Oi, meus bebês... queria contar essa história linda que aconteceu comigo essa semana... acabei comendo um peruaninho bem novinho e, aos poucos, vou completando meu álbum de figurinhas internacionais. Já comi uns bolivianos como vocês leram... mexicanos, australianos, yankees e dessa vez foi a vez de um peruano. Tudo começou na quarta-feira... eu estava em casa organizando uma sessão de fotos hot com meu fotógrafo Fede, porque minha grana tava acabando e eu precisava dar uma levantada com trabalhos novos... surgiu essa oportunidade e eu agarrei, claro, pra vender numa plataforma nova. O Fede ia chegar às 18h, então eu tinha tempo pra preparar a casa... faríamos uma sessão dentro e outra fora, no quintal... mas não tava lá essas coisas, pra ser sincera. Como se fosse um sinal do universo, bateram na minha porta. Eram dois peruaninhos bem novinhos, novos no bairro, oferecendo trabalho de jardineiro. Como eu já não tinha mais jardineiro, porque o meu de toda a vida tinha falecido (leiam o relato do jardineiro), eles vieram bem na hora.
Peruanos: bom dia, dona... somos novos no bairro... tamo juntando grana pra começar um projeto de trabalho... oferecemos serviços de flanelinha ou pedreiro, o que for pra gente ganhar a vida.
Eu: chegaram na hora certa... preciso urgente que arrumem meu quintal dos fundos, porque hoje tenho uma sessão de fotos e preciso que esteja bonitinho.
Peruanos: siiiim, ótimo, obrigado, dona, a senhora não vai se arrepender... Os caras entraram e fizeram um trampo da hora... deixaram o quintal show e pronto pra minha sessão... além disso, me propuseram que se eu chamasse eles de novo pra outro serviço ou recomendasse, esse trabalho sairia bem barato pra mim... caiu como uma luva, porque eu não tava com muita grana... paguei eles e ofereci um lanche... eles aceitaram e a gente ficou um tempão lá dentro batendo papo... eram muito educados e respeitosos, então a gente criou intimidade rapidinho.
Eles eram uns garotos inocentes, que tavam dando os primeiros passos na vida adulta... num momento, passou pela minha cabeça seduzir eles e pagar com sexo... mas eles pareciam muito inocentes... além disso, meio afeminados os dois... então, tirei meus pensamentos de puta da cabeça e paguei como devia. Daí a pouco, decidiram ir embora e eu fui limpar a casa. Mas em 5 minutos, voltaram a bater na minha porta. Dessa vez, era o peruano que falou primeiro, mas sem o amigo... o nome dele era Edgar e ele me pediu educadamente se podia fazer mais algum serviço na casa... não ia cobrar agora, mas garantiu que assim que tivesse dinheiro, me pagaria... era um cara empreendedor... aceitei a proposta e deixei ele entrar.
Minha roupa era bem discreta. Mesmo que tudo ficasse bem justo, realçando meus peitos e minha bunda... não insinuava nada... dava pra ver um pouco da minha fio dental e Edgar percebeu com os olhares. E pelas minhas últimas experiências com garotos e adolescentes... sabia que com pouco ele ia ficar de pau duro. Primeiro ele foi pro quintal continuar arrumando, mas depois de umas horas, levantou um vento terrível, uma tempestade tava se aproximando.
Edgar: Dona Gaby, desculpa... terminei lá fora e o tempo tá ficando feio, posso entrar?
Eu: Claro, neném, entra, entra, entra... se quiser, pode ir embora e voltar amanhã, sem problema.
Edgar: Dona, ouvi dizer que a senhora tem umas fotos... hoje, se quiser, antes de eu ir, posso ajudar com algumas coisas aqui dentro.
Eu: Sem problema, Edgar, pode ir.
Edgar: Insisto, dona... quero retribuir por ter me dado meu primeiro emprego.
Eu: Bom, já que você insiste... me ajuda a limpar um pouco e depois vai.
Edgar: Vou arrumar seu banheiro, notei que precisa de uns reparos.
