Milf da banca gostosa 32

A noite seguiu, eu tava bem relaxado, mas como não estar? Tava com uma milf incrível que é tão gostosa quanto puta, que adora como eu como ela e topa tudo que eu proponho, e ainda uma mina foda, com uma raba descomunal que até uns dias atrás era virgem, mas eu tratei de mudar essa situação e, há algumas horas, tratei de novo. As duas circulavam pela minha casa de fio dental, do jeito que eu amo essas bundas, e ter essas duas maravilhas só pra mim era um sonho. Adicionando uns temperos especiais que nem nas melhores fantasias era fácil de ter, elas passaram de brigar pelo meu pau a Lorena tentar ensinar a gostar de sexo anal. Eu sabia que íamos ter várias aulas, e minha mente já viajava, sem contar que eram tia e sobrinha, família de putas.

Mais tarde vieram pro sofá assistir TV comigo, passamos o tempo, as duas se apoiaram no meu peito, uma de cada lado, e minhas mãos acariciavam as bundinhas delas. Esse fim de semana não tava com cara de bagunça, bebendo algo ou ouvindo música — a gente tinha tido uns dias exaustivos e o cansaço tava na cara. Também não tava desesperado pra foder, já tinha comido bem naquele dia. E, mesmo que qualquer um na minha posição estivesse doido pra continuar, eu tava de boa, sabia que a gente tinha tempo e que não seria a única vez que eu teria as duas juntas.

Mas entendam também que sou um ser humano e, mesmo estando tranquilo, se me procurarem, vão me achar, a carne é fraca. A Ingrid colocou a mão na minha coxa e foi subindo devagar, meu pau começou a acordar dentro da cueca. Ela enfiou a mão pela perna da cueca e começou a apertar o pau, me olhou com cara de santa fazendo biquinho.

I: Te incomoda?
Eu: De jeito nenhum, continua.
I: Me ajuda, tia? Não consigo sozinha...

Lorena, nem lerda nem preguiçosa, respondeu mordendo o lábio, me olhando nos olhos, enquanto deslizava a mão pela outra perna pra encontrar a mão da sobrinha e meu pau. Elas se revezavam, cada uma passava um tempo tocando entre o pau e minhas bolas, eu só curtia. Levantei e deixei toda minha roupa cair, pra sentar de novo completamente pelado. Elas continuavam me masturbando, Ingrid se ajoelhou na minha frente e começou a chupar com muito amor, mas bem fundo, ao mesmo tempo que Lorena me beijava com paixão.

A tia também quis provar meu pau e a sobrinha cedeu sem problema nenhum. Ingrid ficou ajoelhada na minha frente e me olhou pra falar comigo.

I: Você se importaria se eu praticar um pouquinho o que aprendi agora há pouco?
Eu: O que você quer praticar? Me conta.
I: Quero sentar no seu pau e enfiar um pouquinho na bunda, igual minha tia me ensinou.
Eu: Aproveita então que sua tia tá deixando ela bem molhadinha. Cospe bem nela, Lore, sua sobrinha quer enfiar a pica na bunda.
L: Sim, meu amor, vou deixar ela bem preparadinha.

Fechei os olhos por uns segundos, dava pra ouvir um "Glup Glup" e cuspidas, além de sentir a cabeça batendo no fundo da garganta dela.

L: Pronto, gatinha, olha como sua tia deixou ela preparadinha pra você.

Que putaria ouvir esse tipo de diálogo entre elas, sendo tia e sobrinha, era uma música espetacular pros meus ouvidos. Ingrid se levantou, se virou e passou um pouco de saliva nos dedos pra massagear o cu dela. Lore segurava minha pica dura pra cima, enquanto a sobrinha dela se apoiava nos meus joelhos, de costas pra mim, tentando fazer a cabeça encostar na bunda dela.

