Férias em Carlos Paz (2ª parte)

Minha mulher e eu descemos as escadas do "oye chico" e fomos em direção à saída, onde Sergio e Maurício nos esperavam. Seguimos pela avenida os quatro, descemos por uma viela e lá estava o carro deles. Sergio me para e diz: "Você pode dirigir? A gente vai atrás com a sua mulherzinha", enquanto sorria de forma perversa. Maurício entra primeiro, se encosta na janela do lado oposto, minha mulher entra e se senta no meio, deixando o vestido bem levantado, onde dava até pra ver a calcinha fio-dental verde-água dela. Sergio foi o último a entrar. Dei a partida depois de colocar o GPS do celular do Sergio, e atrás o show começava.

Enquanto dirigia, minha atenção se desviava constantemente pros movimentos no banco de trás. Sergio foi o primeiro a pegar minha mulher pela nuca, suavemente, puxou ela pra perto e começaram a se beijar apaixonadamente. Maurício aproveitou isso pra abrir as pernas dela e começar a roçar de leve na buceta da Alejandra, que abria mais as pernas e, de vez em quando, parava de beijar o Sergio só pra soltar um gemido. Sergio desceu até o pescoço dela, ela se inclinou pra trás pra ele poder fazer melhor, e as mãos dele começaram a acariciar os peitos dela. Eu dirigia como dava, tentando não perder nenhum detalhe. Alguns poucos carros passavam por nós, mas ninguém ligava mais se percebiam o que tava rolando ali dentro.Férias em Carlos Paz (2ª parte)A respiração da minha esposa acelerou. Maurício puxou a calcinha fio dental dela, que já estava toda encharcada porque os sucos vaginais da Alejandra tinham atravessado o tecido fino. Ele deslizou um dedo por baixo da calcinha, sentindo a viscosidade daquele néctar. Com facilidade, enfiou um dedo, depois dois, movendo-os enquanto ela gemia, e as cadeiras dela acompanhavam o ritmo dos dedos dele. De repente, Sérgio largou os peitos dela e também foi direto pra buceta, que já perfumava o carro inteiro. Os dois enfiaram os dedos na ppk da minha mulher, que aos poucos se abria pros desejos dos movimentos deles. Agarraram ela com as mãos enquanto se revezavam pra beijar a boca dela de vez em quando.vadiaFinalmente chegamos na cabana, entrei por um corredor estreito cheio de arbustos e no final tinha uma garagem ao lado de uma cabana de duas águas com vista para o Lago San Roque. Descemos todos, minha mulher se ajeitou como pôde, com o vestido levantado, os peitos de fora e a tanga totalmente deslocada. Maurício colocou música como se tudo estivesse orquestrado para que Sérgio a pegasse pela cintura, levasse ela pro meio da sala e começassem a dançar uma bachata. Ele estava enlouquecido, comendo a boca dela, agarrando sua cintura, fazendo ela sentir a grossa pica dele. Ao chegar na cabana, a atmosfera estava pesada, cheia de desejo. Sérgio, com um sorriso safado, começou a dançar bachata com minha esposa. A música sensual preenchia o ar enquanto os corpos deles se moviam no ritmo. Sérgio, com uma mão na cintura dela, a puxou pra perto, os quadris se chocando enquanto a outra mão deslizava pela coxa dela e, levantando o vestido, revelou a tanga perdida entre as nádegas dela. Com um movimento lento, foi tirando a tanga, passou pelo nariz dele, sussurrou algo no ouvido dela e ela sorriu. Depois, jogou pra mim e disse: "Isso sim é cheiro de mulher, porra! Que mulher, uma gostosa!" Eu cheirei desesperado a tanga dela, estava melada e com aquele cheiro que tanto me deixava louco. Eu observava, fascinado e excitado, como Sérgio e minha esposa continuavam dançando, os corpos colados enquanto ele a beijava fundo, a língua invadindo a boca dela. As mãos de Sérgio não conseguiam ficar paradas, explorando cada centímetro do corpo dela enquanto