Com você até perdendo eu ganho…
Como é que tão, galera da comunidade? Sempre deixei claro que não me considero um galã nem um pauzudo e muito menos um sugar daddy… a real é que me considero um moreno comum. Mesmo sendo profissional, também tenho uma oficina, o que me dá um toque rústico. Mas sou BULL de códigos e adoro o mundo dos prazeres, onde encontrei meu maior tesão.
Como bull de casais cuckold e também como amante de várias casadas, fui acumulando experiências, onde, exceto em casos como os de…
https://www.poringa.net/posts/relatos/6213654/El-cornudo-que-no-aguanto-cuckold.html
onde o corno não aguentou a própria fantasia na maioria dos casos me deu relacionamentos duradouros, fodas excepcionais e, em casos solicitados, inseminadas com os resultados que o casal queria.
Dito isso, essa experiência começou com um casal jovem, continuou comigo largado numa calçada, sangrando e todo dolorido. Chegou ao fim com um corno humilhado e uma hotwife que virou mais que uma loba.
Como é que eu, BULL, costumo encontrar casais em 3 ou 4 lugares chave. O primeiro é o Contatos Sex, não por ser melhor que outro, mas é uma rede onde estamos nós que procuramos e quem quer ser encontrado… outra rede, obviamente o P!, que embora esteja num momento de mudanças, mais perto da venda de conteúdo do que daquele velho pornô que nos aproximava de quem gostava de viver a sexualidade fora dos padrões dessa sociedade chata.
Então, posso dizer que de cada 10 contatos, 1 é aproveitável… e o termo "aproveitável" vale pros dois lados: do meu lado, pra continuar com um casal, a fantasia de cuckold deles tem que me atrair; do lado deles, é óbvio que ela precisa ter padrões de beleza onde posso não me encaixar, ou então eles tão atrás de um mandingo, que claramente não sou.
Foi assim que, nos primeiros dias de março, conheci um casal jovem que se dizia curioso sobre cuckold, com umas fantasias específicas, mas que pra mim hoje em dia não surpreendem mais.
Nas nossas primeiras conversas, a gente falou sobre as regras que eu sigo e que, de jeito nenhum, eu faço algo com um casal se não tiver uma conversa cara a cara com ambas as partes. O cuckold é um acordo de 3, e um acordo de 2 sempre termina mal.
Foi assim que marcamos um encontro, escolhemos um bar perto da Once, uma mesa afastada do povo naquela esquina que sempre fica escura e ninguém quer. Ele, um cuck de academia, sarado, bem cuidado, parecia saído de um anúncio, cuidado demais pra ser hétero, calça combinando com a roupa, camiseta impecável sem nenhum amassado e tênis combinando… ela, uma garota linda com uns peitões maravilhosos escondidos debaixo de uma camiseta e carinha de menina, tanto que perguntei a idade porque disfarçava muito bem ser maior de idade.

A gente se sentou numa mesinha daquelas de dois lugares. Não foi uma conversa nem confortável nem agradável. Ele guiava o papo, o desejo de que o Bull possuísse ela com força, como numa fantasia de estupro. Até já tinha pensado nos lugares, nas horas e em como queria que tudo fosse…
Ela, feito uma menina, perdia o olhar no chão, as mãos com os dedos entrelaçados se apertavam forte quando ele falava do que desejava. Via a perna dela tremer de nervoso quando ele descrevia experiências que claramente não tinham tido.
Não quis me aprofundar demais e fui direto.
As fantasias de estupro e dominação existem de dois jeitos: um é ativo, uma encenação, um jogo entre adultos, mas onde ninguém joga pesado, é tudo só uma simulação, uma erotização de um momento onde não existe controle nem dominação, e as coisas que rolam na real não têm consequências, já que tudo é consequência de um desejo.
A outra possibilidade é abrir a porta de uma fantasia crua. Ali, combinamos antes que tudo será real e se trata de dominação, de empurrar os limites além do desejo, de abrir portas e assumir a responsabilidade pelas portas que se abrem… Nesse tipo de ato, não tem data marcada, só acontece. Vamos apresentar as sensações cruas, fortes e até sádicas até que vocês decidam se a porta é a que querem atravessar. E se atravessarem, não vai ter arrependimento.
Ele tava saindo do sério e ela não reagia… o que confirmava duas coisas: a primeira é que ela não queria aquilo, só tava numa viagem pra qual um namorado cheio de tesão tava arrastando ela; e a segunda é que aquele interesse dele no ato de violação/submissão e em ver é típico de namorados com cuzinhos curiosos que têm vontade de compartilhar e ver paus com a namorada, e escolhem o cuckold como válvula de escape pra liberar a vontade de ver paus e até dividi-los.
