Relato 98% real de um dos meus pacientes.
(não vou descrever a "barby" 100% porque com um único detalhe genético é fácil localizar ela)
Barby é uma criatura divina peculiar. Cabeça dura, gostosa, promíscua, alcoólatra, pálida, alta, cabelo preto azulado natural. Fácil. Belos peitos brancos, rabo duro e adora remédio pra dormir.
Mas tem pavor de ficar sozinha.
Conheci ela porque comecei a tratá-la. Quando chegamos num ponto crucial (ir em paralelo aos Alcoólicos Anônimos), ela achou que tava melhor e largou nossas sessões. Acontece quando você mexe em algo realmente profundo.
Em vez de voltar, me mandou o Nacho. O namorado dela.
O erro do Nacho tinha sido, inicialmente, estar apaixonado pela Barby.
Nacho não tem personalidade submissa. É chegado, independente, ativo e protetor.
Essa engrenagem especial entre os dois gerou uma dependência mútua disfuncional.
O Lucho não gostava de se sentir corno. Mas no fundo, gostava de sentir ciúmes. E a Barby é sexualmente insaciável e tá acostumada a pagar as cagadas dela com sexo. Até limites inacreditáveis de humilhação ou submissão.
O que ele curte nessa mecânica compensatória é que, aos poucos, o Lucho vai pegando gosto em humilhar ela.
Sem perceber que isso dá mais corda pra Barby fazer cagadas maiores e castigos maiores.
E faz com que eles percam o respeito um pelo outro.
Quando o Lucho veio me ver, a parceira dele já tinha traído ele (eu sabia). Não sei se ELE sabia. Mas fazia 4 meses que eu tinha parado de atender a Bárbara e ela já tinha um amante oficial. Que era o chefe dela.
Então, guardando obviamente o sigilo profissional, escutei o Lucho, cuja galhada não cabia no meu consultório.
Demorou pra soltar. Lucho é tradicional. Daqueles com certos valores e masculinidade forçada. Tarado. Mas cara legal.
Ele já tava tirando proveito do jeito dele.
Tava explorando uma fantasia primitiva dele. Que era abusar da namorada enquanto ela dormia. Sem nenhum tipo de limite.
Barby tava de Combinado. A melhor hora dela pra qualquer prática sexual (acordada) era antes da meia-noite. Normalmente a garrafa de vinho interagia com o remédio pra dormir e ela apagava de vez.
Mil vezes recomendei que isso não rolasse.
Às vezes o Lucho atrasava isso pra ver um filme com ela ou sair pra jantar ou ir ao cinema. Mas sair pra um lugar com álcool não era boa ideia, então aos poucos eles ficaram mais caseiros.
E nisso, depois da última descoberta do mau comportamento da namorada dele na última festa de funcionários do trabalho dela, a paranóia e a frustração sexual reprimida do Lucho eram constantes.
(E isso que ele não sabia nem 2% da história)
Uma semana atrás ele viu umas mensagens num chat apagado da namorada. Não eram muito reveladoras, mas ele desconfiava fortemente do chefe dela. Pelos cálculos dele, tinha muita chance de ela já ter traído ele. Então ele tava putasso com ela. Ela negava tudo.
Esse combo ativou o tesão nele e, até certo ponto, a raiva. Era terça-feira. Ele tava na segunda cerveja e um dos amigos dele fala que tem algo gostoso num saquinho e pergunta se ele tá a fim de ver a luta pelo título.
30 minutos depois, eles estavam na sala cheirando umas carreiras. Vendo boxe e bebendo feito cossacos.
Da cerveza pro vinho e bastante pó. Eles se divertiram pra caralho e quando o amigo do Lucho saiu do banheiro, falou que tinha uma calcinha fio dental de renda com ligas penduradas.
"Lucho, cê virou viado agora?"
Isso fez com que ele contasse que a namorada dele dormia mais que profundamente no quarto e que quando eles terminassem, ele iria pros aposentos dele pra dar uma fodida gostosa nela.
Isso acabou deixando o amigo com tesão.
O qual falou:
"Mas avisa que ela tá dormindo! A gente tá aqui com a luta no talo, gritando, e ela tá dormindo."
