Voltamos! Com a casa livre no sábado, organizamos um churrasco com a galera. Éramos 4 adolescentes sedentos de cerveja e com muito apetite. O gordo, mestre churrasqueiro, começou sua magia. Umas 18:00, enquanto o resto de nós falava besteira, música, mulher e que precisava comprar mais cerveja, nós três fomos até o bar da dona Maria, o que nunca falha. 2 engradados de cerveja, a eterna Quilmes, 4 litrões de vinho tinto e 2 Fanta. Esse foi o cardápio líquido da noite. Boa tarde, dona Maria! Tudo bem? — Tudo bem, meninos. Parece que tão comemorando alguma coisa hoje, né? Vão beber tudo isso? — Sim, dona Maria, tem que aproveitar que a gente é jovem e é sábado, a senhora não acha? — Sabe quanto tempo faz que eu não saio e vou numa festa? Desde que virei mãe. Que lindo poder estar assim como vocês, sem preocupação nem dívida — disse dona Maria, com certeza lembrando das putarias de adolescente. — Não é pra tanto, dona Maria — falei —, a senhora ainda é nova, só falta alguém pra dividir o tempo. Dona Maria gostou do conselho, deu uma risada. — Bom, meninos, se divirtam. Se precisarem de mais alguma coisa, hoje tô até as 2 da manhã. Fomos andando de boa, levando a bagagem, felizes pra casa, falando da dona Maria entre a gente. O narigão soltou a clássica: "tá precisando de uma rola", e todo mundo concordou. Guardamos as coisas no freezer. O gordo avisou que em 15 minutos a comida tava na mesa. Cortado, servido e devorado. Zoação clássica com o gordo, que tinha deixado ele vivo, que ainda podia pastar e que com Perbinox se salvava. Umas 21:00, mais ou menos, quando todo mundo já tava alegre, bateram na porta do quincho. Abri e era a Sol com 3 amigas. Cumpriu o que prometeu, pensei comigo. Eram colegas de escola, a gente já tinha visto elas nos recreios e na entrada da noite. Elas tinham fama, e não era por serem virgens. Mandei elas entrarem. Sentaram na mesa pra comer e beber. Sol tava do meu lado, me acariciando a... Perna por baixo da mesa, nada de acharem que somos um casal. Na real, não éramos nada, só foda. O narigudo sentou perto de uma magrela de óculos, pouca teta mas uma bunda boa. O gordo já tinha visto o alvo dele: uma gordinha robusta, bem servida tanto de trás quanto de frente. Um T-34, ele chamava (tanque soviético pequeno). Seba, por sua vez, sentou do lado de uma baixinha morena. Não teve escolha. A cara dela era de amargurada. Coitado, esse aí ia ter que remar no doce de porra. Todo mundo bebendo de boa na mesa até que o gordo, sempre festeiro, solta a de vamos armar pra dançar. Música, quarteto, cumbia. Apagamos as luzes e saímos todos, menos o Seba. Ele continuava sentado com a baixinha. Menos onda, coitado do Seba, ficou de fora da putaria. Começamos a dançar cada um com sua parceira. Cerveja, pegação, trenzinho onde não faltaram as esfregadas e mãos bobas por todo lado. Seba ainda na mesa. Num momento, Sol me pede pra ir ao banheiro. "Vamos", acompanhei ela. No corredor da casa, antes de chegar no banheiro, já começamos a nos beijar de boca aberta. Já meio altos, não importou se nos vissem. Na real, todo mundo já sabia que cada um tinha escolhido sua parceira da noite. Nunca falamos sobre, mas ficava subentendido. No meio do amasso com Sol, entramos no banheiro, trancamos a porta. Ela queria mijar, então baixou a calça e sentou no vaso. Eu pelei a pica e levei até a boca dela. Enquanto ela mijava sentada, eu comia a boca dela. Sim, parece sem educação, mas no meio da putaria, o álcool me deixa muito tarado. Ela se limpou e ficou sentada. Começou a se tocar sozinha, use a palavra: buceta. Que gostoso ver ela assim. Gozei com as mãos dela. Eu queria comer ela. Ela se levantou e me disse que as camisinhas estavam na jaqueta dela, no quincho. Falei que não importava. Peguei um creme e passei na pica, tipo lubrificante. Ela apoiou as mãos na pia e, aos poucos, foi entrando toda a minha pica. Que gostoso sentir aquela bunda se abrindo. Ela se tocava, use a palavra: buceta. buceta e acariciava minhas bolas com a mão dela, meti forte e sem parar até encher ela de porra, nada melhor do que comer um cu enquanto se olha no espelho, a cara de puta dela gozando até ser preenchida, ela foi pro vaso, limpou o cu, arrumou a roupa e saímos como se nada tivesse acontecido. Sentamos no quincho pra continuar bebendo, falando sobre o gordo e o narigudo, festa do caralho que eles tinham, a gente ficava se dando sinais sobre as minas, apoiada, apalpada, tavam no auge, as gatinhas não tinham problema, topavam a bagunça, já sabiam o que esperar. Mas o seba... o seba continuava olhando pra frente tomando cerveja com a baixinha, vendo todo mundo se divertir menos ele. Em um momento da noite, o gordo fez a jogada dele, foi levar a T34 pro banheiro, deve ter passado uns 20 ou 30 minutos antes deles voltarem, olhei pro gordo que foi sentar um pouco e levantou o polegar sinalizando que tava tudo certo, fiquei feliz pelo gordo, ele tinha conseguido cumprir a missão dele, continuei bebendo na mesa com a sol enquanto ela acariciava minha pica por cima da calça e eu usava a buceta dela, o gordo esperto já tinha sacado tudo, mas isso deixava ele com três hectares de pica dura, ele tava