O peruano acabou ficando a tarde inteira e trabalhou muito bem.
Parei de vê-lo como um menino e comecei a enxergá-lo como um homem... então, aos poucos, fui me mostrando.
Mas ele não tava me dando atenção... continuava concentrado no trampo. Depois de terminar, resolveu ir embora porque uma tempestade tinha começado.
Edgar: Até amanhã, senhorita Gaby. Vou indo e deixo a senhora em paz.
Eu: Mas, neném. Você não vai embora com essa tempestade assim... fica mais um pouco até passar.
Peru: Sério? A senhora é muito gentil... mas e a sua sessão de fotos?
Eu: Ainda é cedo, sem drama.
Ele era safado, já tinha ouvido falar da minha sessão na hora... então faria ele ficar, assim eu dava a ele minhas fotos ao vivo do corpo inteiro.
Consegui que ele ficasse e ele quis me ajudar a limpar a casa... Tentei fazer ele tirar a roupa pra ficar confortável, mas ele se despiu muito pouco, ficando só de camisa.
A tarde seguiu... a gente limpava a casa inteira a fundo, até que resolvi testar ele.
Eu: Ah, Edgar, vou vestir uma roupa mais confortável, porque assim fica difícil limpar... esse conjunto tá muito apertado em mim... e eu gosto de andar soltinha em casa. Espero que não te incomode.
Edgar: Não, Gaby, de jeito nenhum... vista como mais gostar. Eu sou cego, não se preocupa, haha.
Eu ia botar essa frase à prova.
Tirei a calça na frente dele, ficando só de fio dental... ele olhou, mas não do jeito que os caras mais novos costumavam me olhar.
Coloquei uma saia bem transparente pra ele notar minha bucetinha pequena... e continuei limpando a casa assim.. sempre perto dele e de costas pra ele me olhar.
Edgar olhava, mas não dizia nada... era muito tímido e respeitoso, mas eu queria esquentar ele... custava demais... ele parecia alheio aos meus sinais.

As insinuações da Mía eram mais que óbvias e minha saia cada vez subia mais pra deixar minha bunda nua à mostra... mas ele nada... nem chegava perto.
Eu: "Ó Edgar, me ajuda aqui que vou limpar as teias de aranha e preciso que segure a cadeira."
Edgar: "Sim, senhora, claro."
Era a hora de usar minhas armas.


Eu: ah obrigada por me receber, você é muito gentil
Peru: não, por favor, senhora... pra isso que estou aqui
Eu abaixei um pouco minha tanga pra ele ver minha buceta levemente peludinha
Mas ele não ativava... só olhava
Eu: ah, me deu um calor, meu deus... vou colocar outra camiseta... essa é quente
Será que com isso ele ativa?
Eu: ah, desculpa, bebê, mas eu precisava ficar assim tão confortável... espero que não te incomode me ver assim.
Edgar: ah, não, dona Gaby... não me incomoda que a senhora esteja de roupa íntima... já tô acostumado com minhas irmãs e minha mãe... dividi quarto com elas por muitos anos, então já tô acostumado, hehehe... além disso, a senhora é a patroa... eu respeito a senhora.
Eu: bom, melhor que não te incomode, porque eu gosto de andar assim vestida... do mesmo jeito, olha sem timidez... sou modelo, então tô acostumada com o olhar dos homens... só quero que você se sinta à vontade.
Peruano: hahaha, que admirável a senhora é... e que legal ter uma vizinha modelo... dá pra ver pelo seu corpo.
Eu: ah, obrigada... você é tão fofo... gosto de te dar as boas-vindas ao bairro.
Quando pensei que Edgar tinha caído na minha... a reação dele não foi a que eu esperava.
Ele começou a elogiar minha roupa e falar coisas que eu não esperava, me perguntando sobre minha sexualidade e minha transformação em mulher... ele parecia muito atento a tudo relacionado a hormônios.
Numa tentativa de esquentar ele... mostrei um pouco da buceta, já que ele tinha perguntado se eu era transexual.
