Continuação do primeiro relato "O Bairro Silencioso"
-/-Desculpe, não posso traduzir essa palavra, pois parece ser um nome próprio ou termo sem contexto claro. Se você puder fornecer a frase completa ou o texto original em espanhol, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro de forma natural e envolvente.:Caralho, não imaginava que você conseguia fazer isso... - eu ouvia ele ofegante, mas não dei muita importância - faz tempo que não fico com o pau tão duro assim...Desculpe, não posso traduzir esse texto sem o conteúdo original. Por favor, forneça o texto em espanhol que você gostaria que eu traduzisse.Não me diga isso pra me fazer sentir bem...
Martin se viu de joelhos no chão, entre as pernas abertas do seu querido amigo, segurando com a mão direita a piroca grossa de Leslie, enquanto com a esquerda pegava de leve nas bolas dele. Devagar, ele subia e descia a mão, apertando firme o instrumento do seu desejo, sem deixar escapar, sentindo como pulsava, como ficava mais duro, como suava... Como é que ele foi parar naquela situação?LeslieNunca me disse que gostava disso, não sabia que você curtia leite de homem.MartinNão curto... bom, não sei se curto, mas acho que tu gosta do jeito que eu te masturbo, porque tua pica tá dura que nem pedra." — dizia ele enquanto tentava esconder a ereção enorme que tinha criado.Leslie:Se continuar assim, vai fazer eu encher tua cara de porra, meu Deus... como tu faz bem... - ele gemia enquanto se contorcia sentado na beira da cama, sem calças e só de camiseta, suando enquanto Martin se divertia com as bolas e o pau bem duro dele, que não parava de vazar líquido pré-gozo.
Martin tinha as mãos pegajosas, ásperas e ocupadas. O próprio pau dele não dava trégua e tentava escapar do short esportivo que vestia, ele sentia como se molhava com o próprio líquido pré-gozo. Não sabia o que fazer, mas tava adorando.LeslieAaah... meu deus, vou explodir... Jasmim, não aguento mais, tenho que gozaaaar...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— O quê?... Como assim, Jazmin? — perguntou isso antes mesmo de olhar para a direita e se deparar com a vizinha Jazmin, a milf do lado, olhando para eles enquanto se tocava um peito por cima da camiseta esportiva com cara de safada.
Martin se assustou e de um pulo se levantou... E se viu deitado na cama, suando, vendo o sol escapando por uma fresta da janela que dava para o leste, já deviam ser umas 6 da manhã. Ficou ofegante olhando para o teto, tentando entender na mente o que foi tudo aquilo. Um sonho, só um sonho, mas tão gráfico que parecia real.
Talvez aquilo tivesse sido só um sonho, mas o que não foi ele descobriu ao se tocar na virilha, o pau dele estava totalmente duro, soltando umidade pelo boxer que usava de pijama. Ainda tinha uns restos de porra nos abdominais, resultado da gozada potente da noite anterior, e podia sentir que a ereção não ia baixar a menos que ele cuidasse disso. Então partiu pra tarefa de relaxar, naquela manhã quente do verão mendocino.
Aproveitando que era bem cedo, e sabendo que não devia ter ninguém acordado ainda, tirou o boxer de uma vez só, deixando à mostra a mola dura que agora tinha de pau. Contemplou o pênis, pensando no pau do amigo que viu na noite anterior, percebeu que tinham paus diferentes, mas ambos pareciam potentes e grandes. Agarrou ele com força na mão direita e começou o vai e vem lento, de cima pra baixo, aumentando bem devagar a velocidade do movimento.
O líquido pré-seminal da ereção violenta ajudava a lubrificar a cabeçona que brilhava cada vez que ele fazia o movimento pra baixo no pau, cada vez mais molhada, cada vez mais rápido o movimento. Com a mão esquerda começou a massagear as bolas que estavam duras e gordas, ainda carregadas. Devagar começou a abafar uns gemidos baixinhos, estava Adorando pensar no pau do Leslie, no sonho e na tesão que tava sentindo. Queria gozo, precisava de gozo, precisava esvaziar essas bolas em cima dele, sentir o próprio gozo quente em cima, igual na noite anterior. Quando tava chegando no ponto mais quente entre gemidos e suores, ouviu algo que tirou ele da concentração. Batidas, batidinhas... batidas que se repetiam ritmadamente, e que vinham de algum lugar perto.
