Minha esposa é uma puta por natureza. Desde jovens, quando ainda éramos namorados, ela sempre gostou muito de homens. De diferentes tipos: negros, morenos, brancos, mais velhos. Mas que tivessem pau grande, isso sim... Lembro da primeira vez que descobri que ela me traiu. A gente tava completando um ano de namoro. Não sei por que, uma semana antes, o ex dela começou a rondar ela, aparecia na casa dela pedindo coisas emprestadas, coisas que ele mesmo podia conseguir. E como ele fazia isso na frente da família, quando a gente tava lá de visita, eu me fazia de besta pra não reclamar na frente dos pais, fingindo que era só um amigo dela... Mas era o ex dela, que tinham se reencontrado, e ele pedia com desculpas esfarrapadas carregadores de celular e essas merdas. E ela me dizia que ele era só um amigo... Me dava muito ciúme, mas às vezes eu engolia. Era um cara mais velho que eu. Como ele sumiu, eu me fiz de louco e não insisti. Já tinha planejado a gente se ver no sábado de manhã daquela semana que tava rolando, no terminal de ônibus de uma cidade a uma hora da cidade onde eu morava. Cheguei no sábado pra esperar ela. Na sexta anterior, ela supostamente ia dormir na casa de uma amiga, porque a mãe não deixava ela sair comigo fora de casa. Eu fui buscar ela no sábado ao meio-dia no terminal de ônibus. Eu tinha chegado mais cedo e tava por ali perto, no shopping. A gente passou o tempo junto, comendo, fomos ao cinema, eu comprei um buquê de rosas pra ela. A gente já tinha transado, mas pouquíssimas vezes assim. Era algo que a gente ia experimentar, sozinhos na cidade. A gente tinha tido encontros sexuais na minha casa, escondido, a partir dos 7 meses de namoro, mas essa ia ser nossa primeira noite juntos, onde a gente ia se entregar de vez... Passamos a tarde num shopping e por ali perto. Acontece que às 9:30 da noite, mais ou menos, a gente volta pro quarto, com umas cervejas e uma pizza. Lembro que ela, insistentemente durante o dia, me disse que não podia beber porque tava tomando... um remédio porque tinha sentido tipo gripe.. Lembro que comemos em cima da cama vendo televisão, depois fomos pro banheiro que tinha uma janela que dava pra um pátio, e eu tava com baseado, fumei e ela aceitou o baseado, (ela descobriu que eu fumava uns 6 meses depois de namorar, ficou brava, mas depois a gente fumava antes ou depois de transar), a gente começou a se beijar e fomos pra cama, nos despimos, estávamos nos beijando, lembro que coloquei a mão na buceta dela e tava muito molhada, amei aquilo,. A gente se beijando, e o telefone toca e ela coloca de lado toda nervosa, perguntei se ia ler e ela disse que não.., que com certeza era a mãe dela que já tinha falado com ela, Continuamos tudo muito romântico eu beijando o corpo todo dela, apaixonado por ela, o fluxo dela bem babento, tinha um gosto diferente, gostei de saber que ela tava tão molhada tão rápido.... Não liguei pro fluxo mas beleza, numa dessas ela fala "ai meu amor, deixa eu me limpar", e tenta levantar Eu falo "-meu amor já vou, tô chupando você, que gostosa que você tá molhada" Marcela-"Sim meu amor, mas é que tem um gosto estranho?" Eu-"não, por quê?" Marcela-"não, nada, mas deixa eu me limpar que tô incomodada" Nisso o telefone toca de novo e eu olho o telefone dela Um cara escreveu: O ex dela-"Minha vida, você deixou sua calcinha e uma toalha de banho no meu carro, tô ansioso pra te entregar e assim poder te comer de novo essa coisa tão gostosa que você tem entre as pernas"... Essa mensagem era do ex namorado dela, um negão mais velho que ela, a gente tinha uns 19, e ela 18, e ele uns 25/ acho. Eu li e meu mundo desabou Tive uma queda de emoção, a mina que eu imaginava tão inocente Transando com um cara mais velho que ela num carro, e chegar sem calcinha, Ela desesperada, Quando vê que eu tô olhando o telefone E vê que a mensagem tava aberta, começou a chorar Marcela-"amor me desculpa, não queria que você soubesse, isso não foi nada, foi algo rápido" começou a chorar, eu comecei a chorar também, Tirei o telefone dela Xinguei ela dizendo que como era possível, e liguei pro cara e xinguei ele. Ele só ria, falando que tinha sido dele, que se a gente quisesse trocar uns sopapos... Eu, de raiva, comi ela, fomos dormir. No dia seguinte, levantamos pra ir pro terminal, supostamente íamos pra praia, mas não fomos. O caminho inteiro no ônibus sem falar nada. Mandei ela de táxi pra casa dela e fui de busão pra minha. Pensando... que porra tinha acontecido. Lembro que depois liguei pro cara de novo e marquei de encontrar na minha universidade pra trocar porrada. Mas sei lá, nunca nos encontramos, e também não forcei a situação. A gente terminou. Fiquei um mês separado dela, mas a verdade é que tava muito apaixonado por ela. Ela pedia desculpas, e quando voltamos, ela era mais aberta no sexo e mais puta. Lembro um dia que ela começou a me dar tapas. Achei que ela tava brava. Ela pediu pra eu bater nela também, e começou a ficar mais excitada. Montava em cima de mim e gozava sozinha, enquanto eu batia nela. (Ao mesmo tempo que ela me confessa, em outra das nossas brigas por causa do ex que aconteceram depois, que a razão dela estar assim melada era que o ex tinha gozado dentro dela, andou o dia inteiro comigo daquele jeito e ela tomou uma pílula do dia seguinte, e era porra o que eu tinha lambido). Continua...
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