De repente ele parou de me beijar, virou meu corpo e levantou minha camisa. Eu falei pra ele que ali não, que a gente fosse pra dentro do carro. Ele só disse pra eu me deixar levar e aproveitar a vista, se abaixou, afastou minha calcinha fio dental, abriu minhas nádegas e eu senti a língua dele passando da minha buceta até o meu cu. Óbvio que era a primeira vez que alguém fazia algo assim comigo, ainda mais porque meu namorado não é do tipo que gosta de descer até lá. Bom, o fato é que ele repetia aquele movimento com a língua safada e eu me deixava fazer. De repente, ele parava com a língua no meu cu e ficava lambendo gostoso. Eu sentia minha buceta derretendo de tão molhada que tava.
Ele se levantou, baixou a calça e se posicionou atrás de mim. Ficou me beijando o pescoço, eu virei pra olhar ele e a gente se beijou. Ele mandou eu levantar mais a bunda e passou o pau dele na fenda da minha buceta — eu soltei um gemido, se não fosse a música, todo mundo teria ouvido. E mais ainda quando ele enfiou de uma vez. Eu tava super molhada, mas era só a terceira vez que eu era penetrada, e agora era um pau novo, desconhecido, maior e mais grosso — senti que ia rachar no meio. Pedi pra ele ir devagar, e ele foi, mas aos poucos foi aumentando o ritmo, metendo forte e diminuindo de novo. Eu comecei a sentir um prazer e umas cócegas que nunca tinha sentido quando transava com meu namorado. Teve uma hora que ele meteu tão forte que eu senti uma cócega tão intensa que pedi pra ele, por favor, não parar. Foi algo tão divino.
Depois disso, ele desceu de novo e começou a lamber minha bucetinha e minha bundinha, mas mais minha bundinha, ficou um tempão ali, metendo um dedo, depois dois, e foi indo. Aí ele se levantou, começou a me beijar suave e falou que já voltava, foi até o carro, pegou um negócio tipo gel e passou no pau dele. Na hora, me veio na cabeça que ele tava me comendo sem camisinha, e eu, nas três vezes que fiquei com meu namorado, ele não usou camisinha, mas eu tomei pílula. Só que agora eu não tava tomando nada, então podia acabar grávida daquele macho. E também percebi o tamanhão dele, era muito maior e mais grosso que o do meu namorado, e isso me dava um tesão danado, além de eu estar adorando sentir ele dentro de mim me comendo. Ele chegou perto de novo, me beijou, e me colocou de pé com minha bundinha pra cima, e senti ele passando gel no meu cu. Eu implorei pra ele não fazer por ali, que nunca tinha feito aquilo, que tava guardando pro meu namorado, mas ele disse que sim, que ia ser cuidadoso, que se doesse ele parava, me jurou. Primeiro ele meteu na minha buceta, e senti o pau dele super quente, senti aquela cócega gostosa vindo de novo, mas ele tirou, e eu, irritada, pedi pra ele não fazer isso. Foi aí que ele começou a meter no meu cu virgem. Senti uma dor danada, não sei se era porque eu tava quase gozando de novo, mas era uma dor tão divina que cheguei a falar: "Papai, me come do jeito que quiser, mas não para". E isso deixou ele louco, ele meteu mais e mais fundo, e eu tive um orgasmo tão intenso e gostoso, e senti ele enchendo meu cu de porra com o pau dele até o talo, sentia as bolas dele batendo na minha buceta. Esperamos um pouco até ele broxar de vez e sair sem me machucar. O que diminuiu a dor no meu cu foi que eu também tava gozando, e ele também.
