Palmira, minha sogra, é uma senhora que mal tinha chegado aos quarenta e dois anos quando foi surpreendida pela morte repentina do marido, vítima de uma doença coronariana. Ela tinha se casado aos dezoito anos, por causa de uma gravidez indesejada, que resultou no nascimento da que hoje é minha esposa, Elena.
Depois de se casar com o pai da minha mulher, a Palmira logo se viu sendo mãe, com apenas dezenove anos. A partir daí, teve que lidar também com a parada de conciliar o trampo com a maternidade, e a doença do marido Daniel, que piorou com vários problemas respiratórios. Embora nos primeiros dez anos o casamento tenha tido uma certa estabilidade e eles tenham conseguido curtir, a partir do décimo primeiro ano, uma série de rolos por causa da doença do marido fizeram a vida dela complicar pra caralho. Isso impediu que pensassem em ter mais filhos, e se dedicaram de corpo e alma a cuidar da minha esposa, a Elena.
Meu casamento com Elena, ela com apenas vinte anos, deu um certo alívio pra minha sogra Palmira, que achou que os problemas dela estavam se resolvendo. O marido dela começou a melhorar fisicamente, e nos três anos seguintes, eles aproveitaram uns anos de tranquilidade, podendo fazer várias viagens pro exterior. Palmira era uma mulher que, aos seus quarenta e dois anos, ainda mantinha um corpo jovem, meio magrinho, com bastante curva, 1,70 de altura, uns peitos um pouco grandes, mas nem por isso deixavam de ser firmes apesar da primeira gravidez; cabelo castanho e uns olhos claros-escuros que se destacavam num rosto bem bonito, e extremamente gostosa.
Lembro que no casamento da filha dela, meus sogros foram os padrinhos. Minha sogra se vestiu de um jeito que parecia tão gostosa ou mais que a própria filha. Não à toa, choveram elogios pra ela durante a cerimônia, porque ela tava realmente muito elegante e linda. Por vários motivos, desde o começo eu já tinha caído nas graças da minha sogra, e a gente tinha uma confiança danada, a ponto dela me contar vários segredos sobre ela mesma.
Mas o destino daquela mulher era cheio de altos e baixos, e três anos depois do nosso casamento, aconteceu a morte do marido dela. Minha esposa me ligou, chorando, anunciando o falecimento súbito do pai dela, por causa de uma parada cardíaca devido ao problema coronário dele. Aquilo foi um verdadeiro baque pra minha esposa, do qual ela ainda não se recuperou. E a mãe dela, Dona Palmira, caiu numa depressão, sem conseguir digerir o desfecho terrível da morte do marido. Não só estava triste, mas mudou o jeito dela, ficando totalmente apagada e sem vontade de viver. Não parava de chorar e reclamar da má sorte. Por recomendação do médico de atenção primária do posto de saúde, minha esposa levou a mãe dela pra uma consulta com um psiquiatra particular, já que parecia estar num estado de depressão bem pesado. O psiquiatra era um médico com alguns anos de experiência profissional e, depois das primeiras visitas, receitou um tratamento à base de remédios antidepressivos e umas técnicas de relaxamento.
Apesar de que no começo ela mostrou algumas mudanças, elas foram bem pequenas, o que deixou minha esposa preocupada de novo. Já tinha passado um ano da morte do pai dela e a mãe continuava mergulhada no próprio mundo. Cansada da falta de progresso da mãe, minha esposa decidiu levá-la a um psiquiatra que tava se destacando por usar umas técnicas quase revolucionárias no tratamento dos pacientes. Depois das primeiras consultas com esse psiquiatra, na última, percebi que minha esposa chegou em casa meio preocupada. No começo, achei que o psiquiatra tinha diagnosticado algo ruim. Sentado à mesa, perguntei: "Por que você tá tão triste? O que o psiquiatra disse? Sua mãe tá tão mal assim?" Minha mulher sentou, me olhou com uma cara de aperto, e respondeu: — Ah, Lucio. Tô chocada! Não consigo acreditar no que o psiquiatra me contou! Acontece que, depois de terminar a consulta com a mamãe, o médico me chamou de lado, e você não vai acreditar no que ele falou. O que ele me disse me deixou consternada e alucinada.
—Mas é tão grave assim? — perguntei, realmente preocupado. Palmira respirou fundo e começou a inspirar devagar, pra depois me responder: — Acredita que ele não teve ideia melhor do que me dizer que “minha mãe precisa é de umas boas transas”? Até eu fiquei perplexo. Não esperava mesmo um tratamento daquele. Pois é, bem revolucionário! Fiquei surpreso também, e falei: — Caramba, esse psiquiatra é bem inovador! Mas tem certeza que ele disse que ela precisava transar? Ela me olhou, ficando vermelha, como se tivesse vergonha de responder: — Ele deixou bem claro. Dá pra acreditar?
