Vizinha gostosa pra caralho/Cap2

 
Vizinha gostosa pra caralho/Cap2CAPÍTULO 2







Ela chegou, passou andando do meu lado, e antes de subir na cama... pôde finalmente admirar o que tanto tinha sonhado. Como que sem querer, consegui dar uma espiada por baixo do roupão dela, enquanto ela se ajeitava pra subir na cama. Vi as duas pernas enormes chegando numa calcinha grande, e pude ver ou imaginar uma moita preta de pelo bem volumoso que fazia um volume na região da buceta dela. Eu tava que não acreditava, segurava com minhas mãos meu pau enquanto o acariciava, quase sentindo que ia gozar, só de ver aquilo.

Ela acabou subindo na cama e se cobrindo com os cobertores. Eu, sinceramente, achei que tinha acabado tudo ali, e me preparei pra não fazer barulho, já que tenho certeza que não ia conseguir dormir, por causa da excitação e daquele cheirinho de vômito que ainda tava no lugar.

Dona Chela, reparando naquele cheiro, me disse:





Ei, filho, tá fedendo pra caramba, me faz o favor de abrir essa janela e a porta um pouco pra circular o ar. Sei que tá frio, mas beleza, cobertos a gente não vai sentir frio e vamos parar de sentir esse fedor de vômito.

Levantei como pude, sem nada, cobrindo a rola, abri a janela de par em par e abri um pouco a porta pro quintal. Na hora, um ventinho fresco invadiu o cômodo e limpou o cheiro na hora, mas, claro, deixou entrar um frio da madrugada que me fez tremer de frio.



Na hora eu me enfiei no colchão, tremendo de frio e tentando me cobrir, acho que dona Chela me viu tremer de frio porque ela falou.


Escuta aqui, meu filho, olha, você tá com muito frio?

Sim, dona Chela, tá fazendo frio, mas eu aguento, não se preocupa, responde.

Ela disse:

Mmm... não, filho, não. Olha, melhor deitar aqui na cama, vai, que no fim eu não me mexo muito quando durmo e você cabe aqui sim, vai, sobe, porque senão você vai morrer de frio aí.

Eu, sem esperar mais e sem dizer nada, e torcendo pra não ser um sonho, levantei na hora, e pegando minha coberta comigo, fiquei ao lado da cama como quem pergunta onde deito. E rindo, dona Chela me disse:

Vai, filho, pula pra perto da parede, eu deito aqui na beira caso precise levantar antes.

Então, já com a intenção e justificado pelo meu suposto estado de sono, quase me apoiando no corpo dela, pulei e me estiquei ao lado dela, me cobrindo com minha coberta.

Dona Chela, se mexendo na cama e virando pra me olhar, disse:

Bom, filho, então se enfia nas cobertas, vai, que assim nós dois nos cobrimos com os dois cobertores, porque tá muito frio.

Então, nem demorei nem fui preguiçoso, levantei as cobertas e me deitei debaixo delas. O calor que se sentia debaixo daquelas cobertas era abrasador, delicioso, e o cheiro de mulher era fantástico.

A cama era de solteiro e mal cabíamos nós dois. Eu nunca fui magro e ela era realmente gordinha, então estava colada em mim. Eu estava deitado de barriga pra cima e sentia na minha perna a bunda enorme de dona Chela, que estava deitada de lado, de costas pra mim. Eu mal conseguia me mexer, mas sentir o calor daquela bucetona gigante grudada na minha perna me fez começar a mover a perna pra aproximar mais. Aos poucos, fui aproximando até que a bunda enorme estava completamente encostada na minha perna. Meu pau estava no limite, doía nos testículos e eu sentia que a qualquer momento ia gozar. A excitação era imensa. Deixei o tempo passar, esperando que ela dormisse, e quando senti que ela respirava já... Devagar, pelo meu sinal de que tava dormindo, me virei como quem não quer nada, ficando de frente pra costa dela. O tamanho da cama era pequeno, então no movimento fiquei a poucos centímetros dela, sem coragem de encostar e pensando comigo mesmo que, com o tempo, ia me grudando nas costas dela. Tava nessa quando ouço a voz de dona Chela me dizendo:

— Ô, filho, se cobre bem porque tá muito frio, e os cobertores são finos. Se arruma direito senão vai ficar com as costas descobertas, vai, meu filho.

