Tinha chegado o dia. Depois de meses trancada em castidade, vendo vídeos de Sissy Hypno, pornô gay, e brincando com brinquedos (e muitos sonhos molhados), tinha chegado o dia. Esse dia era catorze de fevereiro. E isso só podia significar uma coisa: naquele dia, eu perderia minha virgindade.
A identidade do cavalheiro que ia me fazer florescer era um baita mistério, mas a mamãe e a Isa estavam nas nuvens. As duas me olhavam, sorrindo e se divertindo. Eu sentia meu corpinho todo tremendo. Tinha acabado de levantar, e era dia de preparativos. Naquela tarde, meu homem ia aparecer.
• Você vai ter um encontro com ele primeiro — disse a mãe.
• Vocês vão se conhecer um pouco e depois…
Isa deixou o resto no ar. Não precisava continuar. Eu tava nervosa. Nunca tinha transado. E eu queria que minha primeira vez fosse com uma mulher. Mas ia ser com um homem. Porque a mamãe e a Isa tinham decidido que eu era gay. Então só podia comer com homem. E naquele dia, eu ia comer um.
Eu já tinha feito depilação a laser, então não precisava mais me depilar. Eu estava toda lisinha, sem pelos. Nem na minha bucetinha. Eu estava impecável. Uma menininha. Tava usando uma peruca loira e a mamãe tava fazendo duas maria-chiquinhas em mim, pra eu parecer mais novinha. Além disso, eu tinha uma chupeta na boca, porque eu era "a bebezinha da casa". Isso, junto com minha gaiolinha rosa, me deixava mais feminina e humilhante. Mas ainda faltavam alguns "ingredientes", por assim dizer, pra eu ficar completamente pronta pro meu homem.
• Hoje vamos a uma loja "especial" — disse Isa.
A Isa conhecia o dono dessa loja, pelo que me falaram.
• Não vai precisar de roupinha — disse mamãe —. Você vai recebê-lo totalmente pelada.
Engoli saliva, ainda mais nervosa.
• Também não vamos te vestir pra ir na loja — decidiu mamãe —. Peladinha você fica melhor.
Isa riu.
Descemos pra cozinha pra eu poder tomar café da manhã. Sentei no colo da mamãe e ela me deu uma mamadeira cheia de cum (de verdade, não sêmen). Comecei a chupar o bico. A Isa tava rindo. Quando terminei a mamadeira, a mamãe me abraçou e deu uns tapinhas nas minhas costas até eu arrotar.
• Que gostosa, bebê — disse a mamãe, orgulhosa.
Feito isso, saímos pro pátio, onde o carro já tava esperando. A Isa subiu atrás comigo. Eu tava pelada, mas pelo menos me deixaram mijar. Minhas pernas estavam bem abertas.
Mamãe botou o pé na estrada. Era domingo de manhã, então não tinha muita gente na rua. O dia não podia ter sido melhor pra elas: tava nublado, o que fazia menos gente sair de casa, e ainda domingo. E pra completar, Dia dos Namorados. Tudo tava indo de vento em popa pra elas. A loja pra onde me levavam ia estar fechada pro público, então elas podiam continuar com as atividades delas sem causar escândalo.
Chegamos numa rua sem saída, bem pequena. Minha mãe estacionou bem na porta e lá pude ver a placa. Um arrepio percorreu minha espinha: era uma loja de tatuagens. Se chamava:
TATUAGEM DA RODRI
Rodrigo era o dono da loja. Embora eu não o conhecesse pessoalmente, só sabia o nome dele. Logo descobriria como ele era. Saí do carro. Não tinha ninguém na rua, felizmente. A persiana da loja estava abaixada. Isa bateu com insistência várias vezes e a persiana subiu devagar. Quando subiu totalmente, pude ver um cara alto, de um metro e oitenta e cabelo loiro. Vestia camiseta azul e jeans. No braço direito, tinha a tatuagem de um raio. Segundo me contaram, ele tinha essa tatuagem porque um raio quase o acertou uma vez. Ao sobreviver, passou a valorizar mais a vida e decidiu tatuá-lo para sempre lembrar. Assim que me viu, sorriu. Não parecia um sorriso debochado. Mas claro, eu não o conhecia.
• Oi, Rodrigo — cumprimentou Isa —. Essa é a novinha que eu tava te falando.
• Oi, gostosa — ele me cumprimentou.
• Oi — respondi, assustada.
• Entrem — convidou Rodrigo.
Todas nós passamos e o Rodrigo baixou a persiana, coisa que agradeci.
Dentro, o salão era bem grande. A gente tava num corredor de azulejos brancos. Na frente, tinha uma escada branca que levava pra uma sala com várias macas pretas e mesas com uns trecos pra tatuar.
• Você é muito gostosa — Rodrigo me elogiou, acariciando minha bochecha.
Senti minhas bochechas mais ardendo do que antes. Rodrigo era muito gostoso. Cheirava bem, embora não soubesse que perfume usava. Não sabia se pensava com clareza ou era só o tesão. Tava sem um orgasmo desde que tudo começou. Só broxadas, no máximo. E todas anais, com brinquedos.
• O que foi, gostosa? — mamãe sussurrou pra mim, beliscando minha bunda.
• Obrigada, senhor — falei envergonhada.
Satisfeita, mamãe parou de me beliscar. Isa soltou uma risadinha. Rodrigo me examinou de cima a baixo. Tocou meus braços e, com um dedo, percorreu da minha clavícula até o abdômen. Depois, se abaixou e agarrou com firmeza meu pintinho enjaulado. Apalpou ele. Se não estivesse na gaiola, eu teria ficado duro na hora.
• Quanto tempo faz que você não goza? — ele quis saber.
Foi a Isa quem respondeu:
• O último que fodeu foi há duas semanas.
• Beleza.
Rodrigo parecia satisfeito com isso.
• Maria — ele me disse —, deita nessa maca.
Ela apontou pra uma perto. Obedeci. Deitei de barriga pra cima. Então, Rodrigo pegou uma toalha e cobriu meu rosto com ela.
• Me desculpe — ele disse, parecendo sincero —. Mas você não pode ver sua tatuagem até que eu termine.
Dito isso, senti as mãos da mamãe tirando a gaiolinha. Iam tirar a gaiola pra fazer a tatuagem! Então a tatuagem ia ser ali… minhas pernas tremiam de frio, mesmo sem estar com frio. Só esperava que a tatuagem não doesse. Fiquei me perguntando o que eles iam tatuar em mim.
Sentia minha bucetinha livre e durinha, mas não conseguia vê-la. A toalha não deixava.
• Que pequenininha ela é — zombou Isa.
• De quanto em quanto tempo vocês soltam ela? — quis saber Rodrigo.
• Uma vez por semana — mamãe confessou —. A gente limpa ela e volta pra gaiola.
