A ex-namorada do meu amigo. 2

No dia seguinte, tipo 19h, sábado, verão, música, cerveja, um baseado. Um clima perfeito, minha mãe linda de vestidinho de verão e a Cami apareceu! Meu amor. Uma saia preta justa tipo couro, uma regatinha preta curta super decotada que destacava os peitos dela e umas sandálias de verão que combinavam. Ela estava produzida normal, olhos maquiados, um pouco de brilho nos lábios e um rabo de cavalo no cabelo. Ela estava maravilhosa mesmo, minha mãe elogiou na hora e eu falei: "Vamos quebrar a noite mesmo, hein" e ela riu. Tomamos umas cervejas na calçada, petiscamos algo e fui tomar banho porque também ia sair com amigos. Coloquei uma camiseta preta, uma bermuda cinza claro e um tênis. De boa! Minha mãe me viu na cozinha e me encheu de elogios. Fui pra calçada com a cerveja e a Cami soltou: "Ah, então hoje eu te encontro?" — "Hmmm, pode ser. Onde você vai?" — "Eu vou pra tal lugar, se não te encontrar, vou te buscar." — "Uou", ela disse e riu. — "Que idiota." A Cami ficou mais um tempo e foi com as amigas, eu fiz o mesmo pro meu lado. No fim, não saí, mas rolou uma festinha na casa de uma conhecida. Umas 5h, uma mensagem. — "Você saiu?" — "Não, no fim não, tô numa festinha. Vem." — "Ah, que sorte a minha, sei lá. Tô de boa aqui, te falo mais tarde." — "Beijo, nena." Nunca esperei outra mensagem, bateu 6 e pouco e já pintou um after e pah, mensagem. — "After?" — "Vem pra cá, super de boa, tudo certo." Eu já tava alterado. — "Não, after você e eu em casa. Vem." — "Dale, Cami, você tá bêbada." — "E você também! Te espero?" — "Camila", eu escrevi. — "CAGÃO." — "Cala a boca, filha da puta! Para com isso." — "Te espero ou não?" — "Sim, me espera. Em 20 minutos tô aí." — "Te espero com um vinho então." Peguei um baseado e fui na hora. Ela abriu a porta e entrei na mesma! Literalmente me senti culpado naquele momento, mas claramente não demonstrei. Ela tinha música e umas luzinhas coloridas com tudo fechado! — "Achei que você não vinha! Tanto medo?" — "Que medo? Tô aqui, nena." Começamos a dançar e fumamos um baseado, a Cami... mexia divino, encostava a bunda em mim toda hora, jogava a cabeça pra trás. Eu segurava ela pela cintura e passava a mão nas costas dela. Ela se virou e ficamos de frente um pro outro dançando, bem soltos, curtindo, e nos beijamos como loucos, desesperados. Segurei a bunda dela e ela suspirou! A gente se beijou um tempão e esquentou tudo entre beijos, amassos e comentários. — Estu, que beijo gostoso! — você é uma delícia. — tô toda molhada, viu. Uffff, pensei eu. Ela tirou a regata e o sutiã e começou a desabotoar minha camisa, que peitos lindos que a Camí tinha, puta merda. Apertei eles e chupei na hora, e ela repetia — que peitos que você tem, filho da puta! — tô toda molhada, Estu, e tocou na minha pika que tava durona! Ufff, Esteban! E ela se afastou olhando pra baixo. — O que foi? — falei e tirei a bermuda e a sunga. Minha pika pulou pra fora, a bebida, a seca e a Camila fizeram efeito. Eu tava super tarado também. — Que foi, Camí? Não gostou? Ela mordeu o lábio, ajeitou a bunda de cavalo no cabelo dela e disse. — OLHA A PIKA QUE VOCÊ TEM, ajoelhou e começou a chupar. Entre gemidos e uns engasgos, não parava de falar um monte de coisa. — Que pika gostosa, adoro — ufff, Mica, cê gosta? Aaaaah, Mica, que tesão como você chupa. Ela tentou enfiar tudo na boca e não conseguiu. — Não cabe na minha boca, Estu. — Não? Deixa eu ver. E eu segurei a cabeça dela até o fundo, foi difícil mesmo, os engasgos que ela dava eram enormes. Eu curto pra caralho quando fazem isso, e a Camí, sério, chupava muito bem. Eu não ia gozar rápido, então aproveitei cada segundo! — Agora cabe? Enquanto ela tava engasgada, saiu e riu, curtindo — De novo! — falou. Segurei o pescoço dela, beijei a boca dela e olhei nos olhos dela de novo — Como você chupa bem minha pika, ela sorriu e mais umas vezes assim. Levantei ela, ela tomou um gole, fui por trás e enfiei a mão tocando ela direto, tava literalmente encharcada, levantei a saia dela e comecei a passar a mão, a passar a mão — Que molhada você tá! Que garota gostosa. — Sim, tô muito tarada, me come. Peguei ela pelo cabelo com força e falei — ainda não! Ela tava louca de tesão, gemendo de prazer. Me afastei dela, ela se virou e começou a passar a mão na minha pica. Sentou na mesa e se abriu. — Faz tempo que ninguém me toca! Olha como eu tô — e abriu as pernas. Tomei um gole e sentei, fiquei bem na posição e comecei. Vocês não imaginam como ela gemia, gozou uma vez e outra em no máximo 5 minutos. — Ai, que filha da puta, como você me deixa. Toquei nela de leve e ela gemia como se eu tivesse comendo ela. — UFF, COMO CÊ TÁ, CAMÍ — bati umas palmadas com a pica e comecei a deslizar. Ela se contorcia de prazer. Eu tava do jeito que queria, Camí quase tremendo, entregue. Sussurrei no ouvido dela — QUER QUE EU TE COMA, CAMÍ? — Sim, me come. Vai, não aguento mais. — PEDE. — Ela me empurrou de leve e se levantou. Levantou a saia, tirou a calcinha fio-dental, se apoiou na mesa e jogou toda a bunda pra trás, arqueando o corpo. Virou a cabeça pra me olhar por cima — ME COME POR FAVOR, QUERO QUE VOCÊ ME COMA. CONTINUA.

5 comentários - A ex-namorada do meu amigo. 2

Huffff muy buen relato como me calentó vamos por más como siguió la noche alguna imagen?