Na minha juventude, no fim dos anos 80 e começo dos 90, a gente tinha um ditado que dizia que a irmã e a namorada de um amigo tinham bigode. Então ficava claro que nunca se chegava na irmã nem na namorada de um amigo. De qualquer forma, eu tinha como regra não comer nenhuma gostosa se conhecesse o parceiro dela. Mas toda regra tem sua exceção. Manuel, um amigo do grupo que às vezes se reunia pra comer ou sair pra farra, começou a namorar uma mina que tinha um corpão do caralho. Ela era tipo a Andrea Rincón da época, e também se chamava Andrea. Peitões enormes, um corpo de dar água na boca e uma voz rouca, parecia um cara. Ao mesmo tempo, a voz combinava com o jeito dela, porque era meio malandra; depois de bater um papo com ela, parecia o tipo de pessoa com quem você adoraria sentar pra tomar umas cervejas. O Manuel contava que ela comia como uma deusa e não tinha problema de fazer em qualquer lugar. Mais de uma vez ele comeu ela num corredor, enquanto os pais da Andrea viam TV do outro lado da porta. Andrea, com tudo que tinha de deusa do sexo, às vezes estragava com umas coisas meio bizarras, quase nojentas. Um dia ela tava cortando alface pra uma salada e um mosquito pousou no braço dela; ela matou o bicho batendo com a lâmina da faca no braço e depois continuou cortando alface como se nada tivesse acontecido. Óbvio que, vendo aquilo, não comi salada. O grupo inteiro ficava de pau duro pela Andrea, mas por respeito ao Manuel, a gente tratava ela como se tivesse bigode. Um dia, um conhecido do bairro ia casar e convidou todo o grupo de amigos. Na noite da festa, tava um calor do caralho, eu não tava muito a fim de ir e não tinha namorada pra levar. Então, já em cima da hora, me vesti elegante, peguei minha moto e fui pra festa. Quando cheguei, encontrei meu grupinho de amigos, e lá estava a Andrea, sozinha. Ela tava com um vestido deslumbrante que deixava os peitões enormes bem à mostra, sem sutiã, e os bicos marcavam tudo. Nas costas, tinha um decote imenso que ia quase até o começo da Booty tava uma delícia, muito gostosa. Mas não via meu amigo Manuel. Quando perguntei por ele, apontaram onde ele tava. Ele tava com outro grupo de amigos, conversando com eles. Nesse grupo tava uma prima do Manuel. A Susy era uma ruiva, vinha de uma família com muita grana, então sempre se vestia muito bem e isso fazia ela parecer muito gostosa. Eu não conhecia ela muito bem, mas ela tinha fama de que quando botava o olho num cara, com certeza pegava ele. Depois de um tempo, Manuel não vinha pro nosso grupo e não fazia outra coisa senão ficar com a prima. Nem dava bola pra namorada dele. Chegou a hora de sentar na mesa e Manuel voltou pra gente. Antes de sentar, Manuel e Andrea saíram pro parque e dava pra ver que eles tavam discutindo. Quando ela voltou pra mesa, Andrea não falava muito e tava com uma cara de bunda enorme. Quase sem falar nada na mesa, Andrea só bebia cerveja e vinho. Até chegar a hora da valsa, Manuel e Andrea não trocavam palavra na mesa e ela continuava bebendo. Quando chegou a hora do Manuel dançar a valsa com a noiva do casamento, depois de dançar, ele não voltou pra mesa e foi pra mesa da prima. Quando a música começou, ele tirou ela pra dançar. Andrea olhava pra eles com uma cara de ódio terrível. Eu dei umas voltas e de repente olhei pra mesa e a Andrea tava sentada sozinha. Sentei um pouco do lado dela pra fazer companhia, mas ela não falava muito. Tava fervendo de raiva. Eu tava cansado e, verdade seja dita, não sou muito de dançar, então resolvi voltar pra casa. Enquanto me despedia dos anfitriões da festa, vi uma confusão num canto da festa. Aparentemente era a Andrea e o Manuel discutindo. Não dei muita importância e fui embora. Bem na hora que tava subindo na minha moto, o Manuel vem na minha direção e me pede por favor se posso levar a Andrea pra casa dela. — Por favor, leva ela pra casa que ela tá meio bêbada. — Vou pegar minha prima, me disse o Manuel. Sem me deixar responder que sim, ele trouxe a Andrea. Não sei como ela conseguiu subir na moto com a saia curta do vestido. A Andrea sentou atrás de mim e eu podia sentir que ela tava chorando. Naquela época a gente não usava capacete, então antes de ligar a moto eu conseguia ouvir ela chorando atrás de mim. Assim que eu liguei a moto, ela passou os braços na minha cintura pra não cair. Na primeira freada numa esquina, eu senti os peitos dela encostando nas minhas costas. Depois de alguns minutos, ela parou de chorar e começou a falar comigo. Ela não parava de xingar o Manuel e me dizer que todo mundo tinha percebido que ele ia comer a prima dele. Ela falava perto do meu ouvido e tava me hipnotizando com o perfume dela e aquela voz rouca. De repente, ela me perguntou:
— O Manuel te mandou me levar pra casa pra ele poder foder a prima?