Senti umas mãos diferentes, mais calejadas, tocando na minha buceta e soube que era o Rodrigo me apalpando. Adorei. Sentia porra escorrendo da minha buceta e um tesão como nunca antes. Tava "on fire" e louca pra gozar, nem que fosse metade do que tinha dentro.
• Muito bem, vamos começar — ele disse.
Engoli a saliva, esperando uma dor intensa.
Ouvi um barulho tipo uma furadeira. Achei que era a máquina de tatuar. Ouvi ele colocando as luvas. Não vi nada do processo, então nem ideia de como ele fez. Só sei que bateu uma vontade de mijar e que o Rodrigo ficava passando a mão na minha coisinha. Tava durinha, mas não devia ter mais de cinco centímetros, ou seis, depois de tanto tempo na castidade. Não sei quanto tempo fiquei ali, mas pelo menos passou uma hora até ele terminar. Senti ele passando um paninho no meu pintinho e ele falou:
• Pronto, princesa. Já terminamos.
Ela tirou a toalha de mim. Pisquei. Depois de um tempo sem ver nada, demorei pra me acostumar com a luz branca da sala. Olhei pra baixo e fiquei muda de susto. No tronco, tinham tatuado em inglês:
SOU GAY. AMO PIROCAS.
ALÉM DE UM DESENHO DE CORAÇÃO NO FINAL. TUDO EM LETRAS MAIÚSCULAS, PRETAS E PEQUENAS. ISA E MAMÃE RIRAM.
• Que fofo — disse Isa, debochada.
• Sua pretendente vai adorar — disse a mamãe.
• Aproveita seu encontro, princesa — Rodrigo piscou pra mim e completou: — um dia desses espero te aproveitar também.
Fiquei vermelha.
• Quanto, Rodrigo? — quis saber Isa, pegando a carteira dela.
Mas Rodrigo balançou a cabeça e disse:
• Eu dou de graça pra vocês se, em troca, eu conseguir um encontro com aquela menininha tão gostosa — ele disse, me olhando com um sorriso.
Engoli a saliva.
• Feito — disseram mamãe e Isa em uníssono.
Saímos da loja e entramos no carro. Ainda não tinham colocado a gaiola em mim.
• Mais tarde a gente coloca pra você — disse a mãe —. Antes do seu boy chegar.
• Rodrigo é gay — me confessou a Isa —. Você encantou ele assim que ele te viu. Tô doida pra você comer ele.
Envergonhada, não disse nada enquanto voltávamos pra casa.
Quando chegamos, almoçamos. Mamãe e Isa me deram duas bananas com porra (de verdade) e um iogurte. Depois, me deram banho, mas ainda não colocaram a gaiolinha. Queriam esperar até meu namorado ver ela. Aí aproveitamos pra cozinhar o jantar: espaguete. Eu preparei tudo sob a supervisão da mamãe e da Isa, que me ensinaram a ser uma boa empregada. E naquela tarde, às oito, a campainha tocou. A gente tava na sala. Mamãe e Isa viam TV enquanto me contavam como meu namorado era gato e como eu ia me divertir com ele.
• Já chegou — disse mamãe, sorrindo.
Saiu só ela e eu fiquei com a Isa esperando enquanto a mãe ia até a porta. A Isa me olhava com um jeito safado.
• Abre as pernas, princesa.
Eu fiz isso.
Assim, minha bucetinha minúscula ficava exposta. Fiquei sem palavras quando vi com quem a mamãe estava entrando. Ela o segurava pela mão com carinho. Ele estava vestido com camisa branca e jeans. Sem cabelo, mas com bigode. Olhos azuis.
Era o meu pai.
• Oi, princesa — ele me disse.
Mami e Isa riram:
• Surpresa! — gritaram elas como se fosse uma festa de aniversário.
Então a mamãe explicou:
• Como você sabe, papai estava viajando. Contei a história pra ele e ele decidiu voltar o mais rápido possível, pra te castigar como você merece.
• Sabíamos que você tinha que perder a virgindade com um homem. Porque, claro, você é viado — a Isa riu.
Mami continuou:
• Mas claro, quem seria o escolhido? A gente não se atrevia com alguém que não conhecêssemos. E a gente queria que sua primeira vez fosse bem humilhante. E a gente pensou. Eu pensei: quem melhor que o papai? Se já te dá vergonha transar com um desconhecido, imagina com o papai... toda menina tem que aprender a dar. E quem melhor que o papai? Você é a princesinha dos olhos dele. Ele te ama, bebê.
Eu tremia. Minha virgindade ia ser tomada pelo... pai? Se já era vergonhoso essa merda agora...
• E a gente quer curtir o espetáculo — disse Isa sorrindo.
• Se ficar de putaria com o papai — avisou a mamãe — a gente sempre pode te castrar, deixar teus ovos e te obrigar a ver pornô a vida toda. Vai ver como você vai se divertir.
Aterrorizada com isso, decidi obedecer.
Papai chegou perto de mim e acariciou minha bochecha. Ao ver o que eu tinha escrito na minha coisinha, ele disse:
• Sempre desconfiei de algo, mas nunca imaginei que fosse a esse ponto.
Ela ficou toda vermelha de vergonha. Papai completou:
• Sabe? Sempre quis ter um filho viril, igual a mim. Mas, fico feliz que você tenha saído assim.
Não falei nada. Aí, papai disse:
• Levanta.
O tom dela era suave, mas não aceitava resposta. Obedeci. Não tinha motivo nenhum pra fazer o contrário. Ela estendeu a mão e eu, submissa, segurei. Minha mãozinha pequena foi escondida pela mão grande e masculina dele. Senti o perfume dele. Agora entendia por que usavam aquele perfume nos bananas. Tavam me preparando pra ele. Com certeza, a mamãe teve a ideia logo depois de me ver como Sissy.
• Demos uma volta.
Saímos de casa sob as risadinhas da mamãe e da Isa e seus olhares atentos.
Saímos pro quintal. Lá, de mão dada com o papai, fomos dando um passeio devagar. Ele todo vestido, eu, completamente peladinha, com meu pintinho balançando a cada passo que dávamos. Demos a volta inteira na casa. No quintal dos fundos (se não lembram, a gente tinha piscina e jardim) dava pra ver as casas dos vizinhos. Só esperava que eles não nos vissem. Tava nervosa por causa disso, mas o papai parecia bem calmo. Ele me olhava e sorria. A gente parou no jardim. Lá, ele me pegou pela cintura e me encostou nele. Eu sentia minha bundinha colada no volume dele, que não tava duro naquele momento. Papai levantou meu queixo, ficou me olhando, aproximou os lábios dos meus, tirou minha chupeta e me deu um beijo carinhoso. Nossos lábios se juntaram e, pouco depois, nossas línguas. A minha, macia e pequenininha, a dele, áspera e grossa. Brincaram por uns minutos. Senti a mão direita do papai pegar minha bunda e a esquerda no meu cabelo, me apertando mais contra ele. Gemi. Aí o papai pegou meu pintinho com a mão direita. Agarrou firme minhas bolinhas e minha bundinha e começou a massagear enquanto continuava me beijando. Foi aí que eu percebi.