Isso tirou ele tanto do sério, que ficou com o pau duro e molhado na mão enquanto ouvia os barulhos pra tentar descobrir de onde vinham e o que eram. Será que alguém tava martelando nessa hora da manhã? Enquanto pensava e ouvia, percebeu que o ritmo aumentava de velocidade às vezes, e às vezes ia mais devagar, às vezes soava forte e outras mais suave... quase como se alguém... como se alguém tivesse transando.
Automaticamente pulou da cama pelado, com o pau tão duro quanto há pouco, agora meio excitado pela possibilidade de ouvir esses barulhos e que fossem o que ele pensava. Sabia que vinham de perto, talvez da própria casa... por um momento passou pela cabeça dele que esses barulhos viessem da casa ao lado, talvez o Leslie tivesse transando gostoso com a vizinha Jazmin, tão forte que dava pra ouvir até ali, mas não era possível.
Martin decidiu então vestir a cueca pra tentar esconder um pouco a ereção enorme dele e sair devagar e silenciosamente do quarto pra investigar. Ao fazer isso, encontrou a casa apagada, com um pouco de luz entrando pelas janelas por causa do amanhecer recente. A porta do quarto do irmão dele tava quase em frente à dele, e ela tava fechada. Mesmo assim, Martin se aproximou pra ver se os barulhos vinham dali, mas não se ouvia nada do outro lado. Então não teve escolha a não ser segui-los pelo corredor que ligava os quartos deles ao banheiro principal do primeiro andar e ao quarto dos pais dele no fundo. do mesmo. Sem quase perceber, se viu ao lado da porta do quarto dos pais, que não estava totalmente fechada e deixava ver um pouco do lado de dentro.
Por sorte do Martin, aquele pequeno espaço aberto dava visão direta pro espelho da parede, e permitia que ele visse bem de onde vinha o barulho. Quase de imediato, ele levou a mão pro pau que continuava duro, quando avistou o pai dele, Alejandro, completamente pelado em cima da mãe. Ela não dava pra ver tão bem porque o corpo do pai cobria, mas ele via as pernas dela pra cima, enquanto a bunda do pai balançava pra cima e pra baixo numa velocidade já constante. Ensopado por uma camada fina de suor, viu como Alejandro penetrava ritmicamente a mãe dele, Cecília, sem parar, só se ouvindo o leve bater da cama contra a parede.
Também não tinha gemidos, já que os dois estavam se beijando apaixonadamente enquanto Alejandro não parava as investidas tão ritmadas que Martin não conseguia parar de olhar a bunda do pai, como subia e descia enquanto imaginava como o pênis dele entrava na mãe. Enquanto fazia isso, não pôde deixar de notar como o pau dele tava doendo, duro e cheio de líquido pré-seminal que já sujava a cueca que ele usava. Não teve ideia melhor do que tirar o pau duro por um lado da cueca e começar a bater uma lentamente enquanto via a cena refletida no espelho.
Os minutos pareciam horas e ele continuava vendo como o pai não dava trégua pra mãe, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, via como a bunda do pai subia e descia mais e mais. Sentia o ar esquentar, sentia o cheiro do sexo e aquilo o embriagava mais, e fazia ele ficar mais duro enquanto segurava o pau e batia uma cada vez mais rápido. Cada vez mais a cabeça ficava molhada e ele suava mais, se sentia mais quente e mais tenso, precisando poder gozar tudo junto.
Depois de alguns minutos, viu como, sem parar de penetrar, o pai dele parou de beijar a mãe e deixou escapar um leve gemido, bem masculino e duro, enquanto acelerava as investidas. Em seguida, ele conseguiu levantar um pouco o tronco para se separar da parceira, fazendo com que, no reflexo do espelho, Martin finalmente pudesse ver sua mãe nua enquanto recebia sem parar o pau do pai... Mas ele não viu sua mãe deitada de barriga pra cima recebendo o pai. No lugar que deveria ser de Cecilia, estava a vizinha Jazmin.