Mas ele se mostrou mais curioso sobre como eu tinha operado do que pela minha buceta em si. Me deixou surpresa o nível de controle que ele tinha. Aproximei a buceta o máximo que pude, mas ele nem tentou tocar... só queria saber o que eu sentia. Como a coisa não ativava, me agasalhei um pouco, já que me cansei de insinuar, Edgar, e ele só queria saber como eu tinha operado.
Até troquei a tanga na frente dele, mas ele nem me deu bola... Tentei botar ele pra fora de casa... já não tava mais a fim de continuar o jogo... odeio ficar na vontade... e não conseguir seduzir um homem pra mim é uma frustração... uma derrota... que até agora eu nunca tinha experimentado... transei com virgem, com velho, com casado... até com deficiente. Mas esse peruano era o mais obtuso que já me apareceu. Infelizmente, como ele tava meio perdido lá fora, me deu pena de expulsar ele... então deixei ele ficar e a gente ia merendar junto... desisti de tentar esquentar ele. Num momento, ele chega perto de mim e fala: "Edgar: olha, Gaby, o arranjo de flores que fiz pra sua sala de jantar?
Eu: aí Edgar, cê é um amor... que lindo o que cê fez... cê tem futuro de artista, viu.
Edgar: hahaha valeu, Gaby. Eu amo artesanato... Vi que tava certo e aí entendi tudo... ele tava com aquela carinha de fofo... a pele dele era tão macia... sempre arrumadinho e muito delicado... claro... era viado pra caralho... por isso nem me olhava.
Eu: aí bb, tenho que te perguntar... cê é gay?
Peru: aí, dona Gaby, por que cê tá dizendo isso?
Eu: fala... cê é todo delicado... tão meigo e macio...
Edgar: é porque sou respeitoso, ué.
Eu: qualé... fiquei mostrando meu corpo a tarde inteira e cê nada.
Edgar: desculpa, senhora... nunca imaginei que uma diva igual a cê fosse reparar num peruano que nem eu.
Eu: não tem nada de errado... cê é um homem muito gato... mas fala logo... enfiei minha buceta na sua cara e cê nem chegou perto... cê me perguntou tudo sobre minha transição... não sou burra... conta.
Edgar: aí que vergonha... cê me descobriu, Gaby... sim, haha, sou gay desde moleque... mais ainda, tô pegando o menino que veio hoje.
Eu: hahaha sabia... hehe. não fica mal... pode confiar em mim. eu sei o que cê tá passando... já vivi isso.
Edgar: é que não podemos contar pra ninguém porque nossos pais são muito conservadores e machistas... tentei contar pro meu pai um dia e ele me deu uma surra... então fingi a adolescência inteira.
Eu: aí que triste... coitado do meu amor. Fiquei com muita pena da história dele e decidi ajudar. Ele me contou que só fez isso duas vezes. Com o amigo dele e que sofreu muita dor... Dei umas dicas pra ele ir aprendendo.
Eu: cê tem que usar um plug, amor, sempre. Assim seu buraquinho vai alargando e cê vai se acostumando a ter algo no cu o tempo todo.
Edgar: mas como é?
Eu: vou te mostrar... eu vivo com isso no cu... sou viciada... preciso disso... durmo com ele.
Eu: viu.. isso sempre na Booty Vou te dar um, mas primeiro a gente tem que treinar essa bunda minúscula... pra tu não sofrer Edgar: valeu gabi, cê é muito gente boa A gente pegou uma intimidade extrema... tanto que resolvi andar de buceta na frente dele... afinal, ele não ia querer aquilo De repente, o Fede, meu fotógrafo, me chama
Eu: e aí, fede?? Já passou da hora e tu não vem
Fede: mano, não consigo sair de casa.. tá tudo alagado por causa da tempestade.
Eu: porra, fede.. essa sessão tem que ser entregue hoje. É na marra, senão a gente perde o trampo.
Fede: o que tu quer que eu faça.. o carro não pega e não acho uber. Ninguém tá rodando com essa tempestade.