Depois, ela fica meio pensativa e completa: Ele me disse que o problema é que minha mãe ainda é uma mulher jovem, e que ela meio que ficou estagnada, e "os estrogênios dela estão como que paralisados". Ora, pelo que ele me explicou, acha que "o único remédio eficaz é arrumar um homem que faça dela mulher de novo"! Mostrei de novo minha cara de espanto, perguntando: — Mas e você, o que acha? Acha que essa pode ser a solução pro problema da sua mãe? Puxa, que médico é esse! — exclamei, sem muita fé de que aquilo pudesse ser um remédio eficaz. Não conseguia acreditar nisso.
Elena me olhou e disse: O médico falou bem sério comigo. Na real, ele garantiu que tem vários pacientes e que "essa técnica deu resultados espetaculares". Claro, fiquei besta com essa técnica tão revolucionária e surpreendente. Mas, independente de ser eficaz ou não, o problema mais grave era "saber se minha sogra topava isso". O outro problema, não menos importante, era encontrar um homem que estivesse ligado a ela. Detalhe que não ia ser nada fácil. "Bom, conta pra ela e vê como sua mãe reage", falei.
Dias depois, minha esposa me contou que a mãe dela tinha recusado terminantemente, dizendo que aquilo era uma loucura total. Mesmo assim, passaram-se mais duas semanas e nada de novo aconteceu. Uma noite, minha esposa chegou em casa depois de visitar a mãe, com uma cara bem angustiada, e me disse: — Ai, Lucio, tô muito preocupada com a minha mãe! Já não sei mais o que fazer com ela. Os tratamentos não tão dando resultado nenhum, e cada vez ela tá pior. Tô com medo que ela faça alguma loucura! Fiquei realmente preocupado com aquela notícia. No fim, vendo a aflição dela, me ocorreu dizer: — Bom. E aquele remédio que o psiquiatra revolucionário te indicou? Minha mulher me olhou nos olhos e respondeu: — E quem é que convence ela a transar com um homem? Você sabe que a mamãe é muito teimosa! Minha mãe, por outro lado, sempre foi bem conservadora.
—Pois é, não sei o que te dizer. O que você pensou em fazer? Respondi. Passaram-se alguns dias, e uma noite percebo que, já na cama, minha esposa me olhou com uma cara meio preocupada, dando a entender que tinha algo bem complicado pra me propor. Fiquei surpreso, mas prestei toda atenção. Ela, sentada na cama, disse: Olha, Lucio. Você já sabe que conseguir que minha mãe transe com outro homem é praticamente impossível, né? Mas tô realmente preocupada com ela. Não quero que acabe fazendo uma loucura. Por isso… pensei naquele psiquiatra… respirou fundo e continuou: sei que vai parecer uma loucura total… O que ela tinha pensado?… Talvez com você…? Quase tive um troço. Olhei pra ela totalmente chocado. Não acreditava no que tava ouvindo! Como se realmente não tivesse entendido, perguntei: cê tá me propondo que eu coma sua mãe? Porra, Elena. Eu sou seu marido!
Minha esposa me olhou, toda corada. Mesmo assim, respondeu: — Já sei. Mas “acho que é o único homem com quem ela tem confiança suficiente”. Não te pediria isso se não achasse que a situação da mamãe é muito grave! Só quero que você pense no assunto. Se não quiser, vou entender. Fiquei realmente preocupado. Não esperava por aquilo. Sabia que minha sogra sempre teve uma boa sintonia comigo, o que era até estranho, mas daí a transar com ela, era algo que não esperava. Não respondi mais nada naquela noite. Na real, não é que eu tivesse problema em comer minha sogra. Palmira era uma mulher que se cuidava bem, continuava bem gostosa, e eu sabia que transar com ela não ia ser nenhum sacrifício, muito pelo contrário. Mas era minha sogra!
No entanto, a partir daquele dia, algo surpreendente começou a acontecer comigo, porque à medida que eu pensava nisso, ia criando a imagem de estar pelado junto com a minha sogra, enquanto a gente transava. Isso começou a me dar umas ereções quase bestiais, que obviamente eu tentava esconder da minha esposa. Eu não entendia, mas estava claro que só de pensar em poder comer a mãe da minha mulher, eu já ficava todo empolgado. Uma tarde, cheguei em casa e encontrei a minha sogra, que tinha vido visitar. Oi, Palmira. Como a senhora está? Notei ela triste, e me olhando, ela começou a chorar. Eu, sem conseguir me segurar, tentei consolá-la, abraçando ela, envolvendo ela com meus braços, dizendo: — Vamos, Palmira. Fica tranquila, não se preocupa tanto. A vida continua. A senhora tem a sua filha e a mim.
—Já. Mas não tenho meu marido! Não sirvo mais pra nada. Não tenho nada pra fazer nesta vida. — Exclamou angustiada, com cara de sofrimento de verdade.
—O que você está dizendo? Você é uma mulher jovem. A vida não acabou de jeito nenhum. Vamos, anime-se! — falei, tentando consolá-la. Ela instintivamente se abraçou de novo no meu corpo com mais força, e sem conseguir evitar, notei como meu pau endureceu dentro da calça. Tanto que minha própria sogra percebeu. Percebi isso porque, em certo momento, vi que a mulher ficou vermelha. Mesmo assim, continuei acariciando ela, vendo como minha sogra, apesar de tudo, me abraçou, acho que até com mais determinação, como se buscasse o calor do meu corpo. No fundo, aquela mulher estava carente de carinho. Talvez sentisse falta de sentir o abraço de umas mãos masculinas que a aconchegassem. Depois de um tempo abraçados, ela se afastou. No entanto, percebi algo que me impressionou e me deixou pensativo. Observei que Palmira, depois de se soltar, instintivamente dirigiu o olhar para o volume da minha calça. Isso eu realmente não esperava!