E isso permitiu que o Lucho explicasse que a namorada dele agora tá em outro mundo. Desligada.
"-Vai lá! Entra, olha ela, faz barulho, sacode ela! Ela não vai perceber."
E o tesão explodiu entre os amigos, o álcool e a droga.
Conversa vai, conversa vem. E com Toda tranquilidade, Lucho continua insistindo pra eu ir lá e testar se não tem como acordar ela.
Ele separa umas carreiras com um cartão velho da Sacoa e fala:
"Pra coragem, amigão. Toma, entra lá e vê se ela acorda."
O amigo, surpreso e muito tarado, se abaixa e cheira o que deram como um robô, e vai em direção ao quarto com o pau duro debaixo da calça de moletom.
Quando abre a porta, vê aquela valquíria de 1,78 de cabelo preto azulado na cama. Ela tá com uns shorts etéreos que deixam ver uma fio dental praticamente inexistente.
Uma camiseta larga.
Dorme de bruços com aquela bunda enorme empinada e levemente separada, o que dá mais fome de usar a palavra: buceta.
Da sala, ele escuta:
"Ela não tá de sutiã. Assim é mais fácil pra garchá-la! Chega mais, vai! Dá um tapa nela, vai ver que não mexe."
E o Nacho coloca música alta na TV da sala.
Dá pra sentir a dureza e a tensão do amigo no ar, que entra no quarto devagar.
Ele dá um tempo. Umas duas músicas. Fuma um cigarro. Faz mais uma carreira. Bota soda no vinho e gelo.
E abaixa a calça, e nisso escuta o bate-bate por cima da música. Aquele som de carne contra carne.
Plas plas plas plas!
Um "ptah!" seco de tapa e plas plas e outro tapa.
Ele se aproxima e escuta.
"Haa, filha da puta. Que gostosa, puta, haaa. Toma, toma!"
Plas plas plas. E tapa. E gemido com raiva de duro.
"Deus, vou encher você de pau, puta! Olha que bumbum rosadinho. (Cospe) Mmm, o dedinho dentro e o pau na buceta, haaa."
Plas plas plas.
Nacho entra no quarto.
O amigo olha fixo nos olhos dele, medindo. Tá em cima das costas da namorada. A calça dele tá pra baixo. A fio dental de lado. O pau do amigo dentro da buceta e um dedo no cu.
Nacho se aproxima do amigo com um cartão que tem um pouco de droga na ponta.
O amigo cheira.
"Vai. Vai fundo, narigudo."
Ele sentou perto do rosto da namorada. Eu ajeito o cabelo dela com carinho. Enquanto ela se mexia feito uma boneca com as estocadas do amigo dele.
Ele tava ofegante, dando tapas na bunda dela e chamando de *slut*.
Tava muito louco e o som do squelch era intenso.
Não me excitava dividir ela. Mas era um castigo bonitinho.
E isso me deixou com tesão.
Enquanto abaixava a calça pra tirar a rola pra fora, separei os lábios rosados da namorada dele com o dedo.
Aquela mina ia tomar um castigo feroz.
Foi uma noite gostosa até acabar. Foi dentro da garganta da namorada dele. Ela engasgou e ele teve que tirar pra ela não morder sem querer.
Assim que gozou, o Nacho começou a ficar muito ciumento do amigo, que já tinha gozado fora, no cu da Barby, e tava no segundo round usando o próprio esperma como lubrificante e metendo uma foda frenética.
Tinha deixado a bunda toda marcada de tapas e apertões. Tinha gozado sem camisinha a segunda vez, bem fundo no cu dela.
Deixou ele terminar com muito esforço mental e falou que já deu.
Que chega.
O amigo foi embora 15 minutos depois, sem muitas palavras. Sabia que aquele era o limite.
Mas tinha sido uma noite gostosa.
A primeira.
Nacho ficou deitado perto da namorada, toda suja. Respingada.
A calcinha fio dental não achava. Dava pra ver o cu dela pulsando, dilatado e gozado.
Como o esperma escorria e brilhava na buceta dela.
Esse foi o cenário na segunda sessão com Nacho e Barby.
NOTA: Não deu tempo pra revisão. Desculpa pelos erros e falhas.