Quando a gente terminou a conversa, não teve outro jeito senão falar o que pra mim já era mais que óbvio: eu não era o BULL pra eles… Ela tava muito insegura, e ele, por trás daquela segurança que fingia ter, deixava claro que nunca tinha tido uma experiência de verdade, nem de cuckold nem de dominação.
Dito isso, só aconselhei que primeiro tentem algo mais suave, mais leve. Se ela realmente quiser um bull, que ela expresse isso. E se não quiser, que não se deixe levar pelo namorado e escolha o caminho que a leve ao prazer. Saímos em direção à rua Lavalle, sendo onze um bairro mutante, onde o sol o mantém cheio de gente e movimento, mas quando ele se esconde, cria-se aquele ambiente lúgubre de ruas vazias e a sujeira que um lugar de tanto trânsito deixa.
Eles foram pro carro do Corno e eu fui pegar minha bike na garagem do meio do quarteirão. Quando saí, olhei pra onde eles estavam e uns pivetes estavam enchendo o saco deles na conversa fiada, pelo que vi, já que não mostraram arma nenhuma, só ameaçavam... Na real, não ia me meter, o grandalhão devia saber se defender. Mas antes de subir na bike, notei o choro dela enquanto o cara passava a mão nela e tirava o celular que ela tinha entre aqueles peitões gostosos.
Acomodei meu canivete, que sempre carrego nas costas, e olhei em volta procurando algo convincente, mas menos letal. Foi quando vi um transformador daqueles 110-220, grande e pesado, largado ao lado de uma lixeira. Deixei a bicicleta encostada na entrada da garagem e, me escondendo entre os carros, me aproximei. O cabeça tava passando a mão na bunda da mina enquanto o corno entregava tudo quase chorando. Sem respirar nem pensar muito, com o transformador acertei na cabeça do que tava apalpando ela e dei uns chutes pra que o outro viesse pra cima de mim e a briga começasse no mão a mão… Não sou boxeador nem grande lutador, então a briga tava equilibrada até que o cara que eu tinha quebrado a cabeça levantou e não tenho como negar: tomei porrada de todo lado.
Foi o som de uma viatura que fez eles correrem, porque se o corno assim que conseguiu saiu correndo e encontrou um tira que me salvou de acabar todo quebrado.
ela com o rosto cheio de lágrimas me abraçou e disse obrigada!!! aí, com o nariz sangrando e o lábio rachado, eu olhei pra ela e mostrei que tinha recuperado o celular dela…
acho que você tem coisas importantes aqui. falei pra ela
Sim, eu grito, ela...
Assim fomos embora, cada um pro seu lado, afinal de contas eu tinha rejeitado a parceria.
Passaram uns dias, na verdade estávamos na semana do feriado de 24 de março quando ela me mandou uma mensagem no meu celular.
Oi Leonard, pensei muito e quero começar no cuckold e adoraria que fosse você… ela me escreveu
Como você tá, gostosa? Quer dar uns chifres no seu namorado ou prefere que eu te inicie como hotwife?
quero que você seja quem vai cumprir o que a gente combinou. ela me escreveu
assim comecei uma conversa de mais de 1 hora onde expliquei pra ela que o namorado dela tinha uma fantasia de estupro real, levar ela ao limite e entregar ela toda, e se ela aceitasse, seria assim um jogo pesado e puro.
Assim que ajeitamos como ia ser: eu, no plano, ia intervir neles num dia que eu escolhesse entre os 3 que podem (sexta, sábado e domingo)... o ativo seria o que eles escolheram, uma fantasia de estupro real onde ela tem a palavra de segurança e ele só seria uma parte da fantasia.
pra realizar a fantasia, ela me deu uma cópia da chave da casa dela (que eu ainda não conhecia) e depois a gente conversou pelo WhatsApp, onde, por segurança, os dois me mandaram um vídeo dizendo que queriam uma fantasia de estupro onde se entregariam pra mim (além dos jogos e desejos, sempre tem que tomar alguns cuidados de segurança)
Deixamos passar uns dias e já nos primeiros dias de abril preparei tudo, uma mochila com os materiais pra essa fantasia, do outro lado um cúmplice pra ver se rolava algo que eu tinha certeza que ia acontecer e queria que acontecesse, então chamei o grande Kunta Kinte.