Ficou claro que minha sogra quis sentir o que eu tinha sentido durante o abraço. Ela, meio corada, foi ver a filha, mas eu fiquei intrigado. Liguei tudo isso ao que minha esposa tinha me falado. Naquele momento, comecei a pensar seriamente em aceitar a proposta da minha esposa: "comer a mãe dela" — uma verdadeira loucura, mas no fundo eu tava morrendo de vontade. Claro, aquilo era uma "infidelidade consentida", e ainda por cima um incesto, mas necessário e perdoável pelo objetivo que se buscava. Ficava pensando nisso tudo. Mesmo assim, me disse: tento justificar esses pensamentos, mas no fundo fico de pau duro só de pensar em comer minha sogra.
Tudo desabou quando, à noite, minha esposa me perguntou: "Lucio? Você pensou no que eu te falei?" Olhei bem na cara dela. Não respondi de cara, não queria que ela desconfiasse que agora era eu quem tava mais afim de topar a proposta dela. Depois de uns segundos de indecisão, falei: "Elena, você sabe que por você eu faria qualquer coisa! Mas quero te perguntar uma coisa: você acha mesmo que não vai afetar nosso relacionamento eu transar com sua mãe?" Minha mulher ficou vermelha com a pergunta, mas depois respondeu: "Você sabe que é por uma causa necessária! É pela saúde da minha mãe, e isso tá acima de tudo!
Depois de uns momentos de indecisão, falei: Elena. No hipotético caso de eu aceitar, você acha que sua mãe toparia? Ela me olhou, meio corada, e respondeu: Lucio, você já viu que minha mãe, apesar da idade, ainda mantém um corpinho bem gostoso. Certeza que, como homem, você tem suas técnicas pra conseguir isso? Além disso, “você é um filho da puta, notei como teu pau fica duro quando a gente fala disso”. No fundo, você quer comer a sua mãe!
Não esperava por aquilo, mas mesmo assim tentei em vão convencê-la de que estava errada: — Cê tá louca!. Embora, é verdade que sua mãe se conserva muito bem. Mas, é você que eu quero!. Naquela noite a gente trepou com bastante tesão, embora em certos momentos eu admita que comi minha esposa pensando no corpo da própria mãe dela. Que loucura! aquela situação tava me levando a excitações inimagináveis! Depois do que rolou naquela noite, minha esposa não tocou mais no assunto, achando que talvez eu tivesse me arrependido.
Uma tarde, saindo do trampo, tomei uns copos com uns colegas de serviço, e acabei passando da conta. Sabia que minha esposa não ia chegar em casa até bem tarde. Dirigindo meio bêbado, ao passar perto da casa da minha sogra, resolvi fazer uma visita pra ela. Normalmente nesse horário minha esposa costumava estar lá. Quando bati na porta, minha sogra apareceu, me recebendo com cara de surpresa. Mesmo assim, falei: Oi Palmira. Pô, como você tá gostosa hoje! Minha sogra estranhou pra caramba me ver aparecer na casa dela naquele estado. Mesmo assim, ela pergunta: Mas Lucio… você andou bebendo? — O que foi, sogra? Um homem não pode tomar uns copos a mais? Tava com uns colegas do trampo, e talvez… aí, olhando pra ela, falei: A Elena não tá com a senhora?
—Minha filha acabou de sair há alguns momentos — respondeu ela, meio nervosa com meu estado, especialmente ao ver como eu a encarava. Então, bem excitado apesar da minha bebedeira, me aproximei e falei: "Você não vai me cumprimentar? Tô tão bêbado assim?" Minha sogra ficou meio nervosa, agitada, e quase sem querer deixou eu abraçá-la. Ela sentiu o cheiro de álcool, mas, na real, eu não estava tão mal quanto queria parecer. Abracei ela com força, apertando bem, a ponto de uma das minhas mãos, como se fosse sem querer, pousar na bunda da minha sogra. Essa ação deixou ela bem agitada. Tentou tirar minha mão da bunda dela, mas eu apertei mais forte, pegando toda a nádega direita dela, surpreso como aquela mulher ainda tinha a carne firme. — Ah, Lucio. Se acalma… Como é que você bebe desse jeito? — disse ela, tentando se livrar de mim e se soltar do meu abraço. Depois, me levou até o sofá da sala e me fez sentar.
Ele me disse: — Espera, vou chamar minha filha pra vir te buscar! Assim você não pode dirigir!
—Ei, sogra. Fica tranquila. Não chama sua filha, não! Ela tá de boa em casa. Depois eu vejo como chego aí. Ué, parece que quer me botar pra fora de casa? Respondi na hora. —Claro que não, Lúcio! Mas desse jeito você não pode dirigir, né? Ela respondeu meio nervosa.