Aquele foi meu primeiro beijo. E estava sendo dado pelo meu próprio papai.
Minhas bochechas estavam vermelhas que nem tomate e eu tava tremendo de frio, mesmo não fazendo frio nenhum. Finalmente a gente se separou e eu soltei um suspiro. Precisava recuperar o ar. Papai, porém, parecia de boa. Ele me olhava sério, enquanto soltava meu pau e passava a mão no meu cabelo.
• Você gostou, bebê?
Concordei. E era verdade.
Foi então que vimos a mamãe e a Isa aparecerem e arrumarem a mesa no jardim, com alguns pratos. Elas trouxeram o espaguete, uma garrafa d'água, cerveja e dois copos. Por ordem da mamãe, servi a cerveja pro meu pai e eu peguei uma mamadeira d'água pra mim. Percebi que, na mesa, só tinha uma cadeira.
• Você vai sentar no meu colo — papai decretou.
E foi isso que eu fiz. Totalmente pelada, sentei no colo do papai. Agora sim eu sentia ele duro. Mamãe e Isa se afastaram pra nos deixar à vontade. Papai me alimentou, e não deixou que eu me alimentasse sozinha, com a desculpa:
• Você é minha bebezinha. E as bebezinhas precisam de ajuda pra comer.
Então ele me alimentava, às vezes fazendo "aviãozinho". De vez em quando, massagava minha bunda pequenininha e me dava beijinhos carinhosos nos lábios. Nervosa, eu olhava pros vizinhos. Alguns tinham as luzes acesas, mas se estavam nos vendo, não fazia ideia. Se não fosse porque eu estava totalmente pelada e exposta, não teria me preocupado. Afinal, jantar fora não tem nada de estranho (embora ficar no colo do seu daddy e trocar uns amassos com ele seja).
• Não se preocupa com os vizinhos — disse papai, que percebeu —. Deixa eles olharem se quiserem. Se ficar com vergonha, aguenta. Você tem que ficar humilhada. Passar a maior vergonha possível.
• Sim, papai — sussurrei, submissa.
O jantar acabou, mamãe levou os pratos e depois vi que ela trouxe uma manta e colocou no jardim.
• Hoje vamos passar a noite aqui — disse o pai.
• Vem aqui, putinha — minha mãe me disse.
Eu segui ela e, na cozinha, ela colocou a gaiola de volta em mim.
• Já tá na hora dessa “coisa” ficar trancada de novo.
Pelinha, em castidade, mamãe me levou primeiro ao banheiro, onde passou perfume feminino no meu cabelo e pescoço. Me colocou de quatro e passou o perfume no meu cu. Ardeu um pouco. Depois colocou mais um pouco na minha bucetinha enjaulada. Perfume da Hello Kitty.
• Assim você fica cheirosa pra ele — mamãe riu.
Voltamos a sair lá fora. Papai estava esperando, e ele me disse:
• Então, bebê. Hoje é Dia dos Namorados. Me falaram que você nunca consumou com nenhum homem. Já tá na hora de resolver isso, não acha?
Engoli a saliva. Sabia o que vinha a seguir. E uma parte de mim desejava aquilo loucamente (a putaria) e, por outro lado, não. Me dava uma certa repulsa. Mas sabia que não tinha escolha.
• Tira minha roupa, puta.
Meu pai me ordenou, todo dominante.
Cheguei perto dele e tirei a camisa. Fui desabotoando um por um até os peitorais e a barriguinha dele ficarem à mostra. Mamãe pegou a camisa. Isa também apareceu pra assistir ao show. Eu ouvia as risadinhas mal disfarçadas delas, mas papai me encarava firme, sério. Desabotoei a fivela do cinto e puxei a calça jeans dele pra baixo. Ele tava completamente pelado, só de cueca, e o volume ali era bem grande.
• Dá um pouco de amor antes de tirar minha cueca — disse papai —. Me mostra o quão viado você é e o quanto ama a pica do papai.
Envergonhada, me ajoelhei e comecei a dar beijinhos suaves na pica do papai por cima da cueca. Não sabia se algum vizinho tava olhando, mas com a mamãe e a Isa, com certeza tínhamos plateia garantida. Continuei beijando a pica dele, e depois dei uma lambida. De baixo pra cima.
• Já chega — disse papai —. Vejo que te ensinaram bem. Agora, tira minha cueca.
Baixei a cueca dele e o pauzão deu um pulo na minha direção, roçando em mim. Duro, devia ter uns vinte centímetros, no mínimo.
• Essa é a pica de um homem de verdade — ouvi a mamãe dizer.
• Exato — confirmou papai — não sua coisinha.
Queria morrer de vergonha.
• Que fodam, que fodam! — disse Isa.
Mamãe apoiou ela.
• Hora de foder, bebê.
Disse papai e se deitou, totalmente pelado, na manta.
Então, minha primeira vez ia ser com o papai, no quintal. Em público. Engoli seco. Tava morrendo de vergonha. Eu tinha me acostumado, todos aqueles meses, a ver porno gay simples, e ser humilhado pela Isa e pela mamãe. Mas aquilo... era algo novo. Algo que eu queria acreditar que nunca ia acontecer.
Fui até o cobertor e me arrastei até ficar deitada do lado dele. Colei meu corpo no dele. Minha bunda minúscula enjaulada encostou na pica enorme dele. Aproximei meus lábios dos dele, quase nos tocando. Sem nos beijar.
Papai aproximou os lábios de mim. Sem olhar, dava pra perceber que Isa e mamãe estavam rindo, se divertindo. Elas adoravam o show gay que eu tava dando pra elas. Sem avisar, papai me deu um beijo. Senti ele enfiar a língua na minha boquinha. Brincava com a minha. Beijava bem, pensei. Claro, até agora só ele tinha me beijado. Continuou me beijando. Senti o cheiro do perfume dele. O mesmo que mamãe passou na banana. Me deixou com muito tesão. Era um perfume bem másculo. Em contraste com o meu.
Terminado o beijo, papai me mandou ficar de joelhos no chão. Eu obedeci. Então, ele colocou a bela pica dele na altura da minha boca e disse:
• Já está na hora de eu te ensinar a chupar uma boa pica, neném.
Não queria fazer, mas sabia que tinha que fazer. Senão, o castigo ia ser horrível. Então, criando coragem, fui colocar a rola na minha boca, mas papai disse:
• Antes, quero que você dê um pouco de love pra ela.
