Vitória: Oi, tudo bem? Me chamo Vitória, sou sua vizinha do lado.

- Paulo: Oi… me chamo Paulo, prazer, Vitória.

- Vitória: Prazer em te conhecer, Paulo. Desculpa o incômodo… é que esqueci a chave de casa e a chuva me pegou.

- Paulo: É… tô vendo…

Paulo prestou atenção na camiseta regata molhada, bem grudada naqueles peitões enormes.

- Vitória: Você se importa se eu ficar um pouco, até a chuva passar?

- Paulo: Não… sem problema, pode entrar… fica à vontade.

- Vitória: Que gentil, com licença.

O moleque tentava esconder o nervosismo e a excitação. Por sorte, a luz da casa era fraca e não dava pra ver muito; Vitória não percebeu o quanto Paulo tava felizão por ter uma gostosa molhada em casa, e Paulo, por outro lado, tentava disfarçar.

Vitória colocou a sacola com frutas e chantilly em cima da mesa. Paulo ofereceu uma cadeira perto da mesa da sala de jantar. Vitória sorriu e aceitou.

- Vitória: Sério, valeu por me deixar entrar. Não achei que fosse chover, só saí pra comprar umas coisas. Que burra eu, esquecer a chave.

- Paulo: Não me incomoda nada.

- Vitória: Você tá sozinho em casa?

- Paulo: É, cheguei faz um tempo e minha mãe ainda não voltou.

- Vitória: E no escuro?

- Paulo: Ah… é que eu tava dormindo. Deixa eu acender as luzes.

Quando acendeu, Paulo conseguiu ver melhor a mina. Ela era mais gostosa do que ele imaginava.

- Vitória: Cê tava dormindo? Te acordei? Desculpa…

- Paulo: Tá de boa, de qualquer forma… consegui descansar um pouco. pouco…
O garoto queria dizer que estava gostando da companhia dela… mas pensou que seria demais.

- Paulo: aliás… pra que são as bananas e o chantilly?
- Vitória: Ah… isso… é meio difícil de explicar
- Paulo: vai, tenta
- Vitória: Você ia ter que usar muita imaginação
- Paulo: Eu tenho muita imaginação…
- Vitória: Mesmo assim… é meio vergonhoso contar pra um menino como você
- Paulo: Que menino? Tenho 19
- Vitória: meu bem… você ainda é um menino
- Paulo: É? E quantos anos você tem?
- Vitória: Isso não se pergunta
- Paulo: Mas se me chama de menino… então você deve ser uma senho…
- Vitória: Nem ousa terminar essa frase…

O casal continuou conversando e rindo na sala. Paulo percebeu que a vizinha estava tremendo de frio, estava tão envolvido na conversa que esqueceu que ela ainda estava encharcada da chuva.

Ele se levantou rápido e foi pegar um par de toalhas.

- Vitória: Não precisa, juro
- Paulo: Insisto, você vai pegar um resfriado, se cobre, por favor
- Vitória: Obrigada

Vitória se cobriu com as toalhas, elas tinham um cheiro gostoso de lavanda e um toque leve de perfume. Paulo ajudou, secando as costas dela e, de vez em quando, tocando a pele macia. Vitória percebia isso e deixava. Em alguns momentos, Paulo tocou os ombros, os braços… até chegar a tocar os peitos dela.

Paulo deu um pulo pra trás, envergonhado pela ousadia.

- Paulo: DESCULPA… não foi minha intenção…
- Vitória: hehehe tá tudo bem, você tava me ajudando, não se preocupa…

Envergonhado e com o rosto completamente vermelho, ele disse:

- Paulo: se precisar de mais alguma coisa, é só pedir
- Vitória: Tá bom, com isso já é suficiente…

A moça ficou em silêncio por um instante… e depois continuou… Victoria: Se tem algo… posso usar seu chuveiro?

- Paulo: …

- Victoria: Ainda tô congelada, pensei que um banho quente podia ajudar a me aquecer.

- Paulo: …

O moleque ficou mudo com esse pedido, talvez porque ao ouvir essas palavras um mar de imagens da vizinha PELADA inundou a mente dele, de um jovem tarado.

