INTRO
- Oi. Eu queria interpretar uma mamãe de classe média, professora, que você quisesse introduzir na prostituição... Bem pesado e sem limites...
*Você seria a mamãe?
- Sim
*Legal. E que tipo de personagem você gostaria que eu interpretasse?
- De cafetão, algum ex-namorado da adolescência... Eugênia a mamãe, 38 anos, professora de jardim de infância, casada, uma filha de 16 anos, Sofia...
*Um ugly bastard tá bom ou alguém com melhor aparência?
- Um cara que agora gerencia uma rede de tráfico de alto nível...
*Mas, se for o caso, eu interpretaria dois personagens—o cafetão e o cliente. Né?
- Ok
*Me parece bem, como seria a parada?
- Corromper a mamãe primeiro... Encontro "casual", com a vítima já estudada pela rede...
*Entendo, me interessa muito... O cafetão: Jonathan. 40 anos, ator pornô e cafetão sempre procurando novas "funcionárias"... Começa você?
- Vai ser meio picado, tô trampando...
*Eu também, sem problema
DESENVOLVIMENTO
- "Preciso chegar em casa rápido" - pensa Eugênia enquanto procura as chaves do carro - Carlos e Sofi devem ter tudo pronto pra gente ir pro litoral no fim de semana
*Jony sai pra caminhar na rua perto do bairro onde Eugênia andava. Por sorte, ele a encontra na rua procurando as chaves do carro. O moreno se aproxima por trás dela e fala com voz de galã: Mas olha só a sorte que eu tenho de trombar essa gostosa na rua
(Me viro assustada e olho pra você)
- Perdão? Te conheço?
*Com a barba e careca não me reconhece, né? Sou eu! Jonathan, lembra?
(O moreno tira os óculos escuros e abre os braços num gesto de boas-vindas. Oferece um sorrisão)
Jonathan, Jonathan, Jonathan... Jony, minha aventura afro, garota! É você?
*Sua "aventura"? Olha só. É assim que você lembra de mim? haha Eu que lembro de você com tanto carinho. Como cê tá?
(O negão se joga em cima de você e te abraça apertado)
*O que me conta? Pra onde cê ia? Eu tava por aqui... Por aqui resolvendo uns negócios
- Para, eu tinha a idade que minha filha tem hoje quando saía com você... trabalho nesta escola (mostra com a cabeça), sou professora, acabei de sair do trampo e vou pra casa...
Então, empresário?
*Então você tem uma filha? Vejo que não perdeu tempo. Me faz sentir mais velho do que sou*
Sim, algo assim. Ia fechar um negócio por aqui perto. Tem um tempinho pra um café ou tá ocupada?
(Se atreve a colocar a mão no ombro dela)
- Me solta que tô na frente da escola... tá bom, mas só um pouquinho. Daqui a pouco vou pra praia com minha família
*Nossa, desculpa. Não quis passar do ponto. Costume do negócio*
(Eugenia ainda não entende o que ele quis dizer com isso. Tira a mão do homem e mostra as palmas em sinal de respeito com um sorriso)
*Sim, fica tranquilo. Pelo menos um pouquinho. Tem um café aqui perto, cê deve conhecer. Vamos*
- Vamos. Vou gostar de saber o que cê fez nesses vinte e tantos anos. Eu casei, tenho uma filha, me formei professora... e tô com muita vontade de tomar uma
*Eita! Nessa hora? Parece que cê tá com sede hehe*
Então melhor irmos naquele barzinho
(O negão aponta um bar pequeno e simples. Ao entrar, todo mundo cumprimenta o Jonathan amigavelmente como se o conhecessem há anos. Sentam e ele pede duas canecas de cerveja)
*É... complicado. Mas vamos dizer que teve tempos difíceis e tive que me virar. Agora tenho meu próprio negócio e tá tudo nos trinques*
(A garçonete traz as canecas e um pouco de amendoim)
Vamos brindar, por esse encontro
(Levanta a caneca esperando o choque)
- Vamos brindar... a primeira vez que tomei cerveja foi com você... que nojo que achei...
Saúde!
(Batem as canecas e o negão bebe metade de um gole)
*Hehe sim, lembro. A carinha que você fazia quando tomava, agora parece que curte.*
Faz tempo que não tomo uma cerveja, agora sou mais do uísque
(Dá mais um gole na caneca)
Então você é professora. Como é Vai com isso?
- Tantas expectativas em cima disso, e a gente ganha dois mangos. Nem foi tão ruim; Carlos, meu marido, é bancário e tem um bom salário, mas...
(O moreno tá prestes a dar o último gole na breja quando uma mina de vinte e poucos anos chega na mesa. Ela é chamativa e tá com uma roupa bem provocante)
J: Agus! Chegou. Que bom te ver
(O moreno abraça ela e a moça tira da bolsa um maço enorme de grana)
A: Digo o mesmo. Aqui tá o que eu te devia
J: Valeu. Te apresento a Euge, uma amiga
Oi, tudo bem, prazer. Você é...
