Aquela noite eu tava ansioso, mas meu primo não apareceu. Só no dia seguinte a gente conversou. Ele me contou que foi bom sim, mas que se sentiu estranho e que a coroa tava na mesma.
Leo: Bludo, na hora foi de boa, não foi nada demais, mas assim que terminou já bateu culpa. Minha coroa foi embora e agora tá tudo estranho.
Eu: Uh, bludo, na minha primeira vez eu me senti estranho também, mas foi foda. Não sei o que te dizer. Pelo menos deu vontade de repetir?
Leo: Sei lá, bludo. Que sei eu.
Leo tava meio tenso e eu nem insisti, que sei lá. Podia rolar isso, era uma possibilidade. Afinal, não tava totalmente certo o que tinha acontecido. Falei com minha coroa e ela disse que minha tia tava totalmente arrependida. Que não conseguia olhar meu primo nos olhos e blá-blá-blá. A verdade é que tudo tava meio estranho até um domingo depois do almoço, já tinham passado quase duas semanas disso tudo. Tava eu, minha coroa e minha tia. Minha avó tinha ido com as irmãs passar o dia e meu primo tava trabalhando meio período. Eu, o tempo todo, ficava de olho na minha tia. Quando a gente juntou a mesa e começou a arrumar, eu aproveitei e soltava uns comentários sem noção no ar pra ver no que dava. Afinal, minha coroa tava super a fim do jogo.
Eu: Incomoda se eu tirar o jeans? Fico mais à vontade.
Mãe: Tira aí, vamos ver...
Eu, como quase sempre, tava de cueca branca. Tirei o jeans e me joguei no sofá, me ajeitando a rola. Minha tia tava naquele vai e vem, mas queria.
Mãe: Precisa de ajuda?
Eu: Desculpa, já tô de boa.
A verdade é que tava com a rola meia-bomba, dava pra ver de longe.
Mãe: Ah, tá. Se não, a tia te ajuda! Ou não? Digo, do jeito que você tá olhando de canto.
Minha tia ficou vermelha pra caralho.
Tia: Mas se ele fica se tocando, como é que eu vou fazer? Olha como ele tá.
Mãe: Viu que pedaço?
Tia: Para, bluda, você tem que falar não ou algo assim.
Eu: Ela nunca fala não, ela sempre fala sim. Ou não?
Mãe: Ai, filho, shhhhh.
Eu: Agora tá com vergonha, vai nessa. Depois fica pedindo.
Tia: Sério que ele fala assim com você?
Mãe: E isso não é nada.
Tia: Ufffffff, não será. Muito?
Eu: Isso te parece muito? Mmmmm, não se faz de sonsa.
Tia: Neném, bota um short ou alguma coisa, não dá pra andar assim.
Eu: Toca um pouquinho, vai.
Tia: Você não vai falar nada?
Mãe: Então eu toco nela.
Minha tia foi embora brava pra cozinha, ou pelo menos pareceu. Falei pra minha mãe que a gente tinha ferrado com tudo, e ela pensava igual a mim. Minha mãe foi buscar ela e, 5 minutos depois, minha tia apareceu.
Tia: Eu não sei como vocês fazem, são malucos. Ainda não consigo, mas tô com muita vontade.
E passou a mão na minha pica. Naquele dia não rolou nada, e eu quis morrer de novo. Ficamos mais um tempo e fomos embora. Passei um pouco na casa de um amigo e minha mãe foi pra casa. Troquei umas mensagens com minha tia, mas ela tava negando!
No caminho pra casa, comprei umas cervejas e, quando cheguei, conversei com minha mãe. Nós dois concordávamos que eles dois não eram tão intensos quanto a gente.
Eu: Você falou com o Leo?
Mãe: Sim. Mas não sei se ele tá a fim, então deixei quieto.
Eu: Vou tentar mais uma vez, e se não rolar, é isso.
No dia seguinte, não hesitei e mandei mensagem pra minha tia, porque queria tirar a dúvida de uma vez: sim ou não.
Eu: Oi?
Tia: Oi! Como você tá? Mais pra baixo do que ontem? Haha
Eu: Bem, e você? Como é que você viu que a imagem ficou boa?
Tia: Hahaha, tava bonita. Devia ter tocado um pouco mais.
Eu: Upaa, hoje não tem vergonha? Ontem você tava negando.
Tia: É, ontem foi estranho, mas eu falei que tava com muita vontade. Lembra?
Eu: De que você tem muita vontade?
Tia: Mmmm de deixar ela mais dura do que ontem, posso?
Eu: Mmmm, sei não, já é a segunda vez que você só toca, hein.
Por que você não chupa ela dessa vez?
Tia: Ah, é? É assim que vai pedir? Sua mãe foi embora?
Eu: Foi, tô sozinho. Quer que eu te force?
Tia: Vou aí agora e a gente vê.
Minha tia chegou mais ou menos uma hora depois e super solta. Adorei! Me cumprimentou normal, entrou, a gente conversou um pouco, e fiquei surpreso de vê-la assim.
Tia: Que atrevido você é, hein. Lembra que você é pequeno.
Eu: Como você tá hoje! É você mesma? Ontem você tava toda tímida.
Tia: Não gosta assim? Se quiser, eu fico. coloquei como ontem. Eu: nooooo, assim tá melhor! Mas cê acha muito pequeno? (Diretão tirei ela, high) Tia: ufffffff, vê se consigo deixar mais dura. E finalmente rolou, minha tia começou a chupar e foi sinistro! A gente curtiu pra caralho os dois, ela se soltou total naquele dia e me virou do avesso, quando terminamos ficamos de boa um tempo e eu falei: A gente tem que foder os quatro.