Eu não respondia nada. E ela começou a massagear minhas pernas e continuava perguntando. Até que ela enfiou uma mão na minha virilha e tentou massagear meu pau. Eu continuei sem trair meu amigo, mas ela não parava de apertar meu pau e seguia perguntando. Até que eu respondi que sim, ela tava certa no que perguntava. Aí ela começou a gritar que ele era um filho da puta, um degenerado por comer a própria prima. Na verdade, não era prima direta, era tipo prima de segundo grau. Ela não parava de xingar o Manuel. Mas também não parava de pegar no meu pau, que já tava duro e bem ereto. Toda vez que dava, eu freava pra sentir os peitos dela nas minhas costas. Mas já nem precisava mais, porque ela me abraçava mais forte e encostava eles ainda mais nas minhas costas.
Quando parei num semáforo, eu quebrei a regra de que namorada de amigo tem bigode e eu barbeio. Estiquei a mão pra trás e apertei as pernas dela. Depois virei a cabeça pra trás igual o exorcista e ela me beijou. Quando o sinal ficou verde, arranquei bem devagar e com uma mão continuei tocando a perna da Andrea. Então a Andrea, com aquela voz de bandida, me disse:
— Vamos pra um motel e foder.
Eu queria me matar, não tinha um puto no bolso. Não imaginava que depois de ir num casamento, ia sair uma foda não programada. Falei que não tinha grana e ela me disse:
—Me leva pra algum lugar onde você possa me comer.
Aquela voz rouca pedindo pra ser comida me fez pirar a cabeça.
Enquanto pensava pra onde ir, lembrei de um lugar perto da casa dela.
Do lado do aeroporto de Don Torcuato tinha uma empresa que também tinha uma entrada pelos fundos, e uma rua que dava a volta no quarteirão inteiro, com a única saída sendo a entrada dos fundos dessa empresa.
Mesmo sendo bem iluminado, quase ninguém conhecia aquele lugar e não tinha segurança.
Imagino que hoje deve estar cheio de câmeras e com o acesso fechado.
No caminho, toda vez que parávamos num semáforo, a gente se beijava e ela não parava de tentar me mastigar o pau por cima da calça.
Quando chegamos no lugar, estacionei em qualquer canto, porque a luz não importava muito já que estava amanhecendo.
Mal descemos da moto, começamos a nos beijar feito loucos.
Ela beijava muito bem. Tinha a língua bem dura e percorria toda a minha boca, enchendo ela de saliva.
Eu meti a mão nos peitos dela e tirei eles pra fora do vestido.
Assim que ficaram de fora, baixei a cabeça e me agarrei nos bicos dela como se fosse um bebê.
Ela gemia e apertava minha cabeça contra os peitos dela pra eu chupar mais forte.
Minhas mãos percorriam as costas nuas dela e desceram até a bunda, levantando a saia do vestido.
Aí percebi que ela não tava de calcinha.