A: Agustina. Um prazer. Trabalho com o Jony
(A moça olha as horas)
A: Adoraria ficar pra bater um papo, mas a verdade é que tenho que ver um cliente daqui a pouco. Então espero que vocês terminem bem o dia
J: Beleza. Vai com Deus. Qualquer coisa, me avisa
A: Sim, sim. Prazer, Euge
(A jovem manda um beijo pro Jony e sai pela porta)
- A mina é meio leve de roupa... então trabalha com você... cê é o quê, cafetão? (dando a entender que era brincadeira)
*É... cê sabe. A gente tem que ganhar o pão como dá
(Toma o que sobrou de cerveja no copo)
É um trabalho como qualquer outro. E a verdade...
(Começa a contar as notas que a Agustina deixou)
...vale a pena, como cê tá vendo
- Não tô te entendendo... sério, qual é o seu negócio? Grana boa pelo que eu vejo
*Como você disse. Sou cafetão, sexy, proxeneta. Chama do que quiser. E a Agus daqui a pouco vai atender um cliente naquele apartamento
(O negro aponta com o dedo um apê na calçada em frente)
Se tudo der certo, semana que vem ela me traz um igual a esses ou até mais. Mas não se preocupa. Ela fica com um maço bem maior pelos serviços dela
- Olha só meu ex-namoradinho... ainda bem que a gente terminou, senão você ia me transformar numa das suas putas (levantando, já querendo ir embora)
*(Antes que você vá ofendida, eu levanto, tiro umas notas do maço, coloco em cima da mesa e guardo o resto dentro da minha calça) (campera)
Mira, Euge, como te fale, é só mais um trampo. E paga bem pra caralho.
Se você tiver a fim de ganhar uma grana extra... É só me mandar um zap que eu resolvo tudo.
(O negão tira um cartão de visita e coloca em cima da mesa)
Foi um prazer te ver. Espero que a gente se encontre de novo.
– Ok, Jony. Vou te ligar, mas não por causa do "trampo"... mas me dá um tesão isso... quero que você me conte.
Volto da praia e te ligo.
*Sim, me chama e a gente conversa sobre o que você quiser.
(O negão se joga de novo na Euge e se enfia num abraço. Ela sente os braços enormes e musculosos dele, nada a ver com os do marido. Ele dá um beijo perto da boca dela e se despede)
Se cuida, doida. Te amo. Espero sua mensagem.
Uns dias depois, mensagem no WhatsApp:
– Oi Jony, sou a Euge, como cê tá...
Quando a gente pode se ver? Quero que você me conte do seu mundo, me dá muito tesão...
Só me contar, nada mais...
Tá claro?
*(O moreno sorri quando olha o celular),
Oi, gostosa. Como cê tá? Como foram as férias?
Olha, fim de semana tô ocupado, mas se você quiser a gente faz igual da outra vez: passo pra te pegar quando você sai do trampo.
(Já mordeu a isca, haha)
– Beleza, Jony, vamos marcar pra terça. Mas me espera no bar; me dá um medo alguém te conhecer, a gente ser visto junto na porta da escola, e pensarem coisas que não são verdade...
*Tá suave, negona. Te espero lá onde a gente foi da outra vez pra tomar umas cervejinhas de boa. Te mando um beijão.
(Chegou a terça...)
– Oi Jony, como cê tá? (beijo no rosto)
Preciso de uma cerveja. Esses putos me fizeram passar um perrengue hoje. Meus pés tão moídos.
*Sério? Que pena que a gente tá aqui. Se tivesse em casa, eu te dava uma daquelas massagens que você tanto gosta.
(Ele puxa a cadeira pra ela sentar)
E aí? Me conta. O que te fez me chamar de novo?
– Vamos direto ao ponto, né? Sim, a praia foi muito gostosa, com pouca gente...
Não, é que me dá muito tesão essa parada sua. Você sabe. Você trabalha com isso, que todas nós mulheres fantasiámos às vezes em ser putas. Depois passa...
Além disso, todas são umas vilarejas, mas me dá tesão saber como elas são submetidas, dominadas...
(Uma garçonete traz para os dois as canecas de chope que Jony tinha pedido antes. Enquanto ele está prestes a dar o primeiro gole na cerveja, o moreno arregala os olhos surpreso com a resposta)
*Olha só a madame. Fantasiando em ser uma putinha kkk
(Ele toma um gole da caneca e continua falando)
A parada é a seguinte. Vem umas minas me procurar que tão precisando de grana. A maioria é vilareja, como você disse. Mas são umas gatas trabalhadoras.
Depois, tem uma ou outra "patricinha", de boa situação financeira, que quer começar a "trabalhar" porque tá entediada.
Tem de tudo, como você pode imaginar.
-Patricinhas que topam dar pra qualquer um??? Isso não existe, não me enche, a não ser que estejam sendo chantageadas...
*Você se surpreenderia com cada história que encontrei desde que comecei nisso.
Não é a única que fantasia em ser putinha...
E sim. Às vezes tenho que dar uma forcinha pra elas aceitarem em alguns casos.
Mas também não deixo qualquer um comer elas, eu cuido das minhas minas. É meu trampo.
-Não sei, não sei... me mostra uma mina igual a mim que trabalhe pra você e que não tenha cara de puta, porque aquela Agustina do outro dia...
*Ei. Não fala mal da Agus que ela é uma mina de aço.
