De vida hétero a nenenzinha

na intimidade...
Sou nov@ por aqui e tô a fim de contar um pouco de mim…
Tô na casa dos 40 e poucos e, desde que tive uma experiência quando era moleque com um dos meus melhores amigos, acabei amando o sexo de um jeito bissexual. Foi uma parada inocente, puxada pelo meu amigo — acho que a gente tinha uns 9 ou 10 anos. Quando ficávamos sozinhos em casa, a gente colocava uma fita pornô VHS do irmão dele, que ficava escondida atrás do móvel da sala. Muitas vezes, a gente via com todos os amigos e eles batiam uma enquanto assistiam. Eu ficava com muita vergonha e só via o filme de pau duro junto com eles. Acho que naquela época eu nem chegava a gozar direito quando tinha um orgasmo.
Um dia, como qualquer outro, meu amigo Luis e eu saÃmos pra rua. A gente morava num bairro afastado, cheio de área de campo. Costumávamos virar pedra pra ver e pegar bicho, andar de bike pulando nos montes de terra das obras de expansão do bairro, mas... uma tarde, aconteceu aquele momento em que minha cabeça deu um estalo e mudou tudo. A gente tinha passado a tarde toda brincando fora de casa, era verão e estávamos de férias, nossos pais deixavam a gente até as 10 da noite, então de repente, meu amigo e eu ficamos sozinhos. A gente sempre era o último a ir pra casa, e naquela noite Luis me disse;
Ei, e se a gente imitar como eles transam nos filmes do meu irmão?
Eu, incrédulo, meio nervoso e, sinceramente... sem intenção de fazer aquilo, falei que sim. AÃ, sem dizer uma palavra, ele saiu correndo, e eu fui atrás... corria atrás dele sem saber pra onde ele tava me levando. No fim, chegamos num dos nossos lugares de sempre, onde a gente ficava de bobeira vendo o tempo passar. No meio de montes de entulho de obra, mato, pedra e tal... Ele falou:
-Vem! Vamos tirar a roupa!Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ela começou a tirar a roupa, eu fui atrás e também tirei tudo. Ela me empurrou de leve pra me deixar de barriga pra cima, e eu fiquei arranhando a bunda e as costas nos arbustos, terra e pedras. A LuÃs subiu em cima de mim e começou a esfregar a rola dela na minha. Nós dois apertávamos, nossas picas pequenas estavam duras e continuávamos esfregando e empurrando, entre respirações fundas e risadas nervosas. Lembro como se fosse entre uma brincadeira e um experimento.
—Vamos nos beijar de lÃngua?
Disse o LuÃs, e eu disse que sim. A gente se aproximou, senti a lÃngua babada dele e, em questão de segundos, me afastei e falei:
-Que nojo!! Que nojo!-
Naquele momento eu parei eAcabou tudo, a gente se levantou entre risadas e nervosismo enquanto se vestia de novo e tudo seguiu como se nada tivesse acontecido.
Mas se tinha rolado alguma coisa, nunca mais se repetiu com o tempo, e eu desde aquele momento já não era mais o mesmo. Morria de medo que o Luis contasse pra alguém sobre a nossa experiência. Toda vez que a gente conversava com algum amigo e o Luis soltava algo tipo— Sabe o que eu e o José fizemos?Eu ficava nervoso achando que ela ia falar alguma coisa e aà ela soltava qualquer besteira tipo "vamos pro mato de bike". Isso aliviava minha taquicardia nervosa na hora.
O tempo foi passando, ela foi esquecendo, mas de vez em quando ainda tinha uns pensamentos molhados com o Luis… nos meus momentos de intimidade, quando eu me masturbava, às vezes imaginava sexo com minas… mas também outras vezes com caras. Hoje em dia meu papel mudou pra caralho, naquela época eu me imaginava sendo ativo e hoje não consigo ser mais passiva… mas o que tá claro é que foi o começo de uma vida cheia de momentos safados e proibidos que faziam da minha vida sexual dupla uma coisa ao mesmo tempo maravilhosa e perturbadora, cheia de contradições.