Mamãe e Isa riam. Eu não olhava pra elas. Só via a pica enorme que estava na minha frente. Papai me excitava, tinha que admitir. Ele cheirava tão bem que me deixava bem safada. E eu estava tão molhada… acho que por isso foi mais fácil obedecer. Lambi desde as bolas, passando pelo tronco até chegar na cabeça. Dei beijinhos suaves. Continuei com umas lambidas. Beijei com doçura o tronco dele. Três beijos eu dei. Dois nas bolas e sete na cabeça, que lambi em círculos. Então, consegui enfiar a pica linda dele na boca. Me surpreendi, porque tinha um gosto realmente bom. Fui enfiando a pica na minha boca centímetro por centímetro. Até chegar no fundo. Papai mandou eu ficar assim por um tempo. Isa e mamãe não perderam tempo e tiraram várias fotos da minha pose: de joelhos com uma pica na boca. Papai também tirou uma da posição dele. As risadas debochadas faziam meu rosto queimar. Eu estava fazendo um boquete. Minha primeira vez. Era com o papai.
Começou o boquete de verdade. Enfiava e tirava. Devagar primeiro, depois cada vez mais rápido. Sentia o gosto do esperma dele, ou melhor, do líquido seminal. Continuei chupando. Olhando nos olhos dele. Ele acariciava meu cabelo e me dizia:
• Que bem tu chupa, viadinho. Esse é o teu papel.
Envergonhada, mas inspirada pelas palavras dele, continuei chupando a rola dele. Num dado momento, a mamãe se ausentou enquanto eu continuava chupando. Ela reapareceu um minuto depois, e o papai mandou eu tirar minha boquinha da rola dele.
Eu fiz. Senti ela salgada, cheia de líquido masculino. Aí, vi que a mamãe dava pro papai o vidro de perfume dele. Não sabia o que ele ia fazer com aquilo. Mas descobri logo: passou mais no pescoço, nos peitorais e, piscando o olho pra mim, na pica dele. Mais especificamente, no tronco. Dos dois lados. Via o líquido do perfume escorrendo pela pica dele.
• Continua o boquete, putinha — ordenou o pai, bem dominador.
• Que cheirosinha vai ficar sua boquinha, céu — completou a mamãe rindo.
Isa rio também.
Comecei meu novo boquete. Enfiei minha boquinha até o fundo. O gosto do perfume dele invadiu minhas papilas gustativas. Gostei. Era estranho, mas me excitou chupar a piroca perfumada do papai. Continuei o boquete. Pra cima, pra baixo. Lambia toda aquela piroca linda dele. Já sentia na minha língua o gosto do perfume. Eu tava muito tesuda. Continuei chupando. Papai mudou de posição então. Com os braços dele, me pegou no colo e, com meus braços apoiados no pescoço dele, nos beijamos. De língua. E enquanto ele brincava com minha língua, senti o pau dele roçando na racha da minha bunda. Ficou roçando ali, brincando, até que finalmente se decidiu. Enfiou a ponta no meu cu. Eu continuei beijando ele e sentia a piroca gostosa dele no meu cu. Sentia o cheiro dele.
• Quem é seu namorado, gostosa? — perguntou papai, enquanto enfiava mais o pau no meu cu.
• Tu mi amor — respondi. Já não era mais eu. Tava completamente no tesão.
Não teve risada.
Papai finalmente enfiou a pica toda no meu cu, só faltou as bolas. Ele continuou me beijando. Era tão gostoso…
Ele me deitou de costas na manta, abriu minhas pernas e, enquanto as segurava, continuou me penetrando. Pra dentro, pra fora. Sem parar. Estocadas rápidas. Feito um verdadeiro macho alfa. Eu comecei a gemer que nem uma puta gostosa.
• Sim, papai, que gostoso.
Eu gemi. Mamãe e a Isa riram. Quando percebi o que tinha dito, fiquei vermelha. Mas já era tarde. Aquilo pareceu animar ainda mais meu namorado, porque ele continuou metendo muito mais rápido. Ele tirou a pica, me virou e voltou a meter, dessa vez por cima de mim. Dava pra sentir o perfume dele de novo e o suor. Ouvia a respiração acelerada. Ele tava dando tudo de si. Pelo canto do olho vi que mamãe e a Isa riam em silêncio e tiravam fotos.
Papai continuava metendo. Eu ouvia as bolas dele batendo na minha gaiola de castidade. Minha bucetinha estava louca pra quebrar a gaiola e doía. Mas o sexo com papai era tão gostoso que eu nem tava prestando atenção. Além disso, já tava começando a me acostumar.
Papai, sem tirar a pica do meu cu, mandou eu ficar de quatro.
• Vem cá, puta — ele me disse.
Fiquei de quatro. Papai voltou a meter. De novo o som da pica masculina contra minha bucetinha afeminada. Sem mudar de posição, papai tirou a pica do meu cu e se colocou na minha frente. Já sabia o que vinha a seguir. Por ordem dele, abri a boca e ele enfiou a pica toda na minha boca. Naquela posição, mais do que fazer um boquete, ele começou a foder minha boca. O líquido seminal dele ficava no meu rosto e o som das bolas batendo no meu queixo me deixava ainda mais excitada. Ele ficou uns minutos metendo, enquanto eu ouvia as risadas da mamãe e da Isa.
• Deita — papai ordenou.
Ele tirou a rola da minha boca. Saiu debaixo do cobertor enquanto eu me deitava de barriga pra cima. Papai começou a se masturbar. Eu via a mão dele esfregando a rola. Mamãe se aproximou.
• Já te ajudo, meu bem — disse ela, amigável.
Papai deixou ela fazer.
Mami bateu uma punheta pro papi com a mão direita. Ficava me olhando, sorrindo.
• Se prepara, princesa — ele me disse.
Ela esfregava com carinho a pica do papai. Pra cima, pra baixo. Cada vez aumentava mais a velocidade.
Aconteceu o inevitável. Papai gemeu e um jato violento de porra quente e masculina jorrou da ponta do pau viril dele.
Escorreu no meu rosto, na minha barriga e até na minha bunda minúscula enjaulada. Escorreu por um bom tempo. Por ordem da mamãe, eu abri a boca e parte daquela porra acabou na minha boca. Engoli o sêmen da minha boca. Quando ele terminou de gozar, a Isa tirou um monte de fotos. A mamãe se inclinou pra mim e disse:
• Viu? Por isso os homens podem gozar e você não. Piranha. Limpa a pica do papai. JÁ.
Me apressei pra obedecer. Fiquei de joelhos e comecei a lamber aquela piroca gostosa dele. Devagar, passei a língua nos ovo, no tronco e na cabecinha. Limpando todo o leite dele. Terminei dando mais um boquete gostoso. Pra cima e pra baixo. Finalizei com um beijinho doce na cabecinha. Papai sorriu satisfeito.
• A partir de agora, somos namorados — papai me disse — Bem-vinda à sua nova vida, putinha.
Mami e Isa caíram na gargalhada.
Sem que eu soubesse (mas a Isa e a mamãe sabiam), um vizinho tinha nos visto. E isso ia dar consequência pra mim.
Aquela noite dormi com o papai totalmente pelada, no quintal. A pica dele enfiada no meu cu e usando o corpo do papai como cama. Adormeci enquanto ele acariciava meu cabelo. Ainda cheia do esperma dele.