E dizendo isso, ela se adiantou, me deixando mais espaço, se enfiando até a beirada, e eu respondi:

— Não, dona Chela, tô bem. Melhor a senhora vir pra cá, vai cair.

Ela só falou:

— Tá bom, mas vou te grudar com minha bunda, filho. Te incomoda?

— Não, dona Chela, não me incomoda nada. Se acomoda direitinho.

E dizendo isso, eu me adiantei um pouco e ela se encaixou pra trás. Foi o momento mais gostoso da minha vida, quando senti aquela bundona toda se acomodando bem colada em mim. As nádegas enormes dela encostavam nas minhas pernas e na minha barriga, inteirinhas, bem grudadas em mim. Sentia o tecido do roupão nas minhas pernas e a forma enorme e redonda daquele par de bundas meio caídas agora, mas pra mim era excitante demais. Tanto que eu não tirei a mão do meu pau, tinha que segurar ele colado na minha perna pra dona Chela não sentir o que tava rolando comigo. Enquanto eu segurava meu pau com a mão, ela me grudava a bunda e, com um movimento, se ajeitou melhor.

A posição me deixou desconfortável, então, deixando rolar o que tivesse que rolar, soltei meu pau e tirei a mão de lá, pra sentir agora completamente a tremenda bundona de dona Chela. Mas claramente ela também sentiria agora meu pau duro colado na bunda dela. Sem pensar muito, soltei meu pau, me virei de lado e me grudei na bunda de dona Chela, que, sentindo meu pau duro encostado nas nádegas dela, não... Ela não disse nada, continuou como se nada tivesse acontecido. Então, ganhando mais confiança, me atrevi a encaixar meu pau bem no meio das bundonas dela, tenho certeza que ela sentiu o volume, mas não falou nada, só continuamos deitados juntos, os pés dela encostados nos meus. Aí me animei e aproximei meu pé do dela, esfregando minha perna na dela. Ela não tirou a perna, pelo contrário, senti que deixou e até jogou pra trás. Eu me sentia no paraíso, apesar do frio que fazia, eu estava suando pra caralho, mas tinha chegado num ponto que já me animava pra qualquer coisa. Então, sem mais, abaixei meus braços e, por entre as cobertas, procurei um jeito de abraçar ela. Enrolei meu braço livre em volta dela, segurando pela barriga. Ela não disse nada, só se mexeu um pouco e, rebolando a rabeta, se encaixou mais colada em mim. Ganhando mais confiança, estendi minha mão sobre a barriga dela e puxei ela o mais perto que pude. Ela não recusou, na verdade, com a mão dela tocou a minha e, percebendo que era eu quem tava abraçando, deixou eu continuar com a mão ali. Naquele momento, senti que tudo podia rolar, então meu outro braço, que tava apertado debaixo do meu corpo entre eu e o colchão, me levantei um pouco e tirei ele, e sem dizer nada, passei por baixo da cabeça de dona Chela, num gesto claro de abraçar ela. Ela levantou a cabeça, deixou meu braço passar por baixo do pescoço dela e se ajeitou, colando as costas no meu peito e deixando meu braço apertar ela. Minha mão foi parar direto no peitão dela, e só deixei ela ali, sem mexer. Agora eu tinha dona Chela abraçada e colada em mim, com uma mão na barriga dela e a outra nas tetas dela.

Aí ela jogou os pés pra trás até encostar nas minhas pernas, e num movimento levantou a perna e subiu um pouco na minha, pra trás. Esse movimento que dona Chela fez me deu o sinal que eu esperava.