(não vou descrever a "barby" 100% porque com um único detalhe genético é fácil localizar ela)
Barby é uma criatura divina peculiar. Cabeça dura, gostosa, promíscua, alcoólatra, pálida, alta, cabelo preto azulado natural. Fácil. Belos peitos brancos, rabo duro e adora remédio pra dormir.
Mas tem pavor de ficar sozinha.
Conheci ela porque comecei a tratá-la. Quando chegamos num ponto crucial (ir em paralelo aos Alcoólicos Anônimos), ela achou que tava melhor e largou nossas sessões. Acontece quando você mexe em algo realmente profundo.
Em vez de voltar, me mandou o Nacho. O namorado dela.
O erro do Nacho tinha sido, inicialmente, estar apaixonado pela Barby.
Nacho não tem personalidade submissa. É chegado, independente, ativo e protetor.
Essa engrenagem especial entre os dois gerou uma dependência mútua disfuncional.
O Lucho não gostava de se sentir corno. Mas no fundo, gostava de sentir ciúmes. E a Barby é sexualmente insaciável e tá acostumada a pagar as cagadas dela com sexo. Até limites inacreditáveis de humilhação ou submissão.
O que ele curte nessa mecânica compensatória é que, aos poucos, o Lucho vai pegando gosto em humilhar ela.
Sem perceber que isso dá mais corda pra Barby fazer cagadas maiores e castigos maiores.
E faz com que eles percam o respeito um pelo outro.
Quando o Lucho veio me ver, a parceira dele já tinha traído ele (eu sabia). Não sei se ELE sabia. Mas fazia 4 meses que eu tinha parado de atender a Bárbara e ela já tinha um amante oficial. Que era o chefe dela.
Então, guardando obviamente o sigilo profissional, escutei o Lucho, cuja galhada não cabia no meu consultório.
Demorou pra soltar. Lucho é tradicional. Daqueles com certos valores e masculinidade forçada. Tarado. Mas cara legal.
Ele já tava tirando proveito do jeito dele.
Tava explorando uma fantasia primitiva dele. Que era abusar da namorada enquanto ela dormia. Sem nenhum tipo de limite.
Barby tava de Combinado. A melhor hora dela pra qualquer prática sexual (acordada) era antes da meia-noite. Normalmente a garrafa de vinho interagia com o remédio pra dormir e ela apagava de vez.
Mil vezes recomendei que isso não rolasse.
Às vezes o Lucho atrasava isso pra ver um filme com ela ou sair pra jantar ou ir ao cinema. Mas sair pra um lugar com álcool não era boa ideia, então aos poucos eles ficaram mais caseiros.
E nisso, depois da última descoberta do mau comportamento da namorada dele na última festa de funcionários do trabalho dela, a paranóia e a frustração sexual reprimida do Lucho eram constantes.
(E isso que ele não sabia nem 2% da história)
Uma semana atrás ele viu umas mensagens num chat apagado da namorada. Não eram muito reveladoras, mas ele desconfiava fortemente do chefe dela. Pelos cálculos dele, tinha muita chance de ela já ter traído ele. Então ele tava putasso com ela. Ela negava tudo.
Esse combo ativou o tesão nele e, até certo ponto, a raiva. Era terça-feira. Ele tava na segunda cerveja e um dos amigos dele fala que tem algo gostoso num saquinho e pergunta se ele tá a fim de ver a luta pelo título.
30 minutos depois, eles estavam na sala cheirando umas carreiras. Vendo boxe e bebendo feito cossacos.
Da cerveza pro vinho e bastante pó. Eles se divertiram pra caralho e quando o amigo do Lucho saiu do banheiro, falou que tinha uma calcinha fio dental de renda com ligas penduradas.
"Lucho, cê virou viado agora?"
Isso fez com que ele contasse que a namorada dele dormia mais que profundamente no quarto e que quando eles terminassem, ele iria pros aposentos dele pra dar uma fodida gostosa nela.
Isso acabou deixando o amigo com tesão.
O qual falou:
"Mas avisa que ela tá dormindo! A gente tá aqui com a luta no talo, gritando, e ela tá dormindo."
E isso permitiu que o Lucho explicasse que a namorada dele agora tá em outro mundo. Desligada.
