No dia seguinte, tipo umas 19h, sábado, verão, música, cerveja, um baseado. Um clima perfeito, minha mãe linda num vestidinho de verão e aí apareceu a Cami! Meu amor. Uma saia preta justa tipo couro, uma regatinha preta curta super decotada que valorizava os peitos dela e umas sandálias de verão que combinavam. Ela tava produzida normal, olhos maquiados, um brilhinho nos lábios e um rabo de cavalo no cabelo. Tava linda demais, minha mãe elogiou na hora e eu falei: "Vamos quebrar a noite, hein", e ela riu. Tomamos umas cervejas na calçada, petiscamos algo e eu fui tomar banho porque também ia sair com os amigos. Coloquei uma camiseta preta, uma bermuda cinza claro e um tênis. De boa! Minha mãe me viu na cozinha e me encheu de elogios. Fui pra calçada com a cerveja e a Cami soltou: "Ah, então hoje eu te encontro?" "Hmmm, pode ser. Onde você vai?" "Eu vou pra tal lugar, se não te encontrar, te busco." "Uuuh", ela disse e riu. "Que idiota." A Cami ficou mais um tempo e foi com as amigas, eu fiz o mesmo pro meu lado. No fim, não saí, mas rolou uma festinha na casa de uma conhecida. Umas 5h, uma mensagem: "Você saiu?" "Não, no fim não, tô numa festinha. Vem." "Ah, que sorte a minha, sei lá. Tô de boa aqui, te falo mais tarde." "Beijo, gata." Nunca esperei outra mensagem, mas lá pras 6h e pouco já pintou um after e pá, mensagem: "After?" "Vem pra cá, tá suave, tudo de boa." Eu já tava alterado: "Não, after você e eu em casa. Vem." "Dale, Cami, você tá bêbada." "E você também! Te espero?" "Camila", eu digitei. "CAGÃO." "Cala a boca, filha da puta! Para." "Te espero ou não?" "Sim, me espera. Daqui 20 minutos tô aí." "Te espero com um vinho, então." Peguei um baseado e fui na hora. Ela abriu a porta e eu entrei na mesma hora! Literalmente me senti culpado naquele momento, mas claramente não demonstrei. Tava com música e umas luzinhas coloridas, tudo fechado! "Achei que não vinha! Tanto medo assim?" "Que medo? Tô aqui, gata." Começamos a dançar e fumamos um baseado, a Cami... Ela rebolava divino, encostava a raba em mim toda hora, jogava a cabeça pra trás. Eu segurava ela pela cintura e passava a mão nas costas. Ela se virou e ficamos de frente um pro outro dançando, bem soltos, curtindo, e nos beijamos como loucos, desesperados. Agarrei a raba dela e ela suspirou! A gente se beijou um tempão e esquentamos entre beijos, amassos e comentários.
— Estu, que beijo gostoso! — você é uma delícia. — tô muito molhada, eub... Uff, pensei eu. Ela tirou a regata e o sutiã e começou a desabotoar minha camisa. Que peitão lindo que a Camí tinha, meu Deus. Apertei e chupei na hora, e ela repetia:
— Que peitos que você tem, filho da puta! — tô muito molhada, Estu, e passou a mão na minha pika que tava duríssima! Uff, Esteban! E se afastou olhando pra baixo.
— O que foi? — falei, e tirei a bermuda e a sunga. Minha pika pulou pra fora, a bebida, a seca e a Camila fizeram efeito. Eu tava super tarado também.
— Que é, Camí? Não gostou? Ela mordeu o lábio, ajeitou a rabona no cabelo e disse:
— OLHA A PIKA QUE VOCÊ TEM. Ajoelhou e começou a chupar. Entre gemidos e uns engasgos, não parava de falar um monte.
— Que pika gostosa, adorei — uff, Mica, cê gosta? Aaaah, Mica, que delícia, você chupa bem. Ela tentou enfiar tudo na boca e não conseguiu.
— Não cabe na minha boca, Estu.
— Não? Deixa eu ver. E segurei a cabeça dela até o fundo, foi difícil mesmo, os engasgos foram enormes. Eu curto pra caralho quando fazem isso, e a Camí, sério, chupava muito bem. Eu não ia gozar rápido, então aproveitei demais!
— Agora cabe? Enquanto ela tava engasgada, saiu e riu, curtindo.
— De novo! — ela falou. Segurei ela pelo pescoço, beijei a boca dela e, de novo, olhando nos olhos, falei:
— Como você chupa bem minha pika. Ela sorriu e repetimos isso umas vezes. Levantei ela, ela deu um gole, fui por trás e meti a mão, tocando ela direto. Tava literalmente encharcada. Levantei a saia dela e comecei a dedar e dedar.