Dobrei meu joelho e enfiei entre as pernas dela, levantando minha perna e subindo na dela. O que a dona Chela tinha por baixo, ela só levantou a perna e deixou minha perna entrar entre as dela e encaixou a dela por cima da minha. Eu não acreditava que isso estava acontecendo, ela cooperava mas não falava nada. Meu pau estava duríssimo e agora já estava colado, francamente, entre as nádegas da dona Chela. Movendo a mão que estava na barriga dela, procurei a ponta do roupão e achei. Aí, criando coragem, peguei o roupão e tentei tirar ele do meio dos nossos corpos, levantando ele.

Ela, vendo o que eu queria, disse:
— Filho, meu roupão tá atrapalhando? Deixa eu tirar.

E assim, sem mais, levantou da cama e tirou o roupão. Foi a imagem mais excitante que já vi: aquela mulher gordinha agora quase pelada na minha frente, o sutiã enorme segurando aqueles peitões e aquela calcinha que cobria da barriga até debaixo das nádegas. Largou o roupão no chão e se acomodou de novo onde estava.

— Assim tá melhor, meu filho?
— Sim, dona Chela, assim tá melhor.

Agora, sem cerimônia e com ela abraçada, minha mão apertou aquele peitão enorme, apertando e massageando, e com a outra mão, acariciava a barriga e as pernas dela, puxando ela contra mim. Meu pau já completamente duro e inchado por baixo da cueca estava encaixado entre as nádegas grandes dela. Ela não se mexia, só se deixava fazer.

A mão que estava no peito dela, tentei enfiar por baixo do tecido do sutiã, e quase consegui, mas estava muito apertado, e acho que machuquei ela, porque ela deu um gritinho e disse:
— Ai, filho, belisquei meu peito. Quer que eu tire o sutiã?

Eu não acreditava no que ouvia, então só falei:
— Sim, tira ele. — respondi.
— Me ajuda, filho, solta ele nas costas. Além disso, o sutiã aperta, meus peitos são tão grandes que mal soltam.

Com minha inexperiência e como pude, soltei os ganchos que prendiam o sutiã e, quando finalmente terminei, ela mesma tirou e jogou ele pra fora. das cobertas.
— Assim tá melhor, filho?
— Sim, assim tá melhor, dona Chela.

Minha mão agora, sim, se encheu daquela ubre enorme, grande, macia, caída, mas tremendamente excitante. Levei minha mão até a auréola dela e, encontrando-a, peguei o mamilo, que era mais grosso que um dos meus dedos e enorme, saltado. Peguei ele e comecei a mexer, igual via nos filmes pornô que costumava assistir.

Minha outra mão, já animada, enfiei pelo elástico da calcinha e, balançando, toquei sua barriga flácida e desci deslizando os dedos até onde começou uma tremenda moita de pelos, que se enroscavam nos meus dedos. Consegui sentir o começo da buceta dela e, assim, sem pensar muito, desci meus dedos e, encontrando a junção dos lábios vaginais, que eram enormes e gordinhos, cheios de pelos, coloquei minha mão completamente aberta naquela buceta. Movendo minha mão como se estivesse amassando.

Dona Chela recostou a cabeça contra a minha, completamente apoiada no meu peito, se deixando fazer. Até que disse:

— Ô, filho, cê tá muito safadinho, por que não vai dormir logo? Ou o que é que cê quer fazer comigo?

Eu não falava nada, mas continuava apalpando ela, até que, chegando perto do ouvido dela, me animei a dizer:

— Dona Chela, me deixa tirar sua calcinha?

— Pra quê, filho? Já tirou o sutiã e já meteu a mão na minha pepca, pra que quer tirar a calcinha?

— Dona Chela, quero sentir suas nádegas, deixa eu tirar a calcinha, implorei.

— Não, filho, a calcinha fica onde está. Já deixei você ir longe demais. Sou uma mulher decente e casada. Só me dá uma boa agarrada, mas até aí.