-Então, não vai se importar se eu ficar aqui até passar? A verdade é que exagerei na bebida. Não quero preocupar sua filha, nem quero que ela me veja nesse estado. Respondi.
—Tá bom. Pode ficar até passar o efeito. Ela acabou falando, meio resignada, mas dava pra ver que tava meio inquieta. Daí, quando ela viu que eu levantei e tentei andar até o banheiro, dando uns tropeços, fingindo que tava perdendo o equilíbrio — na real, exagerei mais do que tava mesmo —, minha sogra chegou na hora, me ajudando e falou: "Onde cê vai?... Não vê que não tá de pé?
—Ah, Palmira. É que eu tô precisando mijar. Cê não vai querer que eu mije nas minhas calças, vai? Falei. Tá bom. Ela ficou meio nervosa, agitada. Aí acaba me dizendo: Espera aí que eu te ajudo a chegar no banheiro! Ela encostou o corpo dela pra eu me apoiar, e eu passei a mão no pescoço dela, e assim consegui entrar no banheiro, chegando perto do vaso. Lá eu me fiz de bobo, como se tivesse tentando achar a braguilha, sem conseguir. Minha sogra ficou bem nervosa, sem saber como reagir. Percebi o nervosismo da mulher diante de uma situação que ela não esperava. A agitação tomou conta dela, enquanto ouvia ela me perguntar: Mas Lucio, cê não vai querer que eu tire ela pra você mijar, vai? — Ah, sogra. É que eu não tô aguentando em pé. Não consigo nem tirar ela. … enquanto fingia que ia cair. Queria saber até onde minha sogra tava disposta a ir.
Palmira ficou ainda mais nervosa e agitada. Mesmo assim, sem que eu esperasse, ela se colocou na minha frente, abaixou o zíper da minha calça e, com nervosismo, vi que ela enfiou a mão por ali, afastou minha cueca e alcançou meu pau. Senti o tremendo arrepio da mulher ao tocar pela primeira vez na minha adaga. A real é que naquela hora eu tava com uma ereção daquelas, por causa de tudo que tava rolando. Percebi que ela parou. Mas, mesmo assim, pegou meu pau pelo tronco e puxou pra fora da calça. Pude ver a cara de espanto dela ao contemplar meu pênis! Apesar de estar meio bêbado, a verdade é que aquela ação me excitou, e ver que minha sogra era capaz de puxar meu falo fez minha ereção aumentar. A mãe natureza me deu um pau bem dotado, não só de comprimento, mas também de grossura. Ao pegar minha porra na mão, Palmira viu que ele ainda cresceu uns centímetros. A mulher não conseguiu evitar de fixar o olhar no meu pau, notando as veias grossas que o rodeavam, percebendo ele avermelhado. Mesmo assim, tentei parecer tranquilo e comecei a mijar como pude. A mulher manteve meu pau na mão enquanto eu fazia minha necessidade. Quando finalmente terminei, ela pegou um pouco de papel e limpou minha cabeça. — Ah, Lucio. Não conta nada disso pra minha filha, né? Que loucura! Nem pro meu marido eu fiz isso em vida? — respondeu envergonhada. — Valeu, sogrinha. Tava com muita vontade! Se não tivesse me ajudado, teria mijado nas calças! E, me fazendo de inocente, perguntei: — Sério que nunca pegou no pau do seu marido? A mulher me olhou na cara, corada, meio agitada com aquela intromissão na privacidade dela, e respondeu: — Claro que sim… mas… nunca precisei ajudar ele a mijar desse jeito!
Tentei enfiar de volta dentro da calça, mas meu pau tinha crescido tanto que ainda continuava duro. Vendo que ela tava com dificuldade pra conseguir colocar ele de volta na calça, ela me olhou na cara, nervosa, agitada, sem saber o que fazer... e disse: "Mas, Lucio? Ah... não acredito!... Não me diga que... você ficou de pau duro? Que sem-vergonha! Você aproveitou que eu tirei seu pênis pra ficar excitado com a sua sogra!" Ela falou com um certo tom de raiva.
—Ah, sogra… é que… ficou assim sem querer! — falei pra ela. Não fica brava não.
—Pois é… no fundo, todos os homens são iguais! — exclamou. Tentei enfiar o pau pra dentro, mas ele continuava duro, e aproveitei pra fingir que ia cair de novo. Isso fez com que ela mesma acabasse me segurando, abaixando a tampa do vaso pra me sentar nela, pra eu não cair. Me vendo naquela situação, sentado, mas com a pica toda pra fora da calça apontando pro teto, notei o rosto da mulher ficar vermelho de novo. Apesar da pose elegante, minha sogra não conseguia desviar o olhar do meu pau. Era óbvio que a Palmira, apesar de tudo, ainda tinha a libido bem ativa, e ver o genro com a pica toda dura na frente dela era algo que claramente a excitava. — Valeu, Palmira. Que vergonha a senhora me ver nessa situação… mas acho que exagerei na bebida hoje. — falei, tentando quebrar o silêncio e justificar a situação.
