Minha história aos pés dela 3

Minha 3ª vez como Nayeli. Bem, continuando com meus relatos anteriores, isso aconteceu comigo no dia seguinte ao que fiquei com meu tio. Pra quem não leu os anteriores, recomendo, até porque vão entender melhor essa putinha viada e submissa, louca por porra. Sem mais delongas, aqui vai o relato: Bom, depois de me vestir como meu amo mandou, eu me sentia morrendo, porque nunca, nem nos meus sonhos mais loucos, teria coragem de sair vestida assim. Primeiro pela vergonha, segundo porque realmente não sabia se era bonita ou não, terceiro porque não quero que ninguém saiba dos meus gostos, verdade seja dita. Mas, no fim, criando coragem e vendo meus medos, meu amo me disse: "Olha, puta, não se preocupa. Vamos pra um lugar privado, fora da cidade do México. É na casa do meu amigo, na verdade vamos deixar o cachorro dele lá. Não tem com o que se preocupar. Eu cuido das minhas coisas e você é minha puta, não é? Então fica tranquila que ninguém vai saber disso. Aliás, nem vão te reconhecer, você tá muito diferente, sério. Então fica de boa." Ele me deu uma garrafa pra cheirar, e na hora me senti muito quente, excitada e eufórica. Depois fomos pra garagem. Ele colocou o cachorro no carro e me mandou esperar ali parada. Eu me sentia muito estranha, tipo flutuando, mas feliz. Nunca tinha usado drogas nem nada além de cigarro ou álcool. Mas enfim, ele me deixou parada lá, tirou a caminhonete, mas não me deixou subir. Pelo contrário, me disse pra fechar bem o portão, com cadeado, e sair pela porta da frente andando devagar, como a puta que eu era, que ele me esperaria lá. Mas que, se não gostasse do meu jeito, não abriria a porta. Isso significava que eu teria que percorrer o caminho de casa até o carro vestida assim. Eu tava vermelha de vergonha, nervosa, quente, excitada, com tesão, com medo. Custava a andar de nervoso e de tesão, pra ser sincera. Quando cheguei e abri a porta de casa, espiei pra ver se ninguém passava na rua. Tava vazia, e eu saí. Ao andar de salto na rua, por inexperiência e pelas ordens do meu amo, tive que andar devagar pra Sem cair e tentando andar o mais vadia possível pra agradar meu dono, ele só me olhava de dentro da caminhonete com um sorriso perverso, do outro lado da rua. Pra minha má sorte, quando me viu pela parte de trás da caminhonete, o cachorro começou a latir, o que fez uns caras que eu não tinha visto e que estavam lá fora de uma venda tomando uma cerveja virarem e começarem a falar: "mamacita, quanto cobra?", "olha aquela puta, até coleira tem", "quanto por um boquete?", "mami, dá pra ver até as amígdalas", "que pernão". Não sei se foi por causa do que ele me deu pra cheirar ou pela adrenalina, mas eu me sentia super gostosa e muito, mas muito tesuda, e só consegui mandar um beijo e um sorriso pra eles, acenando. Depois virei pra onde meu amo estava e só via ele sorrindo feliz, e eu não podia fazer nada além de me sentir feliz e realizada por agradar meu amo. Depois tentei abrir a porta da caminhonete, mas não conseguia, estava trancada, e eu fiquei paralisada, mas meu amo fez sinal pra eu dar a volta na caminhonete, coisa que fiz e que provocou mais putaria e assobios da parte dos caras da venda. Cheguei na janela dele, bati, ele abaixou um pouco e disse: "bem, porca estúpida, agora volta de novo e, antes de abrir a porta, quero que levante a minissaia e deixe ver sua fio dental, ok? Devagar e mexe essa porra de rabo, vaca." Andei como ele mandou, cheguei na porta, abri e cumpri a ordem do meu amo. Depois disso, todos ficaram mais putos e alucinados, eu temi que fossem fazer alguma coisa