Depois disso, ele foi até o carro, pegou uns lenços umedecidos e me limpou. Ele limpou minha buceta e meu cu com bastante cuidado, e eu achei muito gostoso esse cuidado que ele teve. Antes de eu subir no carro, ele me deu um tapa bem forte na bunda e disse: "Que bunda gostosa você tem, aperta muito bem. Já entendi por que o Emílio te cuida tanto." E aí ele foi se limpar. Ele me beijou, e eu falei que já precisava voltar pra casa. No caminho pra casa, eu não falava nada. Tava com medo do meu namorado descobrir, mas também ficava pensando naquela transa que acabaram de me dar. Queria que acontecesse de novo. Acabei de transar com o chefe do meu namorado, um cara de mais de 50 anos, e fiz por puro tesão, e tinha adorado. Chegamos, ele estacionou na frente e perguntou o que tava rolando. Eu falei que tava com medo, e ele disse que nada ia acontecer, que ninguém precisava saber do que aconteceu, e que, como ele já tinha falado, ia me ajudar com a minha empresa, ia me dar o dinheiro e tudo mais pra eu tocar o negócio. Ele me pediu pra dar o fio dental pra ele de lembrança. Eu comecei a rir, tirei e entreguei. Como ele tinha ficado só de cueca, ele disse: "Olha como você me deixa", e mostrou o pau dele, que tava durasso. Eu olhei pra minha casa pra ver se tinha alguém espiando, e comecei a acariciar o pau dele pra ver bem de perto. E, puta merda, era enorme, ainda mais quando eu puxei a pele e vi aquela cabeçona preta. Perguntei se a gente podia aprontar de novo. Ele falou pra irmos pra um motel, mas eu disse que não dava porque meus pais iam perceber que eu demorei e iam ficar me esperando. Então, passei pro banco do motorista, onde ele tava, sentei no colo dele e enfiei o pau dele bem gostoso até o fundo da minha buceta.
Ele desabotoou na altura das minhas tetas e ficava chupando elas bem gostoso. Tive mais uns dois orgasmos e ele gozou dentro da minha buceta, mesmo eu pedindo pra não fazer isso, mas fazer o quê, tive que tomar a pílula do dia seguinte depois de transar com ele.
Depois disso, a gente se despediu e eu entrei em casa. Me joguei na cama exausta, sentia minha buceta inchada e meu cu um pouco dolorido, os dois cheios de porra. Fiquei curiosa e enfiei meus dedos na minha buceta ainda cheia de porra e depois levei eles à boca pra sentir o gosto, e foi gostoso. Fiquei deitada de pernas abertas, metendo os dedos na minha buceta e chupando eles, aproveitando a porra que ele tinha deixado. Fiquei assim um tempão me curtindo até gozar de novo. Ele me ligou, a gente conversou um pouco e eu dormi com a porra dele dentro da minha buceta e do meu cu. No dia seguinte, meu namorado me acordou com uma ligação. No começo, me assustei, pensei que era por causa do que tinha rolado, mas ele queria que a gente saísse pra dar um passeio. Eu, verdade, não tava a fim de sair, então falei que não tava me sentindo bem e ele entendeu. Naquele dia, fiquei esperando uma mensagem do Rodrigo, o chefe do meu namorado, mas nunca chegou. De noite, não aguentei e mandei um "oi", mas ele não respondeu. Enfim, me senti meio mal, mas deixei pra lá, só que não conseguia tirar da cabeça o que tinha acontecido — tinha gostado pra caralho. Uns três dias depois, tava andando com meu namorado no shopping e a gente esbarrou nele e na namorada dele; a gente se cumprimentou. Daí a pouco, chegou uma mensagem dele dizendo: "Você tá linda pra caralho, queria te ver". Eu respondi: "Valeu, mas me deixa em paz." Não, ele não me escreveu de novo, mesmo eu desejando que fizesse. Naquela tarde, meu namorado me levou pra um hotel e me comeu, mas não foi igual a ele, e também não foi tão gostoso. Na real, já não curti tanto quanto quando me entreguei pra ele, mas foi de boa, a gente se divertiu, mas a verdade é que o pau dele não era igual ao do Rodrigo, nem ele transava igual ao Rodrigo, e muito menos porque meu namorado não gosta de chupar minha buceta e muito menos meu cu. Depois disso, ele me levou pra casa e eu dormi. Lá pelas 9 da noite, acordei e olhei meu celular na esperança de ver uma mensagem do Rodrigo, mas só tinha umas mensagens do meu namorado, e não respondi. Umas... Três dias eu tava em casa entediada, vendo um filme, 365 Dias pra ser exata, e fiquei com tesão. Mandei um salve pro Rodrigo. Ele respondeu e perguntou o que eu tava fazendo, aí eu falei que tava entediada, perguntei se ele podia vir me buscar e me levar de novo pro mirante pra ver as estrelas. Ele respondeu: "Me dá meia hora que vou te buscar". Me vesti o mais rápido que pude, algo simples: um short jeans, uma blusa e umas sandálias baixas.