—Já. Mas... quer me explicar por que o seu pau ficou desse jeito? No que você tava pensando?... É que a minha filha não te satisfaz? — ela acabou me perguntando... fim do primeiro capítulo... parte 2 na rede social do autor originalhttps://twitter.com/status/2061116586161832447
Depois de se casar com o pai da minha mulher, a Palmira logo se viu sendo mãe, com apenas dezenove anos. A partir daí, teve que lidar também com a parada de conciliar o trampo com a maternidade, e a doença do marido Daniel, que piorou com vários problemas respiratórios. Embora nos primeiros dez anos o casamento tenha tido uma certa estabilidade e eles tenham conseguido curtir, a partir do décimo primeiro ano, uma série de rolos por causa da doença do marido fizeram a vida dela complicar pra caralho. Isso impediu que pensassem em ter mais filhos, e se dedicaram de corpo e alma a cuidar da minha esposa, a Elena.
Meu casamento com Elena, ela com apenas vinte anos, deu um certo alívio pra minha sogra Palmira, que achou que os problemas dela estavam se resolvendo. O marido dela começou a melhorar fisicamente, e nos três anos seguintes, eles aproveitaram uns anos de tranquilidade, podendo fazer várias viagens pro exterior. Palmira era uma mulher que, aos seus quarenta e dois anos, ainda mantinha um corpo jovem, meio magrinho, com bastante curva, 1,70 de altura, uns peitos um pouco grandes, mas nem por isso deixavam de ser firmes apesar da primeira gravidez; cabelo castanho e uns olhos claros-escuros que se destacavam num rosto bem bonito, e extremamente gostosa.
Lembro que no casamento da filha dela, meus sogros foram os padrinhos. Minha sogra se vestiu de um jeito que parecia tão gostosa ou mais que a própria filha. Não à toa, choveram elogios pra ela durante a cerimônia, porque ela tava realmente muito elegante e linda. Por vários motivos, desde o começo eu já tinha caído nas graças da minha sogra, e a gente tinha uma confiança danada, a ponto dela me contar vários segredos sobre ela mesma.
Mas o destino daquela mulher era cheio de altos e baixos, e três anos depois do nosso casamento, aconteceu a morte do marido dela. Minha esposa me ligou, chorando, anunciando o falecimento súbito do pai dela, por causa de uma parada cardíaca devido ao problema coronário dele. Aquilo foi um verdadeiro baque pra minha esposa, do qual ela ainda não se recuperou. E a mãe dela, Dona Palmira, caiu numa depressão, sem conseguir digerir o desfecho terrível da morte do marido. Não só estava triste, mas mudou o jeito dela, ficando totalmente apagada e sem vontade de viver. Não parava de chorar e reclamar da má sorte. Por recomendação do médico de atenção primária do posto de saúde, minha esposa levou a mãe dela pra uma consulta com um psiquiatra particular, já que parecia estar num estado de depressão bem pesado. O psiquiatra era um médico com alguns anos de experiência profissional e, depois das primeiras visitas, receitou um tratamento à base de remédios antidepressivos e umas técnicas de relaxamento.
Apesar de que no começo ela mostrou algumas mudanças, elas foram bem pequenas, o que deixou minha esposa preocupada de novo. Já tinha passado um ano da morte do pai dela e a mãe continuava mergulhada no próprio mundo. Cansada da falta de progresso da mãe, minha esposa decidiu levá-la a um psiquiatra que tava se destacando por usar umas técnicas quase revolucionárias no tratamento dos pacientes. Depois das primeiras consultas com esse psiquiatra, na última, percebi que minha esposa chegou em casa meio preocupada. No começo, achei que o psiquiatra tinha diagnosticado algo ruim. Sentado à mesa, perguntei: "Por que você tá tão triste? O que o psiquiatra disse? Sua mãe tá tão mal assim?" Minha mulher sentou, me olhou com uma cara de aperto, e respondeu: — Ah, Lucio. Tô chocada! Não consigo acreditar no que o psiquiatra me contou! Acontece que, depois de terminar a consulta com a mamãe, o médico me chamou de lado, e você não vai acreditar no que ele falou. O que ele me disse me deixou consternada e alucinada.
—Mas é tão grave assim? — perguntei, realmente preocupado. Palmira respirou fundo e começou a inspirar devagar, pra depois me responder: — Acredita que ele não teve ideia melhor do que me dizer que “minha mãe precisa é de umas boas transas”? Até eu fiquei perplexo. Não esperava mesmo um tratamento daquele. Pois é, bem revolucionário! Fiquei surpreso também, e falei: — Caramba, esse psiquiatra é bem inovador! Mas tem certeza que ele disse que ela precisava transar? Ela me olhou, ficando vermelha, como se tivesse vergonha de responder: — Ele deixou bem claro. Dá pra acreditar?
Depois, ela fica meio pensativa e completa: Ele me disse que o problema é que minha mãe ainda é uma mulher jovem, e que ela meio que ficou estagnada, e "os estrogênios dela estão como que paralisados". Ora, pelo que ele me explicou, acha que "o único remédio eficaz é arrumar um homem que faça dela mulher de novo"! Mostrei de novo minha cara de espanto, perguntando: — Mas e você, o que acha? Acha que essa pode ser a solução pro problema da sua mãe? Puxa, que médico é esse! — exclamei, sem muita fé de que aquilo pudesse ser um remédio eficaz. Não conseguia acreditar nisso.
