Terminado os trâmites que tinha que fazer em Buenos Aires, me sobrou tempo até as 22h, que era meu voo de volta pra Mendoza. Era só 11h da manhã, então fiquei o dia inteiro à toa até as 20h, que tinha que estar no Aeroparque pra não perder o voo. Aí fui num McDonald's comer alguma coisa e pensar no que ia fazer até aquela hora. Depois de pensar um bom tempo, achei que seria uma boa ideia visitar de novo o Cine Ideal e ver no que dava, pra matar o tempo. Então, depois de terminar meu hambúrguer, fui no banheiro esvaziar bem o cu, já que talvez tivesse mais sorte do que na primeira vez que fui naquele cinema. Já era depois do meio-dia quando entrei no cinema. Comecei a percorrer as salas e descobri que era o único ali. Era muito cedo ou, por ser segunda-feira, não tinha ninguém. Sentei na sala hétero que tinha o melhor som e qualidade de imagem. O filme era o mesmo que tinha visto quase um ano antes, na primeira vez que fui. Depois de um tempo, a porta da sala abriu e alguém entrou e depois saiu. De repente, o filme terminou e a sala ficou totalmente escura por um tempo. Levantei e saí pra ver se tinha alguém nas outras salas. Quase uma hora depois de ter entrado, só tinha uns velhos se punhetando nas poltronas e, num canto escuro, um grupo de 3 ou 4 chupando a pica de alguém que tava ajoelhado. Dei mais umas voltas por todas as salas e pelo setor reservado, mas não tinha muita gente. De repente, na escada, cruzei com um cara de uns 20 anos, com uma calça jeans apertada que marcava a pica e a bunda. Olhei pra ele, mas ele não me deu muita bola. Voltei pra sala onde tinha estado antes e sentei de novo pra ver o filme, que era o mesmo que tava passando antes. O filme começou a me excitar, então tirei a pica e comecei a me esfregar. Minutos depois de ter tirado a pica, sentou do meu lado um cara com um cheiro bem desagradável e, quando ele tentou pegar na minha pica, levantei e fui embora. Ao entrar na sala gay grande, em Nas poltronas de uma ponta da sala, tinha vários caras olhando um gordo comendo um velho que tava reclinado na poltrona. Nesse grupo estava o magrelo que eu tinha cruzado na escada. Ele tava com a calça semi abaixada e o pau pra fora. Tava se masturbando em pé atrás do gordo, enquanto esse comia o velho. Parecia que tava esperando a vez dele. Chego perto do grupo e, enquanto olho o velho gemendo enquanto arrombavam o cu dele no ritmo do som do filme, também olho pro jovem que continuava se masturbando na fila, esperando o gordo gozar pra continuar. De repente, ele soltou o pau e deixou à mostra. Quando o filme iluminou um pouco mais a sala, pude ver bem o pau longo dele, com a cabeça torta. Cheguei perto dele, tirei meu pau também e estendi a mão pra pegar no pau dele. Ele não deixou nem eu tocar e saiu rapidinho, enquanto subia a calça. O gordo gozou, e outro cara que tava do outro lado ficou atrás do velho e começou a comer ele. Sentei várias fileiras atrás pra ver o filme e também pra ver como continuavam comendo o velho. Abaixei a calça e comecei a me masturbar de novo. Minutos depois, o velho fedorento sentou do meu lado de novo. Levantei e saí da sala. Dei uma volta em todas as salas várias vezes e ainda não via muita gente. Quando entrei nos reservados, numa maca tava sentado um cara de uns 60 anos, careca e meio gordinho, com a calça abaixada, e o cara que tinha fugido de mim antes tava com a cabeça enfiada entre as pernas dele. O cara também tava de calça abaixada e o pau pendurado. Cheguei perto da maca e estendi a mão pra tentar pegar o pau do cara de novo, e ele tirou enquanto continuava chupando o pau do outro. Fui embora e continuei andando. Sentei de novo na sala grande gay, onde tinha um pouco mais de gente, esperando alguém chegar pra pelo menos chupar meu