Quando ele chegou, a gente saiu. Ele me perguntou se eu queria mais um sorvete, e eu falei que não, que queria outra coisa, mas ia contar lá. Chegamos e ele pediu desculpas por não ter falado comigo depois do que rolou, disse que queria me dar tempo e espaço, mas que gostava muito de mim e não parava de pensar em mim. A gente desceu do carro, ele chegou perto, me puxou pra perto dele e tentou me beijar, mas eu não deixei. Ele me encostou no carro e aí sim me beijou, quase me devorou. Eu falei: "Quero meu sorvete", e olhando nos olhos dele, fui desabotoando a calça dele e me abaixei pra chupar ele, e uffff, que pica gostosa, dava vontade de fazer de tudo. Queria fazer ele gozar na minha boca, mas ele não deixou, me levantou e começou a me beijar.
Eu falei pra ele: quero que me coma de novo, quero que me faça sua. Ele disse: vamos pra um hotel, e eu respondi que não, que não aguentava mais. Ele me segurou firme pela cintura e tirou meu short. Ele me carregou, eu abracei ele com minhas pernas, ele afastou minha calcinha fio dental e meteu fundo com força. Eu senti uma delícia, e em pouco tempo meu orgasmo já tava chegando.
Depois disso, a gente subiu na parte de trás do carro e eu sentei em cima dele, mas agora eu tava de frente pro para-brisa e ele de frente pra minha bunda. Enquanto eu dava uns sentões gostosos, uuufff, ele enfiou um dedo no meu cu e com a outra mão ficava dando tapas na minha bunda e apertando meus glúteos. Eu tive um orgasmo do caralho e senti algo me enchendo, mas já não tava nem aí, só continuei rebolando mais rápido e os orgasmos não paravam de vir. Ele tirou toda a minha roupa, fiquei pelada, só de fio dental, e a gente continuou transando como se não houvesse amanhã. Mesmo depois de gozar, ele ainda tava duro, eu sentia o leite dele escorrendo pra fora da minha buceta enquanto ele continuava metendo e tirando, e eu cavalgando aquele pauzão. A gente ficou um tempão nessa posição.
Depois de ter vários orgasmos, ela desceu da minha rola e me fez chupar ela até gozar na minha boca.
Ficamos ali um tempão pelados, eu com a buceta cheia do leite dele. Ele queria que a gente fosse pra um hotel, mas eu não quis com medo dos meus pais desconfiarem. Eu tava confortável ali e, além disso, já era muito tarde. Ficamos abraçados, pelados, enquanto ele me beijava e acariciava minha buceta, e eu brincava com o pau mole dele. Acabei chupando ele de novo. Ele me fez descer assim, pelada. Naquele dia quase não tinha ninguém, e o carro tava estacionado debaixo de uma árvore que nos cobria ainda mais. Ele me fez ficar de quatro e meteu com força. E foi assim, uma foda sem piedade. Ele me fez gozar rápido, minhas pernas já não aguentavam, mas ele continuava me comendo. O pau dele entrava e saía rápido, bem apertado. Depois, ele tirou e colocou no meu cu, mas tava muito apertado e doía. Ele só colocou um pouquinho, mas como tava doendo, tirou e voltou pra minha buceta, e começou a dar tapas muito fortes na minha bunda. Eu adorei e falei: "Papai, arrebenta meu cu". Ele pegou o gel, passou no pau dele e no meu cu, e sem perder tempo começou a meter de novo. Dessa vez deu certo, e ele me arrombou do jeito que queria. Metia com força e sem dó, enquanto eu gemia e gritava pra ele meter mais forte, que eu era a putinha dele. Isso excitava ele ainda mais, e ele metia mais forte e mais rápido. Só dava pra ouvir a barriga dele batendo na minha bunda enquanto ele me dava tapas ainda mais fortes. Depois disso, voltei pra casa bem comida e cheia de porra, com a buceta bem rosada de tanta fricção e o cu dolorido, com a bunda vermelha de tanto tapa e a garganta doendo de tanta garganta profunda, mas feliz e satisfeita. Continua...