Elena me olhou e disse: O médico falou bem sério comigo. Na real, ele garantiu que tem vários pacientes e que "essa técnica deu resultados espetaculares". Claro, fiquei besta com essa técnica tão revolucionária e surpreendente. Mas, independente de ser eficaz ou não, o problema mais grave era "saber se minha sogra topava isso". O outro problema, não menos importante, era encontrar um homem que estivesse ligado a ela. Detalhe que não ia ser nada fácil. "Bom, conta pra ela e vê como sua mãe reage", falei.
Dias depois, minha esposa me contou que a mãe dela tinha recusado terminantemente, dizendo que aquilo era uma loucura total. Mesmo assim, passaram-se mais duas semanas e nada de novo aconteceu. Uma noite, minha esposa chegou em casa depois de visitar a mãe, com uma cara bem angustiada, e me disse: — Ai, Lucio, tô muito preocupada com a minha mãe! Já não sei mais o que fazer com ela. Os tratamentos não tão dando resultado nenhum, e cada vez ela tá pior. Tô com medo que ela faça alguma loucura! Fiquei realmente preocupado com aquela notícia. No fim, vendo a aflição dela, me ocorreu dizer: — Bom. E aquele remédio que o psiquiatra revolucionário te indicou? Minha mulher me olhou nos olhos e respondeu: — E quem é que convence ela a transar com um homem? Você sabe que a mamãe é muito teimosa! Minha mãe, por outro lado, sempre foi bem conservadora.
—Pois é, não sei o que te dizer. O que você pensou em fazer? Respondi. Passaram-se alguns dias, e uma noite percebo que, já na cama, minha esposa me olhou com uma cara meio preocupada, dando a entender que tinha algo bem complicado pra me propor. Fiquei surpreso, mas prestei toda atenção. Ela, sentada na cama, disse: Olha, Lucio. Você já sabe que conseguir que minha mãe transe com outro homem é praticamente impossível, né? Mas tô realmente preocupada com ela. Não quero que acabe fazendo uma loucura. Por isso… pensei naquele psiquiatra… respirou fundo e continuou: sei que vai parecer uma loucura total… O que ela tinha pensado?… Talvez com você…? Quase tive um troço. Olhei pra ela totalmente chocado. Não acreditava no que tava ouvindo! Como se realmente não tivesse entendido, perguntei: cê tá me propondo que eu coma sua mãe? Porra, Elena. Eu sou seu marido!
Minha esposa me olhou, toda corada. Mesmo assim, respondeu: — Já sei. Mas “acho que é o único homem com quem ela tem confiança suficiente”. Não te pediria isso se não achasse que a situação da mamãe é muito grave! Só quero que você pense no assunto. Se não quiser, vou entender. Fiquei realmente preocupado. Não esperava por aquilo. Sabia que minha sogra sempre teve uma boa sintonia comigo, o que era até estranho, mas daí a transar com ela, era algo que não esperava. Não respondi mais nada naquela noite. Na real, não é que eu tivesse problema em comer minha sogra. Palmira era uma mulher que se cuidava bem, continuava bem gostosa, e eu sabia que transar com ela não ia ser nenhum sacrifício, muito pelo contrário. Mas era minha sogra!
No entanto, a partir daquele dia, algo surpreendente começou a acontecer comigo, porque à medida que eu pensava nisso, ia criando a imagem de estar pelado junto com a minha sogra, enquanto a gente transava. Isso começou a me dar umas ereções quase bestiais, que obviamente eu tentava esconder da minha esposa. Eu não entendia, mas estava claro que só de pensar em poder comer a mãe da minha mulher, eu já ficava todo empolgado. Uma tarde, cheguei em casa e encontrei a minha sogra, que tinha vido visitar. Oi, Palmira. Como a senhora está? Notei ela triste, e me olhando, ela começou a chorar. Eu, sem conseguir me segurar, tentei consolá-la, abraçando ela, envolvendo ela com meus braços, dizendo: — Vamos, Palmira. Fica tranquila, não se preocupa tanto. A vida continua. A senhora tem a sua filha e a mim.
—Já. Mas não tenho meu marido! Não sirvo mais pra nada. Não tenho nada pra fazer nesta vida. — Exclamou angustiada, com cara de sofrimento de verdade.
—O que você está dizendo? Você é uma mulher jovem. A vida não acabou de jeito nenhum. Vamos, anime-se! — falei, tentando consolá-la. Ela instintivamente se abraçou de novo no meu corpo com mais força, e sem conseguir evitar, notei como meu pau endureceu dentro da calça. Tanto que minha própria sogra percebeu. Percebi isso porque, em certo momento, vi que a mulher ficou vermelha. Mesmo assim, continuei acariciando ela, vendo como minha sogra, apesar de tudo, me abraçou, acho que até com mais determinação, como se buscasse o calor do meu corpo. No fundo, aquela mulher estava carente de carinho. Talvez sentisse falta de sentir o abraço de umas mãos masculinas que a aconchegassem. Depois de um tempo abraçados, ela se afastou. No entanto, percebi algo que me impressionou e me deixou pensativo. Observei que Palmira, depois de se soltar, instintivamente dirigiu o olhar para o volume da minha calça. Isso eu realmente não esperava!
