Vendo a "discussão" pra ver quem tava com mais medo ou não, os caras pareciam se preparar pra se divertir.
L: Pra deixar mais divertido, cada um pode pedir uma coisa só.
Ale: Parece justo pra mim.
Eu: Escolham então, o que cada um quer.
Os caras se juntaram pra ver quem pedia primeiro e acabaram resolvendo do jeito antigo, no pedra, papel e tesoura. O Daniel ganhou, o Ale ficou em segundo e o Nico em terceiro, que era o que eu mais desconfiava.
Ale: Podemos mover os sofás? Sabe como é... pra ficar mais à vontade.
Eu: Sem problema, façam o que quiserem.
Tiraram a mesa de centro e um dos sofás pequenos do caminho, os outros dois foram arrumados de um jeito que o Nico e o Ale ficaram sentados no sofá grande e o Dani no pequeno, colocaram eles de frente pra gente pra curtir o show.
N: Sei que tão de fio dental e eles querem que vocês rebolam a bunda, mas eu quero outra coisa.
Eu: Vai lá, gostoso, pede.
N: Quero que juntem as tetas e mexam pra mim.
Nós duas nos viramos e estávamos bem decotadas, então juntamos os braços e nos mexemos balançando elas.
N: Não é justo, eles vão pedir pra fazerem algo pra ver as bundinhas delas e pra mim mostram os peitos com roupa?
Luana me olhou surpresa, meio desconcertada talvez. Eu olhei pra ela, sorrindo, e tirei a camiseta. Ela ficou parada, acho que não tava tão afim de ficar só de calcinha e sutiã na frente dos caras. Eu também não, mas não ia perder.
Eu: Já ganhei? Tão rápido assim?
Olhei pros caras, ele me olhou, engoliu seco e tirou a camiseta.
N: Agora sim, mostrem bem esses peitos.
Voltamos a fazer a mesma coisa de antes, mas dessa vez só de corpinho.
N: Pulem, pulem…
Nós fizemos isso..
N: Como eu queria enfiar minha cara aí, pelo amor de Deus, ou outra coisa…
Eu: Quem segue e o que quer?
Ale: Agora é minha vez, tá difícil, não consigo me decidir… peitos ou bunda?
L: Tanto encheram o saco pra gente se ver, pra ver como a gente ficava com a tanga, e agora não sabem se querem ver peito ou raba?
Ale: Cê tem razão, quero que vocês virem de costas e desçam devagar, se acariciando nas pernas até chegar nos tornozelos, sem dobrar os joelhos.
Fazia só um tempinho que ela tinha pedido exatamente a mesma coisa e eu já tava prestes a fazer, então não tinha problema nenhum tentar de novo. Me dava um tesão danado a ideia de irem vendo como, aos poucos, nossas bundas iam se separando pra poderem ver o resto da tanga que se perdia no meu rabo. Eu comecei a fazer, e segundos depois a Luana acompanhou o ritmo.
Ale: Isso aí, desçam bem devagarzinho. Quero ver como essas bundas se abrem.
Exatamente como eu imaginava, era como o Alejandro queria ver. Adorei pensar em como a gente se encontrou. Não sei se foi pela atitude ou pelo tempo que vinha esquentando eles, mas os 3 estavam olhando pra mim e não pra Luana. Isso me fazia sentir mais segura de mim mesma, mas acho que percebi que tava prestes a perder de lavada.
L: E se eu fizer isso, vocês gostam?
Ela mexeu a bunda de um lado pro outro, colocou as mãos nas próprias nádegas, acariciando de leve, e se levantou. Com o polegar e o indicador apoiados no começo das nádegas, ela mexeu como se fosse pular. Dava pra ver a buceta dela de um jeito espetacular. Eu fiz exatamente a mesma coisa enquanto os caras alternavam segundos olhando pra ela e segundos pra mim. As nádegas dela se mexiam mais que as minhas, já que ela não vai pra academia, dava pra ver que minha bunda era mais trabalhada, mas pela atitude dela, acho que esse ponto tava perdido pra mim.
L: Só você ficou, Dani?
D: Sim, e acho que já sei o que pedir.
Eu: Primeiro vamos ver quem ganhou o primeiro e o segundo desafio.
Os caras votaram, pensei que talvez a competição pudesse ter acabado naquela hora. Mas não, o primeiro ponto foi pelos peitos e eu ganhei, já o segundo pela bunda, ela ganhou. Como eu disse antes, ela ganhou por atitude, esse último eu não podia perder e estava claro que eu ia fazer de tudo pra ganhar.
L: Qual é, tá com medo de perder? Kkkkk
Eu: De jeito nenhum, nunca estive tão certa de que vou ganhar.
L: Isso ainda tá pra ver..