(O negão tira o celular e começa a mostrar alguns perfis)
Essas são algumas que trabalham pra mim. Me diz o que você acha.
(Mostra uma variedade grande de mulheres, de corpos e idades diferentes)
Me diz se alguma delas tem cara de puta como você diz.
-Bom, tem de tudo... mas essas minas devem ter limites, coisas que não deixam fazer com elas, a gente tem nossa dignidade...
*Depende da mina. Cada uma sabe até onde consegue ir. Mas esses limites sempre podem mudar. Né?
(O negão sorri de forma sacana)
Vamos ver. Escolhe uma delas. A que mais te der curiosidade ou chamar sua atenção. atenção
- Essa história de que os limites podem mudar... os meus NÃO. NÃO PERMITO. Ninguém, olha só, a garota do vestido rosa, que antes não permitia e agora permite...
*Abby? Uma mina gente boa, de família com grana. Tava afim de uma aventura e eu dei uma boa pra ela. Não se deixava filmar, não queria dar o cu nem nada de ménage... Mas aos poucos foi gostando. Foi se soltando e agora permite isso e muito mais. (Pega o celular e pesquisa algo rápido. Mostra uma imagem) Essa é a foto que ela usa pra divulgar os serviços dela na internet.
- Deixam se fotografar peladas e filmar? Esse seria um dos meus limites... quer conhecer outros?
*Nonono. Para. Para... Se vamos jogar, vamos jogar direito. (O negão fica sério e junta as mãos, entrelaçando os dedos) Euge. Se você fosse uma profissional do sexo que trabalha pra mim. Qual seria o nome que usaria?
- Ha! Meu "nome de guerra"? Marisa. Adoro. Mas acontece que eu não quero ser "profissional do sexo", nem você me aceitaria com os limites que não negocio... Pode até ter passado pela minha cabeça com a pouca bola que meu marido me dá, mas óbvio, não posso entrar nessa. Sou professora, uma profissional...
*É um jogo, só isso. Por enquanto você não tem coragem, mas... Ainda assim... Quais seriam esses limites que você tanto fala?
- Nunca de joelhos na frente de ninguém, jamais deixo gozarem na minha cara, e sexo anal ou ménage... cê tá sonhando? Viu que não ia servir?
(Jony te olha com os braços cruzados e sorri, meio tentado)
*Você julga demais, Euge. Conheço muita gente interessada nos seus serviços, Marisa. Mesmo com esses limites.
- Ha! Todos os puteiros querem alguma coisa disso. Meu marido dizia que ia pra puteiro quando pedia algo assim e eu mandava ele tomar no cu... E não me chama de Marisa que eu fico nervosa...
*Fica tranquila. Vai ser um segredo entre nós, Maru. Hehe (Dá um bom gole na cerveja dele) Olha. Os homens não querem só coisas putarias. Também procuram mulheres com um corpinho bom, e você você tem o necessário pra ser muito levada em conta..
-Eu te pedi pra não me chamar assim porque parei de ser a Euge, e com o tempo que faz que meu marido não me toca, tô quase aceitando sua proposta; ainda bem que ainda raciocino um pouquinho
(O negão tira um cartão de visitas e uma caneta. Vira o cartão e escreve um endereço no verso. Depois aproxima o cartão de você)
*Eu vou me despedir agora da Euge. Se a Marisa tiver vontade, vai aparecer nesse endereço à meia-noite. Lá a gente vai conversar com ela sobre uma proposta mais... concreta
(Levanta e deixa dinheiro na mesa)
Um prazer, Eugênia, espero te encontrar de novo, fala pra Marisa que espero vê-la hoje à noite.
(Pisca um olho, manda um beijo e vai embora sem te dar chance de responder)
Umas meia hora depois, mensagem no WhatsApp
-Oi Jony, sou a Mar... Euge; não sei o que tá rolando comigo... me deixa pensar se vou... teria que arrumar umas coisas em casa, e pensar... se eu não for, me esquece...ok?
*(Responde na hora)
Você não é obrigada a nada. Mas também não tem nada a perder. Fala pra Mari vir, e ela decide se vale a pena ou não.
(À meia-noite)
-Boa noite. Tô procurando o Jonathan...
(Uma senhora na recepção do prédio te indica em qual apartamento tão te esperando)
**Você é a Marisa, né? O Jony te espera no 2B
-Oi Jony. Vim. Bom, a Marisa veio realizar a fantasia dela. transar com você, e depois some pra sempre. Te falei que faz tempo que ninguém me toca
(No apartamento tem uma luz suave. O Jony faz ela entrar e depois senta numa poltrona aveludada ao lado da cama)
*Bem-vinda, Marisa. Primeiro a gente vai conversar. Senta
(Dá tapinhas na cama)
Quer beber algo?
-Me dá um uísque. Não sei o que tô fazendo aqui. Tô muito nervosa
(O negão pega um copo e serve uma dose com um sorriso)
*Nervosa? Por quê? Não é a primeira vez que você transa, eu pessoalmente cuidei disso na época hehe
É só mais uma experiência. Deixa comigo. Se você achar boa, a gente repete, se não, fica por aqui e ninguém fica sabendo se liga
- Gostou de como vim de puta? Com mini e salto?
*Adoro como você tá. Por que não dá uma voltinha pra eu ver a mercadoria que vou vender?