Ficou claro que minha sogra quis sentir o que eu tinha sentido durante o abraço. Ela, meio corada, foi ver a filha, mas eu fiquei intrigado. Liguei tudo isso ao que minha esposa tinha me falado. Naquele momento, comecei a pensar seriamente em aceitar a proposta da minha esposa: "comer a mãe dela" — uma verdadeira loucura, mas no fundo eu tava morrendo de vontade. Claro, aquilo era uma "infidelidade consentida", e ainda por cima um incesto, mas necessário e perdoável pelo objetivo que se buscava. Ficava pensando nisso tudo. Mesmo assim, me disse: tento justificar esses pensamentos, mas no fundo fico de pau duro só de pensar em comer minha sogra.
Tudo desabou quando, à noite, minha esposa me perguntou: "Lucio? Você pensou no que eu te falei?" Olhei bem na cara dela. Não respondi de cara, não queria que ela desconfiasse que agora era eu quem tava mais afim de topar a proposta dela. Depois de uns segundos de indecisão, falei: "Elena, você sabe que por você eu faria qualquer coisa! Mas quero te perguntar uma coisa: você acha mesmo que não vai afetar nosso relacionamento eu transar com sua mãe?" Minha mulher ficou vermelha com a pergunta, mas depois respondeu: "Você sabe que é por uma causa necessária! É pela saúde da minha mãe, e isso tá acima de tudo!
Depois de uns momentos de indecisão, falei: Elena. No hipotético caso de eu aceitar, você acha que sua mãe toparia? Ela me olhou, meio corada, e respondeu: Lucio, você já viu que minha mãe, apesar da idade, ainda mantém um corpinho bem gostoso. Certeza que, como homem, você tem suas técnicas pra conseguir isso? Além disso, “você é um filho da puta, notei como teu pau fica duro quando a gente fala disso”. No fundo, você quer comer a sua mãe!
Não esperava por aquilo, mas mesmo assim tentei em vão convencê-la de que estava errada: — Cê tá louca!. Embora, é verdade que sua mãe se conserva muito bem. Mas, é você que eu quero!. Naquela noite a gente trepou com bastante tesão, embora em certos momentos eu admita que comi minha esposa pensando no corpo da própria mãe dela. Que loucura! aquela situação tava me levando a excitações inimagináveis! Depois do que rolou naquela noite, minha esposa não tocou mais no assunto, achando que talvez eu tivesse me arrependido.
Uma tarde, saindo do trampo, tomei uns copos com uns colegas de serviço, e acabei passando da conta. Sabia que minha esposa não ia chegar em casa até bem tarde. Dirigindo meio bêbado, ao passar perto da casa da minha sogra, resolvi fazer uma visita pra ela. Normalmente nesse horário minha esposa costumava estar lá. Quando bati na porta, minha sogra apareceu, me recebendo com cara de surpresa. Mesmo assim, falei: Oi Palmira. Pô, como você tá gostosa hoje! Minha sogra estranhou pra caramba me ver aparecer na casa dela naquele estado. Mesmo assim, ela pergunta: Mas Lucio… você andou bebendo? — O que foi, sogra? Um homem não pode tomar uns copos a mais? Tava com uns colegas do trampo, e talvez… aí, olhando pra ela, falei: A Elena não tá com a senhora?
—Minha filha acabou de sair há alguns momentos — respondeu ela, meio nervosa com meu estado, especialmente ao ver como eu a encarava. Então, bem excitado apesar da minha bebedeira, me aproximei e falei: "Você não vai me cumprimentar? Tô tão bêbado assim?" Minha sogra ficou meio nervosa, agitada, e quase sem querer deixou eu abraçá-la. Ela sentiu o cheiro de álcool, mas, na real, eu não estava tão mal quanto queria parecer. Abracei ela com força, apertando bem, a ponto de uma das minhas mãos, como se fosse sem querer, pousar na bunda da minha sogra. Essa ação deixou ela bem agitada. Tentou tirar minha mão da bunda dela, mas eu apertei mais forte, pegando toda a nádega direita dela, surpreso como aquela mulher ainda tinha a carne firme. — Ah, Lucio. Se acalma… Como é que você bebe desse jeito? — disse ela, tentando se livrar de mim e se soltar do meu abraço. Depois, me levou até o sofá da sala e me fez sentar.
Ele me disse: — Espera, vou chamar minha filha pra vir te buscar! Assim você não pode dirigir!
—Ei, sogra. Fica tranquila. Não chama sua filha, não! Ela tá de boa em casa. Depois eu vejo como chego aí. Ué, parece que quer me botar pra fora de casa? Respondi na hora. —Claro que não, Lúcio! Mas desse jeito você não pode dirigir, né? Ela respondeu meio nervosa.
-Então, não vai se importar se eu ficar aqui até passar? A verdade é que exagerei na bebida. Não quero preocupar sua filha, nem quero que ela me veja nesse estado. Respondi.
