Oi, aqui estou de novo com outro relato. Isso aconteceu há um tempo, eu estava andando pelo Centro da Cidade do México, já era tarde, tinha passado pelo Bairro Chinês porque me pediram para conseguir umas moedas de putaria que ficaram populares. Sem perceber, andei muitos quilômetros, usando meus fones de ouvido enquanto caminhava, não notei que avancei várias ruas até chegar a um parque específico. Esse lugar é conhecido porque tem muitas acompanhantes, aulas de dança e também pelos "Exibicionistas". Muita gente vem aqui para passear ou até transar ao ar livre. Eu já tinha ouvido os boatos, mas não sabia se era verdade, meu coração batia rápido só de pensar nisso, então resolvi ir. Tive que esperar um bom tempo, porque dizem que rola a partir das 9 da noite e que de madrugada fica mais intenso. Por isso, fiquei sentado numa esquina, esperando a hora passar. Enquanto via minha série, ao longe via o escurecer cada vez mais, os comércios ao redor funcionavam normalmente e as aulas de dança ecoavam na distância. Já eram 10:30 da noite, sabia que se fosse fazer, era agora. Caminhei devagar em direção ao parque, quando cheguei, olhei ao redor. Tinha gente sentada e outros que estavam naquela de transar e se beijar na grama. Eu estava muito nervoso, mas sabendo que ali podia de tudo, queria tentar. Então, resolvi tirar a roupa e andar pelado, não vou mentir, foi difícil, mas consegui achar uma árvore perto de uma fonte onde pude me despir e guardar minha roupa junto com os fones na mochila que eu carregava. Não me sentia nada confortável em deixar a mochila lá, então optei por levá-la comigo. No começo foi difícil e dava pra sentir arrepios pelo corpo só de dar um passo, era óbvio pros outros que eu não era dali e que era completamente novato. Meu medo foi interrompido ao ver uma mulher mais velha, bem gostosa, que Ela usava uma gabardine típica, mas por dentro não vestia nada, enquanto tinha outra garota e um garoto à mercê dela, ambos de coleira e de quatro, como se fossem cachorros. Ela me olhou e falou:
Dona: Você não é nada sutil, te vi há um tempão na frente do pacote.
Eu: Dis... desculpa, é que eu...
Dona: Cala a boca, não sabe como odeio quem fica pedindo desculpa por tudo.
Eu: Foi mal.
Dona: Você é um frouxo.
O medo e a humilhação fizeram minhas pernas tremerem.
Dona: Vou te dizer uma coisa, posso te dar um pequeno tour pelo lugar, mas você tem que ficar exatamente assim o tempo todo.
Eu pensei por um momento, mas com medo de perder uma oportunidade dessas, aceitei. Começamos a andar pelos corredores do parque, o lugar era muito frio e escuro, o barulho da rua era mais que evidente, assim como se ouvia e via as pessoas tendo seus encontros.
Dona: Olha, aqui como você pode ver, é um lugar onde as pessoas vêm transar, isso é óbvio.
Eu: Mas...
Dona: Cala a boca, deixa os mais velhos falarem.
Ela parou e com a força da mão puxou a coleira dos dois bichos de estimação dela.
Dona: Assim como você, muitos querem sentir o prazer de fazer isso ao ar livre. O melhor jeito de descrever é o medo e a adrenalina de poder ser descoberto ou simplesmente porque é proibido. Entendeu?
Eu: Sim, acho que sim. E você, o que faz com eles?
Dona: São meus bichos de estimação, sou a dona deles e eles me obedecem.
Eu: Nossa, isso é... interessante.
Dona: Mais que isso, é um estilo de vida. Pelo seu pau, posso ver que você é um submisso básico, não gostaria de ter uma dona?
Eu: Não sei, isso toma tempo e eu trabalho e estudo.
Dona: Pena, mas nunca diga que não faria. Se tiver interesse, posso te dar uma demonstração em particular.
Eu: Tipo agora?