(O negão senta e faz um gesto com a mão pra você girar devagar)
(Começo a girar e falo)
- Fuck you a volta, mas não sou a mercadoria que você vai vender. Sou a que você vai comprar, e só uma vez...
(O negão sorri e fica excitado)
*Isso a gente vê. De qualquer forma, é bom saber que você se sente mercadoria. Né?
(Faz uma pausa)
Quanto custaria uma hora do seu tempo?
- Além de ser o único cliente da minha vida, você é meu primeiro e último gostoso. Diz você quanto eu valho
*É, olha. Por essa sua bunda eu pagaria até 80 conto. Mas como sou tão bom negociador, vou te arrumar cliente que pague 100 ou 120
- Opa! Mas o Jony falou que tem coisas que eu não faço... só papai-e-mamãe, e uma chupadinha se tiver gorjeta... Jony,... isso a gente combinou...
*Com certeza os números que te falei não são troco comparado ao que a Eugênia ganha como professorinha... (O negão cruza os dedos esperando a resposta)
- (Me desnudo "sensualmente", e sem tirar os sapatos, me jogo na cama e falo: vem, papai, a gente vai se divertir pra caralho
(O negão se joga e começa a acariciar com as mãos fortes)
*Vamos ver o que você tem pra oferecer... puta
(Te beija de boca e massageia seus peitos)
- Para, devagar, meu bem... você vai se divertir, mas eu também quero, não seja tão bruto... você gosta de ganhar beijinhos?
*Mil desculpas. Seu corpo me excita pra caramba
Com certeza seu marido te trata como uma flor. Aqui você vai conhecer coisas mais pesadas, que vão acabar te fazendo gostar
(Começa a beijar seus peitos, sendo mais delicado dessa vez)
- Viu?, agora é diferente... se os clientes fossem assim... mas sei que não
Não
*É... As meninas podem te falar. É como qualquer trabalho. Tem dia bom e tem dia ruim
(Começa a acariciar sua virilha por cima) (da calcinha fio dental)
E me parece que você tá gostando disso
- Sim, ahhhhh, porque agora você tá me tratando bem, ahhhh, e porque é você, mas nos dias ruins, ahhhhhhhhhh......
*(Ele puxa a calcinha fio dental e enfia os dedos na sua buceta. Tá bem molhada)*
Nos dias ruins também... Por que você veio vestida assim então? Não me engana
(Enquanto te beija nos peitos)
Você ficou pensando em mim desde a última vez, né? No meu pau, em ser puta. Em ser comprada por outros homens
(Ele te masturba num ritmo constante)
- Não para, continua, continua, siiiiii, fiquei pensando no seu pau ahĥhh, mas nós dois sabemos que não posso ser putaaaaaa..... sou professora, tenho famíliaaaaaa ahhhh
*Essa patricinha ficou fora deste quarto. Esta é a sua verdadeira eu
Olha como você curte, seu corpo não mente. Sei que pede pelo meu pau, mas preciso que você diga com suas palavras
- Ayyyyyyy, sim Jony, quero seu pauuuuu ayyyyy, me fode, quero ser sua putaaaaaaa
(O negão para de te tocar e se afasta. Fica do lado da cama)
*Não, assim não. Você tem que pedir como uma puta. Me bajula. Me implora um pouco
- Ayyyy, não sei o que você quer que eu faça, vem e me fode, pelo amor de Deeeeeeeusssss
(O negão desafivelou o cinto)
*Abaixa minha calça, tira meu pau. Diz que ele é o melhor, o maior, que você deseja ele. Finge que sou um cliente
(Eu saio da cama, fico do seu lado, fazendo malabarismo tiro sua calça, fodo seu pau e masturbo ele)
- Era isso que você queria? Vamos voltar pra cama... Me fode, pelo amor de Deusssss
*Para, não esquece que essa parada toda é pro meu prazer, não o seu. Então agora você vai ficar de quatro e vai me oferecer essa bucetinha molhada. Pedindo, implorando pra eu meter
(Voltando pra cama, me ajeito de quatro como uma putinha, viro o rosto e falo) Me fode. Joni, me fode por todos os santos, me fode ou eu vazoooo
(O negão não hesita nem um segundo e começa a te penetrar num ritmo rápido. A grossura do pau dele era enorme) comparação com seu marido. Por sorte você estava bem molhada)
*Assim que você gosta, sua puta?*
-Ahhhh, siiiim, assimmm... fazia tempo que não me tratavam assim, adoro ser sua putaaaaa.... me fodeeeeeee....
/Jony começa a bombar com força. Você pode sentir as bolas dele batendo na sua virilha, fazendo um som de palminha/
*Dá pra ver que você gosta, Marisa. Você vai ser de muitos, sob meu comando... vai fazer muita grana... Você vai adorar ser puta, ter um cafetão, já vai ver..*
/O negão tira o membro descomunal de dentro da Marisa e fica a um passo da cama*
*Ajoelha aqui, sua puta, na frente do meu pau. Faz isso agora, Marisa!!! Obedece teu dono!!!*
/Ele aponta o lugar no chão. O pau dele ainda tava duro e encharcado dos seus sucos, pronto pra gozar na sua cara*
- Oi. Eu queria interpretar uma mamãe de classe média, professora, que você quisesse introduzir na prostituição... Bem pesado e sem limites...
