Voltamos do colégio com o Sergio caminhando, estávamos no penúltimo ano e, como quase toda vez que tinha educação física às 14:30, terças e quintas, às vezes eu ia na casa dele, mas na maioria das vezes ele vinha na minha, já que ficava a 10 quarteirões, era mais prático pra gente comer alguma coisa antes de voltar. Eram 13:30 quando chegamos em casa, não tinha ninguém, estranho porque geralmente sempre tinha alguém, seja minha avó ou um dos meus pais, só tinha na mesa um bilhete dizendo que voltavam às 17:00, porque tinham que ir ao médico levar minha avó pra um check-up e comprar umas coisas no centro de passagem pra buscar um dos meus irmãos. A comida já estava pronta, umas milanesas com salada, tava muito calor, então aproveitei pra tomar um banho, sendo que eu já tomava dois banhos por dia também, gostava de estar sempre limpo e cheiroso. Por algum motivo, enquanto eu tomava banho, senti a porta abrir, mas continuei no chuveiro. Quando voltei, vi o Sergio já comendo, então achei que a porta tinha aberto sozinha, não liguei e sentei pra comer também. Como sempre, a gente comia rápido e depois via alguma coisa na TV se sobrasse tempo. Mas pra nossa surpresa, naquele dia os comerciais não paravam de mostrar mulheres gostosas, de biquíni, exuberantes, o verão tava chegando e na nossa idade tudo nos excitava. Isso nos deixava com o pau duro a cada momento, e a gente fazia comentários rindo e soltando alguma putaria, até que, mudando de canal e já terminando o almoço, demos com um programa onde a apresentadora, uma senhora já de idade, mas muito gostosa, com um top e uma calça jeans que deixava claro o quanto ela era caderuda, ponto que começou a nos excitar mais do que devia. Enquanto a gente se perdia na figura exótica dela, entre umas sacanagens que a gente falava pra TV como se ela fosse nos ouvir, o Sergio me pergunta se dava pra bater uma punheta; vale dizer que até aquele momento a gente sempre compartilhava punhetas entre o grupo de amigos; e entre Risadas e, ficando sério, falei pra ele que a gente tinha que voltar pra educação física daqui a pouco. Aí ele respondeu: "Te desafio pra um concurso, quem termina mais rápido." Eu falei que não dava, com calma até que dava, mas a gente ainda tava na mesa. "Vamos pro sofá!" — disse o Sergio. Na hora, ele levantou da mesa, dava pra ver o volume quase duro dele debaixo da calça de esporte, e sentou no sofá. "Vai ficar me olhando ou o quê? Vamo logo! Quem termina primeiro com essa velhinha gostosa..." Eu, sem pensar duas vezes pra acelerar tudo, obedeci e sentei do lado dele. Ele começou a se esfregar por baixo da calça sem vergonha, como sempre, e como eu não queria perder, fiz o mesmo. Ele não parava de falar as putarias que faria com a apresentadora, eu só concordava sem dizer nada e tentava me concentrar também nas ideias e na imaginação dele. Dessa vez, percebi que o tesão tava aumentando mais que o normal quando ele puxou o pau pra fora, balançando ele fora da calça, e dizia como ia bater com ele na bunda dela. Não sei em que momento, fiquei mais excitada vendo o pau dele do que a TV, por um instante pensei em ter ele na minha boca, devia ser porque, diferente de outras vezes, nunca vi ele tão grande, tão perto, quase do meu lado, num sofá de dois lugares, dava pra ver uns 16x5 cm, um tronco bem cheio de veias e como a cabeça dele começava a brilhar cada vez mais, bem exposta e grande, soltando o líquido pré, o que fazia eu também começar a me molhar... Sergio, falando putarias, olhou de lado como eu me tocava e tava ficando com tesão, e comentou: "Tamo empatados, mas a sua tá cuspindo um pouco mais..." Não sei em que momento, a mão dele tava mais perto da minha bunda, e cada vez mais, entre uma coisa e outra, como se estivesse se ajeitando e batendo uma, ele me roçava mais e mais. Eu, envergonhada, respondi: "É que essa velha..." E ele me cortou: "Aff, tô muito excitado, Ale." Já senti a mão dele indo por baixo da minha bunda. Meu ritmo acelerou entre a confusão e a situação, e ele só disse: "É só uma mão, ouvi por aí que quando se dorme... parece que não fosse sua, se te incomoda eu tiro, não vai nos tornar gays, você pode fazer o mesmo. Eu não sabia o que responder, mas não objetei e suas palavras dominaram todos os meus medos. Voltei ao ritmo e seus gemidos e ritmo frenético me excitavam mais, então eu disse: se você gozar aqui vai ser uma bagunça. Quer que eu termine pra você perder? - ele disse Não, eu tô falando se você gozar aqui vai sujar tudo - eu enfatizei, já que meus pais são obcecados por limpeza, além disso eu sabia que ele gozava bastante quando a gente se masturbava junto em outras ocasiões. Então engole - ele respondeu. A gente riu, mas essas risadas meio que revelavam outra realidade. Eu rebati: não, isso é coisa de gay, mas tenho algo melhor... Os olhos dele se arregalaram como nunca, acho que ele não acreditava numa resposta dessas vinda de mim e sem dizer nada ele se masturbava me olhando e aproximando a rola da minha perna. E o que você tem de melhor? - ele perguntou enquanto se masturbava, já escorrendo mais líquido pré-seminal, chegando mais perto de mim. Levantei minha bunda pra abaixar completamente a calça junto com a cueca e me virei de lado, dando as costas pra ele, sendo a primeira vez que eu expunha minha raba pra alguém sem exagerar, sempre tive uma bunda grande e pernas grossas. Ele disse: nãooo, você tá todo depilado, cara!! E