• Boa noite, gatinha.
• Boa noite, daddy.
A identidade do cavalheiro que ia me fazer florescer era um baita mistério, mas a mamãe e a Isa estavam nas nuvens. As duas me olhavam, sorrindo e se divertindo. Eu sentia meu corpinho todo tremendo. Tinha acabado de levantar, e era dia de preparativos. Naquela tarde, meu homem ia aparecer.
• Você vai ter um encontro com ele primeiro — disse a mãe.
• Vocês vão se conhecer um pouco e depois…
Isa deixou o resto no ar. Não precisava continuar. Eu tava nervosa. Nunca tinha transado. E eu queria que minha primeira vez fosse com uma mulher. Mas ia ser com um homem. Porque a mamãe e a Isa tinham decidido que eu era gay. Então só podia comer com homem. E naquele dia, eu ia comer um.
Eu já tinha feito depilação a laser, então não precisava mais me depilar. Eu estava toda lisinha, sem pelos. Nem na minha bucetinha. Eu estava impecável. Uma menininha. Tava usando uma peruca loira e a mamãe tava fazendo duas maria-chiquinhas em mim, pra eu parecer mais novinha. Além disso, eu tinha uma chupeta na boca, porque eu era "a bebezinha da casa". Isso, junto com minha gaiolinha rosa, me deixava mais feminina e humilhante. Mas ainda faltavam alguns "ingredientes", por assim dizer, pra eu ficar completamente pronta pro meu homem.
• Hoje vamos a uma loja "especial" — disse Isa.
A Isa conhecia o dono dessa loja, pelo que me falaram.
• Não vai precisar de roupinha — disse mamãe —. Você vai recebê-lo totalmente pelada.
Engoli saliva, ainda mais nervosa.
• Também não vamos te vestir pra ir na loja — decidiu mamãe —. Peladinha você fica melhor.
Isa riu.
Descemos pra cozinha pra eu poder tomar café da manhã. Sentei no colo da mamãe e ela me deu uma mamadeira cheia de cum (de verdade, não sêmen). Comecei a chupar o bico. A Isa tava rindo. Quando terminei a mamadeira, a mamãe me abraçou e deu uns tapinhas nas minhas costas até eu arrotar.
• Que gostosa, bebê — disse a mamãe, orgulhosa.
Feito isso, saímos pro pátio, onde o carro já tava esperando. A Isa subiu atrás comigo. Eu tava pelada, mas pelo menos me deixaram mijar. Minhas pernas estavam bem abertas.
Mamãe botou o pé na estrada. Era domingo de manhã, então não tinha muita gente na rua. O dia não podia ter sido melhor pra elas: tava nublado, o que fazia menos gente sair de casa, e ainda domingo. E pra completar, Dia dos Namorados. Tudo tava indo de vento em popa pra elas. A loja pra onde me levavam ia estar fechada pro público, então elas podiam continuar com as atividades delas sem causar escândalo.
Chegamos numa rua sem saída, bem pequena. Minha mãe estacionou bem na porta e lá pude ver a placa. Um arrepio percorreu minha espinha: era uma loja de tatuagens. Se chamava:
TATUAGEM DA RODRI
Rodrigo era o dono da loja. Embora eu não o conhecesse pessoalmente, só sabia o nome dele. Logo descobriria como ele era. Saí do carro. Não tinha ninguém na rua, felizmente. A persiana da loja estava abaixada. Isa bateu com insistência várias vezes e a persiana subiu devagar. Quando subiu totalmente, pude ver um cara alto, de um metro e oitenta e cabelo loiro. Vestia camiseta azul e jeans. No braço direito, tinha a tatuagem de um raio. Segundo me contaram, ele tinha essa tatuagem porque um raio quase o acertou uma vez. Ao sobreviver, passou a valorizar mais a vida e decidiu tatuá-lo para sempre lembrar. Assim que me viu, sorriu. Não parecia um sorriso debochado. Mas claro, eu não o conhecia.
• Oi, Rodrigo — cumprimentou Isa —. Essa é a novinha que eu tava te falando.
• Oi, gostosa — ele me cumprimentou.
• Oi — respondi, assustada.
• Entrem — convidou Rodrigo.
Todas nós passamos e o Rodrigo baixou a persiana, coisa que agradeci.
Dentro, o salão era bem grande. A gente tava num corredor de azulejos brancos. Na frente, tinha uma escada branca que levava pra uma sala com várias macas pretas e mesas com uns trecos pra tatuar.
• Você é muito gostosa — Rodrigo me elogiou, acariciando minha bochecha.
Senti minhas bochechas mais ardendo do que antes. Rodrigo era muito gostoso. Cheirava bem, embora não soubesse que perfume usava. Não sabia se pensava com clareza ou era só o tesão. Tava sem um orgasmo desde que tudo começou. Só broxadas, no máximo. E todas anais, com brinquedos.
• O que foi, gostosa? — mamãe sussurrou pra mim, beliscando minha bunda.
• Obrigada, senhor — falei envergonhada.
Satisfeita, mamãe parou de me beliscar. Isa soltou uma risadinha. Rodrigo me examinou de cima a baixo. Tocou meus braços e, com um dedo, percorreu da minha clavícula até o abdômen. Depois, se abaixou e agarrou com firmeza meu pintinho enjaulado. Apalpou ele. Se não estivesse na gaiola, eu teria ficado duro na hora.
• Quanto tempo faz que você não goza? — ele quis saber.
Foi a Isa quem respondeu:
• O último que fodeu foi há duas semanas.
• Beleza.
Rodrigo parecia satisfeito com isso.
• Maria — ele me disse —, deita nessa maca.
Ela apontou pra uma perto. Obedeci. Deitei de barriga pra cima. Então, Rodrigo pegou uma toalha e cobriu meu rosto com ela.
• Me desculpe — ele disse, parecendo sincero —. Mas você não pode ver sua tatuagem até que eu termine.
Dito isso, senti as mãos da mamãe tirando a gaiolinha. Iam tirar a gaiola pra fazer a tatuagem! Então a tatuagem ia ser ali… minhas pernas tremiam de frio, mesmo sem estar com frio. Só esperava que a tatuagem não doesse. Fiquei me perguntando o que eles iam tatuar em mim.
Sentia minha bucetinha livre e durinha, mas não conseguia vê-la. A toalha não deixava.
• Que pequenininha ela é — zombou Isa.
• De quanto em quanto tempo vocês soltam ela? — quis saber Rodrigo.
• Uma vez por semana — mamãe confessou —. A gente limpa ela e volta pra gaiola.
Senti umas mãos diferentes, mais calejadas, tocando na minha buceta e soube que era o Rodrigo me apalpando. Adorei. Sentia porra escorrendo da minha buceta e um tesão como nunca antes. Tava "on fire" e louca pra gozar, nem que fosse metade do que tinha dentro.