comigo, mas subi na caminhonete. Por ser alta, ao levantar a perna e por estar com a minissaia pra cima, minha joia anal ficou aparecendo. Eu estava em êxtase e muito tesuda. Depois de fechar a porta, com todo o domínio e autoridade, meu amo disse: "vamos ver, porca, de joelhos no seu banco, levanta bem essa porra de rabo pra aparecer na janela e abre as pernas pra aparecer a joia anal, ok? Tira minha pica devagar, como se fosse sua razão de ser, e começa a chupar devagar, inteira. Não quero gozar até chegarmos, entendeu, garota? porca, se você me fizer gozar antes ou não gozar quando a gente chegar, eu te encho de porrada. garota entendi, eu só balancei a cabeça. pela posição, minha bunda ficava perfeita com a joia anal, mas não me preocupei porque a janela estava fechada e escura. só que não percebi que meu dono abriu a janela, e foi assim que passei na frente dos caras da loja. ele disse: olha o que é ter uma boa puta, oferecendo uma vista da minha bunda perfeita, mostrando só a parte de cima com a joia. depois ele arrancou, e enquanto eu chupava ele devagar, fundo, como ele mandou, ele ia me dizendo que eu era uma boa puta, que tinha que ser sempre assim, que se continuasse me comportando tão bem seria uma escrava estupenda e uma puta muito lucrativa. aí ele me levou a viagem inteira assim, mostrando a bunda pela janela. a gente passava pelas avenidas e os caminhões com passageiros só viam uma puta chupando, verdade, mostrando a bunda pra todo mundo. passaram uns 20 minutos quando senti que o pau dele ia explodir. eu parava e lambia os ovos dele pra evitar que ele gozasse, mesmo que hoje eu adore ser castigada e seja meio masoquista, naquela época eu tinha um medo real de ser castigada e de falhar com meu dono. mas eu não aguentava mais chupar e queria saborear meu prêmio, esperava a gente chegar logo. então aconteceu uma coisa que me tirou do devaneio: ele parou o carro, achei que fosse num sinal. aí passou um cara vendendo coisas e, ao me ver assim, perguntou pro meu dono: e aí, patrão, a puta chupa bem, hein? ela tá com tesão, olha até uma parada no cu, que louco, posso? eu não ouvi o que ele disse, mas de repente senti um tapa forte na bunda que me fez pular, e quando pulei, meu pau apareceu no aparelho de castidade. o homem só riu e disse: ah, já vi, então você gosta de travesti, e começou a assobiar. outros caras se aproximaram da caminhonete, o cara que me deu o tapa não parava de passar a mão na minha bunda enquanto eu estava com a cara enterrada entre as pernas do meu dono, com o pau dele até o fundo. Não queria me levantar pra ninguém me ver, já que não sabia onde a gente tava, e se alguém me conhecesse? Nisso, senti várias mãos passando na minha bunda e brincando com a joia, até que o sinal fechou e meu dono se despediu e arrancou. Só ouvi o senhor falar: "Boa sorte, sua puta". Eu tava morrendo de vergonha, com tesão, nervosa, confusa — era um monte de emoção ao mesmo tempo. Fiquei tão doida que nem percebi quanto tempo passou, mas depois do que aconteceu, meu dono gozou e jorrou um montão de porra grossa, quente e gostosa, e eu saboreei tudo, deliciada, com tesão, super quente e muito cachorra. Depois de limpar e guardar ele, me sentei direitinho, arrumei minha roupa, retoquei a maquiagem, e ele disse: "Boa, puta, que boquete gostoso, mas te falei que ia te castigar, né? Tinha que gozar até chegar onde a gente vai, e ainda falta um pedaço. Então coloca essas presilhas na sua língua, nos seus peitos e no seu clitóris até a gente chegar. E quero que você vá me dizendo o que sentiu — melhor, como se sentiu, o que pensou naquele