na intimidade...Sou nov@ por aqui e tô a fim de contar um pouco de mim…
Tô na casa dos 40 e poucos e, desde que tive uma experiência quando era moleque com um dos meus melhores amigos, acabei amando o sexo de um jeito bissexual. Foi uma parada inocente, puxada pelo meu amigo — acho que a gente tinha uns 9 ou 10 anos. Quando ficávamos sozinhos em casa, a gente colocava uma fita pornô VHS do irmão dele, que ficava escondida atrás do móvel da sala. Muitas vezes, a gente via com todos os amigos e eles batiam uma enquanto assistiam. Eu ficava com muita vergonha e só via o filme de pau duro junto com eles. Acho que naquela época eu nem chegava a gozar direito quando tinha um orgasmo.
Um dia, como qualquer outro, meu amigo Luis e eu saÃmos pra rua. A gente morava num bairro afastado, cheio de área de campo. Costumávamos virar pedra pra ver e pegar bicho, andar de bike pulando nos montes de terra das obras de expansão do bairro, mas... uma tarde, aconteceu aquele momento em que minha cabeça deu um estalo e mudou tudo. A gente tinha passado a tarde toda brincando fora de casa, era verão e estávamos de férias, nossos pais deixavam a gente até as 10 da noite, então de repente, meu amigo e eu ficamos sozinhos. A gente sempre era o último a ir pra casa, e naquela noite Luis me disse;
Ei, e se a gente imitar como eles transam nos filmes do meu irmão?
Eu, incrédulo, meio nervoso e, sinceramente... sem intenção de fazer aquilo, falei que sim. AÃ, sem dizer uma palavra, ele saiu correndo, e eu fui atrás... corria atrás dele sem saber pra onde ele tava me levando. No fim, chegamos num dos nossos lugares de sempre, onde a gente ficava de bobeira vendo o tempo passar. No meio de montes de entulho de obra, mato, pedra e tal... Ele falou:
-Vem! Vamos tirar a roupa!Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ela começou a tirar a roupa, eu fui atrás e também tirei tudo. Ela me empurrou de leve pra me deixar de barriga pra cima, e eu fiquei arranhando a bunda e as costas nos arbustos, terra e pedras. A LuÃs subiu em cima de mim e começou a esfregar a rola dela na minha. Nós dois apertávamos, nossas picas pequenas estavam duras e continuávamos esfregando e empurrando, entre respirações fundas e risadas nervosas. Lembro como se fosse entre uma brincadeira e um experimento.
—Vamos nos beijar de lÃngua?
Disse o LuÃs, e eu disse que sim. A gente se aproximou, senti a lÃngua babada dele e, em questão de segundos, me afastei e falei:
-Que nojo!! Que nojo!-
Naquele momento eu parei eAcabou tudo, a gente se levantou entre risadas e nervosismo enquanto se vestia de novo e tudo seguiu como se nada tivesse acontecido.
Mas se tinha rolado alguma coisa, nunca mais se repetiu com o tempo, e eu desde aquele momento já não era mais o mesmo. Morria de medo que o Luis contasse pra alguém sobre a nossa experiência. Toda vez que a gente conversava com algum amigo e o Luis soltava algo tipo— Sabe o que eu e o José fizemos?Eu ficava nervoso achando que ela ia falar alguma coisa e aà ela soltava qualquer besteira tipo "vamos pro mato de bike". Isso aliviava minha taquicardia nervosa na hora.
O tempo foi passando, ela foi esquecendo, mas de vez em quando ainda tinha uns pensamentos molhados com o Luis… nos meus momentos de intimidade, quando eu me masturbava, às vezes imaginava sexo com minas… mas também outras vezes com caras. Hoje em dia meu papel mudou pra caralho, naquela época eu me imaginava sendo ativo e hoje não consigo ser mais passiva… mas o que tá claro é que foi o começo de uma vida cheia de momentos safados e proibidos que faziam da minha vida sexual dupla uma coisa ao mesmo tempo maravilhosa e perturbadora, cheia de contradições.
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