D: Chega de discutir, minhas. Quem escolhe quem ganha somos nós.
L: Então fala o último desafio.
Daniel pediu pros amigos dele levantarem dos sofás e pra gente ir pro sofá grande.
D: Esse ponto define tudo, fiquem de quatro no sofá.
Eu: Assim que você gosta? Falei com voz brincalhona.
D: Não, faz melhor porque isso não acaba aqui.
Luana me olhou de canto, eu olhava pra eles enquanto se divertiam.
Eu: E agora?
D: Assim que eu gosto mais.
Eu: O que mais você quer, cara? Falei desafiador.
D: Me surpreendam, lembrem-se que esse ponto define tudo.
Passei minha mão por baixo de mim, do abdômen até a buceta, duas ou três vezes. Minha oponente só acariciava as próprias nádegas, se inclinando o mais empinada que podia.
A: Olha como isso fica. Disse apontando pra Luana.
N: Uff
L: Vocês gostam da minha buceta?
D: Dá pra ver que tá usado, quase dá pra ver sua buceta.
L: É que eu gosto que façam minha bunda pequena.
Os caras se tocavam cada vez mais por cima da calça, o ponto já tava quase definido e eu ia perder, não podia permitir isso de jeito nenhum. O que eu faço, o que eu faço? Ecoava na minha cabeça.
Eu: E isso, gurias, não curtem?
Agarra minha bunda com as duas mãos, abri ela e soltei, voltava pro mesmo lugar com força, a academia fez efeito.
Ale: Adoro, sua bunda me deixa louco.
Eu: Aposto que todos vocês se tocaram imaginando eu assim, né?
Gente: Muitas vezes.
Eu: E agora me ver assim, vai ajudar mais elas na próxima, né?
Caras: Não, nunca mais vamos tirar isso da cabeça.
Já tava quase ganhando o último ponto, tinha que finalizar. A Luana já quase não fazia nada, dava pra ver que era a perdedora.
Eu: E isso também imaginaram, né?
Bati nas suas nádegas poucas vezes, mas o suficiente pra ficarem vermelhinhas e minha mão marcar como um carimbo, o carimbo vencedor.
Ale: As vezes que imaginei fazer isso, cê não tem ideia.
Levantei e comecei a me vestir de novo, a Luana me seguiu, mesmo sem demonstrar, dava pra ver que ela já sabia o resultado, tava mais quieta que o normal.
Eu: Precisam votar? Perguntei olhando pra ela.
L: E aí, que definam logo.
D: Depois de discutir com o resto dos jurados, a gente definiu que a vencedora é…. “MACARENA”. Aplaudiram.
Eu: Valeu, valeu. Falei debochando e fazendo reverência. Viu, amiga? Os caras sabem que não é só ter essa atitude toda de gostosa, se depois uma medrosa como eu ganha de você.
Eu ri alto e com bastante deboche, só pra irritar ela, a única coisa que eu queria era fazer ela se sentir mal do mesmo jeito que ela fez comigo por tanto tempo, e consegui. Mas deixando isso de lado, poucas vezes na minha vida, pra não dizer nunca, eu fiquei tão tesuda, se eu tivesse ficado sozinha com os caras, com certeza alguma coisa a mais teria rolado.
Galera: E agora, o que a gente faz?
Eu: Nada, já era. A noite acabou aqui.
Caras: Sério mesmo?
Eu: É, galera, muito pra uma noite só, você também vai? Falei olhando pra perdedora.
L: Sim, vou pra minha casa já.
Os caras queriam ficar, queriam mais e era compreensível, nem tentavam esconder as ereções, mas como ia reclamar se fui eu que provoquei junto com minha amiga?
Todo mundo foi embora e eu saí correndo pra pegar meu novo amigo fiel, o consolo. Não dava mais pra aguentar. Mas uma parte de mim queria continuar brincando com eles, só mais um pouco, tinha que fazer alguma coisa a mais. Escutei eles no quintal dos fundos, na casa do Nico, e mandei mensagem no grupo.
Eu: Preciso pedir um favor pra vocês.
A: O que você precisa?
Eu: Tô ouvindo vocês lá no fundo de casa, podem vir arrastar os sofás? Sozinha não consigo, são muito pesados.
A: Lá vamos nós.
Eu tava espiando eles pela janela, eles se levantaram e sumiram, dois minutos depois ouvi a campainha, entraram, arrumaram os sofás e mais algumas coisas. Eu desapareci e fui pro quarto antes que terminassem. "Já foi" — gritou o Daniel.
O último joguinho da noite, a última esquentada eu tava prestes a dar, ou talvez tava sendo egoísta e era mais por mim do que por eles, mas enquanto me servisse pra ficar com tesão e bater uma depois, com certeza eles iam sentir exatamente a mesma coisa.