momento." Eu, triste por ter falhado, decepcionada e envergonhada, fiz o que o dono mandou. As presilhas eram daquelas de prender papel, doíam pra caralho, mas doía mais ainda ter falhado e decepcionado o dono. Só consegui, feito uma idiota por causa das presilhas que não me deixavam falar direito, dizer: "Envergonhada, dono, po tê pecado e ter falhado, ma também feliz e relizada po saboreá sua delícia de leite." Ele riu, e depois de me dar um tapa forte e puxar uma das presilhas do meu peito, que me fez gritar de dor e ver estrelas, ele riu e disse: "Como você disse? Satisfeito por perceber que você é uma puta que aprende rápido, mesmo que ainda falte muito — mas disso eu cuido, de te treinar e adestrar. Embora eu admita que você sabe qual é o seu lugar, oferecendo a bunda e mamando." E eu me senti ainda mais eufórica e plena do que antes. Ele me deu o vidrinho pra cheirar de novo, e eu não recusei. Depois de uns minutos, chegamos num condomínio fora da cidade. Entre os morros era pequena, onde morava o amigo dele. Ali ele parou um instante e me disse: "A pessoa que vamos ver é alguém muito importante pra mim, ok? Ele é um grande homem e me ajudou pra caralho. Você tem que tratar ele igual ou melhor que a mim, ok? Não quero erros nem falhas. O que ele pedir, a gente faz, e você não fala nada, ok? A não ser que ele mande." Depois, ele deu a partida, passamos por uns portões e chegamos na unidade, entramos e fomos até a casa do amigo. Estacionamos. Ele disse: "Espera aqui, putinha." Depois, bateu na porta e saiu um homem alto, gordo, peludo, com cara de poucos amigos, barbudo meio desleixado e muito grosso. Ele disse: "E aí, cara, já chegou? Que bom, fico feliz. Sabe que odeio esperar. O que você trouxe? Meu bichinho e a mulher dele?" Meu amo só baixou a cabeça. Me deu uma agonia ver ele tão submisso na frente daquele homem, mas não fiz nada. Ele só respondeu: "Sim, seu Germán, como o senhor pediu, assim fiz. E a putinha tá disposta a tudo." "Sim, seu Germán, ela tá disposta e vai se comportar à altura." "Bom, muito bom." Depois, ele com as mãos me mandou descer. Eu tava nervosa e excitada. Ao descer, vi que tinha algumas pessoas lá fora, nas casas, mas não sei se por causa do que ele me deu pra cheirar ou pelo nervosismo de falhar com meu amo, não prestei atenção. Me aproximei deles e o homem me olhou e disse: "A porquinha tá bonitinha, meio gordinha, né?" Meu amo só concordou com a cabeça. "Bom, isso não importa, não quero modelos. Vem cá, putinha." Eu me aproximei e, com um sorriso leve, me apresentei: "Boa tarde, eu sou a Nayeli, a porquinha do meu amo." "Bom, parece que essa putinha tá aprendendo rápido." Meu amo respondeu: "Sim, seu Germán." "Bom, então bota o cachorro pra dentro. Você e sua putinha, passem. Quero te ver bem." Eu tava como se estivesse em outro mundo, flutuando, e minha bucetinha doía porque tava super excitada, e com o aparelho não conseguia ter ereção. Passei na frente dele e ele me deu um tapa enorme na bunda que doeu pra caralho e quase me fez cair por causa do desequilíbrio com os saltos, depois do susto que ele me deu. Ir pra casa dele não era nada demais, mas o cara tinha umas coisas boas. O homem falou: "bem, vadia, a partir de agora só de tênis, sem mais nada." Eu, submissa, comecei a tirar minhas coisas. Aí o dono entrou e trouxe o cachorro com ele, que ao me ver começou a ficar doido e a reboltar a bunda. Dom Armando só riu e disse: "bem, bem, parece que ele já sabe quem é a mulher dele. Isso é ótimo. Beleza, vamos pra dentro." Já lá dentro, o homem com a voz rouca me ordenou: "prepara uns tequilas pra gente." E eles se