— Que molhada você tá! Que garota gostosa.
— Sim, tô muito tesuda. Me come. Puxei ela pelo cabelo forte e falei — ainda não! Ela tava louca, gemendo de prazer, me afastei e ela virou, passando a mão na minha pica. Sentou na mesa e se abriu. — Faz tempo que ninguém me toca! Olha como eu tô — e abriu as pernas. Tomei um gole e sentei, fiquei bem na posição e comecei. Vocês não imaginam como ela gemia, gozou uma vez e outra em no máximo 5 minutos. — Ai, que filha da puta, como você me deixa. Toquei de leve e ela gemia como se eu tivesse comendo ela. — UFF, COMO CÊ TÁ, CAMÍ — bati umas com a pica e comecei a deslizar. Ela se contorcia de prazer. Eu tava do jeito que queria, Camí quase tremendo, entregue. Sussurrei no ouvido dela — QUER QUE EU TE COMA, CAMÍ? — Quero. Me come. Dá, não aguento mais. — PEDE. — Ela me empurrou de leve e se levantou. Levantou a saia, tirou a calcinha fio-dental, se apoiou na mesa e jogou a bunda toda pra trás, arqueando o corpo. Virou a cabeça pra me olhar por cima — ME COME POR FAVOR, QUERO QUE CÊ ME COMA. CONTINUA.
— Estu, que beijo gostoso! — você é uma delícia. — tô muito molhada, eub... Uff, pensei eu. Ela tirou a regata e o sutiã e começou a desabotoar minha camisa. Que peitão lindo que a Camí tinha, meu Deus. Apertei e chupei na hora, e ela repetia:
— Que peitos que você tem, filho da puta! — tô muito molhada, Estu, e passou a mão na minha pika que tava duríssima! Uff, Esteban! E se afastou olhando pra baixo.
— O que foi? — falei, e tirei a bermuda e a sunga. Minha pika pulou pra fora, a bebida, a seca e a Camila fizeram efeito. Eu tava super tarado também.
— Que é, Camí? Não gostou? Ela mordeu o lábio, ajeitou a rabona no cabelo e disse:
— OLHA A PIKA QUE VOCÊ TEM. Ajoelhou e começou a chupar. Entre gemidos e uns engasgos, não parava de falar um monte.
— Que pika gostosa, adorei — uff, Mica, cê gosta? Aaaah, Mica, que delícia, você chupa bem. Ela tentou enfiar tudo na boca e não conseguiu.
— Não cabe na minha boca, Estu.
— Não? Deixa eu ver. E segurei a cabeça dela até o fundo, foi difícil mesmo, os engasgos foram enormes. Eu curto pra caralho quando fazem isso, e a Camí, sério, chupava muito bem. Eu não ia gozar rápido, então aproveitei demais!
— Agora cabe? Enquanto ela tava engasgada, saiu e riu, curtindo.
— De novo! — ela falou. Segurei ela pelo pescoço, beijei a boca dela e, de novo, olhando nos olhos, falei:
— Como você chupa bem minha pika. Ela sorriu e repetimos isso umas vezes. Levantei ela, ela deu um gole, fui por trás e meti a mão, tocando ela direto. Tava literalmente encharcada. Levantei a saia dela e comecei a dedar e dedar.
— Que molhada você tá! Que garota gostosa.
— Sim, tô muito tesuda. Me come. Puxei ela pelo cabelo forte e falei — ainda não! Ela tava louca, gemendo de prazer, me afastei e ela virou, passando a mão na minha pica. Sentou na mesa e se abriu. — Faz tempo que ninguém me toca! Olha como eu tô — e abriu as pernas. Tomei um gole e sentei, fiquei bem na posição e comecei. Vocês não imaginam como ela gemia, gozou uma vez e outra em no máximo 5 minutos. — Ai, que filha da puta, como você me deixa. Toquei de leve e ela gemia como se eu tivesse comendo ela. — UFF, COMO CÊ TÁ, CAMÍ — bati umas com a pica e comecei a deslizar. Ela se contorcia de prazer. Eu tava do jeito que queria, Camí quase tremendo, entregue. Sussurrei no ouvido dela — QUER QUE EU TE COMA, CAMÍ? — Quero. Me come. Dá, não aguento mais. — PEDE. — Ela me empurrou de leve e se levantou. Levantou a saia, tirou a calcinha fio-dental, se apoiou na mesa e jogou a bunda toda pra trás, arqueando o corpo. Virou a cabeça pra me olhar por cima — ME COME POR FAVOR, QUERO QUE CÊ ME COMA. CONTINUA.
5 comentários - A ex-namorada do meu amigo. 2