• Muito bem, vamos começar — ele disse.
Engoli a saliva, esperando uma dor intensa.
Ouvi um barulho tipo uma furadeira. Achei que era a máquina de tatuar. Ouvi ele colocando as luvas. Não vi nada do processo, então nem ideia de como ele fez. Só sei que bateu uma vontade de mijar e que o Rodrigo ficava passando a mão na minha coisinha. Tava durinha, mas não devia ter mais de cinco centímetros, ou seis, depois de tanto tempo na castidade. Não sei quanto tempo fiquei ali, mas pelo menos passou uma hora até ele terminar. Senti ele passando um paninho no meu pintinho e ele falou:
• Pronto, princesa. Já terminamos.
Ela tirou a toalha de mim. Pisquei. Depois de um tempo sem ver nada, demorei pra me acostumar com a luz branca da sala. Olhei pra baixo e fiquei muda de susto. No tronco, tinham tatuado em inglês:
SOU GAY. AMO PIROCAS.
ALÉM DE UM DESENHO DE CORAÇÃO NO FINAL. TUDO EM LETRAS MAIÚSCULAS, PRETAS E PEQUENAS. ISA E MAMÃE RIRAM.
• Que fofo — disse Isa, debochada.
• Sua pretendente vai adorar — disse a mamãe.
• Aproveita seu encontro, princesa — Rodrigo piscou pra mim e completou: — um dia desses espero te aproveitar também.
Fiquei vermelha.
• Quanto, Rodrigo? — quis saber Isa, pegando a carteira dela.
Mas Rodrigo balançou a cabeça e disse:
• Eu dou de graça pra vocês se, em troca, eu conseguir um encontro com aquela menininha tão gostosa — ele disse, me olhando com um sorriso.
Engoli a saliva.
• Feito — disseram mamãe e Isa em uníssono.
Saímos da loja e entramos no carro. Ainda não tinham colocado a gaiola em mim.
• Mais tarde a gente coloca pra você — disse a mãe —. Antes do seu boy chegar.
• Rodrigo é gay — me confessou a Isa —. Você encantou ele assim que ele te viu. Tô doida pra você comer ele.
Envergonhada, não disse nada enquanto voltávamos pra casa.
Quando chegamos, almoçamos. Mamãe e Isa me deram duas bananas com porra (de verdade) e um iogurte. Depois, me deram banho, mas ainda não colocaram a gaiolinha. Queriam esperar até meu namorado ver ela. Aí aproveitamos pra cozinhar o jantar: espaguete. Eu preparei tudo sob a supervisão da mamãe e da Isa, que me ensinaram a ser uma boa empregada. E naquela tarde, às oito, a campainha tocou. A gente tava na sala. Mamãe e Isa viam TV enquanto me contavam como meu namorado era gato e como eu ia me divertir com ele.
• Já chegou — disse mamãe, sorrindo.
Saiu só ela e eu fiquei com a Isa esperando enquanto a mãe ia até a porta. A Isa me olhava com um jeito safado.
• Abre as pernas, princesa.
Eu fiz isso.
Assim, minha bucetinha minúscula ficava exposta. Fiquei sem palavras quando vi com quem a mamãe estava entrando. Ela o segurava pela mão com carinho. Ele estava vestido com camisa branca e jeans. Sem cabelo, mas com bigode. Olhos azuis.
Era o meu pai.
• Oi, princesa — ele me disse.
Mami e Isa riram:
• Surpresa! — gritaram elas como se fosse uma festa de aniversário.
Então a mamãe explicou:
• Como você sabe, papai estava viajando. Contei a história pra ele e ele decidiu voltar o mais rápido possível, pra te castigar como você merece.
• Sabíamos que você tinha que perder a virgindade com um homem. Porque, claro, você é viado — a Isa riu.
Mami continuou:
• Mas claro, quem seria o escolhido? A gente não se atrevia com alguém que não conhecêssemos. E a gente queria que sua primeira vez fosse bem humilhante. E a gente pensou. Eu pensei: quem melhor que o papai? Se já te dá vergonha transar com um desconhecido, imagina com o papai... toda menina tem que aprender a dar. E quem melhor que o papai? Você é a princesinha dos olhos dele. Ele te ama, bebê.
Eu tremia. Minha virgindade ia ser tomada pelo... pai? Se já era vergonhoso essa merda agora...
• E a gente quer curtir o espetáculo — disse Isa sorrindo.
• Se ficar de putaria com o papai — avisou a mamãe — a gente sempre pode te castrar, deixar teus ovos e te obrigar a ver pornô a vida toda. Vai ver como você vai se divertir.
Aterrorizada com isso, decidi obedecer.
Papai chegou perto de mim e acariciou minha bochecha. Ao ver o que eu tinha escrito na minha coisinha, ele disse:
• Sempre desconfiei de algo, mas nunca imaginei que fosse a esse ponto.
Ela ficou toda vermelha de vergonha. Papai completou:
• Sabe? Sempre quis ter um filho viril, igual a mim. Mas, fico feliz que você tenha saído assim.
Não falei nada. Aí, papai disse:
• Levanta.
O tom dela era suave, mas não aceitava resposta. Obedeci. Não tinha motivo nenhum pra fazer o contrário. Ela estendeu a mão e eu, submissa, segurei. Minha mãozinha pequena foi escondida pela mão grande e masculina dele. Senti o perfume dele. Agora entendia por que usavam aquele perfume nos bananas. Tavam me preparando pra ele. Com certeza, a mamãe teve a ideia logo depois de me ver como Sissy.
• Demos uma volta.
Saímos de casa sob as risadinhas da mamãe e da Isa e seus olhares atentos.
Saímos pro quintal. Lá, de mão dada com o papai, fomos dando um passeio devagar. Ele todo vestido, eu, completamente peladinha, com meu pintinho balançando a cada passo que dávamos. Demos a volta inteira na casa. No quintal dos fundos (se não lembram, a gente tinha piscina e jardim) dava pra ver as casas dos vizinhos. Só esperava que eles não nos vissem. Tava nervosa por causa disso, mas o papai parecia bem calmo. Ele me olhava e sorria. A gente parou no jardim. Lá, ele me pegou pela cintura e me encostou nele. Eu sentia minha bundinha colada no volume dele, que não tava duro naquele momento. Papai levantou meu queixo, ficou me olhando, aproximou os lábios dos meus, tirou minha chupeta e me deu um beijo carinhoso. Nossos lábios se juntaram e, pouco depois, nossas línguas. A minha, macia e pequenininha, a dele, áspera e grossa. Brincaram por uns minutos. Senti a mão direita do papai pegar minha bunda e a esquerda no meu cabelo, me apertando mais contra ele. Gemi. Aí o papai pegou meu pintinho com a mão direita. Agarrou firme minhas bolinhas e minha bundinha e começou a massagear enquanto continuava me beijando. Foi aí que eu percebi.
Aquele foi meu primeiro beijo. E estava sendo dado pelo meu próprio papai.