pau. Desde que não fosse o cara fedorento. Tirei meu pau e comecei a Me masturbava enquanto via como o gordo de novo dava uma surra no velho encostado na poltrona. A imagem do velho e do gordo era muito melhor que a qualidade ruim do filme. Fiquei um bom tempo sentado sozinho e, depois de um bom tempo, o cara que o mano tava chupando o pau sentou do meu lado. Continuei me masturbando enquanto o cara ficava sentado do meu lado. De repente, ele se aproximou do meu ouvido e, com uma voz bem grossa, me perguntou se podia tocar no meu pau. Depois que eu disse que sim, ele esquentou as mãos pra não estarem frias e pegou no meu pau, começando a bater uma bem devagar. Não só batia uma, mas também acariciava minhas bolas, minha pélvis e minhas pernas. Ele sentou meio de lado e as duas mãos dele continuavam batendo uma no meu pau e acariciando minhas bolas. Quando sentia que eu ia gozar, ele parava e só acariciava meu pau. De novo, onde estavam comendo o velho, o cara de antes se aproximou, mas dessa vez falou com ele enquanto comiam e disse algo pro velho, e como não teve resposta, foi embora. O cara do meu lado me disse que o mano fazia tudo por dinheiro e por isso tinha me negado um tempo antes. Começou a conversar e perguntar se eu já tinha vindo antes, já que ele vinha sempre e nunca tinha me visto. Também me disse que às vezes tinha jovens trabalhando dentro do cinema. Enquanto acariciava meu pau, começou a me contar que se chamava Mario e que era viúvo há uns anos, e a partir daí descobriu por várias situações que era bissexual e que adorava paus. Reclamava que vinha sempre e que a maioria do pessoal que ia mal conseguia ficar duro. A verdade é que eu tava adorando as carícias e a punheta que ele tava me dando, então abaixei bem a calça e abri bem as pernas. De novo, eu tava quase gozando e Mario percebeu e parou. Ele também abaixou a calça dele e eu estiquei a mão, mas pela barriga dele mal dava pra tocar no pau pequeno que ele tinha. De repente, Mario subiu a calça dele e se ajoelhou do meu lado, e só pela luz do filme eu consegui ver. Ele tirou a dentadura e guardou no bolso da camisa. Depois enfiou a cara entre minhas pernas e começou a beijar minha rola. Aí ele apertava a cabeça da minha rola com as gengivas dele. E aos poucos começou a chupar minha rola bem devagar. Embora já tivessem chupado minha rola várias vezes sem dentadura, era a primeira vez que um homem fazia isso. Na minha opinião, um oral sem dentes é mais gostoso do que um com piercing na língua. De vez em quando ele parava de chupar minha rola e lambia minhas bolas. Quando ele enfiava minha rola toda até o fundo, a barba grisalha dele quase me fazia gozar na boca dele. Ele percebia e parava. Ficou assim por um bom tempo. Minha rola estava explodindo e eu tinha as bolas e o cu cheios da saliva dele. Depois de um tempão, ele me propôs ir para o reservado das macas, pra ele ficar mais confortável. Então eu subi a calça e subimos para o reservado. Sentei na maca, e o Mario abaixou bem minha calça e voltou a chupar minha rola. Como estava mais confortável, ele conseguia enfiar bem até o fundo e esticar a língua pra lamber minhas bolas. Ele me deixou com as pernas pra cima enquanto lambia minhas bolas e começou a descer com a língua pelo meu cu. A mão dele batia uma pra minha rola enquanto a língua percorria minhas bolas e tentava entrar no meu cu. Quando me dei conta, enquanto estava com as pernas pra cima, tinha vários caras olhando. Entre eles, o cara que não deixou eu tocar nele. Ele se aproximou do Mario e falou algo no ouvido dele. Aí o Mario deu dinheiro pro cara, e ele puxou a rola pra fora e colocou na frente da minha cara. Deitado na maca de barriga pra cima, virei a cabeça de lado e o cara colocou a rola duríssima dele