Dessa vez fui eu quem acordou primeiro e, pra ser sincero, tava me sentindo meio mal por ter feito aquilo com a Lorena. Levei o café na cama pra ela e, quando acordou, deu uma olhada rápida no relógio: "Que horas são? Preciso ir cuidar do meu filho." "Posso ficar mais um pouquinho, mas tenho que ir." A gente tomou um café rápido e, no meio, ela me disse.
L: Quase me esqueci, tava conversando com sua mãe outro dia.
Eu: Uhhh... O que ela te disse?
L: Essa semana é teu aniversário, tu não falou nada.
Eu: É que não curto muito comemorar meu aniversário.
L: Também não gosta de ganhar presentes? Porque eu tava pensando em te dar um.
Eu: Isso é outra coisa kkk
L: Depois me manda mensagem, Ingrid, pede pra ele te passar meu número, tenho uma ideia.
I: Ah sim, beleza. Que emoção. Ela disse rindo e batendo palmas.
Eu: O que será que passou nessa cabecinha.
L: Nem tenta adivinhar, porque você não vai conseguir.
Quando ela já ia se levantar pra ir embora, pedi pra ver como tava a bunda dela. Ela virou de bruços e eu deitei atrás dela. Ela abriu as nádegas devagar e, realmente, ainda tava meio avermelhada, ia levar uns dias pra sarar. Não queria nem encostar, já tinha sido demais no dia anterior, mas respirei fundo e posso garantir: o cheiro da bunda dela não se compara a nenhum outro que já tive a chance de sentir. Só isso já basta pra deixar meu pau duro de novo.
L: Como é que eu tô?
Eu: A verdade?
L: Sim.
Eu: Arrombado.
L: Muito?
Eu: Vai demorar pra sarar, vários dias talvez.
L: Vou ter que passar um creminho, né?
Eu: Te aconselharia que sim.
Vi de relance a Ingrid, ela tava deitada de lado na cama olhando pra gente, com uma mão apoiando a cabeça e a outra, pelo movimento do lençol, dava pra perceber que ela tava se tocando devagarzinho.
L: Já tenho que ir, mas pode me dar um sana sana antes?
Eu: Óbvio, com o quê?
L: Com a língua.
Só a ponta da língua tocou o cu dela, e ela tremeu toda.
L: Ai, tá ardendo.
Eu: Muito?
L: Sim, devagarzinho por favor.
Eu: Assim?
L: Mmm sim, assim tá perfeito.
Ingrid até agora só olhava, até que fez um comentário.
I: Vocês não fazem ideia do quanto me excita vocês falarem assim.
Eu: Percebi, depois é a sua vez.
I: Tô te esperando..
L: Viu, sobrinho, ele vai arrebentar tua bunda e vai doer, mas olha como ele cuida de você depois. Não gosta, não?
I: Se eu amo, como você se sente?
L: Tô curtindo pra caralho, tu não tem ideia.
De vez em quando, ela olhava fixo nos olhos da Ingrid enquanto lambia a bunda da tia dela. Por mais alguns minutos, ela já tinha pegado um ritmo bem constante se tocando, e dava pra ouvir de vez em quando o barulho da buceta molhada dela.
L: Acho que com isso já deu, tenho que ir buscar meu filho.
Eu: Tá bom, cuida dessa bunda esses dias e vai me mandando fotos pra ver se você tá fazendo direito.
L: Entendido, todo dia você vai receber uma foto pra ficar de olho.
Ingrid gemia ao ouvir tudo aquilo, tava se divertindo pra caralho só de se tocar.
L: Bom, vou indo. Vejo que já tem outra paciente esperando.
Eu: Sim, agora eu cuido dela.
I: Por favor, doutor, eu preciso disso.
Lorena riu e nos cumprimentou antes de ir embora.
L: Lembra de falar comigo, gata, não esquece.
I: Sssi... tia, não vvou me esqueeeceeeer.
Ele falava bem cortado.
L: Bom, vou te deixar em boas mãos, sobrinha. Lembra ele aí, porque ele vai esquecer.
I: Teee..prometo que não, tiiiia.
Ela fechou a porta e foi embora, agora só tinha a sobrinha dela na minha cama.
Eu: Me diga então, o que te dói?
I: Aqui, doutor.
Ela se abriu, a calcinha fio dental tava toda de lado e com as duas mãos ela abriu a buceta toda molhada.