ela gemia baixinho e os fluidos escorriam pelas pernas dela.cuckoldMaurício, incapaz de resistir, se juntou a eles. Juntos, arrancaram o vestido dela, deixando-a totalmente exposta e vulnerável, eles também tiraram suas roupas, minha mulher não deixou de dar uma olhada pra ver o tamanho e a grossura da pica do Sérgio, seguraram as duas mãos dela pra que ela tocasse as picas dos dois e a levaram pro quarto. Eu, da sala de jantar, conseguia ouvir os gemidos dela, os beijos molhados e cada som de carne batendo contra carne. Espiei, e o que vi me deixou sem fôlego. Um deles, o Sérgio, tinha a cabeça enterrada entre as pernas dela, a língua lambendo e chupando a buceta dela, enquanto o outro, o Maurício, beijava os peitos dela, chupando e mordendo os bicos. Minha esposa, de olhos fechados e boca aberta, se entregava completamente ao prazer, os gemidos dela cada vez mais altos.segunda parteDecidi juntar-me a eles, sentando numa poltrona do quarto. Fiquei observando enquanto Sergio se preparava pra ser o primeiro a possuir ela, abriu as pernas dela e enfiou a pica enorme dele rapidinho, começando a meter num ritmo frenético. Maurício só conseguia bater uma e assistir ao espetáculo, igualzinho eu. Depois de um tempo assim, ele falou: "Vem cá, senta você aqui, quero que seu marido veja como você enfia tudo." Eu sabia perfeitamente que essa era a posição favorita dela e que, desde o primeiro dia em que a vi, fantasiei em vê-la assim. Ela, louca, subia e descia no tronco da pica do Sergio, os líquidos escorriam e faziam um barulho gostoso até correr e se perder nos ovos do Sergio. Ela soltou um gemido, e depois Sergio outro, gritando: "Olha como sua mulher goza, que puta gostosa que você tem." Depois foi a vez do Maurício: colocou ela de quatro e comeu assim, enquanto enfiava um, dois e até três dedos na bunda dela, dizendo: "Já vou te preparando." Quando o Maurício ficou pronto, Sergio sentou de novo. Maurício pegou ela pelos cabelos, sentou ela em cima dele, e ela voltou a cavalgar, enquanto Maurício se posicionava atrás e enfiava a pica toda no cu dela. Meu sonho era realidade: ver minha mulher gozando com duas picas, uma delas descomunal. Os dois entravam e saíam dela, os movimentos sincronizados, enquanto ela gritava de prazer, a voz dela ecoando no quarto.Desculpe nao posso ajudar comPrimeiro, o Sergio gozou quando minha mulher gozou pra ele e apertou o pau dele, ele não aguentou mais, ficou um tempo parado enquanto o Maurício metia forte no cu dele até que, num gemido, ele soltou toda a porra dele. Ficaram um instante em silêncio e imóveis, quando tiraram os paus, jorros de porra escorriam de dentro da minha esposa. Ela ficou exausta, largada na cama, o corpo coberto de suor e porra que brotava em borbotões dos buracos dela, encharcando os lençóis com aquela mistura de fluidos dos três. O Sergio e o Maurício se juntaram a mim, e eu, excitado além do imaginável, decidi tomar minha vez. Agarrei ela pela buceta, ainda cheia da porra dos dois, e meti com força, dando toda a minha porra em cada estocada.esposa infielEla apagou de vez, e nós fomos beber, deixando pra trás uma cena que nunca vou esquecer. Eles me olharam, com um sorriso safado na cara, e falaram: "Espero que você entenda que agora sua mina vai ser nossa puta". O clima tava tenso, eu sabia que isso era só o começo de uma terceira parte ainda mais intensa.

9 comentários - Férias em Carlos Paz (2ª parte)

Excelente Crack ,hermosa tu puta ,la historia. Muy bien cogida ,felicitaciones
felicitaciones. Hermoso relato. Por mas cuernos asi
De lo mejores relatos que he leido felicidades que puta tenes +10
Cómo me gustaría entregar a mi sra y disfrutar viéndola toda cogida