Eu: e agora, o que a gente faz?
Fede: tu não tem ninguém perto que possa tirar as fotos pra ti??
Mmmm, me veio uma ideia
Eu: Edgar, vai ter que fazer um último trampo pra mim
Edgar: fala, gaby, o que for
Fede: show, gaby.. prepara tudo que vou fazer chamada de vídeo e vou explicando como vocês têm que fazer
Edgar: que trampo é esse??
Eu: tu vai ter que ser fotógrafo
Continua...
Peruanos: bom dia, dona... somos novos no bairro... tamo juntando grana pra começar um projeto de trabalho... oferecemos serviços de flanelinha ou pedreiro, o que for pra gente ganhar a vida. Eu: chegaram na hora certa... preciso urgente que arrumem meu quintal dos fundos, porque hoje tenho uma sessão de fotos e preciso que esteja bonitinho.
Peruanos: siiiim, ótimo, obrigado, dona, a senhora não vai se arrepender... Os caras entraram e fizeram um trampo da hora... deixaram o quintal show e pronto pra minha sessão... além disso, me propuseram que se eu chamasse eles de novo pra outro serviço ou recomendasse, esse trabalho sairia bem barato pra mim... caiu como uma luva, porque eu não tava com muita grana... paguei eles e ofereci um lanche... eles aceitaram e a gente ficou um tempão lá dentro batendo papo... eram muito educados e respeitosos, então a gente criou intimidade rapidinho.
Eles eram uns garotos inocentes, que tavam dando os primeiros passos na vida adulta... num momento, passou pela minha cabeça seduzir eles e pagar com sexo... mas eles pareciam muito inocentes... além disso, meio afeminados os dois... então, tirei meus pensamentos de puta da cabeça e paguei como devia. Daí a pouco, decidiram ir embora e eu fui limpar a casa. Mas em 5 minutos, voltaram a bater na minha porta. Dessa vez, era o peruano que falou primeiro, mas sem o amigo... o nome dele era Edgar e ele me pediu educadamente se podia fazer mais algum serviço na casa... não ia cobrar agora, mas garantiu que assim que tivesse dinheiro, me pagaria... era um cara empreendedor... aceitei a proposta e deixei ele entrar.
Minha roupa era bem discreta. Mesmo que tudo ficasse bem justo, realçando meus peitos e minha bunda... não insinuava nada... dava pra ver um pouco da minha fio dental e Edgar percebeu com os olhares. E pelas minhas últimas experiências com garotos e adolescentes... sabia que com pouco ele ia ficar de pau duro. Primeiro ele foi pro quintal continuar arrumando, mas depois de umas horas, levantou um vento terrível, uma tempestade tava se aproximando.
Edgar: Dona Gaby, desculpa... terminei lá fora e o tempo tá ficando feio, posso entrar? Eu: Claro, neném, entra, entra, entra... se quiser, pode ir embora e voltar amanhã, sem problema.
Edgar: Dona, ouvi dizer que a senhora tem umas fotos... hoje, se quiser, antes de eu ir, posso ajudar com algumas coisas aqui dentro.
Eu: Sem problema, Edgar, pode ir.
Edgar: Insisto, dona... quero retribuir por ter me dado meu primeiro emprego.
Eu: Bom, já que você insiste... me ajuda a limpar um pouco e depois vai.
Edgar: Vou arrumar seu banheiro, notei que precisa de uns reparos.
O peruano acabou ficando a tarde inteira e trabalhou muito bem.
Parei de vê-lo como um menino e comecei a enxergá-lo como um homem... então, aos poucos, fui me mostrando.
Mas ele não tava me dando atenção... continuava concentrado no trampo. Depois de terminar, resolveu ir embora porque uma tempestade tinha começado.
Edgar: Até amanhã, senhorita Gaby. Vou indo e deixo a senhora em paz. Eu: Mas, neném. Você não vai embora com essa tempestade assim... fica mais um pouco até passar.