*Você seria a mamãe?
- Sim
*Legal. E que tipo de personagem você gostaria que eu interpretasse?
- De cafetão, algum ex-namorado da adolescência... Eugênia a mamãe, 38 anos, professora de jardim de infância, casada, uma filha de 16 anos, Sofia...
*Um ugly bastard tá bom ou alguém com melhor aparência?
- Um cara que agora gerencia uma rede de tráfico de alto nível...
*Mas, se for o caso, eu interpretaria dois personagens—o cafetão e o cliente. Né?
- Ok
*Me parece bem, como seria a parada?
- Corromper a mamãe primeiro... Encontro "casual", com a vítima já estudada pela rede...
*Entendo, me interessa muito... O cafetão: Jonathan. 40 anos, ator pornô e cafetão sempre procurando novas "funcionárias"... Começa você?
- Vai ser meio picado, tô trampando...
*Eu também, sem problema
DESENVOLVIMENTO
- "Preciso chegar em casa rápido" - pensa Eugênia enquanto procura as chaves do carro - Carlos e Sofi devem ter tudo pronto pra gente ir pro litoral no fim de semana
*Jony sai pra caminhar na rua perto do bairro onde Eugênia andava. Por sorte, ele a encontra na rua procurando as chaves do carro. O moreno se aproxima por trás dela e fala com voz de galã: Mas olha só a sorte que eu tenho de trombar essa gostosa na rua
(Me viro assustada e olho pra você)
- Perdão? Te conheço?
*Com a barba e careca não me reconhece, né? Sou eu! Jonathan, lembra?
(O moreno tira os óculos escuros e abre os braços num gesto de boas-vindas. Oferece um sorrisão)
Jonathan, Jonathan, Jonathan... Jony, minha aventura afro, garota! É você?
*Sua "aventura"? Olha só. É assim que você lembra de mim? haha Eu que lembro de você com tanto carinho. Como cê tá?
(O negão se joga em cima de você e te abraça apertado)
*O que me conta? Pra onde cê ia? Eu tava por aqui... Por aqui resolvendo uns negócios
- Para, eu tinha a idade que minha filha tem hoje quando saía com você... trabalho nesta escola (mostra com a cabeça), sou professora, acabei de sair do trampo e vou pra casa...
Então, empresário?
*Então você tem uma filha? Vejo que não perdeu tempo. Me faz sentir mais velho do que sou*
Sim, algo assim. Ia fechar um negócio por aqui perto. Tem um tempinho pra um café ou tá ocupada?
(Se atreve a colocar a mão no ombro dela)
- Me solta que tô na frente da escola... tá bom, mas só um pouquinho. Daqui a pouco vou pra praia com minha família
*Nossa, desculpa. Não quis passar do ponto. Costume do negócio*
(Eugenia ainda não entende o que ele quis dizer com isso. Tira a mão do homem e mostra as palmas em sinal de respeito com um sorriso)
*Sim, fica tranquilo. Pelo menos um pouquinho. Tem um café aqui perto, cê deve conhecer. Vamos*
- Vamos. Vou gostar de saber o que cê fez nesses vinte e tantos anos. Eu casei, tenho uma filha, me formei professora... e tô com muita vontade de tomar uma
*Eita! Nessa hora? Parece que cê tá com sede hehe*
Então melhor irmos naquele barzinho
(O negão aponta um bar pequeno e simples. Ao entrar, todo mundo cumprimenta o Jonathan amigavelmente como se o conhecessem há anos. Sentam e ele pede duas canecas de cerveja)
*É... complicado. Mas vamos dizer que teve tempos difíceis e tive que me virar. Agora tenho meu próprio negócio e tá tudo nos trinques*
(A garçonete traz as canecas e um pouco de amendoim)
Vamos brindar, por esse encontro
(Levanta a caneca esperando o choque)
- Vamos brindar... a primeira vez que tomei cerveja foi com você... que nojo que achei...
Saúde!
(Batem as canecas e o negão bebe metade de um gole)
*Hehe sim, lembro. A carinha que você fazia quando tomava, agora parece que curte.*
Faz tempo que não tomo uma cerveja, agora sou mais do uísque
(Dá mais um gole na caneca)
Então você é professora. Como é Vai com isso?
- Tantas expectativas em cima disso, e a gente ganha dois mangos. Nem foi tão ruim; Carlos, meu marido, é bancário e tem um bom salário, mas...
(O moreno tá prestes a dar o último gole na breja quando uma mina de vinte e poucos anos chega na mesa. Ela é chamativa e tá com uma roupa bem provocante)
J: Agus! Chegou. Que bom te ver
(O moreno abraça ela e a moça tira da bolsa um maço enorme de grana)
A: Digo o mesmo. Aqui tá o que eu te devia
J: Valeu. Te apresento a Euge, uma amiga
Oi, tudo bem, prazer. Você é...