Com o kunta fomos pra casa, num condomínio fechado perto do parque sarmiento, um duplex lindo e enorme… a gente se escondeu no escuro e esperou…
Quando eles chegaram, estacionaram e entraram pela cozinha. Lá estávamos no sofá no escuro, eu e a Kunta. Eu fui direto nela, e a Kunta pegou o Cheto, já deu uns tapas na cara de cara e levou ele pra uma cadeira, de onde ele ia ser o espectador de viagem e participante inesperado da fantasia dela.
ela tentou se soltar, mas foi em vão. se esforçava, mas a roupa dela saiu e não me restou outra opção senão te dar uns corretivos até que pude sussurrar no ouvido dela "gardenias". essa palavra disse quem eu era e, como num passe de mágica, ela se rendeu.
Ela não esperava, mas o ato foi no pelo, hoje era estupro, a fantasia dela a gente combinou que era sem limites… o corno tava mudo assistindo o filme em primeiro plano.
Muito, muito cabeçuda, ela disse apreciando meu pau.
hoje vou ser sua carrasca.

dito isso, continuei comendo ela, na real como eu falei NÃO SOU um mandingo, mas sei que sou aguentador, a gente ficou meia hora trepando em cima da mesinha de centro da sala, ela quando sentiu meu pau estar prestes a soltar a carga começou a me falar.
não não dentro nãooo.
hoje eu mando eu, pegando ela pelo pescoço… eu falei
Algo nela dizia não, mas ao mesmo tempo suas pernas me envolviam, empurrando até o fundo da buceta dela, que escorria fluidos. Quando chegou a hora, ela arranhou minhas costas todas e gritou.
você é um filho da puta…
Eu peguei ela pelo pescoço enquanto olhava pro namorado dela, que naquela hora já tinha virado amigão do torturador dele e tava acariciando a terceira perna do Kunta sem nenhum disfarce.
Peguei ela pelo cabelo e mostrei aquilo que eu, Hanabi, já tinha sacado na conversa.
olha, eu queria que você fosse estuprado porque é um cagão que quer ser comido. falei pra ele.
Ela arregalou os olhos e não conseguia acreditar, o namorado dela acariciando a pica monstruosa do Kunta. Kunta é um amigo senegalês com uma pica grossa de 30 cm que adora foder putinhos… Ele estava em transe, acariciando aquela pica e, de vez em quando, chupando timidamente. Kunta, imponente, já tinha dominado ele, e enquanto meus dedos tentavam abrir um cuzinho super apertado que parecia nunca ter sido usado, Kunta, entre tapas e beijos, foi despindo o promíscuo, que deixava ver um cabelinho bem curto.
Ela olhava pra aquela pessoa reduzida ao próprio desejo, se humilhando pra comer e poder tocar uma pica, via o homem que já tinha se mostrado correndo do perigo hoje entregue a um prazer que, na frente dos amigos, no mínimo diria que é coisa de viado…
Ela de quatro ainda se virou, me olhou e falou…
Você sabia que ele, além de ter o pau curto, curte uma rola?
não sabia que era pinto curto, mas já imaginava que ele gostava de rola. respondi pra ele
Como é que você sabia? Ele te contou quando vocês estavam conversando?
Lá eu guiei ela até o sofá e enquanto a gente via o kunta brincando de dar tapinhas no chifre pra poder tocar na rola dele, o chifre deixava levar uns tapas algumas vezes e depois o kunta tirava a rola e ele acariciava e beijava, embora não tivesse exatamente uma chupada…
olhando o show e com ela segurando minha pica, comecei a explicar que, quando conheci eles, percebi que ele nunca tinha feito troca de casal ou estado numa relação de corno. depois, dava pra ver como ele curtia a ideia da violação e que o detalhe tarado desse desejo me mostrava o gosto escondido dele.
Traje kunta, por que ele adora foder uns putinhos brancos. Eu falei pra ele.
Vai foder ele?" ela perguntou, ansiosa.
O kunta quer muito comer ela, mas não vai fazer a não ser que ela peça.
você pede pra ele te foder. ela me disse, me olhando com um olhar meigo.
Lá eu olhei pra ela e falei: se quer ver como o Kunta termina de humilhar ele, você também tem que se entregar. Então, se você tá disposta a deixar eu continuar a fantasia de vocês, pegando sua bunda fechadinha de mocinha... se você me disser que sim, o Kunta vai empalar o seu homenzinho.