Nesse momento, minha mão já tinha feito o mamilo dela crescer e ficar duro, e minha mão na buceta dela já estava separando os lábios e acariciando devagar com dois dos meus dedos, onde eu achava que era o clitóris dela.

— Vai, Dona Chela, me deixa tirar sua calcinha, por favor.

— Mmm, filho, mas pra quê? Depois você vai querer me comer, meu filho, e isso não pode. Melhor só me dedilhar, vai, e vou deixar você só porque... Hoje ela me ajudou muito.
Eu continuei descendo meus dedos pela buceta enorme dela, até onde minha mão alcançava, mas como eu estava com a mão enfiada por dentro da calcinha dela, isso impedia de descer mais. Mesmo assim, meus dedos já tinham encontrado o caminho pro útero dela, que já tava molhado, porque eu sentia os fios de líquido cremoso nos meus dedos.

Eu não tava com coragem de insistir em puxar a calcinha dela pra baixo, aí ela falou:

— Óia, filho, se eu deixar você puxar minha calcinha, me promete que não vai me comer?

— Sim, dona Chela, eu prometo, não vou te foder, juro.

— Ah, tá bom então, filho, puxa minha calcinha, vai, senão você vai rasgar ela.

Eu tirei minha mão de entre as pernas dela, peguei o elástico e puxei a calcinha pra baixo, e ela me ajudou levantando o corpo e tirando ela mesma.

Já sem calcinha, ela se ajeitou de novo do meu lado. Eu tava com a mão na bunda dela e ficava apalpando sem vergonha nenhuma, e ela se acomodou como tava, levantando a perna e jogando ela pra trás por cima da minha, e empurrando a rabeta no meu pau.

— Óia, filho, cê gosta das minhas nádegas, é?

— Sim, dona Chela, eu gosto das suas bundonas e dos seus peitos.

— Sério que cê gosta, meu filho? Então vou emprestar elas pra você apalpar à vontade, só por hoje.

— Sim, dona Chela.

— Bom, filho, agora dorme, vai. Já me deixou toda pelada, agora dorme, vai.

E falando isso, ela se esfregava em mim e jogava a perna mais pra trás por cima da minha, do jeito que tava, de costas. As bundonas enormes dela, agora nuas, estavam todas espalhadas do meu lado.

Minha mão continuava agora acariciando a buceta dela bem devagar, meus dedos deslizavam entre os lábios da vagina dela, se molhando na entrada do útero. Eu afastava eles pra um lado e às vezes apertava, eram enormes, carnudos, grossos, gostosos. Eu tava com a mão cheia de líquido cremoso, toda ensopada já, e o mamilo dela na minha outra mão tinha crescido, e cada vez que eu apertava ele, ela... Ela se esfregava mais em mim e gemia baixinho.

Eu ainda estava de cueca e meu pau já não aguentava mais, grosso e duro, forçando o tecido.

— Dona Chela, vou tirar minha cueca, tô com muito calor.

— Humm, sim, filho, tira logo, assim não sou só eu que fico pelada. Olha como me deixou, filho, toda escarrapachada.

Tirei a cueca e me encostei nela de novo, mas agora, antes de me grudar, levantei a bunda dela e encaixei meu pau entre aqueles cachetes enormes.

Quando ela sentiu meu pau, deu um gritinho e, descendo a mão entre as pernas, procurou meu pau. Tocou nele e parece que se assustou.

— Ai, filho, isso é seu pinto? Meu Deus, de onde você tirou isso? É enorme!

— E ficou bem duro, bebê. É normal?

— Sim, Dona Chela, é normal. Sempre foi assim.

Ajeitando meu pau entre as nádegas dela, ela se empurrou pra trás, me dizendo:

— Com um pinto desse tamanho, menos ainda vou deixar você me comer, filho. Deve doer pra caralho. E como faz anos que não enfiam nada em mim, melhor nem tentar.

— Dona Chela — falei.