eu senti na hora como ele começou a bater a rola numa das minhas nádegas, tava mais dura que antes. Você tem raba de cutie! - ele exclamou mais que excitado. Eu continuava me tocando de lado, ele me moveu até eu ficar quase de bruços entre o encosto do sofá, e na hora como se fosse mágica ele abriu meus glúteos e eu senti a secreção, umidade e calor da língua dele no meu cu. Não consigo explicar essa sensação, nunca na minha vida imaginei que iam chupar meu cu, muito menos quem parecia ser meu melhor amigo. Isso me excitou pra caralho, eu já não conseguia descrever os níveis de prazer que eu tava alcançando naquela tarde. Sergio parecia um louco chupando o melhor doce dele, eu não queria virar, fechei os olhos, já não por vergonha, mas por por aquela sensação estranha entre cócegas e lubrificação que meu cu tava tendo pela primeira vez na vida, embora já tivesse brincado com meus dedos lá mais de uma vez, nada explicava aquilo. Já nem sabia mais que horas eram, e tinha esquecido a apresentadora, e até o som da TV de fundo. Só sei que o que o Sergio tava fazendo no meu cu era o motivo dos meus olhos fechados e dos meus lábios se lambendo diante daquela sensação indescritível. Só sei que ele passou um bom tempo, entre beijos, chupadas, enfiando a língua e tirando, já não só a ponta, mas boa parte dela no meu reto. Algo em mim sabia que ele tava preparando o caminho pra sobremesa que a gente não tinha comido, se é que ia ter. E foi assim que, depois, quando ele afastou o rosto, que parecia grudado no meu cu, pra baixar completamente a calça — vale dizer que ele nunca usava cueca —, eu, quase na mesma posição que tava, comecei a sentir ele batendo no meu cu com a cabeça daquela piroca majestosa e inchada. Já não parecia só uma encostada e batidinha; de repente, senti uma pressão no meu cu. No começo, pensei que já tava toda dentro, mas a lubrificação e a tesão prévia só prepararam a entrada da glande dele. Era uma sensação estranha, quase dolorosa e gostosa ao mesmo tempo, muita pressão. Comecei a ofegar. Isso excitava ainda mais o Sergio, que pressionava mais a piroca dele dentro do meu cu, enquanto me puxava pela cintura com as duas mãos até me colocar de quatro no sofá, com a glande dele dentro de mim. Já percebia, com dificuldade, que ele não conseguia enfiar mais pra dentro; nós dois notamos, mas ele, expert em pornô, sabia o que fazer naquela situação: cuspiu no meu cu sem tirar a piroca e também no tronco dela; e comecei a sentir a bombada dele já sem ressecamento e quase sem dor. O que parecia lento, virou automaticamente mais rápido. Não era só ele que se mexia, mas eu também, sem tocar na minha piroca, sentia ela balançando de um lado pro outro, quase tão dura, embora não tanto quanto a dele. liberando mais sucos que molharam uma das mãos dele. Com uma mão ele segurava minha cintura e com a outra ele apalpava minhas bolas e a pica. A gente continuava no ritmo da nossa excitação, ele cuspia mais e mais, tirava e metia, e eu não aguentava mais de prazer, tanto que falei pra ele parar porque eu podia gozar e dando a desculpa de que a gente ia se atrasar, mas ele continuou, cada vez mais safado, mesmo eu tentando me levantar, consegui ficar de pé mas o ritmo dele acelerou com o som das bolas dele batendo nas minhas nádegas enquanto ele metia e tirava quase por completo até me penetrar de novo, me encurralando contra a parede perto do sofá, ele tava me comendo de pé, nunca imaginei que entrasse tão bem. Minhas pernas quase tremiam, e eu sentia como a pica dele me mantinha em pé, eu era um pudim, as mãos dele me seguravam na cintura e de vez em quando ele abria minhas nádegas por baixo pra me penetrar com tudo. Ele continuou me macetando, até que um movimento sutil fez ele parar de repente, sentindo a pica dele começar a inchar dentro de mim até eu sentir um jorro forte e quente nas minhas entranhas. Não tinha mais palavras pra descrever uma sensação daquelas, só sei que ele tinha gozado dentro do meu cu, sem me avisar e pra minha surpresa sem eu perceber eu também tinha gozado na minha perna, porque minha pica tava bem pressionada contra a parede sem eu ter me tocado enquanto ele me comia como se não houvesse amanhã. Suados e diminuindo a intensidade da nossa respiração ofegante, fui pro banheiro quase correndo. Sentei no vaso e liberei a carga dele. Nunca imaginei uma quantidade daquela e que saísse do meu cu, embora imediatamente a culpa me invadiu e eu não queria sair do banheiro. Fiquei um tempão pensando com que cara eu ia encarar ele depois de tudo isso. Me lavei bem no bidê e, tomando coragem, saí do banheiro, troquei minha cueca e fui silenciosamente pegar minha calça que tinha ficado largada na sala, lá estava o Sérgio, quase todo deitado no sofá, ainda com a pica cheia de porra de lado, pra minha surpresa, com a pica ainda quase dura, mas de lado. Tava de olho fechado, não sei se realmente tinha dormido, nem quanto tempo tinha passado desde que resolvi sair do banheiro pra voltar a encontrar ele, de novo como amigos, se é que ainda éramos, como se nada tivesse rolado. Só sei que parecia gostoso e, meio que sorrindo com os olhos semicerrados, ele me perguntou: "tudo bem?" E eu respondi que sim. Eram 14:25, sabíamos que íamos matar a aula de ginástica e entendi, ao ver que ele não subiu a calça, que nossa amizade continuava, pelo menos... até as 17h.
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