O silêncio reinou por um minuto enquanto ela criava coragem, engoliu saliva e me disse: "Você não quer outra coisa? Minha bunda pequena eu cuido, ele nunca teve ela, e seu pau com essa cabeça que você tem me faz..." Usou a palavra: buceta. Novamente o silêncio reinou. Ela olhou nos meus olhos, apertou forte meu pau que estava nas mãos dela e disse:
vamos com tudo pra fantasia continuar, faz o que quiser, como quiser…

Me parei na frente dela com a pica apontada pra cara dela, ela ia começar um boquete, mas antes um tapa interrompeu o momento. Peguei ela pelo cabelo e levei ela na frente do meu chifre, e ali deixamos claro quem é quem…
Kunta, faz com que ela me dê atenção, que tu tá com a buceta limpinha de tanto beijo. Eu falei pra ela.
O kunta deu 5 tapinhas secos nela e falou
presta atenção no que tão te falando…
olha, promíscua, já inseminei a sua puta que pela primeira vez tem uma pica de verdade, agora quero deixar um lembrete de 9 meses… quero inseminar ela até cansar… foda-se as opções, se você disser não, acaba aqui, kunta guarda esse bastão e vamos embora, e se você chupar a pica do kunta bem chupada, eu deixo um filho no forno pra você cuidar.
Ele não pensou, acho que ele queria que o Kunta largasse ele há um tempão. Não sei se foi o primeiro boquete do promíscuo, mas com certeza ele caprichou.
Viu como ele se entrega na primeira oportunidade, tu quer dar a bunda… tu quer que o Kunta meta a buceta em você.
Faz de mim sua mulher, eu não sabia, mas hoje você me fez ver que falta um homem. Disse ela.
A Kunta deu sinal, ele sorriu de alegria, deu um tapa na promíscua e disse: "Hoje você vai saber o que é bom, minha nega". Jogamos tudo que tinha em cima da mesa e, frente a frente, nos inclinamos. Os dois sabiam o que vinha… Ela tentou resistir, mas Kunta deu outro tapa e depois comeu a boca dela, puxando-a de novo enquanto lubrificava o pau.
Eu inclinei ela e comecei a chupar a bunda dela até minha língua vencer a resistência dela, e meus dedos já estavam masturbando ela nesse ato. Ela gozou umas 2 vezes.
É impossível que os vizinhos não percebessem que a gente fez alguma coisa, ela gritou, chorou e implorou, mas o Kunta enfiou cada centímetro dos 30 cm que tem entre as pernas.
Ela tinha uma buceta apertada perdida no meio de um rabo lindo, quando consegui possuir ela, ela tava com um olhar desafiador pra namorada dela, mas as duas se seguraram pelas mãos enquanto eram desvirginadas… eu fui menos cruel que o Kunta, que tava metendo sem parar no chifre em transe, no meu caso fui devagar, aproveitando pra possuir cada centímetro, fazendo ela gozar a cada estocada.
Kunta terminei mais rápido e, numa cadeira, com o chifre sentado nas pernas dele, ficava olhando como ela se entregava. De vez em quando, ela me chamava de filho da puta, e noutros momentos, procurava minha boca pra beijar com paixão.
depois disso, o kunta levou a promíscua pro quarto e ela e eu fomos pro sofão, ela me pediu de um jeito meigo pra gozar dentro dela quantas vezes eu quisesse, que se o cu arrombado se entregasse, ela tava disposta a criar um filho das fantasias dela.
assim chegou o domingo, a gente foi umas 16h, kunta e o promíscuo só salieri pra comer, o promíscuo tava com as mãos de kunta marcadas na bunda e na cara. a gente tava no sofá, ela já no segundo look de lingerie, e nem preciso dizer que a gente trepou em todo canto.
pedi um uber pra kunta e ela saiu antes de mim… quando a kunta foi embora, a gente se despediu, deixamos claro que essa foi a fantasia que eles queriam e que abrimos uma porta que não sabemos pra onde vai… se quiserem de novo, já sabem, sempre de três e o contato é o…
Da porta de casa até a rua tem um jardim pequeno e, quando eu tava saindo pra atravessar o jardim, ela saiu de repente e me comeu a boca sem se importar com nada… sorriu e correu pra dentro…
essa experiência é muito recente, então ainda tá sendo escrita e no nosso chat de três a gente percebeu que despertou uma sádica maníaca sexual que tava adormecida dentro daquela mulher de aparência adolescente…
SEMPRE BULL, SEMPRE PRONTO…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Como é que tão, galera da comunidade? Sempre deixei claro que não me considero um galã nem um pauzudo e muito menos um sugar daddy… a real é que me considero um moreno comum. Mesmo sendo profissional, também tenho uma oficina, o que me dá um toque rústico. Mas sou BULL de códigos e adoro o mundo dos prazeres, onde encontrei meu maior tesão.