— Será que você ia mesmo me deixar te comer?

— Ai, filho, não sei. Já tava até me animando, mas com essa porra de pau que você tem, melhor não.

— Não vai nem caber, bebê. Além disso, você prometeu não me comer, lembra?

— Sim, Dona Chela, prometi não te comer e não tô te comendo.

Nesse momento, ela se virou, ficou de barriga pra cima, e eu fiquei de lado junto dela. Olhando pra mim, ela disse:

— Filho meu, isso tá muito errado. Eu sou quase como sua mãe, tenho 30 anos a mais que você, sou casada e meu marido tá dormindo no outro quarto. Ai, filho, melhor você dormir, tá?

Fiquei em silêncio... e imóvel por um momento, quase sem tocá-la, mas de novo levei minha mão até a entreperna dela e, assim que cheguei naquela moita enorme, ela abriu as pernas de vez e me deixou tocar de novo. A buceta dela escorria suco, tava completamente molhada. Se eu tivesse mais experiência, saberia que era só questão de tempo até eu comer essa mulher.

Ela gemia baixinho e mexia o corpanzil dela.

— Isso, filho, isso eu deixo. Pode enfiar os dedos, vai, do jeito que quiser.

Dona Chela pegou meu pau na mão dela e começou a acariciar de baixo pra cima, apertando a mão quando chegava na pontinha.

— Olha, filho, melhor eu tirar esse leite na mão, senão você não vai ficar sossegado.

Deixei ela bater uma pra mim, ela nem me olhava, o olhar dela tava no teto, e eu me inclinei sobre ela, levantei um peito e enfiei na boca, chupando aquele mamilo enorme, prendi entre o céu da boca e a língua e fiquei mamando.

Dona Chela começou a gemer mais alto e a mover a mão com mais força ainda, rebolava a raba em movimentos circulares sentindo meus dedos deslizando entre os lábios dela.

De repente, senti que ela pegou minha mão que tava entre as pernas dela e empurrou pra baixo...

— Meu filho... meu filho... enfia os dedos, vai... me deda, vai... não me deixa assim... vai, enfia todos os dedos, meu filho, todos...

Ela tinha meu pau preso na mão e batia com muita força, já tava ofegante e me olhava fixo com muito carinho.

De repente, fechou os olhos com força, apertou os dentes, levantou a raba e, apertando as pernas com minha mão no meio, gritou:

— Aiiii, meu filhinho, tô gozando, tô gozandooo.

Senti nos meus dedos como se ela tivesse mijando, era uma chuva intensa de líquido que, em jatos primeiro contínuos, depois intermitentes, saíam daquela buceta enorme, molhando as coxas dela, minha mão, a cama, tudo.

Ela apertou tanto meu pau que quase senti que ia quebrar. Dano, no final eu caí desfalecida na cama, e respirando ofegante, ela me disse.

Filho, que gozada que eu dei, uff, nunca tinha gozado assim na minha vida e sem ser comida, meu filho, tomara que Deus não me castigue por adúltera.

Eu só consegui dizer:

Mas dona Chela, eu não comi a senhora.

Ela me olhou e disse:

Não é verdade, filho? Você não me comeu.

Não, dona Chela.

Bom, filho, agora deixa eu fazer você gozar pra gente dormir, já vai ser 6 da manhã.

Ela me colocou de barriga pra cima e agora ela de lado, colocou os peitos dela no meu peito e, me abraçando, pegou no meu pau.

Começou a me masturbar devagar e, na excitação de tê-la assim junto de mim, eu disse:

Dona Chela, coloca sua buceta molhada na minha perna, por favor.

Ela subiu a perna dela na minha e, abrindo com os dedos a buceta dela, encaixou ela colada no meu corpo.

Você gosta da minha buceta, filho? Gosta de verdade?

Sim, dona, eu amo sua buceta e todo o seu corpo.

Ela continuava puxando meu pau com a mão e eu gemia desesperado.