L: Pra deixar mais divertido, cada um pode pedir uma coisa só.
Ale: Parece justo pra mim.
Eu: Escolham então, o que cada um quer.
Os caras se juntaram pra ver quem pedia primeiro e acabaram resolvendo do jeito antigo, no pedra, papel e tesoura. O Daniel ganhou, o Ale ficou em segundo e o Nico em terceiro, que era o que eu mais desconfiava.
Ale: Podemos mover os sofás? Sabe como é... pra ficar mais à vontade.
Eu: Sem problema, façam o que quiserem.
Tiraram a mesa de centro e um dos sofás pequenos do caminho, os outros dois foram arrumados de um jeito que o Nico e o Ale ficaram sentados no sofá grande e o Dani no pequeno, colocaram eles de frente pra gente pra curtir o show.
N: Sei que tão de fio dental e eles querem que vocês rebolam a bunda, mas eu quero outra coisa.
Eu: Vai lá, gostoso, pede.
N: Quero que juntem as tetas e mexam pra mim.
Nós duas nos viramos e estávamos bem decotadas, então juntamos os braços e nos mexemos balançando elas.
N: Não é justo, eles vão pedir pra fazerem algo pra ver as bundinhas delas e pra mim mostram os peitos com roupa?
Luana me olhou surpresa, meio desconcertada talvez. Eu olhei pra ela, sorrindo, e tirei a camiseta. Ela ficou parada, acho que não tava tão afim de ficar só de calcinha e sutiã na frente dos caras. Eu também não, mas não ia perder.
Eu: Já ganhei? Tão rápido assim?
Olhei pros caras, ele me olhou, engoliu seco e tirou a camiseta.
N: Agora sim, mostrem bem esses peitos.
Voltamos a fazer a mesma coisa de antes, mas dessa vez só de corpinho.
N: Pulem, pulem…
Nós fizemos isso..
N: Como eu queria enfiar minha cara aí, pelo amor de Deus, ou outra coisa…
Eu: Quem segue e o que quer?
Ale: Agora é minha vez, tá difícil, não consigo me decidir… peitos ou bunda?
L: Tanto encheram o saco pra gente se ver, pra ver como a gente ficava com a tanga, e agora não sabem se querem ver peito ou raba?
Ale: Cê tem razão, quero que vocês virem de costas e desçam devagar, se acariciando nas pernas até chegar nos tornozelos, sem dobrar os joelhos.
Fazia só um tempinho que ela tinha pedido exatamente a mesma coisa e eu já tava prestes a fazer, então não tinha problema nenhum tentar de novo. Me dava um tesão danado a ideia de irem vendo como, aos poucos, nossas bundas iam se separando pra poderem ver o resto da tanga que se perdia no meu rabo. Eu comecei a fazer, e segundos depois a Luana acompanhou o ritmo.
Ale: Isso aí, desçam bem devagarzinho. Quero ver como essas bundas se abrem.
Exatamente como eu imaginava, era como o Alejandro queria ver. Adorei pensar em como a gente se encontrou. Não sei se foi pela atitude ou pelo tempo que vinha esquentando eles, mas os 3 estavam olhando pra mim e não pra Luana. Isso me fazia sentir mais segura de mim mesma, mas acho que percebi que tava prestes a perder de lavada.
L: E se eu fizer isso, vocês gostam?
Ela mexeu a bunda de um lado pro outro, colocou as mãos nas próprias nádegas, acariciando de leve, e se levantou. Com o polegar e o indicador apoiados no começo das nádegas, ela mexeu como se fosse pular. Dava pra ver a buceta dela de um jeito espetacular. Eu fiz exatamente a mesma coisa enquanto os caras alternavam segundos olhando pra ela e segundos pra mim. As nádegas dela se mexiam mais que as minhas, já que ela não vai pra academia, dava pra ver que minha bunda era mais trabalhada, mas pela atitude dela, acho que esse ponto tava perdido pra mim.
L: Só você ficou, Dani?
D: Sim, e acho que já sei o que pedir.
Eu: Primeiro vamos ver quem ganhou o primeiro e o segundo desafio.
Os caras votaram, pensei que talvez a competição pudesse ter acabado naquela hora. Mas não, o primeiro ponto foi pelos peitos e eu ganhei, já o segundo pela bunda, ela ganhou. Como eu disse antes, ela ganhou por atitude, esse último eu não podia perder e estava claro que eu ia fazer de tudo pra ganhar.
L: Qual é, tá com medo de perder? Kkkkk
Eu: De jeito nenhum, nunca estive tão certa de que vou ganhar.
L: Isso ainda tá pra ver..
D: Chega de discutir, minhas. Quem escolhe quem ganha somos nós.
