A submissão da sogra, Parte 8

Sebastián ficou ali por um momento, observando o caos que tinha causado: as garrafas vazias espalhadas pelo chão, o corpo de Thelma tremendo levemente enquanto recuperava o fôlego e o estômago distendido pela quantidade de sêmen que tinha engolido. No entanto, sua expressão não era de satisfação cruel, mas de uma posse mais calorosa, estranha. Ele acariciou a bochecha suada dela, deslizando o polegar pelos lábios inchados.

— Agora que você é completamente minha putinha — murmurou Sebastián, com uma voz que ecoou no silêncio do quarto —, vou te ensinar por que sua filha me ama tanto.

Aquela noite marcou uma mudança sutil, mas devastadora, na dinâmica da casa. Durante as semanas seguintes, a brutalidade física deu lugar a uma sedução metódica e obsessiva. Sebastián não vinha mais só para usá-la como um objeto descartável; vinha para possuí-la por dentro, para fazê-la se apaixonar sem que ela percebesse, apagando sua resistência sob camadas de prazer requintado.

Alberto, relegado a uma condição de invisibilidade total, foi obrigado a dormir no chão duro, bem ao lado da cama de casal. Ali, encolhido sobre um cobertor velho, virava uma testemunha muda e auditiva da transformação da sua esposa. As noites já não eram marcadas só pelos golpes secos de uma penetração selvagem, mas pelos sons úmidos e profundos do amor carnal. Do chão, Alberto podia ouvir cada bufada, cada suspiro dilacerante e o som inconfundível da boca de Sebastián percorrendo o corpo de Thelma.

Sebastián dedicava horas inteiras a adorar o corpo daquela mulher. Passava a noite chupando a buceta dela com uma paciência infinita, lambendo cada dobra, saboreando os fluidos enquanto Thelma se contorcia entre os lençóis, gritando que não aguentava mais, que ia gozar de novo. As mãos dele não paravam de apertar e morder os peitos dela, chupando os bicos até deixá-los vermelhos e sensíveis, provocando nela inúmeros orgasmos que a deixavam tremendo. e pedindo mais, sempre mais. Alberto, com a mão no pau duro, ouvia a esposa implorando por aquela língua, gemendo o nome de Sebastián com uma devoção que nunca teve por ele.
Teve noites em que a posição deixava Thelma ver o marido do auge do prazer. Num 69 interminável, com Sebastián por cima dela, enfiando a cara na boceta dela enquanto ela lutava pra engolir aquele pauzão que parecia não ter fim, Thelma virava o olhar pra baixo. Lá, no chão, estava Alberto. Via ele se masturbando feito um louco, com os olhos fixos na cena onde a esposa se afogava na carne de outro homem. Ver Thelma se acabando daquele jeito, com as bochechas inchadas e os olhos marejados de tanto fazer garganta profunda, enquanto o próprio marido se tocava que nem um cachorro no chão, aumentava o prazer proibido que ela sentia por Sebastián.
Mas o que mais esquentava o corno, o que realmente destruía a alma dele enquanto o excitava até o limite, era quando Sebastián decidia fazer amor com ela de papo pra cima. Nessas noites, a violência sumia pra dar lugar a uma conexão visceral. Sebastián se apoiava nos cotovelos, penetrando ela com movimentos profundos e ritmados, olhando nos olhos dela. Thelma, perdida na febre daquele prazer, prendia Sebastián com as pernas, cruzando os tornozelos atrás das costas dele pra evitar que saísse, cravando ele fundo dentro da boceta dela.
Do chão, Alberto tinha uma visão frontal e humilhante. Via eles se beijando com uma paixão que deixava o ar pesado. Não eram beijos de pornô; eram beijos de língua, longos, sujos, cheios de saliva e desejo, onde mordiam os lábios e sussurravam coisas inaudíveis. O contraste era brutal: a esposa dele, a mulher com quem ele tinha se casado, agindo como a amante apaixonada da filha dele, entregando o corpo e a alma pro homem que a humilhava.
O suor dos dois brilhava sob a luz fraca Luz do abajur da cabeceira. O cheiro de sexo tava concentrado em cima da cama, bem na cara do Alberto, que já não conseguia mais distinguir entre a dor do ciúme e a ereção dolorosa que tava sentindo. O Sebastião mexia a cintura com uma precisão cirúrgica, roçando o ponto sensível da Thelma uma vez e outra até ela gritar, arqueando as costas e apertando as pernas com uma força desesperada.
Foi no meio de uma dessas investidas, com o Sebastião enchendo ela por completo e os lábios ainda grudados depois de um beijo especialmente molhado, que a Thelma soltou a verdade que já não dava mais pra segurar. Com a voz trêmula de prazer, olhando nos olhos escuros do amante, sussurrou entre gemidos:
— Te amo, Sebastião... te amo…
As palavras ficaram pairando no ar, pesadas e definitivas. O Alberto, no chão, parou de mexer a mão por um segundo, absorvendo o impacto da confissão, enquanto o Sebastião sorria e continuava se movendo dentro dela, selando a vitória com cada gozada funda.

1 comentários - A submissão da sogra, Parte 8

Okey y la esposa de Sebastián es solo un NPC sin utilidad
Elcums1 +1
Tranquilo, ya llegará. No es la esposa, no viven juntos...