Minhas bochechas estavam vermelhas que nem tomate e eu tava tremendo de frio, mesmo não fazendo frio nenhum. Finalmente a gente se separou e eu soltei um suspiro. Precisava recuperar o ar. Papai, porém, parecia de boa. Ele me olhava sério, enquanto soltava meu pau e passava a mão no meu cabelo.
• Você gostou, bebê?
Concordei. E era verdade.
Foi então que vimos a mamãe e a Isa aparecerem e arrumarem a mesa no jardim, com alguns pratos. Elas trouxeram o espaguete, uma garrafa d'água, cerveja e dois copos. Por ordem da mamãe, servi a cerveja pro meu pai e eu peguei uma mamadeira d'água pra mim. Percebi que, na mesa, só tinha uma cadeira.
• Você vai sentar no meu colo — papai decretou.
E foi isso que eu fiz. Totalmente pelada, sentei no colo do papai. Agora sim eu sentia ele duro. Mamãe e Isa se afastaram pra nos deixar à vontade. Papai me alimentou, e não deixou que eu me alimentasse sozinha, com a desculpa:
• Você é minha bebezinha. E as bebezinhas precisam de ajuda pra comer.
Então ele me alimentava, às vezes fazendo "aviãozinho". De vez em quando, massagava minha bunda pequenininha e me dava beijinhos carinhosos nos lábios. Nervosa, eu olhava pros vizinhos. Alguns tinham as luzes acesas, mas se estavam nos vendo, não fazia ideia. Se não fosse porque eu estava totalmente pelada e exposta, não teria me preocupado. Afinal, jantar fora não tem nada de estranho (embora ficar no colo do seu daddy e trocar uns amassos com ele seja).
• Não se preocupa com os vizinhos — disse papai, que percebeu —. Deixa eles olharem se quiserem. Se ficar com vergonha, aguenta. Você tem que ficar humilhada. Passar a maior vergonha possível.
• Sim, papai — sussurrei, submissa.
O jantar acabou, mamãe levou os pratos e depois vi que ela trouxe uma manta e colocou no jardim.
• Hoje vamos passar a noite aqui — disse o pai.
• Vem aqui, putinha — minha mãe me disse.
Eu segui ela e, na cozinha, ela colocou a gaiola de volta em mim.
• Já tá na hora dessa “coisa” ficar trancada de novo.
Pelinha, em castidade, mamãe me levou primeiro ao banheiro, onde passou perfume feminino no meu cabelo e pescoço. Me colocou de quatro e passou o perfume no meu cu. Ardeu um pouco. Depois colocou mais um pouco na minha bucetinha enjaulada. Perfume da Hello Kitty.
• Assim você fica cheirosa pra ele — mamãe riu.
Voltamos a sair lá fora. Papai estava esperando, e ele me disse:
• Então, bebê. Hoje é Dia dos Namorados. Me falaram que você nunca consumou com nenhum homem. Já tá na hora de resolver isso, não acha?
Engoli a saliva. Sabia o que vinha a seguir. E uma parte de mim desejava aquilo loucamente (a putaria) e, por outro lado, não. Me dava uma certa repulsa. Mas sabia que não tinha escolha.
• Tira minha roupa, puta.
Meu pai me ordenou, todo dominante.
Cheguei perto dele e tirei a camisa. Fui desabotoando um por um até os peitorais e a barriguinha dele ficarem à mostra. Mamãe pegou a camisa. Isa também apareceu pra assistir ao show. Eu ouvia as risadinhas mal disfarçadas delas, mas papai me encarava firme, sério. Desabotoei a fivela do cinto e puxei a calça jeans dele pra baixo. Ele tava completamente pelado, só de cueca, e o volume ali era bem grande.
• Dá um pouco de amor antes de tirar minha cueca — disse papai —. Me mostra o quão viado você é e o quanto ama a pica do papai.
Envergonhada, me ajoelhei e comecei a dar beijinhos suaves na pica do papai por cima da cueca. Não sabia se algum vizinho tava olhando, mas com a mamãe e a Isa, com certeza tínhamos plateia garantida. Continuei beijando a pica dele, e depois dei uma lambida. De baixo pra cima.
• Já chega — disse papai —. Vejo que te ensinaram bem. Agora, tira minha cueca.
Baixei a cueca dele e o pauzão deu um pulo na minha direção, roçando em mim. Duro, devia ter uns vinte centímetros, no mínimo.
• Essa é a pica de um homem de verdade — ouvi a mamãe dizer.
• Exato — confirmou papai — não sua coisinha.
Queria morrer de vergonha.
• Que fodam, que fodam! — disse Isa.
Mamãe apoiou ela.
• Hora de foder, bebê.
Disse papai e se deitou, totalmente pelado, na manta.
Então, minha primeira vez ia ser com o papai, no quintal. Em público. Engoli seco. Tava morrendo de vergonha. Eu tinha me acostumado, todos aqueles meses, a ver porno gay simples, e ser humilhado pela Isa e pela mamãe. Mas aquilo... era algo novo. Algo que eu queria acreditar que nunca ia acontecer.
Fui até o cobertor e me arrastei até ficar deitada do lado dele. Colei meu corpo no dele. Minha bunda minúscula enjaulada encostou na pica enorme dele. Aproximei meus lábios dos dele, quase nos tocando. Sem nos beijar.
Papai aproximou os lábios de mim. Sem olhar, dava pra perceber que Isa e mamãe estavam rindo, se divertindo. Elas adoravam o show gay que eu tava dando pra elas. Sem avisar, papai me deu um beijo. Senti ele enfiar a língua na minha boquinha. Brincava com a minha. Beijava bem, pensei. Claro, até agora só ele tinha me beijado. Continuou me beijando. Senti o cheiro do perfume dele. O mesmo que mamãe passou na banana. Me deixou com muito tesão. Era um perfume bem másculo. Em contraste com o meu.
Terminado o beijo, papai me mandou ficar de joelhos no chão. Eu obedeci. Então, ele colocou a bela pica dele na altura da minha boca e disse:
• Já está na hora de eu te ensinar a chupar uma boa pica, neném.
Não queria fazer, mas sabia que tinha que fazer. Senão, o castigo ia ser horrível. Então, criando coragem, fui colocar a rola na minha boca, mas papai disse:
• Antes, quero que você dê um pouco de love pra ela.
Mamãe e Isa riam. Eu não olhava pra elas. Só via a pica enorme que estava na minha frente. Papai me excitava, tinha que admitir. Ele cheirava tão bem que me deixava bem safada. E eu estava tão molhada… acho que por isso foi mais fácil obedecer. Lambi desde as bolas, passando pelo tronco até chegar na cabeça. Dei beijinhos suaves. Continuei com umas lambidas. Beijei com doçura o tronco dele. Três beijos eu dei. Dois nas bolas e sete na cabeça, que lambi em círculos. Então, consegui enfiar a pica linda dele na boca. Me surpreendi, porque tinha um gosto realmente bom. Fui enfiando a pica na minha boca centímetro por centímetro. Até chegar no fundo. Papai mandou eu ficar assim por um tempo. Isa e mamãe não perderam tempo e tiraram várias fotos da minha pose: de joelhos com uma pica na boca. Papai também tirou uma da posição dele. As risadas debochadas faziam meu rosto queimar. Eu estava fazendo um boquete. Minha primeira vez. Era com o papai.