Isso desmontou completamente Martin. O pau dele ficou duro pra caralho e ele parou de se masturbar, ficando perplexo olhando o reflexo do espelho do quarto dos pais naquela manhã. O pai dele, Alejandro, estava comendo a Jazmin, dentro de casa, na cama de casal, umas seis e pouco da manhã. Metendo num ritmo quase frenético, sem parar de penetrar ela, tampava a boca dela enquanto algumas gotas de suor caíam no rosto da vizinha. Ela só conseguia fazer cara de possuída enquanto recebia todas as investidas sem dizer nada, só gozando. Enquanto isso rolava, e enquanto Martin ainda tinha o pau duro e molhado (tanto que caíam algumas gotas no chão do corredor), ele viu uma mulher aparecer do canto oposto do quarto dos pais.
A mulher se aproximou da cama enquanto colocava uma mão nas costas de Alejandro, e subia devagar na cama onde o casal estava terminando de transar de manhã. Martin custou a enxergar por causa da luz, mas aquela mulher que apareceu do outro canto era a própria mãe dele, Cecilia. Estava nua, mostrando as tetas lindas dela que ainda eram firmes e gostosas, com o corpo de mulher casada mas nada pouco apetecível, com a buceta toda raspada. Martin, ao ver ela direito e entender que a mãe dele estava vendo tudo, sendo espectadora de como o marido comia a vizinha em silêncio, fez ele começar a ficar tonto. Não só pela situação, mas também pela puta excitação que ele tava sentindo.
Ele viu pelo espelho como Alejandro, sem parar de penetrar a Jazmin, puxou ela pra perto. a cabeça da mãe dela para sussurrar algo que Martin ouviu perfeitamente.AlejandroTô quase enchendo ela todinha... deixa eu encher ela todinha, meu amor?Cecília:Não... dessa vez não. Quero que você jorra toda a porra na cara dela, como castigo pelo que ela fez. — disse enquanto olhava com cara de safada pra Jasmim, que devolveu o olhar cheio de tesão.AlejandroMas, amor, quero encher ela, pra que o marido dela sinta depois.Cecília— Não, Alejandro, ela vai ver assim antes de sentir, com toda a sua porra quente na cara, do jeito que ela também gosta.
Alejandro não discutiu mais, e Martin pôde ver no reflexo do espelho que ele colocou uma cara de safado. Na sequência, aumentou o ritmo das penetrações, fazendo a cama dar uns pulinhos curtos. Cecília só observava, nua, com os bicos dos peitos duros de tesão, enquanto o marido estava prestes a gozar na vizinha. Martin, por sua vez, só conseguia se tocar devagar, sentindo o pau duro e vermelho, prestes a explodir.
Sem avisar, Martin viu o pai tirar o pau de dentro do corpo da vizinha. Pôde ver pela primeira vez o tamanho da ferramenta que Alejandro manuseava: um pau tão grande quanto o de Martin, ou até o do irmão dele, mas mais grosso... muito parecido com o do Leslie. Viu aquele pau duro, todo brilhante de tanto líquido vaginal de Jazmin. Alejandro pegou o pau com a mão direita e, depois de bater só duas punhetadas, começou a gozar. Martin nunca tinha visto o pai daquele jeito, nunca imaginou ele transando ou gozando, mas ao ver ele soltar 4 jorros grossos de porra na cara da vizinha enquanto a própria mulher olhava toda safada, foi demais pro jovem voyeur.
Quase sem fazer força ou velocidade, Martin gozou 4 jorros, quase idênticos em quantidade e volume aos do pai. Eles foram parar no chão, deixando uma meleca que qualquer um podia ver. Martin teve que parar de olhar a cena pra se jogar no chão em silêncio e limpar com a cueca a quantidade enorme de porra quente que tinha cuspido. Não deu mais tempo, então assim que terminou de limpar, voltou sem correr pro quarto e se trancou, mas antes passou na frente do quarto do irmão, achando que tinha visto a porta se mexer.
Já no quarto, jogou a cueca cheia de porra pra lavar e vestiu outra, enquanto ouvia uns barulhinhos leves vindo das escadas da casa. Claramente, Jazmin estava indo embora. Ficou pensando que transar daquele jeito... Era propício de manhã, bem cedinho, já que as atividades em casa sempre começavam às 8 da manhã, isso dava tempo pra cobrir os rastros. Se jogou na cama pra tentar dormir mais um pouco, mas a verdade é que não conseguiu. Cada vez que fechava os olhos, só conseguia ver a bunda do pai subindo e descendo enquanto enfiava a piroca gorda dele na vizinha Jazmin, e isso só o deixava mais excitado...