sentaram enquanto eu servia. Meu dono me ordenou com voz firme e autoritária: "Ajoelha, porca, aqui no meio de nós dois e oferece teu cu sujo e submisso. Abre bem as nádegas com as mãos pra que Dom Germán possa ver bem esse cu de porca veada. Bem, senhor, como vê a minha vadia?" "Bem, ela parece boa e é submissa por natureza, isso é bom, mas falta treino e experiência, coisa que vamos resolver agora, embora claro, não vai ser tudo de uma vez. Você vai ter que trazê-la constantemente." Meu dono ficou pensando e disse: "Bem, vou ver o que posso fazer e como fazer, porque como você sabe, ela tem família e ninguém sabe disso." "Pois é, isso é um problema, assim não vamos poder vendê-la e você sabe." "Sim, Dom Germán, eu sei disso, mas eu queria ela pra mim." "Sim, Miguel, mas você sabe que não pode. Você não tem permissão pra ter escravas e sabe disso. Você tá começando nisso agora e não tem nem prática nem controle pra fazer isso. Além disso, ainda falta eu te dar permissão, lembra disso, ok?" Eu, de quatro como estava, ouvia a conversa meio que viajando, porque não conseguia acreditar no que tava ouvindo. Meu dono me tratava como mercadoria e eu seria vendida. Isso tenho que admitir que me assustava muito, mas bem lá no fundo me excitava me sentir uma coisa que não valia nada, a ponto de estar ali e falarem de mim como se eu fosse um móvel, sem se importar com mais nada além deles. Isso me deixava extasiada. "Bem, isso a gente resolve depois", disse Dom Germán. "Vem cá, vadia." Eu me levantei da posição em que estava e fui de quatro até ele. enquanto ele perguntava ao meu dono, e você me diz essa puta mama bem, sim claro dom Germão tenho treinado ela ainda falta mas como sabe não temos muito tempo, eu acabei de voltar e estou começando a treinar ela. bom, vamos ver puta mostra que esse aqui não se engana e eu como sabia comecei a tirar o pau daquele outro macho e quando o tive na frente fiquei surpresa era uma coisa aterrorizante era muito grossa e comprida mas o mais imponente era a cabeçona grande e vermelha realmente impunha era maior que a do meu dono e isso que ainda não estava bem dura, eu fiquei com o olhar perdido o homem só riu ao ver minha cara e disse: ha ha ha ha ha nunca tinha visto uma assim né garota pois se acostuma porca por que dessas terá que aprender a satisfazer muitas dessas e até maiores e o tempo todo, como a puta porca escrava que ainda não é mas se obedecer e aprender logo será já que seu único uso é e será ser a bainha das pirocas de machos degenerados ou de seus bichos, seu depósito de porra ou mijo entendido, agora começa a mamar porca, comecei a lamber como meu dono me ensinou e claro sem as mãos, percorrendo cada centímetro dessa enorme e deliciosa piroca cheirava forte a suor mas não me importava isso me excitava mais, depois chupei aquela enorme e cabeçuda glande passando a língua pelo olhinho dela que tinha um sabor ainda mais forte algo que me deixava a mil e assim começou a ganhar tamanho e grossura era uma ferramenta descomunal, sinceramente e mesmo que me doa admitir muito maior que a do meu dono, depois como pude enfiei ela na boca enquanto esfregava com as duas mãos os também muito grandes e pendurados ovões, eles continuavam falando e bebendo, então o cachorro que andava em outros cômodos da casa voltou pra onde estávamos todos e se aproximou de mim por trás começou a cheirar meu cu de novo, eu me assustei e mesmo sem parar de mamar também não levantava a bunda do chão, então dom Germão percebeu e disse: Ei você! sua puta idiota imbecil, quem caralho você pensa que é pra negar o direito de qualquer macho de te