Ele se levantou, baixou a calça e se posicionou atrás de mim. Ficou me beijando o pescoço, eu virei pra olhar ele e a gente se beijou. Ele mandou eu levantar mais a bunda e passou o pau dele na fenda da minha buceta — eu soltei um gemido, se não fosse a música, todo mundo teria ouvido. E mais ainda quando ele enfiou de uma vez. Eu tava super molhada, mas era só a terceira vez que eu era penetrada, e agora era um pau novo, desconhecido, maior e mais grosso — senti que ia rachar no meio. Pedi pra ele ir devagar, e ele foi, mas aos poucos foi aumentando o ritmo, metendo forte e diminuindo de novo. Eu comecei a sentir um prazer e umas cócegas que nunca tinha sentido quando transava com meu namorado. Teve uma hora que ele meteu tão forte que eu senti uma cócega tão intensa que pedi pra ele, por favor, não parar. Foi algo tão divino.
Depois disso, ele desceu de novo e começou a lamber minha bucetinha e minha bundinha, mas mais minha bundinha, ficou um tempão ali, metendo um dedo, depois dois, e foi indo. Aí ele se levantou, começou a me beijar suave e falou que já voltava, foi até o carro, pegou um negócio tipo gel e passou no pau dele. Na hora, me veio na cabeça que ele tava me comendo sem camisinha, e eu, nas três vezes que fiquei com meu namorado, ele não usou camisinha, mas eu tomei pílula. Só que agora eu não tava tomando nada, então podia acabar grávida daquele macho. E também percebi o tamanhão dele, era muito maior e mais grosso que o do meu namorado, e isso me dava um tesão danado, além de eu estar adorando sentir ele dentro de mim me comendo. Ele chegou perto de novo, me beijou, e me colocou de pé com minha bundinha pra cima, e senti ele passando gel no meu cu. Eu implorei pra ele não fazer por ali, que nunca tinha feito aquilo, que tava guardando pro meu namorado, mas ele disse que sim, que ia ser cuidadoso, que se doesse ele parava, me jurou. Primeiro ele meteu na minha buceta, e senti o pau dele super quente, senti aquela cócega gostosa vindo de novo, mas ele tirou, e eu, irritada, pedi pra ele não fazer isso. Foi aí que ele começou a meter no meu cu virgem. Senti uma dor danada, não sei se era porque eu tava quase gozando de novo, mas era uma dor tão divina que cheguei a falar: "Papai, me come do jeito que quiser, mas não para". E isso deixou ele louco, ele meteu mais e mais fundo, e eu tive um orgasmo tão intenso e gostoso, e senti ele enchendo meu cu de porra com o pau dele até o talo, sentia as bolas dele batendo na minha buceta. Esperamos um pouco até ele broxar de vez e sair sem me machucar. O que diminuiu a dor no meu cu foi que eu também tava gozando, e ele também.