Eu: O que cê tá sentindo?
I: Ardor, tá quente por dentro. Tá ardendo pra caralho.
Eu: Deixa comigo, já vi esse problema antes.
I: Ele vai conseguir resolver isso?
Eu: Me diga, se melhora.
Passei minha língua de cima a baixo e enfiei nela, depois beijava como se fosse um beijo de língua, ela me puxou pelo cabelo e deixou as pernas flexionadas no ar.
I: Ai simmm…você não sabe como melhora.
Eu: Fica tranquila, vou fazer essa ardência sumir.
I: Por favor, é insuportável.
Ela estava tão lubrificada e aberta, que eu conseguia enfiar dois dedos juntos, sem nenhuma dificuldade. Ela gemeu de alívio.
Eu: Pois é, a ardência fica pior quanto mais fundo eu entro.
I: Tem solução?
Eu: Sim, é meio fora do comum. Mas se ela estiver a fim, eu topo.
I: Faça o que tiver que fazer, mas me ajuda, pelo amor de Deus.
Eu: Beleza, a primeira coisa é evitar que a ardência se espalhe pra outras partes do corpo.
I: Tipo quais?
Eu: Geralmente vai pra lugares próximos, tipo o cu.
I: Olha só, então, por favor.
Eu: Tá bom, mantém as pernas pra cima e segura elas bem firme.
I: Tá bom assim?
Eu: Perfeito.
Exatamente como fiz com a Lorena, acariciei o cu dela com minha língua, ela suspirou, fiz de novo, mas enfiei a língua um pouco mais fundo, que sabor delicioso.
Eu: Acho que já resolvi esse problema, parece que não vai sentir dor na buceta, pelo menos por enquanto.
I: Se doer de novo em outro momento, vou vir na hora.
Eu: Perfeito, tô esperando ela.
I: Tira essa outra ardência, tá aumentando cada vez mais.
Me acomodei em cima dela, meu pau ficou na entrada da buceta dela, meus braços prenderam as pernas dela no ar e, num movimento tão bruto quanto certeiro, enfiei com força.
I: Aaaaa… que alívio gostoso.
Ela queria ser macetada com força e era isso que ia conseguir, depois de alguns minutos naquela posição, eu beijei ela.
I: Que gostoso sabor tem na sua boca, doutor.
Eu: É uma mistura, por isso.
I: Do quê?
Eu: Do gosto da sua buceta e da sua bunda, com um toque especial extra.
I: Qual? Pode me dizer?
Eu: O gosto da buceta arrombada da sua tia.
I: Ah sim, que gostoso. Da próxima vez talvez eu ajude ele se ele deixar. Que sabor gostoso que minha tia tem. Ele vai me deixar?
Eu: Quem manda aqui sou eu, e se eu deixar você chupar a bunda dela, ela não pode reclamar.
I: Tá bom pra mim.
Eu: Mas se for ao contrário e eu quiser que ela chupe o seu, também não pode reclamar.
I: Vão ser novas experiências pra mim, mas eu obedeço.
Eu: Como tá a ardência?
I: Tá rolando, mas acho que preciso de algo mais forte.
Me levantei um pouco mais, ficando meio de cócoras com só a sola dos pés apoiada na cama, as pernas dela eu continuei segurando pra cima e os joelhos quase encostavam nos ombros dela. Nessa posição, a entrada da minha pica ia chegar bem mais fundo.
I: Vai doer muito assim.
Eu: Cala a boca, quem sabe aqui sou eu. Respira fundo.
Ao fazer isso, comecei a meter bem forte nela, não eram movimentos rápidos, mas sim como um martelo, subia e descia de uma vez só batendo na bunda dela. Ela começou a gritar, gemendo e curtindo, mas também doía um pouco, com as mãos ela me ajudava a segurar a rabeta, abrindo as nádegas, o que me dava mais espaço pra manobrar, já que ela tem um cuzão bem potente. De repente, ela quis colocar um dedo na minha boca, eu deixei e saboreei.
I: Aquele dedo tava na Booty doctor, queria que ela experimentasse pra ver se ainda tava bom.
Meu pau foi a mil, tava pulsando, a gozada era iminente.
Eu: Quero mais, me dá de novo.
I: Doutor, se eu fizer de novo, vou gozar porque gostei pra caralho.