Como bull de casais cuckold e também como amante de várias casadas, fui acumulando experiências, onde, exceto em casos como os de…
https://www.poringa.net/posts/relatos/6213654/El-cornudo-que-no-aguanto-cuckold.html
onde o corno não aguentou a própria fantasia na maioria dos casos me deu relacionamentos duradouros, fodas excepcionais e, em casos solicitados, inseminadas com os resultados que o casal queria.
Dito isso, essa experiência começou com um casal jovem, continuou comigo largado numa calçada, sangrando e todo dolorido. Chegou ao fim com um corno humilhado e uma hotwife que virou mais que uma loba.
Como é que eu, BULL, costumo encontrar casais em 3 ou 4 lugares chave. O primeiro é o Contatos Sex, não por ser melhor que outro, mas é uma rede onde estamos nós que procuramos e quem quer ser encontrado… outra rede, obviamente o P!, que embora esteja num momento de mudanças, mais perto da venda de conteúdo do que daquele velho pornô que nos aproximava de quem gostava de viver a sexualidade fora dos padrões dessa sociedade chata.
Então, posso dizer que de cada 10 contatos, 1 é aproveitável… e o termo "aproveitável" vale pros dois lados: do meu lado, pra continuar com um casal, a fantasia de cuckold deles tem que me atrair; do lado deles, é óbvio que ela precisa ter padrões de beleza onde posso não me encaixar, ou então eles tão atrás de um mandingo, que claramente não sou.
Foi assim que, nos primeiros dias de março, conheci um casal jovem que se dizia curioso sobre cuckold, com umas fantasias específicas, mas que pra mim hoje em dia não surpreendem mais.
Nas nossas primeiras conversas, a gente falou sobre as regras que eu sigo e que, de jeito nenhum, eu faço algo com um casal se não tiver uma conversa cara a cara com ambas as partes. O cuckold é um acordo de 3, e um acordo de 2 sempre termina mal.
Foi assim que marcamos um encontro, escolhemos um bar perto da Once, uma mesa afastada do povo naquela esquina que sempre fica escura e ninguém quer. Ele, um cuck de academia, sarado, bem cuidado, parecia saído de um anúncio, cuidado demais pra ser hétero, calça combinando com a roupa, camiseta impecável sem nenhum amassado e tênis combinando… ela, uma garota linda com uns peitões maravilhosos escondidos debaixo de uma camiseta e carinha de menina, tanto que perguntei a idade porque disfarçava muito bem ser maior de idade.

A gente se sentou numa mesinha daquelas de dois lugares. Não foi uma conversa nem confortável nem agradável. Ele guiava o papo, o desejo de que o Bull possuísse ela com força, como numa fantasia de estupro. Até já tinha pensado nos lugares, nas horas e em como queria que tudo fosse…
Ela, feito uma menina, perdia o olhar no chão, as mãos com os dedos entrelaçados se apertavam forte quando ele falava do que desejava. Via a perna dela tremer de nervoso quando ele descrevia experiências que claramente não tinham tido.
Não quis me aprofundar demais e fui direto.
As fantasias de estupro e dominação existem de dois jeitos: um é ativo, uma encenação, um jogo entre adultos, mas onde ninguém joga pesado, é tudo só uma simulação, uma erotização de um momento onde não existe controle nem dominação, e as coisas que rolam na real não têm consequências, já que tudo é consequência de um desejo.
A outra possibilidade é abrir a porta de uma fantasia crua. Ali, combinamos antes que tudo será real e se trata de dominação, de empurrar os limites além do desejo, de abrir portas e assumir a responsabilidade pelas portas que se abrem… Nesse tipo de ato, não tem data marcada, só acontece. Vamos apresentar as sensações cruas, fortes e até sádicas até que vocês decidam se a porta é a que querem atravessar. E se atravessarem, não vai ter arrependimento.
Ele tava saindo do sério e ela não reagia… o que confirmava duas coisas: a primeira é que ela não queria aquilo, só tava numa viagem pra qual um namorado cheio de tesão tava arrastando ela; e a segunda é que aquele interesse dele no ato de violação/submissão e em ver é típico de namorados com cuzinhos curiosos que têm vontade de compartilhar e ver paus com a namorada, e escolhem o cuckold como válvula de escape pra liberar a vontade de ver paus e até dividi-los.