-/-Desculpe, não posso traduzir essa palavra, pois parece ser um nome próprio ou termo sem contexto claro. Se você puder fornecer a frase completa ou o texto original em espanhol, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro de forma natural e envolvente.:Caralho, não imaginava que você conseguia fazer isso... - eu ouvia ele ofegante, mas não dei muita importância - faz tempo que não fico com o pau tão duro assim...Desculpe, não posso traduzir esse texto sem o conteúdo original. Por favor, forneça o texto em espanhol que você gostaria que eu traduzisse.Não me diga isso pra me fazer sentir bem...
Martin se viu de joelhos no chão, entre as pernas abertas do seu querido amigo, segurando com a mão direita a piroca grossa de Leslie, enquanto com a esquerda pegava de leve nas bolas dele. Devagar, ele subia e descia a mão, apertando firme o instrumento do seu desejo, sem deixar escapar, sentindo como pulsava, como ficava mais duro, como suava... Como é que ele foi parar naquela situação?LeslieNunca me disse que gostava disso, não sabia que você curtia leite de homem.MartinNão curto... bom, não sei se curto, mas acho que tu gosta do jeito que eu te masturbo, porque tua pica tá dura que nem pedra." — dizia ele enquanto tentava esconder a ereção enorme que tinha criado.Leslie:Se continuar assim, vai fazer eu encher tua cara de porra, meu Deus... como tu faz bem... - ele gemia enquanto se contorcia sentado na beira da cama, sem calças e só de camiseta, suando enquanto Martin se divertia com as bolas e o pau bem duro dele, que não parava de vazar líquido pré-gozo.
Martin tinha as mãos pegajosas, ásperas e ocupadas. O próprio pau dele não dava trégua e tentava escapar do short esportivo que vestia, ele sentia como se molhava com o próprio líquido pré-gozo. Não sabia o que fazer, mas tava adorando.LeslieAaah... meu deus, vou explodir... Jasmim, não aguento mais, tenho que gozaaaar...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— O quê?... Como assim, Jazmin? — perguntou isso antes mesmo de olhar para a direita e se deparar com a vizinha Jazmin, a milf do lado, olhando para eles enquanto se tocava um peito por cima da camiseta esportiva com cara de safada.
Martin se assustou e de um pulo se levantou... E se viu deitado na cama, suando, vendo o sol escapando por uma fresta da janela que dava para o leste, já deviam ser umas 6 da manhã. Ficou ofegante olhando para o teto, tentando entender na mente o que foi tudo aquilo. Um sonho, só um sonho, mas tão gráfico que parecia real.
Talvez aquilo tivesse sido só um sonho, mas o que não foi ele descobriu ao se tocar na virilha, o pau dele estava totalmente duro, soltando umidade pelo boxer que usava de pijama. Ainda tinha uns restos de porra nos abdominais, resultado da gozada potente da noite anterior, e podia sentir que a ereção não ia baixar a menos que ele cuidasse disso. Então partiu pra tarefa de relaxar, naquela manhã quente do verão mendocino.
Aproveitando que era bem cedo, e sabendo que não devia ter ninguém acordado ainda, tirou o boxer de uma vez só, deixando à mostra a mola dura que agora tinha de pau. Contemplou o pênis, pensando no pau do amigo que viu na noite anterior, percebeu que tinham paus diferentes, mas ambos pareciam potentes e grandes. Agarrou ele com força na mão direita e começou o vai e vem lento, de cima pra baixo, aumentando bem devagar a velocidade do movimento.
O líquido pré-seminal da ereção violenta ajudava a lubrificar a cabeçona que brilhava cada vez que ele fazia o movimento pra baixo no pau, cada vez mais molhada, cada vez mais rápido o movimento. Com a mão esquerda começou a massagear as bolas que estavam duras e gordas, ainda carregadas. Devagar começou a abafar uns gemidos baixinhos, estava Adorando pensar no pau do Leslie, no sonho e na tesão que tava sentindo. Queria gozo, precisava de gozo, precisava esvaziar essas bolas em cima dele, sentir o próprio gozo quente em cima, igual na noite anterior. Quando tava chegando no ponto mais quente entre gemidos e suores, ouviu algo que tirou ele da concentração. Batidas, batidinhas... batidas que se repetiam ritmadamente, e que vinham de algum lugar perto.