"-Vai lá! Entra, olha ela, faz barulho, sacode ela! Ela não vai perceber."
E o tesão explodiu entre os amigos, o álcool e a droga.
Conversa vai, conversa vem. E com Toda tranquilidade, Lucho continua insistindo pra eu ir lá e testar se não tem como acordar ela.
Ele separa umas carreiras com um cartão velho da Sacoa e fala:
"Pra coragem, amigão. Toma, entra lá e vê se ela acorda."
O amigo, surpreso e muito tarado, se abaixa e cheira o que deram como um robô, e vai em direção ao quarto com o pau duro debaixo da calça de moletom.
Quando abre a porta, vê aquela valquíria de 1,78 de cabelo preto azulado na cama. Ela tá com uns shorts etéreos que deixam ver uma fio dental praticamente inexistente.
Uma camiseta larga.
Dorme de bruços com aquela bunda enorme empinada e levemente separada, o que dá mais fome de usar a palavra: buceta.
Da sala, ele escuta:
"Ela não tá de sutiã. Assim é mais fácil pra garchá-la! Chega mais, vai! Dá um tapa nela, vai ver que não mexe."
E o Nacho coloca música alta na TV da sala.
Dá pra sentir a dureza e a tensão do amigo no ar, que entra no quarto devagar.
Ele dá um tempo. Umas duas músicas. Fuma um cigarro. Faz mais uma carreira. Bota soda no vinho e gelo.
E abaixa a calça, e nisso escuta o bate-bate por cima da música. Aquele som de carne contra carne.
Plas plas plas plas!
Um "ptah!" seco de tapa e plas plas e outro tapa.
Ele se aproxima e escuta.
"Haa, filha da puta. Que gostosa, puta, haaa. Toma, toma!"
Plas plas plas. E tapa. E gemido com raiva de duro.
"Deus, vou encher você de pau, puta! Olha que bumbum rosadinho. (Cospe) Mmm, o dedinho dentro e o pau na buceta, haaa."
Plas plas plas.
Nacho entra no quarto.
O amigo olha fixo nos olhos dele, medindo. Tá em cima das costas da namorada. A calça dele tá pra baixo. A fio dental de lado. O pau do amigo dentro da buceta e um dedo no cu.
Nacho se aproxima do amigo com um cartão que tem um pouco de droga na ponta.
O amigo cheira.
"Vai. Vai fundo, narigudo."
Ele sentou perto do rosto da namorada. Eu ajeito o cabelo dela com carinho. Enquanto ela se mexia feito uma boneca com as estocadas do amigo dele.
Ele tava ofegante, dando tapas na bunda dela e chamando de *slut*.
Tava muito louco e o som do squelch era intenso.
Não me excitava dividir ela. Mas era um castigo bonitinho.
E isso me deixou com tesão.
Enquanto abaixava a calça pra tirar a rola pra fora, separei os lábios rosados da namorada dele com o dedo.
Aquela mina ia tomar um castigo feroz.
Foi uma noite gostosa até acabar. Foi dentro da garganta da namorada dele. Ela engasgou e ele teve que tirar pra ela não morder sem querer.
Assim que gozou, o Nacho começou a ficar muito ciumento do amigo, que já tinha gozado fora, no cu da Barby, e tava no segundo round usando o próprio esperma como lubrificante e metendo uma foda frenética.
Tinha deixado a bunda toda marcada de tapas e apertões. Tinha gozado sem camisinha a segunda vez, bem fundo no cu dela.
Deixou ele terminar com muito esforço mental e falou que já deu.
Que chega.
O amigo foi embora 15 minutos depois, sem muitas palavras. Sabia que aquele era o limite.
Mas tinha sido uma noite gostosa.
A primeira.
Nacho ficou deitado perto da namorada, toda suja. Respingada.
A calcinha fio dental não achava. Dava pra ver o cu dela pulsando, dilatado e gozado.
Como o esperma escorria e brilhava na buceta dela.
Esse foi o cenário na segunda sessão com Nacho e Barby.
NOTA: Não deu tempo pra revisão. Desculpa pelos erros e falhas.
1 comentários - A gostosa Adormecida (tesão na namorada dormindo)