Bônus com a Mamãe

Com o tempo, tudo era normal e foda, eu já tinha tanta intimidade que nada parecia estranho, e ao mesmo tempo minha mina tava ficando doida. Aí um dia eu falei pra ela:
- Já te amarraram alguma vez? Ou já usou algemas? Fantasias?
Ela se surpreendeu e disse que sim.
- Poucas vezes, mas já usei. Nunca me amarraram!
- UFFF, então vou te amarrar.
- Cê quer me matar! Já sei.
- Nada. Mas a gente pode tentar.
- Mmmm, sei não, sei não.
- Beleza, sem problema também, mãe.
A coisa ficou por ali, mas eu comprei umas algemas, um fio dental, umas meias pretas de rede e um body preto divino!
Eu sabia que minha mina ficava com tesão quando eu falava sujo, então no dia seguinte mandei uma mensagem.
- MAS AINDA BEM, SE EU TE TIVESSE AMARRADA, NÃO TERIA PENA, NEM SE VOCÊ PEDISSE POR FAVOR.
Ela não demorou pra responder:
- Já tá imaginando? Como cê gosta, hein.
- Adoro. Cê imagina? Vai, se anima.
- Óbvio que me animo. Que safado!
- Eu compro as paradas e você compra algo pra beber.
Eu já tinha tudo, e ela comprou cerveja e um tequila. Uma surpresa.
- Apa, tequila?
- E a situação merece, comprou as coisas?
- Sim. Toma, se troca.
Abri uma cerveja e ela apareceu com tudo vestido, e ainda uns saltos que ela nunca usava, mas ficaram perfeitos. O body levantava os peitos dela e por baixo dava pra ver o fio dental.
- Uff, senhora!
- Gostou? Comprou outras coisinhas.
- Como cê tá gostosa.
Ela serviu dois tequilas pra dentro, serviu mais dois e de novo. Abriu a cerveja e bebia da garrafa, coloquei música e ela dançava pra mim, eu tava nas nuvens. De vez em quando dava um tapa nela e um beijo.
- Como cê tá gostosa.
- É? Gostou? Gosta assim, de puta?
- Adoro puta! Tá pronta?
Ela tomou outro tequila e disse SIM, colocou as mãos pra trás e eu algemei ela!
- E agora? Tá bem?
- Agora me faz sua.
A gente tinha ido pra outro nível.
- Já é minha! Mas hoje vou te levar ao limite.
Ela sorriu e balançou a cabeça, e eu não tive pena.
Sabia que podia ser demais, mas como... Eu já disse antes, ter ela assim me excitava pra caralho. **AJOELHA E CHUPA MINHA PIROCA** – e ela obedeceu. Deixei por uns minutos, mas logo peguei na cabeça dela e enfiei até o fundo. Segurava por alguns segundos, ela saía pra respirar e eu enfiava de novo. As ânsias dela e a baba me deixavam mais louco. Meti tudo e ela aguentou. – Quer que eu solte? – Ela balançava a cabeça, negando, enquanto se engasgava. – Como eu adoro quando você chupa minha piroca assim! Peguei no cabelo dela e puxei a cabeça pra trás. – Você gosta de ser minha putinha? – Adoro, seu filho da puta. Passei a língua na boca dela, e ela tava desesperada. Comecei a foder a boca dela! Ela lacrimejava, e os olhos vermelhos só me deixavam mais doido. Levantei ela e segurei pelo cabelo; ela deu um sorriso que não consigo explicar. – TE SOLTO? – NÃO. ME COME! Segurei mais forte o cabelo dela e falei: – Você vai pedir por favor. Tirei o body dela, e ela ficou só com as meias, a calcinha fio dental e os saltos. Fica de quatro. Ela se ajoelhou na cadeira, e eu servi dois tequilas. Abri a boca dela e dei um; depois, um beijo por trás e me posicionei atrás dela. – Devagar. – Shhh, toquei um pouco, dois dedos entraram na hora, e pronto. Vocês não fazem ideia do prazer. Ela não conseguia parar, e eu também não. Ela nunca pediu por favor. Eu via como ela apertava as mãos, segurava pelo cabelo e me aproximava do ouvido dela. – Me pede por favor! Ela só gritava e xingava. Eu metia mais forte e senti o choro dela. – Ai, filho da puta, tá doendo pra caralho, termina. – Me pede por favor. E quase chorando, ela disse: – POR FAVOR, MEU AMOR, TÁ DOENDO. Continuei um pouco mais e gozei dentro. Ela, quase no limite do choro, reclamava. Foi o melhor sexo que já tive, e ela também. Ela adorava se entregar pra mim, e eu adorava ver ela daquele jeito. O sexo sempre foi foda, e o relacionamento melhorou; se a gente discutia, resolvia tudo na cama!

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