Eu: Então faz isso, deixa o dedo no cu. Mas antes abre a boca.
Cuspi nela e pedi pra ela não engolir minha saliva, que mantivesse e saboreasse na boca.
Eu: Senti aquele gosto, na sua bunda e na da sua tia.
I: Tá uma delícia, pode me dar mais? Disse abrindo a boca e colocando a língua pra fora.
Não respondi, só reduzi um pouco pra acertar a boca dela e arranquei de novo.
I: Tô com o dedo…no cu. Vou gozar.
Os olhos dela começaram a ficar brancos de prazer, tava muito perto assim como eu, e ver ela se contorcendo daquele jeito me fazia chegar mais perto.
Eu: Eu também vou gozar, vou encher sua buceta de porra.
I: Não, doutor, e se ela me engravidar?
Eu: Te trago pra morar comigo e você vai ter a sorte de levar uma fodida assim todo santo dia.
I: Ai siiiim, docinho, me enche de porra... aaaah ahh.
Acabamos juntos, minhas bolas subiam e desciam com força, ganhando impulso pra porra sair com mais força e chegar mais fundo. Ficamos deitados, um tempo depois ela se preparou pra ir embora e eu acompanhei ela até a porta, passei o número da Lorena pra ela e lembrei de mandar mensagem.
Eu: Se você esquecer de escrever pra ela e eu não ganhar presente, você não vem mais, hein. Falei meio zoando, meio sério.
I: Vou me lembrar, fica tranquilo. Vou passar na farmácia.
Eu: Pra quê?
I: Pra comprar a pílula do dia seguinte, pra não engravidar.
Eu: Você não vai tomar essa pílula.
I: Mas e se eu engravidar?
Eu: Você vai fazer o que eu mandei, vir morar comigo pra eu poder te comer igual há pouco, todo santo dia.
Acho que ela ficou um pouco surpresa com minha decisão e postura, talvez o mais sensato fosse fazer isso, mas eu tava morta de tesão por ela, ela ia me dar ouvidos. Imaginem só que consegui que a gente transasse com a tia dela, qualquer outra teria negado na hora.
I: A gente se vê no trampo então.
Eu: Tchau morena, a gente se vê lá.
Beijei ela e agarrei uma nádega, que pedaço de bunda tão dura e gostosa, definitivamente tinha que ser minha.
L: Quase me esqueci, tava conversando com sua mãe outro dia.
Eu: Uhhh... O que ela te disse?
L: Essa semana é teu aniversário, tu não falou nada.
Eu: É que não curto muito comemorar meu aniversário.
L: Também não gosta de ganhar presentes? Porque eu tava pensando em te dar um.
Eu: Isso é outra coisa kkk
L: Depois me manda mensagem, Ingrid, pede pra ele te passar meu número, tenho uma ideia.
I: Ah sim, beleza. Que emoção. Ela disse rindo e batendo palmas.
Eu: O que será que passou nessa cabecinha.
L: Nem tenta adivinhar, porque você não vai conseguir.
Quando ela já ia se levantar pra ir embora, pedi pra ver como tava a bunda dela. Ela virou de bruços e eu deitei atrás dela. Ela abriu as nádegas devagar e, realmente, ainda tava meio avermelhada, ia levar uns dias pra sarar. Não queria nem encostar, já tinha sido demais no dia anterior, mas respirei fundo e posso garantir: o cheiro da bunda dela não se compara a nenhum outro que já tive a chance de sentir. Só isso já basta pra deixar meu pau duro de novo.
L: Como é que eu tô?
Eu: A verdade?
L: Sim.
Eu: Arrombado.
L: Muito?
Eu: Vai demorar pra sarar, vários dias talvez.
L: Vou ter que passar um creminho, né?
Eu: Te aconselharia que sim.
Vi de relance a Ingrid, ela tava deitada de lado na cama olhando pra gente, com uma mão apoiando a cabeça e a outra, pelo movimento do lençol, dava pra perceber que ela tava se tocando devagarzinho.
L: Já tenho que ir, mas pode me dar um sana sana antes?
Eu: Óbvio, com o quê?
L: Com a língua.
Só a ponta da língua tocou o cu dela, e ela tremeu toda.
L: Ai, tá ardendo.
Eu: Muito?
L: Sim, devagarzinho por favor.