- Victoria: Desculpa, não quero abusar da sua hospitalidade.

- Paulo: Sem problema, perdão, fiquei pensando em…

- Victoria: Pensando em quê?

- Paulo: Esquece… vem comigo, é por aqui…

Caminharam até o banheiro, Paulo indicou que ela podia deixar a roupa num cesto e mostrou os produtos de higiene. Victoria agradeceu com um sorrisão.

A mulher fechou a porta, se pelou e colocou as roupas no cesto. Paulo tava do outro lado da porta… tentando ouvir algo, imaginando o paraíso que tava do outro lado daquela porta.

Victoria abriu a torneira da água quente, uma sensação gostosa percorreu o corpo dela junto com os jatos de água quente, os peitos dela, as costas, aquele rabão. A mina tava curtindo e Paulo imaginava de todas as maneiras possíveis enquanto ouvia a água caindo no chuveiro, e como queria estar lá com ela.

A água parou de cair, Victoria saiu do chuveiro, se cobriu com as duas toalhas que Paulo deu e tentou deixar o banheiro o mais limpo e arrumado possível.

Abriu a porta, um friozinho leve fez ela tremer… caminhou até a sala procurando Paulo. Sentiu um cheiro delicioso, era o ensopado que Paulo tinha esquentado, encontrou ele servindo dois pratos e colocando na mesa de jantar.

- Paulo: Cê deve tá com fome… esquentei um pouco de ensopado…

O moleque ficou de boca aberta ao ver a vizinha semi-pelada.

- Victoria: Desculpa, é que minha roupa ainda tá molhada…

- Paulo: Eu hã… eu… vou colocar na máquina de lavar, não se preocupa.

- Victoria: tô… tô abusando da sua confiança…

Victoria se sentiu mal por tudo que Paulo estava fazendo por ela

- Paulo: não posso te deixar assim, tá frio e você não tem nada pra vestir

O garoto foi até o sofá e pegou sua jaqueta larga, e entregou pra ela se cobrir por enquanto.

Antes de receber a jaqueta, Victoria abraçou Paulo com força, só uma toalha separava os peitos de Victoria do rosto corado do garoto, ela esfregou as tetas na cara dele. Paulo ficou em choque…

- Victoria: você é um garoto muito fofo mesmo…

Ouvir isso fez Paulo ficar ainda mais envergonhado, o rosto dele tava fervendo de vergonha. Victoria sentiu esse calor, achou reconfortante.

Quando soltou o garoto, meio tonto, ele foi pro banheiro onde estava o cesto de roupa suja. Pegou as roupas de Victoria e colocou na máquina de lavar, a regata, o mini short e a calcinha… queria cheirar aquela peça íntima… ficou pensando uns segundos se fazia ou não.

O garoto estava prestes a colocar o short de Victoria na máquina quando sentiu um objeto de metal dentro de um deles, enfiou a mão pra tirar e foi quando percebeu onde estava metendo a mão.

Quando caiu em si, só colocou a roupa na máquina e ativou a função de lavagem rápida e secagem, guardou o pequeno objeto dourado, mas será que devolveria pra dona?

De volta à cozinha, Victoria estava sentada esperando ele pra jantarem juntos.

O rosto da mulher mostrava o quanto ela tava gostando da comida…

- Victoria: Tá uma delícia

- Paulo: Minha mãe que fez

- Victoria: espero que ela chegue logo pra eu poder parabenizá-la

O garoto tossiu um pouco ao ouvir isso, só então refletiu sobre o que estava rolando. Tinha uma mulher semi-nua, sozinhos em casa, como explicar isso pra mãe dele.

Victoria comentou sobre o quanto gostava da comida e que fazia tempo que não provava um sabor tão caseiro, Paulo ouvia ela, mas a cabeça dele tava pensando no momento em que a mãe dele cruzasse aquela porta e todas as explicações que ele tinha que dar.