L: Então fala o último desafio.
Daniel pediu pros amigos dele levantarem dos sofás e pra gente ir pro sofá grande.
D: Esse ponto define tudo, fiquem de quatro no sofá.
Eu: Assim que você gosta? Falei com voz brincalhona.
D: Não, faz melhor porque isso não acaba aqui.
Luana me olhou de canto, eu olhava pra eles enquanto se divertiam.
Eu: E agora?
D: Assim que eu gosto mais.
Eu: O que mais você quer, cara? Falei desafiador.
D: Me surpreendam, lembrem-se que esse ponto define tudo.
Passei minha mão por baixo de mim, do abdômen até a buceta, duas ou três vezes. Minha oponente só acariciava as próprias nádegas, se inclinando o mais empinada que podia.
A: Olha como isso fica. Disse apontando pra Luana.
N: Uff
L: Vocês gostam da minha buceta?
D: Dá pra ver que tá usado, quase dá pra ver sua buceta.
L: É que eu gosto que façam minha bunda pequena.
Os caras se tocavam cada vez mais por cima da calça, o ponto já tava quase definido e eu ia perder, não podia permitir isso de jeito nenhum. O que eu faço, o que eu faço? Ecoava na minha cabeça.
Eu: E isso, gurias, não curtem?
Agarra minha bunda com as duas mãos, abri ela e soltei, voltava pro mesmo lugar com força, a academia fez efeito.
Ale: Adoro, sua bunda me deixa louco.
Eu: Aposto que todos vocês se tocaram imaginando eu assim, né?
Gente: Muitas vezes.
Eu: E agora me ver assim, vai ajudar mais elas na próxima, né?
Caras: Não, nunca mais vamos tirar isso da cabeça.
Já tava quase ganhando o último ponto, tinha que finalizar. A Luana já quase não fazia nada, dava pra ver que era a perdedora.
Eu: E isso também imaginaram, né?
Bati nas suas nádegas poucas vezes, mas o suficiente pra ficarem vermelhinhas e minha mão marcar como um carimbo, o carimbo vencedor.
Ale: As vezes que imaginei fazer isso, cê não tem ideia.
Levantei e comecei a me vestir de novo, a Luana me seguiu, mesmo sem demonstrar, dava pra ver que ela já sabia o resultado, tava mais quieta que o normal.
Eu: Precisam votar? Perguntei olhando pra ela.
L: E aí, que definam logo.
D: Depois de discutir com o resto dos jurados, a gente definiu que a vencedora é…. “MACARENA”. Aplaudiram.
Eu: Valeu, valeu. Falei debochando e fazendo reverência. Viu, amiga? Os caras sabem que não é só ter essa atitude toda de gostosa, se depois uma medrosa como eu ganha de você.
Eu ri alto e com bastante deboche, só pra irritar ela, a única coisa que eu queria era fazer ela se sentir mal do mesmo jeito que ela fez comigo por tanto tempo, e consegui. Mas deixando isso de lado, poucas vezes na minha vida, pra não dizer nunca, eu fiquei tão tesuda, se eu tivesse ficado sozinha com os caras, com certeza alguma coisa a mais teria rolado.
Galera: E agora, o que a gente faz?
Eu: Nada, já era. A noite acabou aqui.
Caras: Sério mesmo?
Eu: É, galera, muito pra uma noite só, você também vai? Falei olhando pra perdedora.
L: Sim, vou pra minha casa já.
Os caras queriam ficar, queriam mais e era compreensível, nem tentavam esconder as ereções, mas como ia reclamar se fui eu que provoquei junto com minha amiga?
Todo mundo foi embora e eu saí correndo pra pegar meu novo amigo fiel, o consolo. Não dava mais pra aguentar. Mas uma parte de mim queria continuar brincando com eles, só mais um pouco, tinha que fazer alguma coisa a mais. Escutei eles no quintal dos fundos, na casa do Nico, e mandei mensagem no grupo.
Eu: Preciso pedir um favor pra vocês.
A: O que você precisa?
Eu: Tô ouvindo vocês lá no fundo de casa, podem vir arrastar os sofás? Sozinha não consigo, são muito pesados.
A: Lá vamos nós.
Eu tava espiando eles pela janela, eles se levantaram e sumiram, dois minutos depois ouvi a campainha, entraram, arrumaram os sofás e mais algumas coisas. Eu desapareci e fui pro quarto antes que terminassem. "Já foi" — gritou o Daniel.
O último joguinho da noite, a última esquentada eu tava prestes a dar, ou talvez tava sendo egoísta e era mais por mim do que por eles, mas enquanto me servisse pra ficar com tesão e bater uma depois, com certeza eles iam sentir exatamente a mesma coisa.
6 comentários - Vizinha gostosa 11