Ao encontrar, enfiou só a metade da cabeça e, enquanto a tia dela continuava segurando, ela descia e subia devagar, aproveitando, embora desse pra ver que tava doendo, ela tava fazendo um puta esforço. Enfiou a cabeça inteira e ficou parada, se adaptando à dor. Desceu um pouco mais e o tronco começou a sumir na bunda dela. Que sensação gostosa de ir abrindo aos poucos um cuzão tão grande e lindo, mas com um rabo tão fechado e apertado. Subiu de novo e só brincava com a cabeça, mas eu queria mais, precisava sentir a pressão em cada centímetro da minha pica e ver as nádegas dela batendo no meu corpo. Talvez a Lorena tivesse me mal-acostumado com esse hábito.

Eu: Enfia mais fundo, vai.
I: Não consigo, tá doendo demais.
Eu: Vai lá, sei que tu consegue. Não aprendeu nada com a tua tia?
I: Sim, mas não sei como ela aguenta.
L: Já me acostumei com essa pica, continua assim, sei que agora tá doendo mas depois é muito gostoso.
Ai, tia, não aguento, não aguento mais, de verdade.

Ela parou e suspirou de alívio ao tirar a pica de dentro dela.

Eu: Isso é culpa sua. Falei firme, olhando pra Lorena.
L: Por que minha culpa?
Eu: Você não ensinou direito, termina o que ela começou.
L: Não, não posso, amor. Te faço um boquete se quiser ou arrebenta minha buceta.
Eu: Por que você não pode?
L: Meu cu ficou doendo pra caralho.
Eu: É assim que você quer ensinar sua sobrinha? Não é à toa que ela não consegue.
I: amor, deixa ela. Vou tentar de novo, me deixa me esforçar mais.
Eu: Não, já chega, bebê. Chega aqui e senta do meu lado.

Quando ela fez isso, eu abracei ela com carinho e dei um beijo. "Sei que você se esforçou, te prometo que nos próximos dias vou trazer outra pessoa pra te explicar melhor como fazer. Sua tia não parece ser uma boa professora, vamos trocá-la." Lorena não sabia o que fazer, estava meio indignada, mas eu não tava nem aí.

L: Depois de tudo que a gente fez nesse tempo todo, você vai me trocar porque uma única vez eu falo que não posso porque minha buceta tá doendo? Filho da puta.
Eu: Vou te trocar porque hoje você não devia ter vindo, hoje eu devia ter ficado sozinho com ela e depois da cena que você fez, deixei você ficar mesmo assim. Você quis se passar por professora, deu errado e agora não quer cumprir.

Ela olhou pra gente e engoliu seco, não sei se eu tava certo ou não e talvez devesse ter agido diferente com ela, mas foi o que saiu. Teve um silêncio constrangedor até que ela se levantou e ficou de quatro no sofá.

L: Tem razão, se vou ser a professora da minha sobrinha, tenho que explicar o que é bom e o que é ruim. A parte boa é o prazer, e a parte ruim é que às vezes ter um homem como você exige esforço, deixando de lado nossa dor só para te agradar.
Eu: Quer continuar sendo a professora da sua sobrinha?
L: Não quero, desejo.
Eu: Por que você não vem e sobe você mesmo, melhor?
L: Por que eu me moveria dependendo da dor que eu sinto, e isso não é o que importa. O que importa é o seu prazer.

Agarrou a tanga dela, puxou-a colocando sobre a bunda esquerda, deixando à mostra a buceta e o cu vermelho, a visão era tremenda.

L: Vem aqui, meu amor, e satisfaz suas necessidades com sua putinha. Arrebenta bem minha buceta.

Essas palavras acenderam uma dinamite, eu tava completamente cego, queria meter meu pau bem fundo na buceta dela naquele instante. Sem dizer nada, peguei a Ingrid pelo cabelo e fiz ela chupar meu pau de um jeito bruto pra caralho, tava fazendo ela engasgar e a cara dela tava vermelha, mas meu olho tava no rabo da Lorena.