Ao notar que Paulo não tava prestando atenção nela, a mulher ficou puta, mas não reclamou, em vez disso resolveu tentar outra coisa…

“Vou te mostrar uma coisa que você vai prestar atenção” pensou ela

Enquanto continuava falando, e com Paulo ainda distraído, ela jogou o garfo debaixo da mesa. O barulho metálico fez ele reagir…

- Victoria: Opa…foi mal
- Paulo: Eu pego

A mulher astuta já contava com isso, jogou o garfo bem perto dos pés dela. Paulo levantou do lugar e se abaixou debaixo da mesa pra pegar.

Assim que ele segurou o garfo, a mulher abriu as pernas. Paulo levantou o olhar e viu a buceta da Victoria, tinha a buceta da mulher a centímetros do rosto dele. De olhos bem abertos, com o coração acelerado, Paulo ficou imóvel vendo aquela buceta depilada.

Segundos passaram, e o moleque continuava babando debaixo da mesa, hipnotizado. Victoria colocou a mão na buceta dela abrindo os lábios de lado a lado, depois com um dedo em círculos enfiando de leve, massageando, se dando prazer sozinha. Ela deu um show único pra Paulo, que instintivamente aproximou o rosto, colocou uma mão na coxa quente da gostosa, tava no automático, prestes a saborear aquela fruta…

“Tudo bem aí embaixo?” disse Victoria, tirando o moleque do transe, que deu um pulo de susto, batendo a cabeça na mesa.

Como deu, Paulo se levantou, segurando a cabeça de dor…

- Victoria: cê tá bem?
- Paulo: sim…não…não se preocupa
- Victoria: O que foi? que porra foi essa?
- Paulo: um pequeno acidente…
- Victoria: tua cara tá vermelha
- Paulo: é da dor, já passa vai passar - Victoria: É sério? Achei que era porque você gostou do que viu lá embaixo Fudido. O garoto olhou pra convidada dele com uma cara de vergonha e preocupação. Victoria só conseguiu dar um olhar safado e rir da situação. Terminaram de jantar e Victoria se ofereceu pra lavar a louça, por mais que Paulo recusasse, a mulher insistiu. Nessa briga, o moleque acabou meio encharcado de água e espuma de detergente, igual a Victoria, mas ela já estava de toalha. Depois que terminaram de arrumar a mesa, Victoria notou que Paulo estava todo molhado e tremendo um pouco… - Victoria: Agora você é o molhado, toma, devolvendo pra você Pegou a jaqueta do garoto e colocou nos ombros dele, cobrindo ele do frio. Os braços dela deslizaram pro pescoço dele, abraçando e aproximando o rosto do dela. Mais uma vez, ela curtiu o calorzinho que Paulo soltava, fruto da vergonha e da excitação dele. “Que fofo” pensou - Paulo: mas… o que cê tá fazendo? Não tá com frio? - Victoria: agora não Os rostos deles se aproximavam, era o clímax da noite, tudo indicava que tinha que rolar, porque tinha que rolar… certo? Não… ainda não. O som inconfundível da chave entrando na fechadura da porta interrompeu o silêncio romântico, interrompeu a chance de ouro do garoto. Ele entrou em pânico. O que fazer? A única coisa que veio na cabeça foi pegar a mina e levar pro quarto dele, na maior velocidade, quase arrastando ela. Fechou a porta, estavam a salvo. “Oi? Paulo? Cê tá aí?” foi o que o casal ouviu. Paulo tava com a cabeça encostada na porta ouvindo a voz da mãe dele. O garoto puxou a visitante tão rápido que fez Victoria soltar a toalha. Quando Paulo virou pra olhar ela, ela tava cobrindo os peitões enormes e a buceta dela, não deixava nada pra imaginação. Naquela noite, Paulo teve a uma mulher completamente pelada no quarto dela.

...

Valeu por ler meus contos, significa muito pra mim.

Agradeceria se você desse uma nota positiva e deixasse um comentário sobre o que achou da história, isso me ajudaria a crescer.

Abraços quentes

parte 2: singlerelatos.blogspot.com/2026/04/me-dejas-usar-tu-ducha-parte-2.html

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