A: Agustina. Um prazer. Trabalho com o Jony
(A moça olha as horas)
A: Adoraria ficar pra bater um papo, mas a verdade é que tenho que ver um cliente daqui a pouco. Então espero que vocês terminem bem o dia
J: Beleza. Vai com Deus. Qualquer coisa, me avisa
A: Sim, sim. Prazer, Euge
(A jovem manda um beijo pro Jony e sai pela porta)
- A mina é meio leve de roupa... então trabalha com você... cê é o quê, cafetão? (dando a entender que era brincadeira)
*É... cê sabe. A gente tem que ganhar o pão como dá
(Toma o que sobrou de cerveja no copo)
É um trabalho como qualquer outro. E a verdade...
(Começa a contar as notas que a Agustina deixou)
...vale a pena, como cê tá vendo
- Não tô te entendendo... sério, qual é o seu negócio? Grana boa pelo que eu vejo
*Como você disse. Sou cafetão, sexy, proxeneta. Chama do que quiser. E a Agus daqui a pouco vai atender um cliente naquele apartamento
(O negro aponta com o dedo um apê na calçada em frente)
Se tudo der certo, semana que vem ela me traz um igual a esses ou até mais. Mas não se preocupa. Ela fica com um maço bem maior pelos serviços dela
- Olha só meu ex-namoradinho... ainda bem que a gente terminou, senão você ia me transformar numa das suas putas (levantando, já querendo ir embora)
*(Antes que você vá ofendida, eu levanto, tiro umas notas do maço, coloco em cima da mesa e guardo o resto dentro da minha calça) (campera)
Mira, Euge, como te fale, é só mais um trampo. E paga bem pra caralho.
Se você tiver a fim de ganhar uma grana extra... É só me mandar um zap que eu resolvo tudo.
(O negão tira um cartão de visita e coloca em cima da mesa)
Foi um prazer te ver. Espero que a gente se encontre de novo.
– Ok, Jony. Vou te ligar, mas não por causa do "trampo"... mas me dá um tesão isso... quero que você me conte.
Volto da praia e te ligo.
*Sim, me chama e a gente conversa sobre o que você quiser.
(O negão se joga de novo na Euge e se enfia num abraço. Ela sente os braços enormes e musculosos dele, nada a ver com os do marido. Ele dá um beijo perto da boca dela e se despede)
Se cuida, doida. Te amo. Espero sua mensagem.
Uns dias depois, mensagem no WhatsApp:
– Oi Jony, sou a Euge, como cê tá...
Quando a gente pode se ver? Quero que você me conte do seu mundo, me dá muito tesão...
Só me contar, nada mais...
Tá claro?
*(O moreno sorri quando olha o celular),
Oi, gostosa. Como cê tá? Como foram as férias?
Olha, fim de semana tô ocupado, mas se você quiser a gente faz igual da outra vez: passo pra te pegar quando você sai do trampo.
(Já mordeu a isca, haha)
– Beleza, Jony, vamos marcar pra terça. Mas me espera no bar; me dá um medo alguém te conhecer, a gente ser visto junto na porta da escola, e pensarem coisas que não são verdade...
*Tá suave, negona. Te espero lá onde a gente foi da outra vez pra tomar umas cervejinhas de boa. Te mando um beijão.
(Chegou a terça...)
– Oi Jony, como cê tá? (beijo no rosto)
Preciso de uma cerveja. Esses putos me fizeram passar um perrengue hoje. Meus pés tão moídos.
*Sério? Que pena que a gente tá aqui. Se tivesse em casa, eu te dava uma daquelas massagens que você tanto gosta.
(Ele puxa a cadeira pra ela sentar)
E aí? Me conta. O que te fez me chamar de novo?
– Vamos direto ao ponto, né? Sim, a praia foi muito gostosa, com pouca gente...
Não, é que me dá muito tesão essa parada sua. Você sabe. Você trabalha com isso, que todas nós mulheres fantasiámos às vezes em ser putas. Depois passa...
Além disso, todas são umas vilarejas, mas me dá tesão saber como elas são submetidas, dominadas...
(Uma garçonete traz para os dois as canecas de chope que Jony tinha pedido antes. Enquanto ele está prestes a dar o primeiro gole na cerveja, o moreno arregala os olhos surpreso com a resposta)
*Olha só a madame. Fantasiando em ser uma putinha kkk
(Ele toma um gole da caneca e continua falando)
A parada é a seguinte. Vem umas minas me procurar que tão precisando de grana. A maioria é vilareja, como você disse. Mas são umas gatas trabalhadoras.
Depois, tem uma ou outra "patricinha", de boa situação financeira, que quer começar a "trabalhar" porque tá entediada.
Tem de tudo, como você pode imaginar.
-Patricinhas que topam dar pra qualquer um??? Isso não existe, não me enche, a não ser que estejam sendo chantageadas...
*Você se surpreenderia com cada história que encontrei desde que comecei nisso.
Não é a única que fantasia em ser putinha...
E sim. Às vezes tenho que dar uma forcinha pra elas aceitarem em alguns casos.
Mas também não deixo qualquer um comer elas, eu cuido das minhas minas. É meu trampo.
-Não sei, não sei... me mostra uma mina igual a mim que trabalhe pra você e que não tenha cara de puta, porque aquela Agustina do outro dia...
*Ei. Não fala mal da Agus que ela é uma mina de aço.
(O negão tira o celular e começa a mostrar alguns perfis)
Essas são algumas que trabalham pra mim. Me diz o que você acha.