Quando a gente terminou a conversa, não teve outro jeito senão falar o que pra mim já era mais que óbvio: eu não era o BULL pra eles… Ela tava muito insegura, e ele, por trás daquela segurança que fingia ter, deixava claro que nunca tinha tido uma experiência de verdade, nem de cuckold nem de dominação.
Dito isso, só aconselhei que primeiro tentem algo mais suave, mais leve. Se ela realmente quiser um bull, que ela expresse isso. E se não quiser, que não se deixe levar pelo namorado e escolha o caminho que a leve ao prazer. Saímos em direção à rua Lavalle, sendo onze um bairro mutante, onde o sol o mantém cheio de gente e movimento, mas quando ele se esconde, cria-se aquele ambiente lúgubre de ruas vazias e a sujeira que um lugar de tanto trânsito deixa.
Eles foram pro carro do Corno e eu fui pegar minha bike na garagem do meio do quarteirão. Quando saí, olhei pra onde eles estavam e uns pivetes estavam enchendo o saco deles na conversa fiada, pelo que vi, já que não mostraram arma nenhuma, só ameaçavam... Na real, não ia me meter, o grandalhão devia saber se defender. Mas antes de subir na bike, notei o choro dela enquanto o cara passava a mão nela e tirava o celular que ela tinha entre aqueles peitões gostosos.
Acomodei meu canivete, que sempre carrego nas costas, e olhei em volta procurando algo convincente, mas menos letal. Foi quando vi um transformador daqueles 110-220, grande e pesado, largado ao lado de uma lixeira. Deixei a bicicleta encostada na entrada da garagem e, me escondendo entre os carros, me aproximei. O cabeça tava passando a mão na bunda da mina enquanto o corno entregava tudo quase chorando. Sem respirar nem pensar muito, com o transformador acertei na cabeça do que tava apalpando ela e dei uns chutes pra que o outro viesse pra cima de mim e a briga começasse no mão a mão… Não sou boxeador nem grande lutador, então a briga tava equilibrada até que o cara que eu tinha quebrado a cabeça levantou e não tenho como negar: tomei porrada de todo lado.
Foi o som de uma viatura que fez eles correrem, porque se o corno assim que conseguiu saiu correndo e encontrou um tira que me salvou de acabar todo quebrado.
ela com o rosto cheio de lágrimas me abraçou e disse obrigada!!! aí, com o nariz sangrando e o lábio rachado, eu olhei pra ela e mostrei que tinha recuperado o celular dela…
acho que você tem coisas importantes aqui. falei pra ela
Sim, eu grito, ela...
Assim fomos embora, cada um pro seu lado, afinal de contas eu tinha rejeitado a parceria.
Passaram uns dias, na verdade estávamos na semana do feriado de 24 de março quando ela me mandou uma mensagem no meu celular.
Oi Leonard, pensei muito e quero começar no cuckold e adoraria que fosse você… ela me escreveu
Como você tá, gostosa? Quer dar uns chifres no seu namorado ou prefere que eu te inicie como hotwife?
quero que você seja quem vai cumprir o que a gente combinou. ela me escreveu
assim comecei uma conversa de mais de 1 hora onde expliquei pra ela que o namorado dela tinha uma fantasia de estupro real, levar ela ao limite e entregar ela toda, e se ela aceitasse, seria assim um jogo pesado e puro.
Assim que ajeitamos como ia ser: eu, no plano, ia intervir neles num dia que eu escolhesse entre os 3 que podem (sexta, sábado e domingo)... o ativo seria o que eles escolheram, uma fantasia de estupro real onde ela tem a palavra de segurança e ele só seria uma parte da fantasia.
pra realizar a fantasia, ela me deu uma cópia da chave da casa dela (que eu ainda não conhecia) e depois a gente conversou pelo WhatsApp, onde, por segurança, os dois me mandaram um vídeo dizendo que queriam uma fantasia de estupro onde se entregariam pra mim (além dos jogos e desejos, sempre tem que tomar alguns cuidados de segurança)
Deixamos passar uns dias e já nos primeiros dias de abril preparei tudo, uma mochila com os materiais pra essa fantasia, do outro lado um cúmplice pra ver se rolava algo que eu tinha certeza que ia acontecer e queria que acontecesse, então chamei o grande Kunta Kinte.
