Chancha, postres, morbo, sorpresas .

Depois da comida, a gente se juntou e obviamente veio o sexo. Ela vestiu um conjunto vermelho que era sensacional! A gente começou a se pegar e estava se divertindo pra caralho. — Como eu gosto que você me come, que tesão que me dá. — Você é muito tarada, hein! Adoro isso. A gente serviu vinho e chegou um WhatsApp nela. MIGUELITO, que é um amigo do meu pai! Eu fui passar o celular pra ela e vejo, sem abrir a mensagem: "Amanhã te faço a Booty?" — Opa, pega aqui, porquinha. E quando passei o telefone, falei: "Ela te faz bem a Booty?" Mas não bravo, só queria saber mais. Ela não entendeu até ver o celular e, em vez de se fazer de desentendida, me contou. Miguel e Alejandra são um casal amigo deles, com umas fantasias, e meu pai também tá metido nisso porque eles trocam de casal. Segundo ela, quem começou foi a Alejandra, jogando uns elogios pro meu pai, e depois meu pai comentou que ela tava de olho nele e fazendo uns comentários. E eu: "Cê tá falando sério? Ou tá me zoando, vaca?" Ela: "Sério! Parece loucura, mas é isso. A gente conversou com seu pai e fizemos. O que te surpreende? Você é o filho e me come." Em parte, ela tinha razão; o louco é que eles iam na minha casa e eu na deles, e conheço todo mundo pra caralho. Além disso, a Ale é uma gostosa. Eu: "Cê me surpreende. Me conta mais, quero saber." Ela: "Seu tarado. É assim, quase sempre 2 ou 3 vezes por mês eles se encontram na casa do Miguel e da Ale. Fazem uma festinha lá e se divertem, até aí tudo normal, mas um dia a Ale chegou nela e fez uns comentários: 'Nossa, como teu marido é bonitão e você sempre feliz, por que será?' Ela morreu de rir, mas a Ale tava meio séria. 'E o teu marido também tem seus encantos, né?' 'O Miguel? É um animal, te empresto ele. Mas me dá o teu.' 'Sei não, sei não.' Na festa, ela comentou com meu pai, e ele disse que a Ale tinha feito uns comentários que pareciam estranhos. Ela me disse: 'Te empresto por um tempo e me dava o Miguel', falou que meu pai ficou meio surpreso, mas disse pra conversarem e verem no que dava, porque era muito estranho. — Quando falei com o Miguel, ele disse que logo pegaram intimidade, fez uns comentários e perguntou se ela tinha falado com a Ale e com meu velho. Ela disse que sim, mas que estavam na dúvida, bom, meu velho, ela queria. O Miguel disse que entendia, mas que pensassem porque eles também queriam. Naquela noite não rolou nada, mas quando chegaram em casa, transaram gostoso pra caralho com meu velho e conversaram sobre o assunto.

— E o que você acha? A Alejandra fez de tudo pra deixar claro que quer trepar comigo. — Ela me falou.

O Miguel também! Eu disse pra ela que você já me deixava bem satisfeita. Mas, sinceramente, fiquei curiosa. O que você acha de me ver?

— Sinceramente, eu adoraria. Conheço o Miguel há muito tempo!

— Tá falando sério?

— SIM, E DAÍ? VOCÊ NÃO QUER?

— Não sei.

Os dois estavam nervosos e combinaram que meu velho falaria com o Miguel pra se acertarem. E sim, aconteceu. Se encontraram num sábado à noite, os quatro, e aí...

— E aí o quê? Demos uma pausa pra ela me chupar e continuamos.

Me conta como foi? O que rolou?

Foi divino. No começo foi meio tenso, mas depois deslanchou e eles se divertiram pra caramba.

Foram pra casa como se fosse um encontro qualquer, mas ela foi um pouco mais gostosa só porque sim, era algo novo pra eles. Continua, que tá bom demais.

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