(Mostra uma variedade grande de mulheres, de corpos e idades diferentes)
Me diz se alguma delas tem cara de puta como você diz.
-Bom, tem de tudo... mas essas minas devem ter limites, coisas que não deixam fazer com elas, a gente tem nossa dignidade...
*Depende da mina. Cada uma sabe até onde consegue ir. Mas esses limites sempre podem mudar. Né?
(O negão sorri de forma sacana)
Vamos ver. Escolhe uma delas. A que mais te der curiosidade ou chamar sua atenção. atenção
- Essa história de que os limites podem mudar... os meus NÃO. NÃO PERMITO. Ninguém, olha só, a garota do vestido rosa, que antes não permitia e agora permite...
*Abby? Uma mina gente boa, de família com grana. Tava afim de uma aventura e eu dei uma boa pra ela. Não se deixava filmar, não queria dar o cu nem nada de ménage... Mas aos poucos foi gostando. Foi se soltando e agora permite isso e muito mais. (Pega o celular e pesquisa algo rápido. Mostra uma imagem) Essa é a foto que ela usa pra divulgar os serviços dela na internet.
- Deixam se fotografar peladas e filmar? Esse seria um dos meus limites... quer conhecer outros?
*Nonono. Para. Para... Se vamos jogar, vamos jogar direito. (O negão fica sério e junta as mãos, entrelaçando os dedos) Euge. Se você fosse uma profissional do sexo que trabalha pra mim. Qual seria o nome que usaria?
- Ha! Meu "nome de guerra"? Marisa. Adoro. Mas acontece que eu não quero ser "profissional do sexo", nem você me aceitaria com os limites que não negocio... Pode até ter passado pela minha cabeça com a pouca bola que meu marido me dá, mas óbvio, não posso entrar nessa. Sou professora, uma profissional...
*É um jogo, só isso. Por enquanto você não tem coragem, mas... Ainda assim... Quais seriam esses limites que você tanto fala?
- Nunca de joelhos na frente de ninguém, jamais deixo gozarem na minha cara, e sexo anal ou ménage... cê tá sonhando? Viu que não ia servir?
(Jony te olha com os braços cruzados e sorri, meio tentado)
*Você julga demais, Euge. Conheço muita gente interessada nos seus serviços, Marisa. Mesmo com esses limites.
- Ha! Todos os puteiros querem alguma coisa disso. Meu marido dizia que ia pra puteiro quando pedia algo assim e eu mandava ele tomar no cu... E não me chama de Marisa que eu fico nervosa...
*Fica tranquila. Vai ser um segredo entre nós, Maru. Hehe (Dá um bom gole na cerveja dele) Olha. Os homens não querem só coisas putarias. Também procuram mulheres com um corpinho bom, e você você tem o necessário pra ser muito levada em conta..
-Eu te pedi pra não me chamar assim porque parei de ser a Euge, e com o tempo que faz que meu marido não me toca, tô quase aceitando sua proposta; ainda bem que ainda raciocino um pouquinho
(O negão tira um cartão de visitas e uma caneta. Vira o cartão e escreve um endereço no verso. Depois aproxima o cartão de você)
*Eu vou me despedir agora da Euge. Se a Marisa tiver vontade, vai aparecer nesse endereço à meia-noite. Lá a gente vai conversar com ela sobre uma proposta mais... concreta
(Levanta e deixa dinheiro na mesa)
Um prazer, Eugênia, espero te encontrar de novo, fala pra Marisa que espero vê-la hoje à noite.
(Pisca um olho, manda um beijo e vai embora sem te dar chance de responder)
Umas meia hora depois, mensagem no WhatsApp
-Oi Jony, sou a Mar... Euge; não sei o que tá rolando comigo... me deixa pensar se vou... teria que arrumar umas coisas em casa, e pensar... se eu não for, me esquece...ok?
*(Responde na hora)
Você não é obrigada a nada. Mas também não tem nada a perder. Fala pra Mari vir, e ela decide se vale a pena ou não.
(À meia-noite)
-Boa noite. Tô procurando o Jonathan...
(Uma senhora na recepção do prédio te indica em qual apartamento tão te esperando)
**Você é a Marisa, né? O Jony te espera no 2B
-Oi Jony. Vim. Bom, a Marisa veio realizar a fantasia dela. transar com você, e depois some pra sempre. Te falei que faz tempo que ninguém me toca
(No apartamento tem uma luz suave. O Jony faz ela entrar e depois senta numa poltrona aveludada ao lado da cama)
*Bem-vinda, Marisa. Primeiro a gente vai conversar. Senta
(Dá tapinhas na cama)
Quer beber algo?
-Me dá um uísque. Não sei o que tô fazendo aqui. Tô muito nervosa
(O negão pega um copo e serve uma dose com um sorriso)
*Nervosa? Por quê? Não é a primeira vez que você transa, eu pessoalmente cuidei disso na época hehe
É só mais uma experiência. Deixa comigo. Se você achar boa, a gente repete, se não, fica por aqui e ninguém fica sabendo se liga
- Gostou de como vim de puta? Com mini e salto?
*Adoro como você tá. Por que não dá uma voltinha pra eu ver a mercadoria que vou vender?