Com o kunta fomos pra casa, num condomínio fechado perto do parque sarmiento, um duplex lindo e enorme… a gente se escondeu no escuro e esperou…
Quando eles chegaram, estacionaram e entraram pela cozinha. Lá estávamos no sofá no escuro, eu e a Kunta. Eu fui direto nela, e a Kunta pegou o Cheto, já deu uns tapas na cara de cara e levou ele pra uma cadeira, de onde ele ia ser o espectador de viagem e participante inesperado da fantasia dela.
ela tentou se soltar, mas foi em vão. se esforçava, mas a roupa dela saiu e não me restou outra opção senão te dar uns corretivos até que pude sussurrar no ouvido dela "gardenias". essa palavra disse quem eu era e, como num passe de mágica, ela se rendeu.
Ela não esperava, mas o ato foi no pelo, hoje era estupro, a fantasia dela a gente combinou que era sem limites… o corno tava mudo assistindo o filme em primeiro plano.
Muito, muito cabeçuda, ela disse apreciando meu pau.
hoje vou ser sua carrasca.

dito isso, continuei comendo ela, na real como eu falei NÃO SOU um mandingo, mas sei que sou aguentador, a gente ficou meia hora trepando em cima da mesinha de centro da sala, ela quando sentiu meu pau estar prestes a soltar a carga começou a me falar.
não não dentro nãooo.
hoje eu mando eu, pegando ela pelo pescoço… eu falei
Algo nela dizia não, mas ao mesmo tempo suas pernas me envolviam, empurrando até o fundo da buceta dela, que escorria fluidos. Quando chegou a hora, ela arranhou minhas costas todas e gritou.
você é um filho da puta…
Eu peguei ela pelo pescoço enquanto olhava pro namorado dela, que naquela hora já tinha virado amigão do torturador dele e tava acariciando a terceira perna do Kunta sem nenhum disfarce.
Peguei ela pelo cabelo e mostrei aquilo que eu, Hanabi, já tinha sacado na conversa.
olha, eu queria que você fosse estuprado porque é um cagão que quer ser comido. falei pra ele.
Ela arregalou os olhos e não conseguia acreditar, o namorado dela acariciando a pica monstruosa do Kunta. Kunta é um amigo senegalês com uma pica grossa de 30 cm que adora foder putinhos… Ele estava em transe, acariciando aquela pica e, de vez em quando, chupando timidamente. Kunta, imponente, já tinha dominado ele, e enquanto meus dedos tentavam abrir um cuzinho super apertado que parecia nunca ter sido usado, Kunta, entre tapas e beijos, foi despindo o promíscuo, que deixava ver um cabelinho bem curto.
Ela olhava pra aquela pessoa reduzida ao próprio desejo, se humilhando pra comer e poder tocar uma pica, via o homem que já tinha se mostrado correndo do perigo hoje entregue a um prazer que, na frente dos amigos, no mínimo diria que é coisa de viado…
Ela de quatro ainda se virou, me olhou e falou…
Você sabia que ele, além de ter o pau curto, curte uma rola?
não sabia que era pinto curto, mas já imaginava que ele gostava de rola. respondi pra ele
Como é que você sabia? Ele te contou quando vocês estavam conversando?
Lá eu guiei ela até o sofá e enquanto a gente via o kunta brincando de dar tapinhas no chifre pra poder tocar na rola dele, o chifre deixava levar uns tapas algumas vezes e depois o kunta tirava a rola e ele acariciava e beijava, embora não tivesse exatamente uma chupada…
olhando o show e com ela segurando minha pica, comecei a explicar que, quando conheci eles, percebi que ele nunca tinha feito troca de casal ou estado numa relação de corno. depois, dava pra ver como ele curtia a ideia da violação e que o detalhe tarado desse desejo me mostrava o gosto escondido dele.
Traje kunta, por que ele adora foder uns putinhos brancos. Eu falei pra ele.
Vai foder ele?" ela perguntou, ansiosa.
O kunta quer muito comer ela, mas não vai fazer a não ser que ela peça.
você pede pra ele te foder. ela me disse, me olhando com um olhar meigo.
Lá eu olhei pra ela e falei: se quer ver como o Kunta termina de humilhar ele, você também tem que se entregar. Então, se você tá disposta a deixar eu continuar a fantasia de vocês, pegando sua bunda fechadinha de mocinha... se você me disser que sim, o Kunta vai empalar o seu homenzinho.