pegar, te possuir, te estuprar e te usar como se você pudesse decidir ou ter opinião? entende que desde o momento que se entregou, seu dono, desde aquele momento você perdeu seu status de pessoa, você não é nada, só o que seu dono disser que você é, entendida, garota? agora levanta e abre com as mãos essa porra desse cu gordo de merda que você tem, agora mesmo, puta, puta garota, pro seu macho usar como quiser e não esquece de continuar chupando, garota. e eu, com medo, levantei como o senhor mandou, enquanto com minhas mãos separava minhas nádegas pra deixar meu cu exposto e meu dono passava um óleo em toda aquela área, aí sim que me caguei de medo porque o cachorro ficou louco pra caralho, cheirava e lambia a joia que eu tinha enfiada no cu e o líquido parecia estranho, depois descobri que a joia tinha ficado de molho nas feromônios que faziam bem o trabalho delas atraindo o cachorro. eu continuava tentando enfiar aquele pedaço de pau na boca enquanto com minha língua brincava na cabeçona gostosa dele, enquanto o cachorro lambia meu cu, de repente dom Germano falou pro meu dono: "ei, você! tira essa porra dessa joia do cu dela, não vê que tá atrapalhando meu cachorro de usar a nova puta dele? por ser sua primeira vez, vai ser sem ajuda nenhuma pra doer e ela sentir e aprender o lugar dela nesse mundo, que entenda que não é nada além de uma porca suja e miserável, uma coisa pra ser usada", e ele só concordou com a cabeça e se aproximando de mim fez eu arquear muito mais as costas, empinar mais o cu, ele tirou a joia, me senti estranha, vazia e apavorada pra caralho com o que ia me acontecer, no que eu tinha me metido e o que me aconteceria no futuro, mas não queria decepcionar, muito menos envergonhar, muito menos decepcionar ou falhar com meu dono, então não parei de chupar e me oferecer pra quem, pelo menos pelo tempo que eles quisessem, seria meu macho. depois de um tempo já tava doendo minha mandíbula de tanto chupar aquela coisa enorme. E aquele homem não gozava. Depois de um tempo e de muito pensar, ouvi ele dizer: "Beleza, Miguel, vamos fazer o seguinte: eu deixo você ficar com essa puta porca gostosa com 2 condições, entendeu? A primeira é que essa vagabunda vai participar de uma das minhas festas junto com minhas outras putas uma vez por mês, e lá vão fazer de tudo com ela: vai ser usada, apalpada, açoitada, exibida, amarrada, estuprada, engravidada e muito mais. Se ela aguentar isso, sobreviver, se adaptar, aprender, se esforçar e agradar os convidados, aí você pode ficar com ela. E a segunda é que agora mesmo, na nossa frente, com total devoção e submissão, ela mesma se entregue e se ofereça pro meu querido Max, pra ele montar na sua puta até encher os intestinos dela de porra e deixar ela prenha. Se ela fizer isso direito, você e sua puta podem ficar juntos sem problema. O que você acha? Aceita ou não?"

Eu fiquei gelada, e mais ainda com a resposta do meu amo: "Beleza, Dom Germán. E se a puta falhar ou desistir antes, o que acontece? Se ela conseguir o objetivo e mostrar que é a garota inútil que eu acho que é, então primeiro eu vou açoitar ela aqui na sua frente enquanto faço 20 cachorros montarem nela sem parar. Depois, mando meus caras levarem ela pro norte, pra fazenda, pra ser treinada como uma verdadeira puta escrava, que aprenda com dor a servir, a sentir prazer na dor, e que o único objetivo dela seja servir. Também vai ser marcada, anilhada e explorada como você já sabe, pra companhia. Lá, vão hormonizar e operar ela, e eu levo pro exterior pra vender por um bom preço. Nem você nem ninguém vai ver ela de novo. O que você diz?"

