Saúde pra essas professoras gostosas - Parte 2

Meus filhos se mexiam no ritmo da música, eu tava gravando vídeo com meu celular na frente. Mas não tava gravando eles, não — tava gravando a instrutora que guiava os passos deles.

Saúde pra essas professoras gostosas - Parte 2


A professora; que eu guardei para a posteridade, pra que outros pudessem curtir as habilidades dela; se mexia como se quisesse nos deliciar com a rebolada daquelas carnes gostosas de mulher que provocava os pais presentes. A bunda frondosa dela estava embalada deliciosamente naquela saia vermelha. Cada vez que ela se abaixava ou virava, o pano esticava naquele rabão grande e redondo, e eu sentia a pica endurecer só de olhar.


Era, com certeza, uma mulher gostosa. A natureza tinha abençoado ela, dando as características certas pra atrair o sexo oposto; era uma mulher com um corpo que pedia pra ser prenha. Por isso ele tava gravando ela, mas com cuidado, porque, nos dias de hoje, você não pode mais admirar a beleza feminina sem ser chamado de tarado.


Agora você nem pode mais olhar pra uma mulher por mais de dois segundos sem correr o risco de ser chamado de assediador, que saco. Isso é algo natural, como se a gente não sentisse nada ao ver uma mulher assim. E sendo natural, é bom, ou não é? O próprio corpo pede; basta ver uma dessas bundas gostosas (eu chamo de "pega-pega", porque foram feitas pra isso) que o sêmen ferve dentro dos ovos; os espermatozoides se amontoam e borbulham, loucos pra escapar com o único objetivo de se injetar naquela mulher, a culpada por todo esse tesão. Coitados de nós, elas não sabem o que a gente sofre quando nos excitam com seus corpos desse jeito e a gente não consegue nem se aliviar; como eu naquele momento; precisei apertar a rola discretamente pra me consolar.


Professora


Só de ver ela se mexendo assim, já me dava um tesão danado. Essa desgraçada tinha uma daquelas bundas bem desenhadas, daquelas fêmeas que já nascem com um desejo natural de trepar. Já tava até babando na ponta da piroca pela cabecinha; até sujei a calça. Minha vara de carne masculina tava louca pra se enfiar no meio daquele par de nalgas apertadas naquele tecido bem esticado a uns centímetros de mim.

rabao


Glóbulos carnudos e balançantes que, com seus movimentos brincalhões, convidavam a alimentá-los com carne dura.


Olhando aquele espetá... culo, pensei puto da vida: "Porra de mulher, com tanto tilingo-lingo já acordou o moleque".


Foi aí que me liguei na conversa daqueles dois. A real é que o papo deles me deixou mais tarado ainda, se é que já não tava. Por isso resolvi compartilhar aqui os causos contados, pra não se perderem no esquecimento. Só tive que dividir em duas partes, eis a segunda:


—Juro que tem professora que parece mais puta que educadora —disse Carlos rindo, depois de contar o que aconteceu com a professora de catecismo—. E você...? Nunca comeu uma?


Jorge concordou com um sorriso maroto e deu um gole na bebida dele.


—Pois é. Talvez você não vá acreditar, mas... com a professora do ensino fundamental do meu filho mais velho...


—Sério?


—Juro por Deus, mas isso não é o mais foda, a putinha tava comendo meu moleque.


—Não fode...! ...e ele ainda no ensino médio!


—Não, ele já tinha terminado ela há um tempão. Pelo menos, quando vi o vídeo e descobri com toda certeza que eles tavam transando, ele já tinha dezenove anos. Ela já tinha sido professora dele há anos.


—¡¿...tem vídeo?!


O outro concordou e mostrou pra ele. Pelo visto, carregava ele pra todo lado.


—Descobri no celular dele. Aí, um dia, me deparei com esse vídeo enquanto tentava fuçar nos passos que o filho da puta tava dando. Cê sabe como são esses moleques de hoje em dia. No fim, me deparei com isso.

professora


—Caralho, que sorte a do teu filho! Eu bem que queria ter tido uma professora dessas.


—Exato! Cadê essas putas professoras quando a gente estudava, né? (e os dois riram) Nome, olha só essa raba. Porra, meu filho é um filho da puta! Comendo a ex-professora do ensino médio como se fosse uma puta qualquer.


—Sério? É teu filho? —exclamou Carlos, ainda duvidando.


—Exato. Olha só como ela tá, de quatro na cama, toda pelada, mostrando essa raba enquanto o filho da puta mete forte nela. Dá até pra ouvir os gemidos dela.


Parei o ouvido e me pareceu escutar: “Assim, papai! Mais forte…”


—Olha, olha; meu filho tá segurando ela firme pela cintura e metendo com tudo. Enfiou fundo e até mandou ela mandar beijinhos.

bunda


—Ele gozou dentro dela?


—Sei lá, o vídeo corta aí.


—Puta que pariu…! —exclamou Carlos, claramente excitado com o que ouviu.


Olhando disfarçadamente, percebi que ela tremia e revirava os olhos. Parecia que ia gozar a qualquer momento.


Jorge continuou:


—No começo, me deu raiva.


—Por quê? Porque a professora tinha abusado do teu moleque.