Peru: Sério? A senhora é muito gentil... mas e a sua sessão de fotos?
Eu: Ainda é cedo, sem drama.
Ele era safado, já tinha ouvido falar da minha sessão na hora... então faria ele ficar, assim eu dava a ele minhas fotos ao vivo do corpo inteiro.
Consegui que ele ficasse e ele quis me ajudar a limpar a casa... Tentei fazer ele tirar a roupa pra ficar confortável, mas ele se despiu muito pouco, ficando só de camisa.
A tarde seguiu... a gente limpava a casa inteira a fundo, até que resolvi testar ele.
Eu: Ah, Edgar, vou vestir uma roupa mais confortável, porque assim fica difícil limpar... esse conjunto tá muito apertado em mim... e eu gosto de andar soltinha em casa. Espero que não te incomode.
Edgar: Não, Gaby, de jeito nenhum... vista como mais gostar. Eu sou cego, não se preocupa, haha.
Eu ia botar essa frase à prova.
Tirei a calça na frente dele, ficando só de fio dental... ele olhou, mas não do jeito que os caras mais novos costumavam me olhar.
Coloquei uma saia bem transparente pra ele notar minha bucetinha pequena... e continuei limpando a casa assim.. sempre perto dele e de costas pra ele me olhar.
Edgar olhava, mas não dizia nada... era muito tímido e respeitoso, mas eu queria esquentar ele... custava demais... ele parecia alheio aos meus sinais.

As insinuações da Mía eram mais que óbvias e minha saia cada vez subia mais pra deixar minha bunda nua à mostra... mas ele nada... nem chegava perto. Eu: "Ó Edgar, me ajuda aqui que vou limpar as teias de aranha e preciso que segure a cadeira."
Edgar: "Sim, senhora, claro."
Era a hora de usar minhas armas.



Eu: ah obrigada por me receber, você é muito gentil Peru: não, por favor, senhora... pra isso que estou aqui
Eu abaixei um pouco minha tanga pra ele ver minha buceta levemente peludinha
Mas ele não ativava... só olhava
Eu: ah, me deu um calor, meu deus... vou colocar outra camiseta... essa é quente
Será que com isso ele ativa?

Eu: ah, desculpa, bebê, mas eu precisava ficar assim tão confortável... espero que não te incomode me ver assim. Edgar: ah, não, dona Gaby... não me incomoda que a senhora esteja de roupa íntima... já tô acostumado com minhas irmãs e minha mãe... dividi quarto com elas por muitos anos, então já tô acostumado, hehehe... além disso, a senhora é a patroa... eu respeito a senhora.
Eu: bom, melhor que não te incomode, porque eu gosto de andar assim vestida... do mesmo jeito, olha sem timidez... sou modelo, então tô acostumada com o olhar dos homens... só quero que você se sinta à vontade.
Peruano: hahaha, que admirável a senhora é... e que legal ter uma vizinha modelo... dá pra ver pelo seu corpo.
Eu: ah, obrigada... você é tão fofo... gosto de te dar as boas-vindas ao bairro.
Quando pensei que Edgar tinha caído na minha... a reação dele não foi a que eu esperava.
Ele começou a elogiar minha roupa e falar coisas que eu não esperava, me perguntando sobre minha sexualidade e minha transformação em mulher... ele parecia muito atento a tudo relacionado a hormônios.
Numa tentativa de esquentar ele... mostrei um pouco da buceta, já que ele tinha perguntado se eu era transexual.
Mas ele se mostrou mais curioso sobre como eu tinha operado do que pela minha buceta em si. Me deixou surpresa o nível de controle que ele tinha. Aproximei a buceta o máximo que pude, mas ele nem tentou tocar... só queria saber o que eu sentia. Como a coisa não ativava, me agasalhei um pouco, já que me cansei de insinuar, Edgar, e ele só queria saber como eu tinha operado.