Ele ficou pensando enquanto eu continuava chupando, já que não tinham me mandado parar. Levantei a mão pedindo permissão pra falar. Dom Germán tirou o pau da minha boca e disse: "Beleza, puta, o que você quer, porra? Sabe que essas vão ser das últimas e poucas vezes que você vai ter permissão pra falar, entendeu, sua porca gostosa? De qualquer jeito, quando a gente acabar com você, seu cérebro não vai saber fazer outra coisa senão servir e obedecer, sentir prazer na dor e ser um saco de... mecos, com todo respeito quero dizer que vou fazer, tudo isso e mais, não porque a ideia de ser vendida e transformada em mulher e, principalmente, em escrava sexual não seja algo que eu sonhe, mas o fato de me separar do meu amo é algo que não consigo conceber, ele sabe como me tratar e quero aprender e que seja ele quem me transforme em mulher e em sua escrava, é o que desejo. Os dois ficaram em silêncio, um surpreso e o outro pensativo, dom Germán com um sorriso no rosto só disse: então Miguel, o que você diz? Meu amo com uma cara feliz e cheio de orgulho só disse: eu confio na minha puta e sei que ela vai se sair bem, não tem experiência, mas vai fazer e é isso que eu espero, respondeu a dom Germán, então aceito o trato. Bom, isso é ótimo, assim que eu gosto, que você tenha fé na sua puta, e sua puta já te aviso que isso não vai ser nada, absolutamente nada fácil como você pensa, e começou a rir. Bom, vamos começar. Eu estava de joelhos diante de um homem que pretendia me testar e me afastar do meu amo se eu não cumprisse seus dois desejos, e meu amo aceitando as condições e eu submissa e obediente esperando para realizar o primeiro dos desafios: ficar com meu macho Max. Então dom Germán me olhando disse: puta, já falou, agora vai pro que você estava fazendo, enquanto isso deixa o Max babar seu cu pra você ser dele, e devo te avisar que ele é treinado, ok? Então ele sabe muito bem o que faz, já que eu alugo ele para sodomizar, humilhar e colocar no lugar as cachorras como você, então espero que esteja à altura. Bom, continuei com o que estava fazendo, chupando e amassando as bolas dele que, por aquele momento e em outra ocasião, eu deveria chamar de senhor, e de repente senti dom Germán extasiado com o boquete dizendo ao seu cachorro: Max, agora. E eu, assim empinada e de quatro, senti quando ele começou a subir as patas no meu quadril, sentindo os arranhões e as picadas da rola do Max querendo acertar. Dom Germán me ordenou: ei, puta, empina mais a bunda e abre as nádegas que o Max vai te montar. Eu só fiz o que ele mandou e olhava pra ele. Os olhos com uma cara de puta que não aguentava, enquanto Dom Germano ria e via a cena. Num momento, senti a pica do Max entrando dentro de mim e devo admitir que me sentia cheia e completa. O cachorro começou a furar meu cu com força, enquanto enterrava as garras e se agarrava à sua puta, porque era isso que eu era agora: uma puta quente e submissa completa. De repente, Dom Germano apertou minha cabeça contra o pau dele, enfiando até a garganta, o que me deu ânsia e vontade de vomitar, mas aguentei e senti ele se esvaziando dentro da minha garganta. Era muito leite, mais do que meu dono tinha gozado nunca. Depois, ele me soltou e, puxando o ar, disse: "Bem, puta, agora me limpa e agrada teu macho." Eu estava no céu, lambendo e chupando a porra do pau enorme e gostoso dele, principalmente a cabecinha deliciosa, percorrendo o tronco cheio de veias e as bolas enormes penduradas, focada em ser uma boa boqueteira e também deixar o Max me montar à vontade e dar todo o prazer que ele quisesse da sua puta agora. Mas, de repente, senti algo estranho. Na hora, não sabia o que era, mas era algo grande batendo no meu cu enquanto eu limpava ele com a boca. O senhor disse: "Relaxa e abre bem o cu com as duas mãos, garota, que agora vem a parte boa, puta." Eu obedeci e então senti algo pressionando mais contra meu cu e, sem conseguir evitar, com um empurrão forte, ele enterrou dentro. Era o bulbo dele, aquele que faz os cachorros ficarem presos. Eu me assustei porque era enorme e doía pra caralho. Roguei ao meu dono para parar e tirar, mas ele só disse: "Não, puta, agora você é dele e não vai me deixar na mão, entendeu?" Eu só implorava, chorava e pedia