Então levei a mão pra frente e, quando meus dedos começaram a abrir caminho pelos pelos da buceta dela, ao tocar o clitóris e tentar enfiar um dedo na pussy dela, toquei num fio saindo da pussy dela.
Aí percebi que ela tava menstruada e tinha um absorvente interno.
Continuei tocando o clitóris dela, pensando que um cavalheiro não tem medo de sujar a espada de sangue.
Então ela se virou, me deu as costas e, apoiada na minha moto, se inclinou pra frente e levantou a saia, enrolando ela junto com o resto do vestido.
Ficou assim, apoiada na minha moto, semi nua.
Ela se lambuzou bem. Passei a mão e deslizei pelo cu dela. Eu me abaixei, desabotoei a calça e tirei a pica pra fora, e ela de novo meteu os dedos na boca, lambuzou de saliva e passou no cu dela. Depois pegou minha pica e encostou na porta do rabo dela. Com a voz rouca e peculiar, ela falou: — Deixa comigo. Devagar e com cuidado, enfiou a pica no cu. Abriu bem as pernas e empinou mais a raba pra fora, pra minha pica entrar fundo até o talo. Peguei o cabelo dela, enrolei na minha mão e comecei a meter. Na terceira enfiada, ela começou a gritar: — Tira rápido, vai, tira, por favor, tira a pica. Não entendi direito o que tava rolando e, surpreso com a situação, tirei a pica. Aí ela abriu mais as pernas e eu vi que do cu dela começou a sair um tolete bem duro. O cu dela se contraía e cada vez mais aparecia um tolete preto e fumegante. De repente, ela se agachou e eu me afastei pra trás, e pude ver como um tolete preto e quente pendia cada vez mais do cu dela. Até que ela fez uma última força e o bosta caiu no chão, e ficou lá soltando vapor. Eu tava pasmo, com a pica balançando. A cena era bizarra: ela cagando na rua e eu atrás dela com a pica meia-bomba. Nunca tinha visto alguém cagar assim ao vivo, aquele cu que era perfeito tava soltando um tolete e aquilo parecia sexy. Não sei por que, mas isso me excitou e minha pica ficou dura de novo, e quando ela se levantou, não deixei ela pensar duas vezes: agarrei ela pela cintura e enfiei a pica de novo no cu. Custou a entrar porque o tolete saiu limpinho e deixou o cu seco. Ela, sem falar nada, se apoiou direitinho na moto, deixando o cu à mercê da minha pica. Não passou de 2 ou 3 bombadas e eu joguei toda a porra no cu dela. Parece que o cu tinha dilatado bem, porque mesmo com a pica meia-bomba, continuei metendo até ela ficar dura de novo. De novo eu tava bem enfiado nela, e enquanto eu metia forte, ela não parava de xingar o Manuel e falar que ia comer ele. Todos os amigos dele. Bem na hora que eu ia gozar, vejo uns faróis de carro virando na esquina, prontos pra nos ver seminuas. Então tirei rápido minha pica do cu dela e ajeitamos a roupa na correria. Quando o carro virou, só viram a gente subindo na moto rapidão. O carro passou do nosso lado e eu vi um casal lá dentro. Pelo visto, não era o único que tava naquele lugar pra transar. Subimos na moto e depois deixei ela em casa. Ela se despediu com um beijo tímido na bochecha. Dias depois, encontrei o Manuel e eu nem queria olhar pra ele. Ele me cumprimentou como se nada tivesse acontecido e já foi dizendo: — Imagino que você não foi otário e comeu a Andrea na outra noite, né? O medo tomou conta de mim e eu não sabia o que responder, pensando que a Andrea tinha contado alguma coisa. Mesmo assim, respondi que NÃO. — Come ela tranquilo, a gente não é mais namorados, ele terminou dizendo e seguiu o caminho dele. Isso tirou um peso das minhas costas, porque a regra do bigode com as namoradas dos amigos não valia nesse caso, já que o Manuel, pelo visto, só via a Andrea como uma foda fixa. O que nunca entendi, depois de ter comido a Andrea várias vezes e, depois, a Susy também, era como o Manuel podia trocar a Andrea pela Susy. A Susy era aquela gatinha que pintava a vida dela como uma devoradora de homens e super transante, mas era a clássica mina que, quando tava te chupando, parava se sentisse que tava saindo líquido da pica, e quando transava, parecia que você tava comendo uma morta que só ficava de barriga pra cima e abria as pernas. Enquanto a Andrea te dava umas fodas do caralho e, se pudesse, fazia o salto do guarda-roupa ou do ventilador de teto ligado. Ela te comia até com um tolete fumegante no chão que tinha largado segundos antes.
