Olá, pessoal, sou nova aqui e quero compartilhar uma história da minha vida que não consigo mais guardar. Faz meses que quero desabafar. Nesta história, não vou usar meu nome real por motivos óbvios. Espero resumir bem pra não entediar vocês com leitura demais. Vou começar dizendo que me chamo Valéria, tenho 26 anos e sou arquiteta. Quem me conhece no ambiente profissional costuma dizer que tenho um ar inocente, quase angelical: baixinha, traços finos, cabelo castanho claro e um olhar que muitas vezes passa uma timidez que não combina nada com o ambiente bruto da construção. Mas, como residente de obra, tive que aprender a me impor firme na frente de dezenas de peões. Naquela tarde de sexta, o sol começava a cair, pintando o céu de laranja sobre a estrutura de concreto e tijolos expostos da residência que eu supervisionava. O relógio marcava seis horas e a construção ficou vazia depois do expediente. O silêncio tomou conta do lugar, exceto por uma área no primeiro andar onde seu Ramiro e seu Carlos, dois dos meus melhores pedreiros, ambos na casa dos 50 anos, fortões, de pele queimada pelo sol e mãos calejadas, guardavam suas ferramentas enquanto ouviam música num radinho. Quando passei por eles pra me despedir, seu Ramiro me olhou com um sorriso sincero, segurando uma garrafa de tequila quase cheia. — Arquiteta, já é fim de semana. Não vá embora ainda, fica com a gente pra tomar um gole e tirar a poeira da garganta — falou num tom amigável. — Valeu, seu Ramiro, mas já é tarde. Tenho que voltar pro escritório pra fechar uns projetos — respondi, ajustando o capacete, tentando manter a distância profissional. Seu Carlos entrou na onda, dando um passo na minha direção com respeito, mas insistindo. — Vai, chefa, não seja chata. Só um gole. Você esteve na correria a semana toda com a entrega. Seria uma honra se aceitasse um copo. Um brinde pra A laje ficou perfeita. Hesitei um momento. Eles sempre tinham sido extremamente respeitosos comigo, cuidando a linguagem e obedecendo minhas ordens sem reclamar desde o primeiro dia. Pensei que não ia dar nada de mais aceitar uma cortesia. —Tá bom, só um pequeno —cedi, sorrindo de lado. Seu Ramiro limpou um copo de plástico e me serviu uma dose generosa de tequila. O primeiro gole queimou minha garganta, me fazendo tossir um pouco, o que arrancou risadas contidas dos dois. —Devagar, arquiteta, que isso bate forte —brincou Carlos. Falar da obra levou ao segundo gole, e depois ao terceiro. A timidez inicial começou a sumir e o álcool foi nublando minhas inibições. A música norteña tocava de fundo e, aos poucos, o clima foi mudando. Os homens, que no começo mantinham uma distância respeitosa, começaram a se soltar, chegando mais perto de mim enquanto falavam. —Como o calor da tarde te cai bem, arquiteta. Com todo respeito, cê fica muito gostosa quando as bochechas ficam vermelhas por causa do álcool —soltou Ramiro, me encarando nos olhos. —Seu Ramiro, pelo amor... —falei, sentindo um arrepio estranho, mas sem desviar o olhar. —É a verdade, chefa —interveio Carlos, dando um passo à frente—. Olha, cê já tá animada. Por que não dança essa comigo? Não vai me desprezar, não. Olhei pra Carlos. Dava pra ver os braços fortes e o peitão largo dele por baixo da camisa de flanela suada. O álcool já tava no controle do meu corpo, então aceitei. No ritmo da música, Carlos me pegou pela cintura. A mão dele era enorme e calejada, e não demorou pra me apertar contra o corpo dele mais do que o necessário. Senti a masculinidade madura dele roçando na minha barriga. Ramiro não ficou atrás; chegou por trás e colocou as mãos no meu quadril, acompanhando o passo. Os amassos durante a dança começaram a me excitar por dentro. A delicadeza que sempre me marcou foi sumindo a cada toque daquelas mãos brutas que percorriam minhas costas e desciam suavemente em direção às minhas nádegas. O calor do álcool e a audácia dos dois homens estavam me excitando de um jeito que eu nunca imaginei. De repente, a música acabou, mas eles não me soltaram. O clima ficou pesado, carregado de uma tensão puramente sexual. Ramiro me obrigou a