piedade, mas ninguém me ouvia, só riam. Eu sentia horrores, principalmente porque comecei a sentir algo muito estranho no meu pau, já que, sem me tocar nem nada, comecei a sentir que gozava, não uma, mas várias vezes involuntariamente. Era um orgasmo atrás do outro, sem conseguir me controlar. Eu já não aguentava mais, as pernas não sustentavam meu peso e o do cachorro, aquilo era insuportável, e eu sem poder fazer nada. Parar de ter orgasmos foi algo entre doloroso, prazeroso e humilhante. Nunca antes tinha me sentido assim. Então entendi meu lugar: não passava de uma porca suja e vulgar, uma masoquista que se excita sendo usada e humilhada, denegrida e um pouco machucada. Uma slut girl e submissa, desejosa por um macho de verdade. E dentro de mim, me sentia extremamente confusa, debatendo entre ser vencida, derrotada, humilhada, denegrida, ou ser plena, total, entregue e feliz diante desses acontecimentos que só me confundiam mais e mais, principalmente porque eu continuava gozando como uma porca no cio, sem conseguir evitar. E também não conseguia entender que, sinceramente, naquele ponto, eu já nem queria mais, nem me importava muito, pra ser sincera. Não sei como explicar direito, mas então ouvi Dom Germán me perguntando: "Diz, estúpida, o que você é?" Eu, bem lá no fundo, saindo do fundo do meu coração, respondi — mesmo com o cu destruído, dolorido, meu cérebro moído pelo que vivi — respondi: "Sou só uma porca submissa suja, uma cerda girl masoquista, a puta escrava do meu amo e senhor MIGUEL, também viciada nos desejos de machos reais e verdadeiros." Ele disse: "Quem é teu dono?" "Meu amo, senhor e dono é meu tio Miguel." "Por que você faz isso?" "Para agradar você e meu amo, e porque não passo de uma puta suja e quente que precisa de pica o tempo todo. Não posso mais negar que sou uma slut suja e quente." De repente, comecei a sentir como me enchia de porra do cachorro, e eu já não aguentava mais. Chorava, suplicava, mas nada disso adiantava. O cachorro se virou, ficando cu com cu, e assim, vencida, me deixei fazer. O cachorro começou a me puxar enquanto eu continuava sentindo ele gozar sem parar. Me arrastou, e eu seguia vencida e gozando sem querer. Depois de um tempo, num puxão, o bulbo saiu, e eu fiquei assim, empinada, totalmente aberta, e do meu cu saía muita porra, muita mesmo, escorria pelas minhas pernas até o chão. Então Dom Germán se aproximou de mim e disse no meu ouvido: "Tá vendo, puta? Isso é só uma prova do que... o que te espera se não cumprir o combinado isso não é nada sabe e também se você se arrepender e decidir largar esse cara eu posso te transformar no que você quiser, e começou a rir. Eu não falava mais, não tinha forças nem pra isso, então meu dono me levantou e me deitou no chão em cima de um pano e me deixou dormir não sei quanto tempo, quando acordei os dois ainda estavam conversando e quem me viu foi o Dom Germânio quando me toquei do lado tava o cachorro dormindo e o senhor falou: olha quem voltou do mundo dos mortos como tá a putinha, eu só baixei a cabeça e da minha boca saiu um fio de voz dizendo só obrigada. Olhando ao redor percebi que tinha uma gaiola grande de cachorro e do meu lado um pote com comida e água comi e bebi igual putinha de quatro sentindo o vento na minha bunda e os restos de porra nas minhas pernas depois meu dono me disse com um sorrisão na cara: beleza putinha já é tarde hora de voltar, me vesti com a roupa que tava claro sem colocar a joia de novo porque mesmo se quisesse não dava minha buceta ainda tava bem aberta, o dono falou: entra no teu quarto novo, e eu entrei na gaiola entraram 3 caras grandes me levantaram e me colocaram na caçamba da caminhonete do dono me cobriram com uma lona pra ninguém me ver e me deixaram lá depois de 15 min ouvi meu dono sair e se despedir do pessoal falando: que voltariam logo pra continuar o trato e que eu fosse usada no evento dele, eu dormi de novo confusa excitada e estranhamente feliz. PROCURO MACHOS DEGENERADOS VICIADOS GROSSEIROS PERVERTIDOS RÚSTICOS UM DONO OU CAFETÃO QUE ME TIRE E ME EXIBA À NOITE ME FEMINIZE E COLOQUE PIERCING NOS MAMILOS E MARCAS DE ESCRAVA FAÇA SUA PUTINHA PUTINHA DE VERDADE ESTOU AOS SEUS PÉS.

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