— O Manuel te mandou me levar pra casa pra ele poder foder a prima?
Eu não respondia nada. E ela começou a massagear minhas pernas e continuava perguntando. Até que ela enfiou uma mão na minha virilha e tentou massagear meu pau. Eu continuei sem trair meu amigo, mas ela não parava de apertar meu pau e seguia perguntando. Até que eu respondi que sim, ela tava certa no que perguntava. Aí ela começou a gritar que ele era um filho da puta, um degenerado por comer a própria prima. Na verdade, não era prima direta, era tipo prima de segundo grau. Ela não parava de xingar o Manuel. Mas também não parava de pegar no meu pau, que já tava duro e bem ereto. Toda vez que dava, eu freava pra sentir os peitos dela nas minhas costas. Mas já nem precisava mais, porque ela me abraçava mais forte e encostava eles ainda mais nas minhas costas.
Quando parei num semáforo, eu quebrei a regra de que namorada de amigo tem bigode e eu barbeio. Estiquei a mão pra trás e apertei as pernas dela. Depois virei a cabeça pra trás igual o exorcista e ela me beijou. Quando o sinal ficou verde, arranquei bem devagar e com uma mão continuei tocando a perna da Andrea. Então a Andrea, com aquela voz de bandida, me disse:
— Vamos pra um motel e foder.
Eu queria me matar, não tinha um puto no bolso. Não imaginava que depois de ir num casamento, ia sair uma foda não programada. Falei que não tinha grana e ela me disse:
—Me leva pra algum lugar onde você possa me comer.
Aquela voz rouca pedindo pra ser comida me fez pirar a cabeça.
Enquanto pensava pra onde ir, lembrei de um lugar perto da casa dela.
Do lado do aeroporto de Don Torcuato tinha uma empresa que também tinha uma entrada pelos fundos, e uma rua que dava a volta no quarteirão inteiro, com a única saída sendo a entrada dos fundos dessa empresa.
Mesmo sendo bem iluminado, quase ninguém conhecia aquele lugar e não tinha segurança.
Imagino que hoje deve estar cheio de câmeras e com o acesso fechado.
No caminho, toda vez que parávamos num semáforo, a gente se beijava e ela não parava de tentar me mastigar o pau por cima da calça.
Quando chegamos no lugar, estacionei em qualquer canto, porque a luz não importava muito já que estava amanhecendo.
Mal descemos da moto, começamos a nos beijar feito loucos.
Ela beijava muito bem. Tinha a língua bem dura e percorria toda a minha boca, enchendo ela de saliva.
Eu meti a mão nos peitos dela e tirei eles pra fora do vestido.
Assim que ficaram de fora, baixei a cabeça e me agarrei nos bicos dela como se fosse um bebê.
Ela gemia e apertava minha cabeça contra os peitos dela pra eu chupar mais forte.
Minhas mãos percorriam as costas nuas dela e desceram até a bunda, levantando a saia do vestido.
Aí percebi que ela não tava de calcinha.
Então levei a mão pra frente e, quando meus dedos começaram a abrir caminho pelos pelos da buceta dela, ao tocar o clitóris e tentar enfiar um dedo na pussy dela, toquei num fio saindo da pussy dela.
Aí percebi que ela tava menstruada e tinha um absorvente interno.
Continuei tocando o clitóris dela, pensando que um cavalheiro não tem medo de sujar a espada de sangue.
Então ela se virou, me deu as costas e, apoiada na minha moto, se inclinou pra frente e levantou a saia, enrolando ela junto com o resto do vestido.
Ficou assim, apoiada na minha moto, semi nua.