Eu: Chupa, puta, chupa, cuspe bem que eu tenho que arrebentar a bunda da sua tia.

Segundos depois, puxei o cabelo dela pra trás, ela caiu dura contra o encosto e eu fui direto pro cu da tia dela. A Lorena me olhou com terror, talvez em outro momento eu também estivesse cego de tanto querer foder ela, mas a diferença é que dessa vez o cu dela tava doendo. Mal encostei a cabeça e comecei a meter o tronco, ela se agarrou numa almofada, mordendo e apertando com força as mãos e os olhos, sabia que vinha uma foda pesada pela frente. Achei que ela ia tentar me tirar ou me parar, mas ela ficou firme, aguentando a raba numa pose inquebrável, só me deixando pegar o que era meu, pra saciar minha sede de luxúria.

Não teve tentativa de ser paciente nem muito menos compassivo, enfiei minha pica sem freio nenhum na buceta de Lore até minha pélvis encostar na bunda dela e, logo depois, uma porrada violenta. O barulho do meu corpo batendo na bunda dela me enlouquecia, eu dava tapas na bunda e segurava firme os quadris dela, não ligava pra nada naquele momento, o mundo não existia pra mim, só eu e aquele rabo, nem o corpo dela, só aquela parte. Ela não parava de gritar e reclamar, gritava tão alto que o quarteirão inteiro deve ter ficado sabendo que uma mulher tava sendo comida com força.

Senti o olhar da Ingrid, ela tava tão surpresa quanto assustada, acho que imaginava como seria se fosse ela no lugar da tia. Fazia só uns minutos que ela não tinha aguentado nem metade da minha pica, e o objetivo era ensinar pra que ela mesma fosse a que tivesse recebendo esse tipo de foda em breve.

I: Chega, ela tá gritando de dor, para…
Eu: Quer ocupar o lugar dela? Fica de quatro, que vou arrebentar essa sua bunda, garota. Agarrei ela forte pelo braço.
I: Não, espera, espera.
L: Deixa ela, você tá comigo. Ele gritou.
Eu: Não, agora quero comer sua sobrinha. Vai aguentar calado?
I: Não vou conseguir, assim não, por favor.

Tentei me separar pra pegar a Ingrid, mas a Lorena me segurou, agarrando minha mão.

L: Me come a mim, arrebenta minha buceta, seu filho da puta, continua. Ela disse fora de si, descontrolada, batendo forte na própria bunda. Continua me comendo, não para, me destrói.

Voltei a seguir com a Lorena, ela tava quase sem força e a pouca que restava, usava pra se manter de quatro, empinando a buceta o máximo que dava.

Eu: Vou encher essa sua buceta de porra…
L: Sim, vai nessa, não para…

Baixei toda a porra que tava dentro da bunda dela, fiquei praticamente colado nela e nenhum dos dois conseguia reagir. Com uma força sobre-humana, me levantei e ergui ela pra levar até a cama, tava completamente chapada. Deitei no meio e coloquei a Lorena do meu lado direito, encostada no meu peito, enquanto a Ingrid se apoiou no esquerdo, ainda com cara de assustada e mais ainda por estar a centímetros da cara da tia dela, vendo como ela ficou.

L: Ingrid.
I: Que mina?
L: Não tenha medo, a dor vai passar, mas o prazer que eu tô sentindo é incrível.
I: Sério?
L: Sim, e vou te falar mais uma coisa?
I: Sim, o quê?
L: Quando você sente que é a putinha de um homem como ele, que arrebentou minha buceta daquele jeito mas depois te aconchega no peito dele, é a melhor coisa, e ainda mais se você tiver a sorte de dormir com a buceta cheia de porra quentinha. Ela apagou de vez.
I: Vou tentar aguentar mais da próxima vez, meu amor. Ela me disse e me beijou.
Eu: Ainda dá tempo, agora, vamos descansar.

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