Isso tirou ele tanto do sério, que ficou com o pau duro e molhado na mão enquanto ouvia os barulhos pra tentar descobrir de onde vinham e o que eram. Será que alguém tava martelando nessa hora da manhã? Enquanto pensava e ouvia, percebeu que o ritmo aumentava de velocidade às vezes, e às vezes ia mais devagar, às vezes soava forte e outras mais suave... quase como se alguém... como se alguém tivesse transando.
Automaticamente pulou da cama pelado, com o pau tão duro quanto há pouco, agora meio excitado pela possibilidade de ouvir esses barulhos e que fossem o que ele pensava. Sabia que vinham de perto, talvez da própria casa... por um momento passou pela cabeça dele que esses barulhos viessem da casa ao lado, talvez o Leslie tivesse transando gostoso com a vizinha Jazmin, tão forte que dava pra ouvir até ali, mas não era possível.
Martin decidiu então vestir a cueca pra tentar esconder um pouco a ereção enorme dele e sair devagar e silenciosamente do quarto pra investigar. Ao fazer isso, encontrou a casa apagada, com um pouco de luz entrando pelas janelas por causa do amanhecer recente. A porta do quarto do irmão dele tava quase em frente à dele, e ela tava fechada. Mesmo assim, Martin se aproximou pra ver se os barulhos vinham dali, mas não se ouvia nada do outro lado. Então não teve escolha a não ser segui-los pelo corredor que ligava os quartos deles ao banheiro principal do primeiro andar e ao quarto dos pais dele no fundo. do mesmo. Sem quase perceber, se viu ao lado da porta do quarto dos pais, que não estava totalmente fechada e deixava ver um pouco do lado de dentro.
Por sorte do Martin, aquele pequeno espaço aberto dava visão direta pro espelho da parede, e permitia que ele visse bem de onde vinha o barulho. Quase de imediato, ele levou a mão pro pau que continuava duro, quando avistou o pai dele, Alejandro, completamente pelado em cima da mãe. Ela não dava pra ver tão bem porque o corpo do pai cobria, mas ele via as pernas dela pra cima, enquanto a bunda do pai balançava pra cima e pra baixo numa velocidade já constante. Ensopado por uma camada fina de suor, viu como Alejandro penetrava ritmicamente a mãe dele, Cecília, sem parar, só se ouvindo o leve bater da cama contra a parede.
Também não tinha gemidos, já que os dois estavam se beijando apaixonadamente enquanto Alejandro não parava as investidas tão ritmadas que Martin não conseguia parar de olhar a bunda do pai, como subia e descia enquanto imaginava como o pênis dele entrava na mãe. Enquanto fazia isso, não pôde deixar de notar como o pau dele tava doendo, duro e cheio de líquido pré-seminal que já sujava a cueca que ele usava. Não teve ideia melhor do que tirar o pau duro por um lado da cueca e começar a bater uma lentamente enquanto via a cena refletida no espelho.
Os minutos pareciam horas e ele continuava vendo como o pai não dava trégua pra mãe, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, via como a bunda do pai subia e descia mais e mais. Sentia o ar esquentar, sentia o cheiro do sexo e aquilo o embriagava mais, e fazia ele ficar mais duro enquanto segurava o pau e batia uma cada vez mais rápido. Cada vez mais a cabeça ficava molhada e ele suava mais, se sentia mais quente e mais tenso, precisando poder gozar tudo junto.
Depois de alguns minutos, viu como, sem parar de penetrar, o pai dele parou de beijar a mãe e deixou escapar um leve gemido, bem masculino e duro, enquanto acelerava as investidas. Em seguida, ele conseguiu levantar um pouco o tronco para se separar da parceira, fazendo com que, no reflexo do espelho, Martin finalmente pudesse ver sua mãe nua enquanto recebia sem parar o pau do pai... Mas ele não viu sua mãe deitada de barriga pra cima recebendo o pai. No lugar que deveria ser de Cecilia, estava a vizinha Jazmin.