Ela se lambuzou bem. Passei a mão e deslizei pelo cu dela. Eu me abaixei, desabotoei a calça e tirei a pica pra fora, e ela de novo meteu os dedos na boca, lambuzou de saliva e passou no cu dela. Depois pegou minha pica e encostou na porta do rabo dela. Com a voz rouca e peculiar, ela falou: — Deixa comigo. Devagar e com cuidado, enfiou a pica no cu. Abriu bem as pernas e empinou mais a raba pra fora, pra minha pica entrar fundo até o talo. Peguei o cabelo dela, enrolei na minha mão e comecei a meter. Na terceira enfiada, ela começou a gritar: — Tira rápido, vai, tira, por favor, tira a pica. Não entendi direito o que tava rolando e, surpreso com a situação, tirei a pica. Aí ela abriu mais as pernas e eu vi que do cu dela começou a sair um tolete bem duro. O cu dela se contraía e cada vez mais aparecia um tolete preto e fumegante. De repente, ela se agachou e eu me afastei pra trás, e pude ver como um tolete preto e quente pendia cada vez mais do cu dela. Até que ela fez uma última força e o bosta caiu no chão, e ficou lá soltando vapor. Eu tava pasmo, com a pica balançando. A cena era bizarra: ela cagando na rua e eu atrás dela com a pica meia-bomba. Nunca tinha visto alguém cagar assim ao vivo, aquele cu que era perfeito tava soltando um tolete e aquilo parecia sexy. Não sei por que, mas isso me excitou e minha pica ficou dura de novo, e quando ela se levantou, não deixei ela pensar duas vezes: agarrei ela pela cintura e enfiei a pica de novo no cu. Custou a entrar porque o tolete saiu limpinho e deixou o cu seco. Ela, sem falar nada, se apoiou direitinho na moto, deixando o cu à mercê da minha pica. Não passou de 2 ou 3 bombadas e eu joguei toda a porra no cu dela. Parece que o cu tinha dilatado bem, porque mesmo com a pica meia-bomba, continuei metendo até ela ficar dura de novo. De novo eu tava bem enfiado nela, e enquanto eu metia forte, ela não parava de xingar o Manuel e falar que ia comer ele. Todos os amigos dele. Bem na hora que eu ia gozar, vejo uns faróis de carro virando na esquina, prontos pra nos ver seminuas. Então tirei rápido minha pica do cu dela e ajeitamos a roupa na correria. Quando o carro virou, só viram a gente subindo na moto rapidão. O carro passou do nosso lado e eu vi um casal lá dentro. Pelo visto, não era o único que tava naquele lugar pra transar. Subimos na moto e depois deixei ela em casa. Ela se despediu com um beijo tímido na bochecha. Dias depois, encontrei o Manuel e eu nem queria olhar pra ele. Ele me cumprimentou como se nada tivesse acontecido e já foi dizendo: — Imagino que você não foi otário e comeu a Andrea na outra noite, né? O medo tomou conta de mim e eu não sabia o que responder, pensando que a Andrea tinha contado alguma coisa. Mesmo assim, respondi que NÃO. — Come ela tranquilo, a gente não é mais namorados, ele terminou dizendo e seguiu o caminho dele. Isso tirou um peso das minhas costas, porque a regra do bigode com as namoradas dos amigos não valia nesse caso, já que o Manuel, pelo visto, só via a Andrea como uma foda fixa. O que nunca entendi, depois de ter comido a Andrea várias vezes e, depois, a Susy também, era como o Manuel podia trocar a Andrea pela Susy. A Susy era aquela gatinha que pintava a vida dela como uma devoradora de homens e super transante, mas era a clássica mina que, quando tava te chupando, parava se sentisse que tava saindo líquido da pica, e quando transava, parecia que você tava comendo uma morta que só ficava de barriga pra cima e abria as pernas. Enquanto a Andrea te dava umas fodas do caralho e, se pudesse, fazia o salto do guarda-roupa ou do ventilador de teto ligado. Ela te comia até com um tolete fumegante no chão que tinha largado segundos antes.
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