Minha mulher comida na garagem

Um sábado à noite, quando cheguei em casa depois do trabalho, encontrei a Sandra sentada num sofá na sala com uma latinha de cerveja na mão e ouvindo música. Cumprimentei ela e fui direto pro quarto, tomei um banho e me deitei pra dormir, porque o dia tinha sido pesado e eu cheguei muito cansado por volta das 23h. Já tinha dormido um bom tempo quando acordei, tudo escuro, mas a música ainda tocava baixinho. Levantei na ponta dos pés pra ver o que tava rolando, mas pra minha surpresa, tava sozinho em casa. Achei que a Sandra tinha saído pra encontrar algum dos namorados dela e mais tarde ia chegar com a buceta cheia de porra pra me acordar e contar o que fez, e pra eu dar mais uma foda nela, como já fez várias vezes. Passaram alguns minutos e ouvi a porta da entrada abrir, e a Sandra falando baixinho com alguém. Fiquei muito curioso, então sem fazer barulho, levantei e fui ver com quem ela tinha chegado, tentando não ser visto. Vi os dois entrarem na garagem, mas no escuro não dava pra saber quem era, o que me deixou ainda mais curioso. Aí a luz da garagem acendeu, e eu fui na hora pra sala pra tentar enxergar melhor. A porta entre a sala e a garagem tava entreaberta, o que me deixava ver perfeitamente. Foi aí que vi que a Sandra tinha trazido pra casa o Frank, um cara de uns 23 anos que costumava jogar futebol comigo e meus amigos às vezes nos fins de semana. Eles estavam se beijando, e o Frank apertava os peitos da Sandra por cima de uma blusa preta de um tecido bem fininho, que deixava bem claro que ela não tava usando sutiã. FRANK: TEM CERTEZA QUE ELE NÃO VAI ACORDAR? SANDRA: TENHO CERTEZA, QUANDO ELE CHEGA TÃO CANSADO DO TRABALHO, DEITA E DORME ATÉ O DIA SEGUINTE. Sem mais palavras, continuaram se beijando, e o Frank, sem hesitar, puxou os peitos dela pra fora por cima da blusa e começou a chupar, fazendo a Sandra revirar os olhos e soltar um gemidinho. Gemia enquanto chupava os peitos dela, enfiou uma mão na virilha da Sandra e começou a massagear a buceta dela. Sandra, por instinto, se abaixou um pouco e começou a tirar o short de algodão que tava vestindo, e a buceta dela apareceu bem depilada, do jeito que ela gosta de manter, porque não tava de calcinha. O Frank, vendo isso, encostou ela na parede e se agachou, começou a beijar a buceta dela e, sem mais, pegou uma perna dela, colocou no ombro dele e começou a chupar aquela buceta deliciosa, morena e bem depilada, de lábios carnudos e clitóris pequeno. A Sandra agarrou ele pelo cabelo e tentava enfiar ele mais na buceta dela enquanto gemia. Depois de alguns minutos, a Sandra levantou ele puxando pela gola da camisa e se beijaram de novo. Agora foi a Sandra que se agachou e, de uma puxada, tirou a bermuda e a cueca dele, revelando uma pica de uns 15cm, mas bem grossa, que ela não hesitou em enfiar na boca e engolir inteira até as bolas baterem no queixo dela. Eu, por minha vez, já tava com a pica na mão e comecei a bater uma punheta devagar. A Sandra se levantou e virou de costas pro Frank, colando os peitos na parede enquanto se inclinava, empinando a bunda na direção onde o Frank tava em pé. Ele entendeu na hora e, sem pensar, enfiou a pica de uma estocada. O corpo magro do Frank parecia que ia se perder no meio da bunda enorme da Sandra. Nesse momento, a Sandra olhou pra porta e me viu ali parado com a pica na mão, e com um gesto me chamou. Eu falei que não, mas ela insistiu. O susto do Frank foi tão grande que ele caiu de bunda no chão e se levantou, tentando sair dali. SANDRA: FICA TRANQUILO, NÃO ACONTECEU NADA, FRANK. A GENTE COSTUMA FAZER ISSO DIRETO. Frank suspirou, se acalmando, mas aquele susto tinha deixado a pica dele mole. Então a Sandra não hesitou em se ajoelhar e começar a chupar as nossas picas. A minha, ela sugava, tirando o pouco líquido pré-seminal que tava nela, e com a do Frank ela ficava brincando com a língua. pra que ele ficasse duro de novo. A Sandra era quem comandava o ritmo de tudo e nós éramos só o instrumento de prazer dela. Ela parou, com as mãos abriu as nádegas na minha direção e falou alto METE ELA, enquanto puxou o Frank de um jeito pra continuar chupando ele. Não demorou muito até eu sentir que ia gozar, então tirei ela e aproximei do rosto dela, esguichando toda a minha porra quente numa das bochechas dela e nos peitos dela. Ao ver que eu já tinha terminado, ela sentou numa mesinha e com as pernas puxou o Frank pra continuar penetrando ela. Ele não hesitou, porque já tinha recuperado a ereção. Frank metia forte enquanto ela brincava com os restos de sêmen que tinha nos peitos, espalhando tudo por eles. Frank falou que não aguentava mais e foi tirar, mas ela abraçou ele com as pernas pra não deixar ele sair e disse: jorra tudo dentro de mim. E foi o que ele fez. Quando ele tirou, vi a buceta dela escorrendo porra. Ela enfiou os dedos e levou à boca, chupando e terminando de limpar com a língua. Finalizando com uma frase pra sair da garagem e nos deixar lá sozinhos. SANDRA: QUE DELÍCIA DE CUZADA QUE ACABARAM DE ME DAR.

0 comentários - Minha mulher comida na garagem