olhar pra ele, segurando meu queixo. —Olha só ela, Carlos... a chefa tá meio nervosa. Dá pra ver nos olhos dela —disse Ramiro, com uma voz grave, já sem nenhuma timidez de trabalho. —É, irmão. Tão séria que é de dia, e olha como treme quando dança com a gente —respondeu Carlos, passando a mão pesada por cima da minha blusa, apertando um dos meus peitos com força. O pânico misturado com desejo me fez reagir, e tentei dar um passo pra trás, tentando recuperar o respeito e a autoridade do meu cargo. —Calma aí, espera... me solta. Já deu. Sou sua chefa e exijo respeito —falei, tentando fazer minha voz soar firme, mas minhas pernas estavam bambas. Carlos soltou uma gargalhada rouca, me segurando pelo braço com firmeza. —Por que, arqui? Dá pra ver que você tá se divertindo com a gente. Larga essa formalidade e curte com a gente. —Olha que corpinho gostoso que a chefa tem —completou Ramiro, acariciando minha cintura com as mãos calejadas, o que me fez soltar um suspiro—. Fica tranquila, arqui, hoje todo mundo vai se divertir muito —completou. —Calma, rapazes, isso tá saindo do controle —falei com a voz um pouco trêmula. —Arqui, se deixa levar e vai ver como a gente vai se divertir —disse Carlos com um tom meio debochado. Como eu tentava resistir por causa do medo que tava começando a sentir, os dois começaram a ficar mais intensos com os amassos enquanto dançavam, até que eu decidi que já era o suficiente. —Já chega —gritei com um pouco de raiva, fingindo não ter medo. Quando me ouviram, os dois ficaram muito putos. —Olha, chefa, já deu, a gente foi muito educado com você, mas se for assim, não tem outro jeito, agora você vai calar a boca e vai fazer o que a gente mandar, entendeu? Você gosta que a gente fale na lata, né, puta? Aquelas palavras vulgares caíram em mim como um balde de água fervendo. O tesão de ouvir eles me tratarem assim, me tirando do meu pedestal, me tratando como uma qualquer, quebrou minha última resistência. Decidi me entregar de vez à safadeza e adotar uma postura submissa pra eles. —tá... Tá bom — sussurrei, perdendo toda a delicadeza, ofegante enquanto meu corpo pedia pra ser possuído por aqueles homens brutos. Carlos me empurrou contra uma das paredes de tijolo sem reboco. A superfície áspera arranhava minhas costas, mas eu não liguei. Ele levantou minha saia com violência, rasgando minha calcinha de uma vez. —Olha só que delícia, Carlos, como a menina tá molhada — disse Ramiro, enfiando dois dedos grossos na minha buceta, me fazendo gemer alto. —Deixa ela bem molhadinha, Ramiro, que vou meter inteira — ordenou Carlos. Carlos abriu a calça, soltando o pau grosso e maduro dele. Me segurou pelas coxas, me levantou no ar, e me penetrou de uma vez só, limpo e violento. Soltei um grito de dor e prazer que ecoou por toda a obra vazia. Ele me fodia com uma intensidade selvagem, me tratando como um objeto feito só pro prazer dele. Enquanto Carlos me comia com força, Ramiro devorava minha boca, metendo a língua com grosseria e saboreando minha saliva misturada com tequila. —Cê gosta de como o pedreiro te come, arquiteta? — sussurrou Carlos no meu ouvido, me dando estocadas brutais que me jogavam contra a parede —. Fala, puta, me diz se cê gosta. —Sim, adoro! Ele mete muito forte, Seu Carlos... isso, mais forte! — respondi submissa, gemendo sem controle, entregue ao tesão das palavras sujas dele. Depois de uns minutos de ritmo frenético, Carlos me soltou de repente. Antes que eu pudesse me recuperar ou me levantar, Ramiro me pegou pelo cabelo e me arrastou até a mesa de madeira onde eu costumava revisar as plantas. Me empurrou pra frente com violência, me forçando a me colocar de quatro sobre os papéis técnicos e os croquis da obra. —Vamos, chefa, mostra bem essa buceta que tanto custamos pra conseguir —disse Ramiro, me dando mais um tapa na bunda que deixou ela vermelha e quente. Ramiro se posicionou na mesma hora atrás de mim. Senti o calor da vara dele roçando minha entrada e, sem aviso, ele se enfiou dentro de mim até o fundo. A mudança de ângulo fez eu arquear as costas e cravar as unhas na madeira da mesa. Ramiro era