Isso desmontou completamente Martin. O pau dele ficou duro pra caralho e ele parou de se masturbar, ficando perplexo olhando o reflexo do espelho do quarto dos pais naquela manhã. O pai dele, Alejandro, estava comendo a Jazmin, dentro de casa, na cama de casal, umas seis e pouco da manhã. Metendo num ritmo quase frenético, sem parar de penetrar ela, tampava a boca dela enquanto algumas gotas de suor caíam no rosto da vizinha. Ela só conseguia fazer cara de possuída enquanto recebia todas as investidas sem dizer nada, só gozando. Enquanto isso rolava, e enquanto Martin ainda tinha o pau duro e molhado (tanto que caíam algumas gotas no chão do corredor), ele viu uma mulher aparecer do canto oposto do quarto dos pais.
A mulher se aproximou da cama enquanto colocava uma mão nas costas de Alejandro, e subia devagar na cama onde o casal estava terminando de transar de manhã. Martin custou a enxergar por causa da luz, mas aquela mulher que apareceu do outro canto era a própria mãe dele, Cecilia. Estava nua, mostrando as tetas lindas dela que ainda eram firmes e gostosas, com o corpo de mulher casada mas nada pouco apetecível, com a buceta toda raspada. Martin, ao ver ela direito e entender que a mãe dele estava vendo tudo, sendo espectadora de como o marido comia a vizinha em silêncio, fez ele começar a ficar tonto. Não só pela situação, mas também pela puta excitação que ele tava sentindo.
Ele viu pelo espelho como Alejandro, sem parar de penetrar a Jazmin, puxou ela pra perto. a cabeça da mãe dela para sussurrar algo que Martin ouviu perfeitamente.AlejandroTô quase enchendo ela todinha... deixa eu encher ela todinha, meu amor?Cecília:Não... dessa vez não. Quero que você jorra toda a porra na cara dela, como castigo pelo que ela fez. — disse enquanto olhava com cara de safada pra Jasmim, que devolveu o olhar cheio de tesão.AlejandroMas, amor, quero encher ela, pra que o marido dela sinta depois.Cecília— Não, Alejandro, ela vai ver assim antes de sentir, com toda a sua porra quente na cara, do jeito que ela também gosta.
Alejandro não discutiu mais, e Martin pôde ver no reflexo do espelho que ele colocou uma cara de safado. Na sequência, aumentou o ritmo das penetrações, fazendo a cama dar uns pulinhos curtos. Cecília só observava, nua, com os bicos dos peitos duros de tesão, enquanto o marido estava prestes a gozar na vizinha. Martin, por sua vez, só conseguia se tocar devagar, sentindo o pau duro e vermelho, prestes a explodir.
Sem avisar, Martin viu o pai tirar o pau de dentro do corpo da vizinha. Pôde ver pela primeira vez o tamanho da ferramenta que Alejandro manuseava: um pau tão grande quanto o de Martin, ou até o do irmão dele, mas mais grosso... muito parecido com o do Leslie. Viu aquele pau duro, todo brilhante de tanto líquido vaginal de Jazmin. Alejandro pegou o pau com a mão direita e, depois de bater só duas punhetadas, começou a gozar. Martin nunca tinha visto o pai daquele jeito, nunca imaginou ele transando ou gozando, mas ao ver ele soltar 4 jorros grossos de porra na cara da vizinha enquanto a própria mulher olhava toda safada, foi demais pro jovem voyeur.
Quase sem fazer força ou velocidade, Martin gozou 4 jorros, quase idênticos em quantidade e volume aos do pai. Eles foram parar no chão, deixando uma meleca que qualquer um podia ver. Martin teve que parar de olhar a cena pra se jogar no chão em silêncio e limpar com a cueca a quantidade enorme de porra quente que tinha cuspido. Não deu mais tempo, então assim que terminou de limpar, voltou sem correr pro quarto e se trancou, mas antes passou na frente do quarto do irmão, achando que tinha visto a porta se mexer.
Já no quarto, jogou a cueca cheia de porra pra lavar e vestiu outra, enquanto ouvia uns barulhinhos leves vindo das escadas da casa. Claramente, Jazmin estava indo embora. Ficou pensando que transar daquele jeito... Era propício de manhã, bem cedinho, já que as atividades em casa sempre começavam às 8 da manhã, isso dava tempo pra cobrir os rastros. Se jogou na cama pra tentar dormir mais um pouco, mas a verdade é que não conseguiu. Cada vez que fechava os olhos, só conseguia ver a bunda do pai subindo e descendo enquanto enfiava a piroca gorda dele na vizinha Jazmin, e isso só o deixava mais excitado...
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