Até troquei a tanga na frente dele, mas ele nem me deu bola... Tentei botar ele pra fora de casa... já não tava mais a fim de continuar o jogo... odeio ficar na vontade... e não conseguir seduzir um homem pra mim é uma frustração... uma derrota... que até agora eu nunca tinha experimentado... transei com virgem, com velho, com casado... até com deficiente. Mas esse peruano era o mais obtuso que já me apareceu. Infelizmente, como ele tava meio perdido lá fora, me deu pena de expulsar ele... então deixei ele ficar e a gente ia merendar junto... desisti de tentar esquentar ele. Num momento, ele chega perto de mim e fala: "Edgar: olha, Gaby, o arranjo de flores que fiz pra sua sala de jantar?
Eu: aí Edgar, cê é um amor... que lindo o que cê fez... cê tem futuro de artista, viu. Edgar: hahaha valeu, Gaby. Eu amo artesanato... Vi que tava certo e aí entendi tudo... ele tava com aquela carinha de fofo... a pele dele era tão macia... sempre arrumadinho e muito delicado... claro... era viado pra caralho... por isso nem me olhava.
Eu: aí bb, tenho que te perguntar... cê é gay?
Peru: aí, dona Gaby, por que cê tá dizendo isso?
Eu: fala... cê é todo delicado... tão meigo e macio...
Edgar: é porque sou respeitoso, ué.
Eu: qualé... fiquei mostrando meu corpo a tarde inteira e cê nada.
Edgar: desculpa, senhora... nunca imaginei que uma diva igual a cê fosse reparar num peruano que nem eu.
Eu: não tem nada de errado... cê é um homem muito gato... mas fala logo... enfiei minha buceta na sua cara e cê nem chegou perto... cê me perguntou tudo sobre minha transição... não sou burra... conta.
Edgar: aí que vergonha... cê me descobriu, Gaby... sim, haha, sou gay desde moleque... mais ainda, tô pegando o menino que veio hoje.
Eu: hahaha sabia... hehe. não fica mal... pode confiar em mim. eu sei o que cê tá passando... já vivi isso.
Edgar: é que não podemos contar pra ninguém porque nossos pais são muito conservadores e machistas... tentei contar pro meu pai um dia e ele me deu uma surra... então fingi a adolescência inteira.
Eu: aí que triste... coitado do meu amor. Fiquei com muita pena da história dele e decidi ajudar. Ele me contou que só fez isso duas vezes. Com o amigo dele e que sofreu muita dor... Dei umas dicas pra ele ir aprendendo.
Eu: cê tem que usar um plug, amor, sempre. Assim seu buraquinho vai alargando e cê vai se acostumando a ter algo no cu o tempo todo.
Edgar: mas como é?
Eu: vou te mostrar... eu vivo com isso no cu... sou viciada... preciso disso... durmo com ele.
Eu: viu.. isso sempre na Booty Vou te dar um, mas primeiro a gente tem que treinar essa bunda minúscula... pra tu não sofrer Edgar: valeu gabi, cê é muito gente boa A gente pegou uma intimidade extrema... tanto que resolvi andar de buceta na frente dele... afinal, ele não ia querer aquilo De repente, o Fede, meu fotógrafo, me chama
Eu: e aí, fede?? Já passou da hora e tu não vem Fede: mano, não consigo sair de casa.. tá tudo alagado por causa da tempestade.
Eu: porra, fede.. essa sessão tem que ser entregue hoje. É na marra, senão a gente perde o trampo.
Fede: o que tu quer que eu faça.. o carro não pega e não acho uber. Ninguém tá rodando com essa tempestade.
Eu: e agora, o que a gente faz?
Fede: tu não tem ninguém perto que possa tirar as fotos pra ti??
Mmmm, me veio uma ideia
Eu: Edgar, vai ter que fazer um último trampo pra mim
Edgar: fala, gaby, o que for
Fede: show, gaby.. prepara tudo que vou fazer chamada de vídeo e vou explicando como vocês têm que fazer
Edgar: que trampo é esse??
Eu: tu vai ter que ser fotógrafo
Continua...
2 comentários - Seduzindo um peruano parte 1