ainda mais intenso e violento; me segurava firme pelos quadris, deixando marcas roxas com os dedos calejados enquanto me socava com a virilha. —Olha como essa puta se mexe, Carlos. Ela adora ser tratada como merece —disse Ramiro, ofegante, suando nas minhas costas nuas. —Deixa ela bem molinha pra mim, que já é minha vez de novo —respondeu Carlos, que se colocou bem na minha frente, puxando o pau duro e enfiando direto na minha boca. Me obrigaram a trabalhar dos dois lados naquela posição. Eu tava completamente submissa, gemendo entre o pau do Carlos e as estocadas selvagens do Ramiro na minha retaguarda. Não tinha mais nenhum vestígio da arquiteta educada; era uma mulher insaciável, devorada pelo desejo e pelo maltrato lascivo dos meus peões. Ramiro chegou no limite e, depois de uns últimos empurrões brutais, tirou de dentro de mim pra gozar em cima da minha bunda. Me empurraram de lado e eu caí direto no chão frio de concreto da obra, que tava coberto por uma camada fina de poeira e areia. Carlos me pegou pelos tornozelos e me arrastou pelo chão, me obrigando a deitar de barriga pra cima. Ele abriu minhas pernas por completo, levantando meus joelhos até quase tocar meus ombros. Daquela posição, eu tava completamente vulnerável diante do olhar bêbado dele. —Agora olha bem na minha cara enquanto eu te encho, gostosa —disse Carlos, se ajeitando entre minhas pernas. Ele se jogou em cima de mim com todo o peso e me penetrou de novo. Nessa nova posição, cada estocada chegava no fundo do meu útero. O A dor prazerosa era insuportável. Carlos se movia com uma energia animal, sem se importar com meu cansaço, buscando só a própria satisfação. Eu só conseguia balançar a cabeça de um lado pro outro, chorando de puro tesão, completamente dominada pela grosseria e pela experiência daquele homem de cinquenta anos. — Você é uma putinha muito suja, arquiteta. Amanhã vai voltar pra dar ordens, mas nós dois vamos saber que você é nossa — Carlos dizia, me olhando com olhos lascivos e cheios de luxúria bêbada. Antes de Carlos terminar de se saciar no chão, Ramiro andou uns passos e sentou num monte de cimento perto dali. Carlos me levantou do concreto como se eu não pesasse nada e me arrastou na direção do parceiro. — Sente no brinquedo do Ramiro de novo, chefa. Sobe aí — Carlos ordenou com rispidez, me empurrando. Me obrigaram a sentar no colo do Ramiro, de costas pra ele, de modo que o pau dele entrou de novo inteiro em mim, aproveitando o peso do meu próprio corpo. Ramiro me segurava firme pela barriga, me movendo pra cima e pra baixo com violência, enquanto Carlos se posicionava atrás de mim, apertando meus peitos e dando beijos brutos no meu pescoço. O estímulo era demais. Entre as palavras vulgares que sussurravam no meu ouvido, o vai e vem selvagem e a intensidade dos dois, senti uma onda de calor percorrer meu corpo inteiro. Soltei um grito desesperado enquanto meu corpo explodia num orgasmo violento que me fez tremer. Segundos depois, Ramiro soltou um grunhido rouco e gozou fundo dentro de mim, me enchendo com seu calor. Carlos, excitado com a cena, se masturbou rápido e terminou espalhando o gozo quente na minha barriga e nos meus peitos. O silêncio voltou a tomar conta da obra, interrompido só pela nossa respiração ofegante. Os homens se afastaram, subindo as calças enquanto davam os últimos goles na garrafa, rindo baixinho e voltando aos poucos à atitude normal, mas com um brilho de cumplicidade no olhar. Olhar. Me levantei do chão como pude, com as pernas bambas e o corpo coberto de poeira, suor e fluidos. Ajeitei a roupa toda rasgada em silêncio, sem coragem de olhar na cara deles. Enquanto saía da obra em direção ao meu carro, sob a luz da lua que já dominava o céu, um vazio imenso tomou conta do meu peito. A adrenalina da sacanagem tinha evaporado, deixando no lugar um sentimento frio de culpa. Me senti suja, envergonhada por ter me deixado levar daquele jeito pelos meus próprios funcionários, sabendo que na segunda-feira teria que encarar eles de novo e fingir que ainda era a chefe.
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