Dona: Claro que não, hahaha.
A mulher entrou no mato e com um gesto ordenou que seus bichos ficassem de frente para ela, de boca aberta e cabeça erguida.
Dona: Agora você vai saber por que sou a dona e eles, os bichos. Em Nesse momento ela descobriu a parte da frente da roupa dela, eu vi um jato de mijo escorrendo em cima do cara e da mina. Meus olhos não acreditavam no que tava vendo, ela tava fazendo aquilo de verdade.
Senhora: Viu? Eles aguentam isso e mais.
Eu fiquei pasmo.
Senhora: Agora, se você quiser tentar...
Ela me deu um papel com um e-mail.
Senhora: É só me escrever, a gente se vê.
E foi embora. Eu fiquei mais um tempinho andando por lá, recebendo um monte de oferta de acompanhantes da área. Decidi me vestir de novo e vazar.
Sinceramente, é uma fantasia que eu tenho. Exibicionismo, eu queria experimentar — seja de uma sacada, um telhado, numa janela, dentro de um carro, nos corredores de um hotel, essas paradas.
Dona: Você não é nada sutil, te vi há um tempão na frente do pacote.
Eu: Dis... desculpa, é que eu...
Dona: Cala a boca, não sabe como odeio quem fica pedindo desculpa por tudo.
Eu: Foi mal.
Dona: Você é um frouxo.
O medo e a humilhação fizeram minhas pernas tremerem.
Dona: Vou te dizer uma coisa, posso te dar um pequeno tour pelo lugar, mas você tem que ficar exatamente assim o tempo todo.
Eu pensei por um momento, mas com medo de perder uma oportunidade dessas, aceitei. Começamos a andar pelos corredores do parque, o lugar era muito frio e escuro, o barulho da rua era mais que evidente, assim como se ouvia e via as pessoas tendo seus encontros.
Dona: Olha, aqui como você pode ver, é um lugar onde as pessoas vêm transar, isso é óbvio.
Eu: Mas...
Dona: Cala a boca, deixa os mais velhos falarem.
Ela parou e com a força da mão puxou a coleira dos dois bichos de estimação dela.
Dona: Assim como você, muitos querem sentir o prazer de fazer isso ao ar livre. O melhor jeito de descrever é o medo e a adrenalina de poder ser descoberto ou simplesmente porque é proibido. Entendeu?
Eu: Sim, acho que sim. E você, o que faz com eles?
Dona: São meus bichos de estimação, sou a dona deles e eles me obedecem.
Eu: Nossa, isso é... interessante.
Dona: Mais que isso, é um estilo de vida. Pelo seu pau, posso ver que você é um submisso básico, não gostaria de ter uma dona?
Eu: Não sei, isso toma tempo e eu trabalho e estudo.
Dona: Pena, mas nunca diga que não faria. Se tiver interesse, posso te dar uma demonstração em particular.
Eu: Tipo agora?
Dona: Claro que não, hahaha.
A mulher entrou no mato e com um gesto ordenou que seus bichos ficassem de frente para ela, de boca aberta e cabeça erguida.
Dona: Agora você vai saber por que sou a dona e eles, os bichos. Em Nesse momento ela descobriu a parte da frente da roupa dela, eu vi um jato de mijo escorrendo em cima do cara e da mina. Meus olhos não acreditavam no que tava vendo, ela tava fazendo aquilo de verdade.
Senhora: Viu? Eles aguentam isso e mais.
Eu fiquei pasmo.
Senhora: Agora, se você quiser tentar...
Ela me deu um papel com um e-mail.
Senhora: É só me escrever, a gente se vê.
E foi embora. Eu fiquei mais um tempinho andando por lá, recebendo um monte de oferta de acompanhantes da área. Decidi me vestir de novo e vazar.
Sinceramente, é uma fantasia que eu tenho. Exibicionismo, eu queria experimentar — seja de uma sacada, um telhado, numa janela, dentro de um carro, nos corredores de um hotel, essas paradas.
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