Eu: Assim?
L: Mmm sim, assim tá perfeito.
Ingrid até agora só olhava, até que fez um comentário.
I: Vocês não fazem ideia do quanto me excita vocês falarem assim.
Eu: Percebi, depois é a sua vez.
I: Tô te esperando..
L: Viu, sobrinho, ele vai arrebentar tua bunda e vai doer, mas olha como ele cuida de você depois. Não gosta, não?
I: Se eu amo, como você se sente?
L: Tô curtindo pra caralho, tu não tem ideia.
De vez em quando, ela olhava fixo nos olhos da Ingrid enquanto lambia a bunda da tia dela. Por mais alguns minutos, ela já tinha pegado um ritmo bem constante se tocando, e dava pra ouvir de vez em quando o barulho da buceta molhada dela.
L: Acho que com isso já deu, tenho que ir buscar meu filho.
Eu: Tá bom, cuida dessa bunda esses dias e vai me mandando fotos pra ver se você tá fazendo direito.
L: Entendido, todo dia você vai receber uma foto pra ficar de olho.
Ingrid gemia ao ouvir tudo aquilo, tava se divertindo pra caralho só de se tocar.
L: Bom, vou indo. Vejo que já tem outra paciente esperando.
Eu: Sim, agora eu cuido dela.
I: Por favor, doutor, eu preciso disso.
Lorena riu e nos cumprimentou antes de ir embora.
L: Lembra de falar comigo, gata, não esquece.
I: Sssi... tia, não vvou me esqueeeceeeer.
Ele falava bem cortado.
L: Bom, vou te deixar em boas mãos, sobrinha. Lembra ele aí, porque ele vai esquecer.
I: Teee..prometo que não, tiiiia.
Ela fechou a porta e foi embora, agora só tinha a sobrinha dela na minha cama.
Eu: Me diga então, o que te dói?
I: Aqui, doutor.
Ela se abriu, a calcinha fio dental tava toda de lado e com as duas mãos ela abriu a buceta toda molhada.
Eu: O que cê tá sentindo?
I: Ardor, tá quente por dentro. Tá ardendo pra caralho.
Eu: Deixa comigo, já vi esse problema antes.
I: Ele vai conseguir resolver isso?
Eu: Me diga, se melhora.
Passei minha língua de cima a baixo e enfiei nela, depois beijava como se fosse um beijo de língua, ela me puxou pelo cabelo e deixou as pernas flexionadas no ar.
I: Ai simmm…você não sabe como melhora.
Eu: Fica tranquila, vou fazer essa ardência sumir.
I: Por favor, é insuportável.
Ela estava tão lubrificada e aberta, que eu conseguia enfiar dois dedos juntos, sem nenhuma dificuldade. Ela gemeu de alívio.
Eu: Pois é, a ardência fica pior quanto mais fundo eu entro.
I: Tem solução?
Eu: Sim, é meio fora do comum. Mas se ela estiver a fim, eu topo.
I: Faça o que tiver que fazer, mas me ajuda, pelo amor de Deus.
Eu: Beleza, a primeira coisa é evitar que a ardência se espalhe pra outras partes do corpo.
I: Tipo quais?
Eu: Geralmente vai pra lugares próximos, tipo o cu.
I: Olha só, então, por favor.
Eu: Tá bom, mantém as pernas pra cima e segura elas bem firme.
I: Tá bom assim?
Eu: Perfeito.
Exatamente como fiz com a Lorena, acariciei o cu dela com minha língua, ela suspirou, fiz de novo, mas enfiei a língua um pouco mais fundo, que sabor delicioso.
Eu: Acho que já resolvi esse problema, parece que não vai sentir dor na buceta, pelo menos por enquanto.
I: Se doer de novo em outro momento, vou vir na hora.
Eu: Perfeito, tô esperando ela.
I: Tira essa outra ardência, tá aumentando cada vez mais.
Me acomodei em cima dela, meu pau ficou na entrada da buceta dela, meus braços prenderam as pernas dela no ar e, num movimento tão bruto quanto certeiro, enfiei com força.
I: Aaaaa… que alívio gostoso.
Ela queria ser macetada com força e era isso que ia conseguir, depois de alguns minutos naquela posição, eu beijei ela.
I: Que gostoso sabor tem na sua boca, doutor.
Eu: É uma mistura, por isso.