Depois disso, ele foi até o carro, pegou uns lenços umedecidos e me limpou. Ele limpou minha buceta e meu cu com bastante cuidado, e eu achei muito gostoso esse cuidado que ele teve. Antes de eu subir no carro, ele me deu um tapa bem forte na bunda e disse: "Que bunda gostosa você tem, aperta muito bem. Já entendi por que o Emílio te cuida tanto." E aí ele foi se limpar. Ele me beijou, e eu falei que já precisava voltar pra casa. No caminho pra casa, eu não falava nada. Tava com medo do meu namorado descobrir, mas também ficava pensando naquela transa que acabaram de me dar. Queria que acontecesse de novo. Acabei de transar com o chefe do meu namorado, um cara de mais de 50 anos, e fiz por puro tesão, e tinha adorado. Chegamos, ele estacionou na frente e perguntou o que tava rolando. Eu falei que tava com medo, e ele disse que nada ia acontecer, que ninguém precisava saber do que aconteceu, e que, como ele já tinha falado, ia me ajudar com a minha empresa, ia me dar o dinheiro e tudo mais pra eu tocar o negócio. Ele me pediu pra dar o fio dental pra ele de lembrança. Eu comecei a rir, tirei e entreguei. Como ele tinha ficado só de cueca, ele disse: "Olha como você me deixa", e mostrou o pau dele, que tava durasso. Eu olhei pra minha casa pra ver se tinha alguém espiando, e comecei a acariciar o pau dele pra ver bem de perto. E, puta merda, era enorme, ainda mais quando eu puxei a pele e vi aquela cabeçona preta. Perguntei se a gente podia aprontar de novo. Ele falou pra irmos pra um motel, mas eu disse que não dava porque meus pais iam perceber que eu demorei e iam ficar me esperando. Então, passei pro banco do motorista, onde ele tava, sentei no colo dele e enfiei o pau dele bem gostoso até o fundo da minha buceta.
Ele desabotoou na altura das minhas tetas e ficava chupando elas bem gostoso. Tive mais uns dois orgasmos e ele gozou dentro da minha buceta, mesmo eu pedindo pra não fazer isso, mas fazer o quê, tive que tomar a pílula do dia seguinte depois de transar com ele.
Depois disso, a gente se despediu e eu entrei em casa. Me joguei na cama exausta, sentia minha buceta inchada e meu cu um pouco dolorido, os dois cheios de porra. Fiquei curiosa e enfiei meus dedos na minha buceta ainda cheia de porra e depois levei eles à boca pra sentir o gosto, e foi gostoso. Fiquei deitada de pernas abertas, metendo os dedos na minha buceta e chupando eles, aproveitando a porra que ele tinha deixado. Fiquei assim um tempão me curtindo até gozar de novo. Ele me ligou, a gente conversou um pouco e eu dormi com a porra dele dentro da minha buceta e do meu cu. No dia seguinte, meu namorado me acordou com uma ligação. No começo, me assustei, pensei que era por causa do que tinha rolado, mas ele queria que a gente saísse pra dar um passeio. Eu, verdade, não tava a fim de sair, então falei que não tava me sentindo bem e ele entendeu. Naquele dia, fiquei esperando uma mensagem do Rodrigo, o chefe do meu namorado, mas nunca chegou. De noite, não aguentei e mandei um "oi", mas ele não respondeu. Enfim, me senti meio mal, mas deixei pra lá, só que não conseguia tirar da cabeça o que tinha acontecido — tinha gostado pra caralho. Uns três dias depois, tava andando com meu namorado no shopping e a gente esbarrou nele e na namorada dele; a gente se cumprimentou. Daí a pouco, chegou uma mensagem dele dizendo: "Você tá linda pra caralho, queria te ver". Eu respondi: "Valeu, mas me deixa em paz." Não, ele não me escreveu de novo, mesmo eu desejando que fizesse. Naquela tarde, meu namorado me levou pra um hotel e me comeu, mas não foi igual a ele, e também não foi tão gostoso. Na real, já não curti tanto quanto quando me entreguei pra ele, mas foi de boa, a gente se divertiu, mas a verdade é que o pau dele não era igual ao do Rodrigo, nem ele transava igual ao Rodrigo, e muito menos porque meu namorado não gosta de chupar minha buceta e muito menos meu cu. Depois disso, ele me levou pra casa e eu dormi. Lá pelas 9 da noite, acordei e olhei meu celular na esperança de ver uma mensagem do Rodrigo, mas só tinha umas mensagens do meu namorado, e não respondi. Umas... Três dias eu tava em casa entediada, vendo um filme, 365 Dias pra ser exata, e fiquei com tesão. Mandei um salve pro Rodrigo. Ele respondeu e perguntou o que eu tava fazendo, aí eu falei que tava entediada, perguntei se ele podia vir me buscar e me levar de novo pro mirante pra ver as estrelas. Ele respondeu: "Me dá meia hora que vou te buscar". Me vesti o mais rápido que pude, algo simples: um short jeans, uma blusa e umas sandálias baixas.