contente e focado no objetivo dele. Saímos pra dançar com a sol pra não deixar o narigudo e a magra de óculos sozinhos, falei no ouvido dela se já tinha pegado as camisinhas da jaqueta e ela disse que sim, o gordo seguiu a gente com a parceira de dança dele, uns copões de cerveja e priteado rodando na pista de dança improvisada, putaria, apalpação, cada vez mais bêbados e no meio da bagunça, um momento bom pra todo mundo, menos pro seba que continuava sentado tentando chegar em algum lugar com um barco furado. O narigudo e a magra de óculos sumiram num instante, eu e o gordo nos olhamos contentes, falo pro gordo que vou pro meu quarto com a sol, o gordo fala "fala, sem problema" e me pede permissão pra ir pro quarto dos meus pais se rolar algo, falei que sim mas que tentasse deixar tudo arrumado e sem confusão. Peguei a sol pela mano, fomos pro meu quarto, no caminho cruzamos com o Narigão e a de óculos na sala com as luzes apagadas, ela em cima dele com a saia levantada, ele chupando os peitos dela igual um desesperado, não sei se tavam transando, não parei pra ver, segui meu caminho. Já no quarto, fechamos a porta, nos enroscamos em beijos e mãos bobas desesperadas, como se nunca tivéssemos transado antes, tiramos toda a roupa, que delícia de peitos que a Sol tem! Beijei, chupei e mordi aqueles bicos morenos que ela tem, são uma delícia, sentei na cama e ela começou a chupar minha pica, ajoelhada no chão em cima do tapete, me inclinei pra frente e passei o dedo no cuzinho dela, que já tinha preenchido antes, nós dois bem bêbados e com tesão, deitei ela na cama, ela me passou a camisinha e coloquei uma, papai e mamãe enquanto chupava os peitos dela, mudei pra perna no ombro enquanto minhas mãos seguravam aqueles peitos lindos, de lado, metendo na buceta, que gostosa que ela tá, ela geme que nem uma puta pedindo mais e mais, subiu em cima de mim e cavalgou forte de frente, virou de costas e cavalgou de costas enquanto eu olhava a bunda dela e o cuzinho se abrindo com o movimento até eu gozar e encher a camisinha de porra. Nessa hora, não sabia onde o Narigão e o Gordo tinham ido parar, pelo que vi eles tavam com sorte, então deviam estar transando em algum canto da casa... mas o Seba, não tava nada bem antes de vir fuder aqui, na real, não tava nada bem desde o começo. Devia ser umas 00:30 mais ou menos quando a Sol falou que às 01:30 tinha que ir ajudar a mãe dela a fechar o mercadinho de chapa, a gente conversou um pouco e já esquentou de novo, ela passou a mão na minha pica e perguntou se eu queria fuder os peitos dela de novo, eu tava metendo nos peitos dela enquanto ela esticava a língua pra chupar a cabeça da minha pica, enfiei tudo na boca dela e fudi a boca dela enquanto ela babava, coloca uma camisinha, ela falou, quero sentir na buceta Novo. Coloquei uma camisinha e comecei a meter nela. Ela subiu em cima de mim, bem colada no meu peito, enquanto a gente se beijava. Com minhas mãos, eu abria a bunda dela, que delícia, ela se mexia gostoso, que puta gostosa que ela era! De repente, pareceu que a porta do meu quarto abriu. Não vi direito, entre o álcool e o fato de estar fodendo, não dei muita bola, mas achei ter visto uma sombra. Eu continuei com a Sol em cima, quando sinto um peso na cama, tipo duas pernas ou joelhos se apoiando atrás da Sol. Senti que se mexia devagar, quando a Sol se move pra trás e grita de repente: "Ai, filho da puta, que delícia!" Sinto mais um pau dentro dela. Ela ficou louca com dois paus, se assim já gritava que delícia, filho da puta! A Sol estava sendo penetrada na buceta e no cu, se mexia como se estivesse possuída. Devem ter se passado uns 10 ou 15 minutos assim, com dois paus enterrados, até que num momento o pau que estava no cu saiu. Vi a sombra abrir a porta e ir embora... Senti cair porra nos meus ovos, porra que não era minha, porra que eu não sabia de quem era. A Sol estava extasiada, me pediu pra tirar a camisinha e meter no cu dela de quatro. Tirei, apontei pro cu dela e comecei a meter como um louco. Entre a abertura e a porra que tinham deixado lá, deslizava lindo! Meti até acabar enchendo os intestinos dela com minha porra, ficando completamente seco. Olhamos a hora, era 01:40, eu já tava atrasado pra ajudar dona Maria a fechar. Ela se limpou com minha camiseta, limpou a buceta e o cu, se vestiu rápido, me deu um beijo e prometeu que a gente ia se ver de novo, que eu descobrisse quem comeu ela pelo cu, porque no escuro e com álcool, nenhum dos dois percebeu. Acompanhei ela até a porta, a gente se despediu. Na sala, o narigudo e a magricela ainda estavam, tomando cerveja e conversando. No quincho, a luz apagada e a música tocando. O Seba não estava, a baixinha também não. Me aproximei do quarto dos meus pais, dava pra ouvir a cama rangendo. O gordo parecia que tava no meio da guerra. Com a T34, peguei uma breja do freezer e fui pro meu quarto. Tomei a breja pensando: de quem era a outra pica que comeu a Sol? Que puta que a Sol era com duas picas, nunca imaginaria... Apaguei. No dia seguinte, começaria a investigar e descobrir tudo o que rolou na noite enquanto eu comia a Sol.
2 comentários - Vadia do bairro 3: o churrasco