I: Do quê?
Eu: Do gosto da sua buceta e da sua bunda, com um toque especial extra.
I: Qual? Pode me dizer?
Eu: O gosto da buceta arrombada da sua tia.
I: Ah sim, que gostoso. Da próxima vez talvez eu ajude ele se ele deixar. Que sabor gostoso que minha tia tem. Ele vai me deixar?
Eu: Quem manda aqui sou eu, e se eu deixar você chupar a bunda dela, ela não pode reclamar.
I: Tá bom pra mim.
Eu: Mas se for ao contrário e eu quiser que ela chupe o seu, também não pode reclamar.
I: Vão ser novas experiências pra mim, mas eu obedeço.
Eu: Como tá a ardência?
I: Tá rolando, mas acho que preciso de algo mais forte.
Me levantei um pouco mais, ficando meio de cócoras com só a sola dos pés apoiada na cama, as pernas dela eu continuei segurando pra cima e os joelhos quase encostavam nos ombros dela. Nessa posição, a entrada da minha pica ia chegar bem mais fundo.
I: Vai doer muito assim.
Eu: Cala a boca, quem sabe aqui sou eu. Respira fundo.
Ao fazer isso, comecei a meter bem forte nela, não eram movimentos rápidos, mas sim como um martelo, subia e descia de uma vez só batendo na bunda dela. Ela começou a gritar, gemendo e curtindo, mas também doía um pouco, com as mãos ela me ajudava a segurar a rabeta, abrindo as nádegas, o que me dava mais espaço pra manobrar, já que ela tem um cuzão bem potente. De repente, ela quis colocar um dedo na minha boca, eu deixei e saboreei.
I: Aquele dedo tava na Booty doctor, queria que ela experimentasse pra ver se ainda tava bom.
Meu pau foi a mil, tava pulsando, a gozada era iminente.
Eu: Quero mais, me dá de novo.
I: Doutor, se eu fizer de novo, vou gozar porque gostei pra caralho.
Eu: Então faz isso, deixa o dedo no cu. Mas antes abre a boca.
Cuspi nela e pedi pra ela não engolir minha saliva, que mantivesse e saboreasse na boca.
Eu: Senti aquele gosto, na sua bunda e na da sua tia.
I: Tá uma delícia, pode me dar mais? Disse abrindo a boca e colocando a língua pra fora.
Não respondi, só reduzi um pouco pra acertar a boca dela e arranquei de novo.
I: Tô com o dedo…no cu. Vou gozar.
Os olhos dela começaram a ficar brancos de prazer, tava muito perto assim como eu, e ver ela se contorcendo daquele jeito me fazia chegar mais perto.
Eu: Eu também vou gozar, vou encher sua buceta de porra.
I: Não, doutor, e se ela me engravidar?
Eu: Te trago pra morar comigo e você vai ter a sorte de levar uma fodida assim todo santo dia.
I: Ai siiiim, docinho, me enche de porra... aaaah ahh.
Acabamos juntos, minhas bolas subiam e desciam com força, ganhando impulso pra porra sair com mais força e chegar mais fundo. Ficamos deitados, um tempo depois ela se preparou pra ir embora e eu acompanhei ela até a porta, passei o número da Lorena pra ela e lembrei de mandar mensagem.
Eu: Se você esquecer de escrever pra ela e eu não ganhar presente, você não vem mais, hein. Falei meio zoando, meio sério.
I: Vou me lembrar, fica tranquilo. Vou passar na farmácia.
Eu: Pra quê?
I: Pra comprar a pílula do dia seguinte, pra não engravidar.
Eu: Você não vai tomar essa pílula.
I: Mas e se eu engravidar?
Eu: Você vai fazer o que eu mandei, vir morar comigo pra eu poder te comer igual há pouco, todo santo dia.
Acho que ela ficou um pouco surpresa com minha decisão e postura, talvez o mais sensato fosse fazer isso, mas eu tava morta de tesão por ela, ela ia me dar ouvidos. Imaginem só que consegui que a gente transasse com a tia dela, qualquer outra teria negado na hora.
I: A gente se vê no trampo então.
Eu: Tchau morena, a gente se vê lá.
Beijei ela e agarrei uma nádega, que pedaço de bunda tão dura e gostosa, definitivamente tinha que ser minha.
5 comentários - Kiosqueira MILF 33