E a vida seguiu.

Depois daquele dia, tudo seguiu "normal". Pelo menos da parte dela era assim, da minha também, mas agora tudo era diferente e a gente sabia. A verdade é que eu não sabia como tratar ela, às vezes até ficava nervoso. Um dia cheguei em casa e minha velha tava cozinhando com aquele camisola quase transparente e, como de costume, sem sutiã. Falei "Oi", cumprimentando de longe. — Oi! Como cê tá? Vem cá, me dá um beijo. Cheguei perto e dei um beijo normal, ela esperava outra coisa porque na hora me perguntou: — Aconteceu alguma coisa? — Não, mãe, tá tudo bem. — Aí fui por trás, encostei nela e dei um beijo: "Oi, mãe!" — Oi, bombom, agora gostei mais! No freezer tem cerveja. — Beleza, vou tomar um banho e já volto. Fui, tomei banho. Fiquei confortável com um short sem cueca por baixo e sem camisa. Peguei uma breja e servi dois copos: "Aqui, te deixei um, mãe", e sentei vendo TV. Minha velha não demorou pra sentar na minha frente e insistiu de novo: — Certeza que não tem nada? — Não é que tenha algo, mas não sei como te tratar, haha. Ri nervoso. — Imaginei. Me trata como der na telha. Como você se sentir confortável! Mas fala sério, não se faz de besta e fica assim. — É que sim, mas não sei como cê pode reagir ou se te incomoda. — Depois do que rolou, cê pensa isso? Fala sério, filho! — É, desculpa, sei lá, haha. — Além disso, não vai ficar tímido agora. Ela levantou e sentou em cima de mim, passando uma perna por cima e virando pra mim. — Já aconteceu o que aconteceu e eu adorei. Se te incomoda alguma coisa, cê fala e pronto. Obviamente, lá fora não vamos fazer nada sem noção, mas aqui em casa não tem problema. O que cê acha? — É, cê tem razão. Eu também adorei! Além disso, hein, agora cê adora usar esse camisolinha, né. Apertei uma bunda dela e falei: "Além disso, te vejo e dá uma vontade danada!" Ela levantou e, indo ver a comida, me disse: "Vontade de quê?" Me olhando de canto, como eu disse antes, ela não é uma mina que você vê de primeira e já chama atenção, mas naquele momento eu olhava pra ela com um desejo e um... Ela adorava, falava comigo e se mexia super sexy, balançava a camisola, se abaixava, passava perto de mim e me roçava. Eram todas coisas que me deixavam louco de tesão, e eu ficava doido pra falar putaria pra minha velha, e sabia que ela também gostava. No fim das contas, ela quase não transava e eu era um cara atrevido que tava começando a comer ela. — E me dá vontade! — De quê? Fala sem vergonha, vai. — Me dá vontade de te comer. — Eu também tô com vontade. Você vai me foder hoje? Fiquei surpreso, sei lá. Pra mim era estranho, mas resolvi me soltar, até porque ela não tava nem aí. — Falei sim! Cê gostou de mim, né? — Sim, adorei, então agora não se arrepende. Cheguei perto e beijei ela com gosto, ela automaticamente correspondeu e senti a mão dela no meu pau. A gente se beijou um tempo e quando se separou, ela se ajoelhou e começou a chupar. Fiquei um tempão curtindo, depois sentei, ela tava ali de joelhos, chupando, adorando. Eu olhava pra ela e era inacreditável, comecei a cair na real de que era tudo verdade: minha velha de joelhos me chupando, um tesão do caralho e ela fazia tããão bem. Me fez gozar em uns minutos. — Vou gozar — ME DÁ A PORRA DO GOZO, MMMM VAI, GOZA NA MINHA BOCA. Escrevo e parece que tô ouvindo ela. Gozei a jato e ela engoliu tudoooo! Era nota dez a gostosa. Me chupou mais um pouco até deixar limpinho. — Que gostoso, agora vamos comer e depois a sobremesa. Abri outra cerveja e comemos como se nada tivesse acontecido, eu tava nas nuvens. Terminamos e na sobremesa falei: — Acabou a cerveja! Vou arrumar a mesa e comprar mais. — Mas tem gozo e é gostoso, enquanto ria. Eu também ri. — COMO CÊ GOSTA DO GOZO, HEIN. — E VOCÊ COMO GOSTA DE DAR! Com aquele olhar safado dela. — ADORO, ADORO TE VER. CÊ ME DEIXA MUITO TESUDO! Ela me deu um beijo e me mandou comprar. Continua no próximo capítulo!

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