Leo: Bludo, na hora foi de boa, não foi nada demais, mas assim que terminou já bateu culpa. Minha coroa foi embora e agora tá tudo estranho.
Eu: Uh, bludo, na minha primeira vez eu me senti estranho também, mas foi foda. Não sei o que te dizer. Pelo menos deu vontade de repetir?
Leo: Sei lá, bludo. Que sei eu.
Leo tava meio tenso e eu nem insisti, que sei lá. Podia rolar isso, era uma possibilidade. Afinal, não tava totalmente certo o que tinha acontecido. Falei com minha coroa e ela disse que minha tia tava totalmente arrependida. Que não conseguia olhar meu primo nos olhos e blá-blá-blá. A verdade é que tudo tava meio estranho até um domingo depois do almoço, já tinham passado quase duas semanas disso tudo. Tava eu, minha coroa e minha tia. Minha avó tinha ido com as irmãs passar o dia e meu primo tava trabalhando meio período. Eu, o tempo todo, ficava de olho na minha tia. Quando a gente juntou a mesa e começou a arrumar, eu aproveitei e soltava uns comentários sem noção no ar pra ver no que dava. Afinal, minha coroa tava super a fim do jogo.
Eu: Incomoda se eu tirar o jeans? Fico mais à vontade.
Mãe: Tira aí, vamos ver...
Eu, como quase sempre, tava de cueca branca. Tirei o jeans e me joguei no sofá, me ajeitando a rola. Minha tia tava naquele vai e vem, mas queria.
Mãe: Precisa de ajuda?
Eu: Desculpa, já tô de boa.
A verdade é que tava com a rola meia-bomba, dava pra ver de longe.
Mãe: Ah, tá. Se não, a tia te ajuda! Ou não? Digo, do jeito que você tá olhando de canto.
Minha tia ficou vermelha pra caralho.
Tia: Mas se ele fica se tocando, como é que eu vou fazer? Olha como ele tá.
Mãe: Viu que pedaço?
Tia: Para, bluda, você tem que falar não ou algo assim.
Eu: Ela nunca fala não, ela sempre fala sim. Ou não?
Mãe: Ai, filho, shhhhh.
Eu: Agora tá com vergonha, vai nessa. Depois fica pedindo.
Tia: Sério que ele fala assim com você?
Mãe: E isso não é nada.
Tia: Ufffffff, não será. Muito?
Eu: Isso te parece muito? Mmmmm, não se faz de sonsa.
Tia: Neném, bota um short ou alguma coisa, não dá pra andar assim.
Eu: Toca um pouquinho, vai.
Tia: Você não vai falar nada?
Mãe: Então eu toco nela.
Minha tia foi embora brava pra cozinha, ou pelo menos pareceu. Falei pra minha mãe que a gente tinha ferrado com tudo, e ela pensava igual a mim. Minha mãe foi buscar ela e, 5 minutos depois, minha tia apareceu.
Tia: Eu não sei como vocês fazem, são malucos. Ainda não consigo, mas tô com muita vontade.
E passou a mão na minha pica. Naquele dia não rolou nada, e eu quis morrer de novo. Ficamos mais um tempo e fomos embora. Passei um pouco na casa de um amigo e minha mãe foi pra casa. Troquei umas mensagens com minha tia, mas ela tava negando!
No caminho pra casa, comprei umas cervejas e, quando cheguei, conversei com minha mãe. Nós dois concordávamos que eles dois não eram tão intensos quanto a gente.
Eu: Você falou com o Leo?
Mãe: Sim. Mas não sei se ele tá a fim, então deixei quieto.
Eu: Vou tentar mais uma vez, e se não rolar, é isso.
No dia seguinte, não hesitei e mandei mensagem pra minha tia, porque queria tirar a dúvida de uma vez: sim ou não.
Eu: Oi?
Tia: Oi! Como você tá? Mais pra baixo do que ontem? Haha
Eu: Bem, e você? Como é que você viu que a imagem ficou boa?
Tia: Hahaha, tava bonita. Devia ter tocado um pouco mais.
Eu: Upaa, hoje não tem vergonha? Ontem você tava negando.
Tia: É, ontem foi estranho, mas eu falei que tava com muita vontade. Lembra?
Eu: De que você tem muita vontade?
Tia: Mmmm de deixar ela mais dura do que ontem, posso?
Eu: Mmmm, sei não, já é a segunda vez que você só toca, hein.
Por que você não chupa ela dessa vez?
Tia: Ah, é? É assim que vai pedir? Sua mãe foi embora?
Eu: Foi, tô sozinho. Quer que eu te force?
Tia: Vou aí agora e a gente vê.
Minha tia chegou mais ou menos uma hora depois e super solta. Adorei! Me cumprimentou normal, entrou, a gente conversou um pouco, e fiquei surpreso de vê-la assim.
Tia: Que atrevido você é, hein. Lembra que você é pequeno.
Eu: Como você tá hoje! É você mesma? Ontem você tava toda tímida.
Tia: Não gosta assim? Se quiser, eu fico. coloquei como ontem. Eu: nooooo, assim tá melhor! Mas cê acha muito pequeno? (Diretão tirei ela, high) Tia: ufffffff, vê se consigo deixar mais dura. E finalmente rolou, minha tia começou a chupar e foi sinistro! A gente curtiu pra caralho os dois, ela se soltou total naquele dia e me virou do avesso, quando terminamos ficamos de boa um tempo e eu falei: A gente tem que foder os quatro.
1 comentários - Mães e filhos. 2