O silêncio reinou por um minuto enquanto ela criava coragem, engoliu saliva e me disse: "Você não quer outra coisa? Minha bunda pequena eu cuido, ele nunca teve ela, e seu pau com essa cabeça que você tem me faz..." Usou a palavra: buceta. Novamente o silêncio reinou. Ela olhou nos meus olhos, apertou forte meu pau que estava nas mãos dela e disse:
vamos com tudo pra fantasia continuar, faz o que quiser, como quiser…

Me parei na frente dela com a pica apontada pra cara dela, ela ia começar um boquete, mas antes um tapa interrompeu o momento. Peguei ela pelo cabelo e levei ela na frente do meu chifre, e ali deixamos claro quem é quem…
Kunta, faz com que ela me dê atenção, que tu tá com a buceta limpinha de tanto beijo. Eu falei pra ela.
O kunta deu 5 tapinhas secos nela e falou
presta atenção no que tão te falando…
olha, promíscua, já inseminei a sua puta que pela primeira vez tem uma pica de verdade, agora quero deixar um lembrete de 9 meses… quero inseminar ela até cansar… foda-se as opções, se você disser não, acaba aqui, kunta guarda esse bastão e vamos embora, e se você chupar a pica do kunta bem chupada, eu deixo um filho no forno pra você cuidar.
Ele não pensou, acho que ele queria que o Kunta largasse ele há um tempão. Não sei se foi o primeiro boquete do promíscuo, mas com certeza ele caprichou.
Viu como ele se entrega na primeira oportunidade, tu quer dar a bunda… tu quer que o Kunta meta a buceta em você.
Faz de mim sua mulher, eu não sabia, mas hoje você me fez ver que falta um homem. Disse ela.
A Kunta deu sinal, ele sorriu de alegria, deu um tapa na promíscua e disse: "Hoje você vai saber o que é bom, minha nega". Jogamos tudo que tinha em cima da mesa e, frente a frente, nos inclinamos. Os dois sabiam o que vinha… Ela tentou resistir, mas Kunta deu outro tapa e depois comeu a boca dela, puxando-a de novo enquanto lubrificava o pau.
Eu inclinei ela e comecei a chupar a bunda dela até minha língua vencer a resistência dela, e meus dedos já estavam masturbando ela nesse ato. Ela gozou umas 2 vezes.
É impossível que os vizinhos não percebessem que a gente fez alguma coisa, ela gritou, chorou e implorou, mas o Kunta enfiou cada centímetro dos 30 cm que tem entre as pernas.
Ela tinha uma buceta apertada perdida no meio de um rabo lindo, quando consegui possuir ela, ela tava com um olhar desafiador pra namorada dela, mas as duas se seguraram pelas mãos enquanto eram desvirginadas… eu fui menos cruel que o Kunta, que tava metendo sem parar no chifre em transe, no meu caso fui devagar, aproveitando pra possuir cada centímetro, fazendo ela gozar a cada estocada.
Kunta terminei mais rápido e, numa cadeira, com o chifre sentado nas pernas dele, ficava olhando como ela se entregava. De vez em quando, ela me chamava de filho da puta, e noutros momentos, procurava minha boca pra beijar com paixão.
depois disso, o kunta levou a promíscua pro quarto e ela e eu fomos pro sofão, ela me pediu de um jeito meigo pra gozar dentro dela quantas vezes eu quisesse, que se o cu arrombado se entregasse, ela tava disposta a criar um filho das fantasias dela.
assim chegou o domingo, a gente foi umas 16h, kunta e o promíscuo só salieri pra comer, o promíscuo tava com as mãos de kunta marcadas na bunda e na cara. a gente tava no sofá, ela já no segundo look de lingerie, e nem preciso dizer que a gente trepou em todo canto.
pedi um uber pra kunta e ela saiu antes de mim… quando a kunta foi embora, a gente se despediu, deixamos claro que essa foi a fantasia que eles queriam e que abrimos uma porta que não sabemos pra onde vai… se quiserem de novo, já sabem, sempre de três e o contato é o…
Da porta de casa até a rua tem um jardim pequeno e, quando eu tava saindo pra atravessar o jardim, ela saiu de repente e me comeu a boca sem se importar com nada… sorriu e correu pra dentro…
essa experiência é muito recente, então ainda tá sendo escrita e no nosso chat de três a gente percebeu que despertou uma sádica maníaca sexual que tava adormecida dentro daquela mulher de aparência adolescente…
SEMPRE BULL, SEMPRE PRONTO…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
4 comentários - Cuidado com o que você fantasia, corno