—Tá bom. Pode ficar até passar o efeito. Ela acabou falando, meio resignada, mas dava pra ver que tava meio inquieta. Daí, quando ela viu que eu levantei e tentei andar até o banheiro, dando uns tropeços, fingindo que tava perdendo o equilíbrio — na real, exagerei mais do que tava mesmo —, minha sogra chegou na hora, me ajudando e falou: "Onde cê vai?... Não vê que não tá de pé?
—Ah, Palmira. É que eu tô precisando mijar. Cê não vai querer que eu mije nas minhas calças, vai? Falei. Tá bom. Ela ficou meio nervosa, agitada. Aí acaba me dizendo: Espera aí que eu te ajudo a chegar no banheiro! Ela encostou o corpo dela pra eu me apoiar, e eu passei a mão no pescoço dela, e assim consegui entrar no banheiro, chegando perto do vaso. Lá eu me fiz de bobo, como se tivesse tentando achar a braguilha, sem conseguir. Minha sogra ficou bem nervosa, sem saber como reagir. Percebi o nervosismo da mulher diante de uma situação que ela não esperava. A agitação tomou conta dela, enquanto ouvia ela me perguntar: Mas Lucio, cê não vai querer que eu tire ela pra você mijar, vai? — Ah, sogra. É que eu não tô aguentando em pé. Não consigo nem tirar ela. … enquanto fingia que ia cair. Queria saber até onde minha sogra tava disposta a ir.
Palmira ficou ainda mais nervosa e agitada. Mesmo assim, sem que eu esperasse, ela se colocou na minha frente, abaixou o zíper da minha calça e, com nervosismo, vi que ela enfiou a mão por ali, afastou minha cueca e alcançou meu pau. Senti o tremendo arrepio da mulher ao tocar pela primeira vez na minha adaga. A real é que naquela hora eu tava com uma ereção daquelas, por causa de tudo que tava rolando. Percebi que ela parou. Mas, mesmo assim, pegou meu pau pelo tronco e puxou pra fora da calça. Pude ver a cara de espanto dela ao contemplar meu pênis! Apesar de estar meio bêbado, a verdade é que aquela ação me excitou, e ver que minha sogra era capaz de puxar meu falo fez minha ereção aumentar. A mãe natureza me deu um pau bem dotado, não só de comprimento, mas também de grossura. Ao pegar minha porra na mão, Palmira viu que ele ainda cresceu uns centímetros. A mulher não conseguiu evitar de fixar o olhar no meu pau, notando as veias grossas que o rodeavam, percebendo ele avermelhado. Mesmo assim, tentei parecer tranquilo e comecei a mijar como pude. A mulher manteve meu pau na mão enquanto eu fazia minha necessidade. Quando finalmente terminei, ela pegou um pouco de papel e limpou minha cabeça. — Ah, Lucio. Não conta nada disso pra minha filha, né? Que loucura! Nem pro meu marido eu fiz isso em vida? — respondeu envergonhada. — Valeu, sogrinha. Tava com muita vontade! Se não tivesse me ajudado, teria mijado nas calças! E, me fazendo de inocente, perguntei: — Sério que nunca pegou no pau do seu marido? A mulher me olhou na cara, corada, meio agitada com aquela intromissão na privacidade dela, e respondeu: — Claro que sim… mas… nunca precisei ajudar ele a mijar desse jeito!
Tentei enfiar de volta dentro da calça, mas meu pau tinha crescido tanto que ainda continuava duro. Vendo que ela tava com dificuldade pra conseguir colocar ele de volta na calça, ela me olhou na cara, nervosa, agitada, sem saber o que fazer... e disse: "Mas, Lucio? Ah... não acredito!... Não me diga que... você ficou de pau duro? Que sem-vergonha! Você aproveitou que eu tirei seu pênis pra ficar excitado com a sua sogra!" Ela falou com um certo tom de raiva.
—Ah, sogra… é que… ficou assim sem querer! — falei pra ela. Não fica brava não.
—Pois é… no fundo, todos os homens são iguais! — exclamou. Tentei enfiar o pau pra dentro, mas ele continuava duro, e aproveitei pra fingir que ia cair de novo. Isso fez com que ela mesma acabasse me segurando, abaixando a tampa do vaso pra me sentar nela, pra eu não cair. Me vendo naquela situação, sentado, mas com a pica toda pra fora da calça apontando pro teto, notei o rosto da mulher ficar vermelho de novo. Apesar da pose elegante, minha sogra não conseguia desviar o olhar do meu pau. Era óbvio que a Palmira, apesar de tudo, ainda tinha a libido bem ativa, e ver o genro com a pica toda dura na frente dela era algo que claramente a excitava. — Valeu, Palmira. Que vergonha a senhora me ver nessa situação… mas acho que exagerei na bebida hoje. — falei, tentando quebrar o silêncio e justificar a situação.
—Já. Mas... quer me explicar por que o seu pau ficou desse jeito? No que você tava pensando?... É que a minha filha não te satisfaz? — ela acabou me perguntando... fim do primeiro capítulo... parte 2 na rede social do autor originalhttps://twitter.com/status/2061116586161832447
0 comentários - Minha esposa me dá a mãe dela como troféu pra foder