Quando ele chegou, a gente saiu. Ele me perguntou se eu queria mais um sorvete, e eu falei que não, que queria outra coisa, mas ia contar lá. Chegamos e ele pediu desculpas por não ter falado comigo depois do que rolou, disse que queria me dar tempo e espaço, mas que gostava muito de mim e não parava de pensar em mim. A gente desceu do carro, ele chegou perto, me puxou pra perto dele e tentou me beijar, mas eu não deixei. Ele me encostou no carro e aí sim me beijou, quase me devorou. Eu falei: "Quero meu sorvete", e olhando nos olhos dele, fui desabotoando a calça dele e me abaixei pra chupar ele, e uffff, que pica gostosa, dava vontade de fazer de tudo. Queria fazer ele gozar na minha boca, mas ele não deixou, me levantou e começou a me beijar.
Eu falei pra ele: quero que me coma de novo, quero que me faça sua. Ele disse: vamos pra um hotel, e eu respondi que não, que não aguentava mais. Ele me segurou firme pela cintura e tirou meu short. Ele me carregou, eu abracei ele com minhas pernas, ele afastou minha calcinha fio dental e meteu fundo com força. Eu senti uma delícia, e em pouco tempo meu orgasmo já tava chegando.
Depois disso, a gente subiu na parte de trás do carro e eu sentei em cima dele, mas agora eu tava de frente pro para-brisa e ele de frente pra minha bunda. Enquanto eu dava uns sentões gostosos, uuufff, ele enfiou um dedo no meu cu e com a outra mão ficava dando tapas na minha bunda e apertando meus glúteos. Eu tive um orgasmo do caralho e senti algo me enchendo, mas já não tava nem aí, só continuei rebolando mais rápido e os orgasmos não paravam de vir. Ele tirou toda a minha roupa, fiquei pelada, só de fio dental, e a gente continuou transando como se não houvesse amanhã. Mesmo depois de gozar, ele ainda tava duro, eu sentia o leite dele escorrendo pra fora da minha buceta enquanto ele continuava metendo e tirando, e eu cavalgando aquele pauzão. A gente ficou um tempão nessa posição.
Depois de ter vários orgasmos, ela desceu da minha rola e me fez chupar ela até gozar na minha boca.
Ficamos ali um tempão pelados, eu com a buceta cheia do leite dele. Ele queria que a gente fosse pra um hotel, mas eu não quis com medo dos meus pais desconfiarem. Eu tava confortável ali e, além disso, já era muito tarde. Ficamos abraçados, pelados, enquanto ele me beijava e acariciava minha buceta, e eu brincava com o pau mole dele. Acabei chupando ele de novo. Ele me fez descer assim, pelada. Naquele dia quase não tinha ninguém, e o carro tava estacionado debaixo de uma árvore que nos cobria ainda mais. Ele me fez ficar de quatro e meteu com força. E foi assim, uma foda sem piedade. Ele me fez gozar rápido, minhas pernas já não aguentavam, mas ele continuava me comendo. O pau dele entrava e saía rápido, bem apertado. Depois, ele tirou e colocou no meu cu, mas tava muito apertado e doía. Ele só colocou um pouquinho, mas como tava doendo, tirou e voltou pra minha buceta, e começou a dar tapas muito fortes na minha bunda. Eu adorei e falei: "Papai, arrebenta meu cu". Ele pegou o gel, passou no pau dele e no meu cu, e sem perder tempo começou a meter de novo. Dessa vez deu certo, e ele me arrombou do jeito que queria. Metia com força e sem dó, enquanto eu gemia e gritava pra ele meter mais forte, que eu era a putinha dele. Isso excitava ele ainda mais, e ele metia mais forte e mais rápido. Só dava pra ouvir a barriga dele batendo na minha bunda enquanto ele me dava tapas ainda mais fortes. Depois disso, voltei pra casa bem comida e cheia de porra, com a buceta bem rosada de tanta fricção e o cu dolorido, com a bunda vermelha de tanto tapa e a garganta doendo de tanta garganta profunda, mas feliz e satisfeita. Continua...
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