Começou o boquete de verdade. Enfiava e tirava. Devagar primeiro, depois cada vez mais rápido. Sentia o gosto do esperma dele, ou melhor, do líquido seminal. Continuei chupando. Olhando nos olhos dele. Ele acariciava meu cabelo e me dizia:
• Que bem tu chupa, viadinho. Esse é o teu papel.
Envergonhada, mas inspirada pelas palavras dele, continuei chupando a rola dele. Num dado momento, a mamãe se ausentou enquanto eu continuava chupando. Ela reapareceu um minuto depois, e o papai mandou eu tirar minha boquinha da rola dele.
Eu fiz. Senti ela salgada, cheia de líquido masculino. Aí, vi que a mamãe dava pro papai o vidro de perfume dele. Não sabia o que ele ia fazer com aquilo. Mas descobri logo: passou mais no pescoço, nos peitorais e, piscando o olho pra mim, na pica dele. Mais especificamente, no tronco. Dos dois lados. Via o líquido do perfume escorrendo pela pica dele.
• Continua o boquete, putinha — ordenou o pai, bem dominador.
• Que cheirosinha vai ficar sua boquinha, céu — completou a mamãe rindo.
Isa rio também.
Comecei meu novo boquete. Enfiei minha boquinha até o fundo. O gosto do perfume dele invadiu minhas papilas gustativas. Gostei. Era estranho, mas me excitou chupar a piroca perfumada do papai. Continuei o boquete. Pra cima, pra baixo. Lambia toda aquela piroca linda dele. Já sentia na minha língua o gosto do perfume. Eu tava muito tesuda. Continuei chupando. Papai mudou de posição então. Com os braços dele, me pegou no colo e, com meus braços apoiados no pescoço dele, nos beijamos. De língua. E enquanto ele brincava com minha língua, senti o pau dele roçando na racha da minha bunda. Ficou roçando ali, brincando, até que finalmente se decidiu. Enfiou a ponta no meu cu. Eu continuei beijando ele e sentia a piroca gostosa dele no meu cu. Sentia o cheiro dele.
• Quem é seu namorado, gostosa? — perguntou papai, enquanto enfiava mais o pau no meu cu.
• Tu mi amor — respondi. Já não era mais eu. Tava completamente no tesão.
Não teve risada.
Papai finalmente enfiou a pica toda no meu cu, só faltou as bolas. Ele continuou me beijando. Era tão gostoso…
Ele me deitou de costas na manta, abriu minhas pernas e, enquanto as segurava, continuou me penetrando. Pra dentro, pra fora. Sem parar. Estocadas rápidas. Feito um verdadeiro macho alfa. Eu comecei a gemer que nem uma puta gostosa.
• Sim, papai, que gostoso.
Eu gemi. Mamãe e a Isa riram. Quando percebi o que tinha dito, fiquei vermelha. Mas já era tarde. Aquilo pareceu animar ainda mais meu namorado, porque ele continuou metendo muito mais rápido. Ele tirou a pica, me virou e voltou a meter, dessa vez por cima de mim. Dava pra sentir o perfume dele de novo e o suor. Ouvia a respiração acelerada. Ele tava dando tudo de si. Pelo canto do olho vi que mamãe e a Isa riam em silêncio e tiravam fotos.
Papai continuava metendo. Eu ouvia as bolas dele batendo na minha gaiola de castidade. Minha bucetinha estava louca pra quebrar a gaiola e doía. Mas o sexo com papai era tão gostoso que eu nem tava prestando atenção. Além disso, já tava começando a me acostumar.
Papai, sem tirar a pica do meu cu, mandou eu ficar de quatro.
• Vem cá, puta — ele me disse.
Fiquei de quatro. Papai voltou a meter. De novo o som da pica masculina contra minha bucetinha afeminada. Sem mudar de posição, papai tirou a pica do meu cu e se colocou na minha frente. Já sabia o que vinha a seguir. Por ordem dele, abri a boca e ele enfiou a pica toda na minha boca. Naquela posição, mais do que fazer um boquete, ele começou a foder minha boca. O líquido seminal dele ficava no meu rosto e o som das bolas batendo no meu queixo me deixava ainda mais excitada. Ele ficou uns minutos metendo, enquanto eu ouvia as risadas da mamãe e da Isa.
• Deita — papai ordenou.
Ele tirou a rola da minha boca. Saiu debaixo do cobertor enquanto eu me deitava de barriga pra cima. Papai começou a se masturbar. Eu via a mão dele esfregando a rola. Mamãe se aproximou.
• Já te ajudo, meu bem — disse ela, amigável.
Papai deixou ela fazer.
Mami bateu uma punheta pro papi com a mão direita. Ficava me olhando, sorrindo.
• Se prepara, princesa — ele me disse.
Ela esfregava com carinho a pica do papai. Pra cima, pra baixo. Cada vez aumentava mais a velocidade.
Aconteceu o inevitável. Papai gemeu e um jato violento de porra quente e masculina jorrou da ponta do pau viril dele.
Escorreu no meu rosto, na minha barriga e até na minha bunda minúscula enjaulada. Escorreu por um bom tempo. Por ordem da mamãe, eu abri a boca e parte daquela porra acabou na minha boca. Engoli o sêmen da minha boca. Quando ele terminou de gozar, a Isa tirou um monte de fotos. A mamãe se inclinou pra mim e disse:
• Viu? Por isso os homens podem gozar e você não. Piranha. Limpa a pica do papai. JÁ.
Me apressei pra obedecer. Fiquei de joelhos e comecei a lamber aquela piroca gostosa dele. Devagar, passei a língua nos ovo, no tronco e na cabecinha. Limpando todo o leite dele. Terminei dando mais um boquete gostoso. Pra cima e pra baixo. Finalizei com um beijinho doce na cabecinha. Papai sorriu satisfeito.
• A partir de agora, somos namorados — papai me disse — Bem-vinda à sua nova vida, putinha.
Mami e Isa caíram na gargalhada.
Sem que eu soubesse (mas a Isa e a mamãe sabiam), um vizinho tinha nos visto. E isso ia dar consequência pra mim.
Aquela noite dormi com o papai totalmente pelada, no quintal. A pica dele enfiada no meu cu e usando o corpo do papai como cama. Adormeci enquanto ele acariciava meu cabelo. Ainda cheia do esperma dele.
• Boa noite, gatinha.
• Boa noite, daddy.
1 comentários - Ley Nude 3: Minha Primeira Vez