Ela só me aninhava nos peitos dela e continuava puxando meu pau, dizendo:

Vai, filhinho, solta essa porra, vai, tira ela pra fora.

Eu não conseguia gozar, talvez por causa da excitação ou sei lá, mas meu pau se recusava a gozar. Dona Chela cansou da mão e me disse:

Ah, meu filho... quanto tempo você demora pra soltar esse leitinho, hein?

Você vai deixar sua mulher bem satisfeita quando casar.

Que pau grande você tem, filhinho, e tão cabeçudo, certeza que não entra em lugar nenhum, né?

Dona Chela, entra, certeza que entra.

Mmm, filho, não sei, mas me parece que em mim não entra essa sua piroca, mas bom, se você quiser mmm, mas melhor não, ou bom, sim, só pra experimentar, né? Tenta enfiar em mim, filho? Se ver que não entra, você tira, ok? Não vai pensar que eu quero ser comida, hein, só quero saber se um pau desse tamanho entra em mim.

Sim, dona Chela, tá bem. bem
então filho, sobe aí, vai, me abre

eu me levantei, fiquei entre as pernas dela e ela abrindo tudo... me oferecendo aquela buceta que agora eu via como era grande.

ela abriu a buceta como um templo com as mãos e se oferecendo assim me disse

vai, meu filho, devagarzinho, mete

eu coloquei meu pau na entrada da buceta dela, a sensação era deliciosa, a umidade era intensa, meu pau tremeu de tesão

dei um empurrão e a ponta do meu pau entrou naquela caverna enorme.

filho, ai filho. espera... agora empurra mais. que pau filho... ai me dói... mais filho mais... sim filho mais... crava tudo em mim, filhinho, vai, tudo, tudo o pau filho, me mata toda

eu me deixei cair sobre ela cravando todo o meu pau, a buceta dela era tão grande que eu sentia os lábios vaginais envolvendo quase minhas bolas, as pernas dela levantadas nos meus lados.

caí sobre os peitões enormes dela, que moles caíam pros lados, me apoiei neles e comecei a me mexer, metendo e tirando meu pau daquela caverna que pela falta de uso parecia apertada,

filho, você tá me comendo filhooo... ai, você tá me comendo filho... sim, meu filho lindo, assim me come o quanto quiser filho, cê gosta de comer dona Chela, filho?... me diz que era isso que você queria... me fala filho que queria me comer... vai assim, bebezinho, assim me come, mete tudo que quiser filhinho

eu me mexia freneticamente, com uma dor gostosa que subia das minhas bolas, sentindo que finalmente ia gozar

ela se mexia freneticamente, quase gritava sem pensar que eu tava comendo ela quase no mesmo quarto onde o marido dela dormia

de repente senti de novo aquela enxurrada de orgasmo de dona Chela, o melhor orgasmo que já vi numa mulher, intenso, longo, ela se abraçava em mim me apertando entre as pernas gemendo.

naquele momento senti meu pau explodir, meu leite começou a jorrar dentro da buceta dela, foi o êxtase, quase me senti morrer.

sim filho, assim, me enche de meleca, assim, me enche de meleca, vai, todos os seus melecos pra mim, me dá tudo

Fiquei encharcado de suor e líquidos em cima dela, nós dois quase mortos, suando pra caralho

Quando finalmente descansamos, desci de cima dela e me acomodei ao lado, agora sim cansado depois da minha primeira foda de verdade

Ela me olhou, me abraçou e disse:

Filho, eu não queria que você me comesse, mas fazer o quê, você me comeu, e foda-se, agora sim, meu filho, melhor levantar e ir pra sua casa, são 6 horas, só se limpa antes.

E não vai contar pra ninguém que você esteve me comendo, hein, filho? Me promete?

Claro que nunca vou dizer que comi a dona Chela. Respondi

Então ela me disse:

Nunca mais, filho, nunca mais você vai me comer.

Ela me deu um beijo e eu fui embora...





CONTINUA 


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