(O negão senta e faz um gesto com a mão pra você girar devagar)
(Começo a girar e falo)
- Fuck you a volta, mas não sou a mercadoria que você vai vender. Sou a que você vai comprar, e só uma vez...
(O negão sorri e fica excitado)
*Isso a gente vê. De qualquer forma, é bom saber que você se sente mercadoria. Né?
(Faz uma pausa)
Quanto custaria uma hora do seu tempo?
- Além de ser o único cliente da minha vida, você é meu primeiro e último gostoso. Diz você quanto eu valho
*É, olha. Por essa sua bunda eu pagaria até 80 conto. Mas como sou tão bom negociador, vou te arrumar cliente que pague 100 ou 120
- Opa! Mas o Jony falou que tem coisas que eu não faço... só papai-e-mamãe, e uma chupadinha se tiver gorjeta... Jony,... isso a gente combinou...
*Com certeza os números que te falei não são troco comparado ao que a Eugênia ganha como professorinha... (O negão cruza os dedos esperando a resposta)
- (Me desnudo "sensualmente", e sem tirar os sapatos, me jogo na cama e falo: vem, papai, a gente vai se divertir pra caralho
(O negão se joga e começa a acariciar com as mãos fortes)
*Vamos ver o que você tem pra oferecer... puta
(Te beija de boca e massageia seus peitos)
- Para, devagar, meu bem... você vai se divertir, mas eu também quero, não seja tão bruto... você gosta de ganhar beijinhos?
*Mil desculpas. Seu corpo me excita pra caramba
Com certeza seu marido te trata como uma flor. Aqui você vai conhecer coisas mais pesadas, que vão acabar te fazendo gostar
(Começa a beijar seus peitos, sendo mais delicado dessa vez)
- Viu?, agora é diferente... se os clientes fossem assim... mas sei que não
Não
*É... As meninas podem te falar. É como qualquer trabalho. Tem dia bom e tem dia ruim
(Começa a acariciar sua virilha por cima) (da calcinha fio dental)
E me parece que você tá gostando disso
- Sim, ahhhhh, porque agora você tá me tratando bem, ahhhh, e porque é você, mas nos dias ruins, ahhhhhhhhhh......
*(Ele puxa a calcinha fio dental e enfia os dedos na sua buceta. Tá bem molhada)*
Nos dias ruins também... Por que você veio vestida assim então? Não me engana
(Enquanto te beija nos peitos)
Você ficou pensando em mim desde a última vez, né? No meu pau, em ser puta. Em ser comprada por outros homens
(Ele te masturba num ritmo constante)
- Não para, continua, continua, siiiiii, fiquei pensando no seu pau ahĥhh, mas nós dois sabemos que não posso ser putaaaaaa..... sou professora, tenho famíliaaaaaa ahhhh
*Essa patricinha ficou fora deste quarto. Esta é a sua verdadeira eu
Olha como você curte, seu corpo não mente. Sei que pede pelo meu pau, mas preciso que você diga com suas palavras
- Ayyyyyyy, sim Jony, quero seu pauuuuu ayyyyy, me fode, quero ser sua putaaaaaaa
(O negão para de te tocar e se afasta. Fica do lado da cama)
*Não, assim não. Você tem que pedir como uma puta. Me bajula. Me implora um pouco
- Ayyyy, não sei o que você quer que eu faça, vem e me fode, pelo amor de Deeeeeeeusssss
(O negão desafivelou o cinto)
*Abaixa minha calça, tira meu pau. Diz que ele é o melhor, o maior, que você deseja ele. Finge que sou um cliente
(Eu saio da cama, fico do seu lado, fazendo malabarismo tiro sua calça, fodo seu pau e masturbo ele)
- Era isso que você queria? Vamos voltar pra cama... Me fode, pelo amor de Deusssss
*Para, não esquece que essa parada toda é pro meu prazer, não o seu. Então agora você vai ficar de quatro e vai me oferecer essa bucetinha molhada. Pedindo, implorando pra eu meter
(Voltando pra cama, me ajeito de quatro como uma putinha, viro o rosto e falo) Me fode. Joni, me fode por todos os santos, me fode ou eu vazoooo
(O negão não hesita nem um segundo e começa a te penetrar num ritmo rápido. A grossura do pau dele era enorme) comparação com seu marido. Por sorte você estava bem molhada)
*Assim que você gosta, sua puta?*
-Ahhhh, siiiim, assimmm... fazia tempo que não me tratavam assim, adoro ser sua putaaaaa.... me fodeeeeeee....
/Jony começa a bombar com força. Você pode sentir as bolas dele batendo na sua virilha, fazendo um som de palminha/
*Dá pra ver que você gosta, Marisa. Você vai ser de muitos, sob meu comando... vai fazer muita grana... Você vai adorar ser puta, ter um cafetão, já vai ver..*
/O negão tira o membro descomunal de dentro da Marisa e fica a um passo da cama*
*Ajoelha aqui, sua puta, na frente do meu pau. Faz isso agora, Marisa!!! Obedece teu dono!!!*
/Ele aponta o lugar no chão. O pau dele ainda tava duro e encharcado dos seus sucos, pronto pra gozar na sua cara*
0 comentários - Segue ele, rolezão...