na minha boca. Ele começou a foder minha boca enquanto o Mario chupava meu cu. A língua dele ia da ponta da minha rola até tentar entrar no meu cu. Minha rola estava prestes a estourar e meu cu pedia pra ser penetrado. Então pedi pro cara, com a rola dele entre meus dentes, pra meter. Ele pegou uma camisinha, colocou, e o Mario me ajudou a levantar e Deitei meu corpo na maca. O cara encheu meu cu de lubrificante e me penetrou devagar. Assim que enfiou tudo, começou a me comer rápido, como se fosse só uma formalidade. Mario olhava junto com os outros enquanto me arrombavam. O cara que me comia não demorou muito pra gozar. Quando tirou a pica do meu cu, a camisinha tava bem cheia. O cara tirou a camisinha da pica e foi embora. Eu me levantei e fui no banheiro me lavar. Quando saí do banheiro, o Mario tava me esperando. Aí ele me disse que pagou o cara pra me dar pica. Perguntei por que ele fez isso. E ele me disse que fez esperando que eu retribuísse o favor. Então falei pra gente ir pras torneiras de novo, e ele disse que não gostava de fazer na frente dos outros. Aí ele propôs ir pro apartamento dele, que ficava a umas quadras dali. De jeito nenhum eu ia pro apartamento de um desconhecido. Mario insistiu em ir até lá, me deu o endereço na rua Piedras, a poucas quadras do cinema, e foi embora. Quando olhei a hora, eram só 4 da tarde, e no cinema parecia que tinha menos gente que antes. Minhas bolas doíam mais que meu cu, já que tinha chupado pica por um tempão mas não tinha gozado. Dei umas voltas pra ver se conseguia alguém pra me chupar e tirar minha porra, mas não tive sorte. Procurei o cara que tinha me comido e não achei. Então saí e, enquanto caminhava, decidi confiar no Mario e ir pro apartamento dele. Quando toquei no interfone, ele desceu pra me abrir a porta. O prédio era meio velho. Não tinha elevador. Mas era bem luxuoso. Subimos as escadas até chegar no andar dele. O andar inteiro era o apartamento dele. Quando entrei, era muito luxuoso. Me surpreendeu que um cara assim deixasse um desconhecido entrar num lugar tão chique. Assim que entramos, fomos pra cozinha e ele abriu uma das duas geladeiras que tinha e me ofereceu uma lata de cerveja. Bebemos um pouco de cerveja enquanto ele dizia que achava que eu não ia vir. Então falei que não tinha muito tempo. tempo Fomos pro quarto e baixamos as calças Ele me mandou sentar na cama e começou a chupar minha pica de novo A barba dele fazia cócegas Minha pica ficou dura na hora Quando senti que ia gozar, peguei uma camisinha e dei pra ele colocar Depois ele se deitou na cama e abriu a bunda gorda e peluda com as mãos Cuspi na minha mão e enchi o cu dele de saliva Encostei minha pica no cu dele e só com o corpo empurrando pra frente eu penetrei Depois que meti até o fundo, comecei a comer ele bem forte Enquanto eu fazia isso, ele pediu pra não gozar dentro do cu Queria meu gozo na boca Rebolou um tempão no cu dele Quando senti que ia gozar, tirei minha pica do cu dele Ele se ajoelhou e tirou a camisinha com um pano, porque tinha resto de merda Tirou a dentadura de novo e começou a chupar minha pica com muita violência e barulho Minha pica entrava e saía da boca dele da ponta até as bolas Quando percebeu que eu ia gozar, começou a morder a cabeça da minha pica com as gengivas e assim enchi a boca dele de porra Engoliu até a última gota e continuou chupando minha pica até ela dormir dentro da boca dele Depois disso, terminamos a cerveja e pedi se podia tomar um banho Quando saí do banho, ele chupou mais um pouco a pica, mas não consegui gozar Fui embora prometendo nos encontrar de novo no cinema outro dia Cheguei no aeroporto com muito tempo de antecedência, com o cu arrombado e a pica bem descarregada
4 comentários - De novo no cinema Ideal