—Não, pra ser sincero, fiquei com inveja do moleque ter comido aquela rabuda. Pensei “esse filho da puta comeu a professora dele... que foda pra ele, mas... eu também quero”.


Os dois soltaram uma gargalhada.


—Mas por outro lado, vieram outros pensamentos na minha cabeça... Será que eles já tinham um rolo desde o colégio? Ou será que estavam se conhecendo na intimidade agora? Foi algo consensual... ou em troca de nota? E pra ser sincero, comecei a ficar obcecado pela tal professora. Aquela mulher era uma delícia, não tanto pela beleza, mas pela sensualidade natural e a putaria no vídeo. Olha, olha... Essa cara de vadia que ela faz quando goza...!


—Nossa, que gostosa!


—Na hora peguei o número dela no celular do meu filho. Depois mandei uma mensagem, fingindo ser um pai preocupado com o que tinha acontecido. Depois de algumas trocas, ela respondeu. Tentou se desculpar, mas eu queria outra coisa.


—Que te desse elas —completou o outro.


Jorge concordou.


—Mandei um pedaço do vídeo pra ela e falei que a gente precisava conversar pessoalmente. Depois de várias horas, que ela me deixou no vácuo, veio a resposta: “Onde e quando?” Não perdi tempo, marquei com ela naquela mesma noite. “Vou te comer todinha, gostosa”, pensei depois de sair de casa.


Em troca do meu silêncio, e pra não vazar o vídeo, combinamos de ir pra um motel discreto nos arredores de Monterrey. Antes mesmo da Yolanda tirar a roupa, eu já tava duro só de ver ela pessoalmente. Ela tava de lingerie preta, que realçava as curvas generosas dela. Mal cheguei perto, empurrei ela contra a parede e beijei com gosto. Passei a mão entre as pernas dela e já tava toda molhada. "Cê gosta de comer os pais também, ou só os seus alunos...?", sussurrei no ouvido dela enquanto puxava a calcinha pra baixo. Yolanda mordeu o lábio.


Fiz ela se ajoelhar ali mesmo, enfiei minha pica até a garganta dela. Ela chupava com vontade, a saliva escorrendo pelo queixo. Exigi que ela me olhasse nos olhos enquanto chupava minha pica. Depois, agarrei ela pelo cabelo e meti com força na boca dela.


Depois eu levantei ela, joguei na cama e abri suas pernas. A buceta dela tava inchada e brilhando. Meti de uma vez só, gemendo de prazer ao sentir ela tão quente e melada. A Yolanda arqueou as costas e gritou: “Isso! Assim, papai. Mais forte! Faz em mim que nem teu filho!”. Isso me excitou ainda mais, falei: “vou fazer melhor ainda”. Meti com tudo, trocando de posição: de papai e mamãe, depois de quatro, aí sentei ela em cima de mim pra me cavalgar. Os peitos dela balançavam enquanto eu fazia ela pular sem parar, e ela gemia sem controle. “Quero gozar dentro”, falei. Ela respondeu: “To avisando, tô ovulando”. Porra, sabendo disso, enfiei mais forte e explodi dentro dela, soltando jorros quentes enquanto a Yolanda gozava também, tremendo e apertando com a boceta. Ficamos um tempão em silêncio, suados, exaustos e respirando pesado. Antes de ir, a Yolanda pediu pra eu apagar o vídeo. Fiz na frente dela, “Pode contar com isso, professora”, falei, mas nessa altura eu já tinha outra cópia em casa.


Eu já não aguentava mais. Depois de ouvir as histórias dela, tava com a pica pulsando dentro da calça, dura igual pedra. Me sentia ansioso; tinha que fazer alguma coisa, me aliviar.


Olhei pra onde a professora de vermelho estava. Fui atrás dela, uma vez ouvi que ela ia na cozinha pegar uns copos. Tinha que comer ela. Entrei atrás dela no lugar. Felizmente não tinha mais ninguém lá. Ela continuava empinando a bunda.


Veio na minha mente o que eu tinha acabado de ouvir, e depois, imagens de mulheres carentes de atenção sexual. Ela precisava, tinha que ser assim, senão pra que se vestir daquele jeito, e rebolar daquele tanto. Enquanto eu me aproximava por trás, já estava abaixando o zíper da calça. Não teve conversa. Beijei a nuca dela enquanto minhas mãos agarravam aquela bunda que eu tanto tinha admirado. Levantei rapidamente a saia vermelha até a cintura, e logo em seguida puxei a calcinha preta e rendada de uma vez só. A carne feminina tremeu. Enfiei dois dedos naquela buceta. Ela tava receptiva, molhada e quente. Meti de uma só enfiada. Comecei o vai e vem, apertando os peitos dela por cima da blusa.


Vendo como eu me esfregava naquela bunda grande e carnuda, dei tapas fortes nela enquanto metia. Quando senti que ela tava gozando, apertando minha pica com aqueles espasmos típicos de mulher, não aguentei mais e enchi ela de porra quente, jato após jato, deixei ela toda ensopada.


Valeu", falei e saí na frente. "À saúde dessas professoras", pensei, enquanto saía da cozinha. Mais tarde vi ela sair também, e ir pro banheiro. Achei que era pra limpar a minha gozada.


Aquela senhora de volumes soberbos era tão oferecida quanto se podia esperar.

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