Conflito com a Sofi
A Sofi já tinha percebido tudo. Não era mais discreta.
Toda vez que eu e a Ana nos trancávamos "pra conversar", ela passava perto da porta ou nos olhava com um sorrisinho sarcástico. Tinha começado a se vestir mais provocante em casa: shorts curtíssimos, tops justos sem sutiã. Me provocava abertamente quando a Ana não estava.
Uma noite, enquanto a Ana estava no trabalho fechando as contas, a Sofi entrou no meu quarto só com uma camiseta comprida.
— De novo comendo a mamãe? —perguntou na lata—. Dá pra ouvir os gemidos até no meu quarto, sabia?
— Sofi… —tentei falar.
Ela se aproximou, colocou a mão no meu peito e me encarou.
— Fica tranquilo, irmãozinho. Ainda não vou contar nada… mas não pensa que sou sonsa. Sei que você também tá metendo no cu dela. A mamãe anda estranha uns dias.
Ela virou as costas e saiu rebolando a bunda, me deixando de pau duro e a cabeça uma bagunça.
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Ana e eu estávamos aproveitando ao máximo essa nova separação. Passávamos tardes inteiras transando, saíamos para motéis e até nos atrevemos a fazer na casa quando meu pai não estava por perto.
Mas eu sabia que essa calma era perigosa. A Sofi estava cada vez mais perto… e mais cedo ou mais tarde tudo ia explodir.
Formatura e o presente da Sofi
Finalmente terminei a faculdade. Depois de cinco anos e meio, recebi meu diploma de Médico Veterinário. A cerimônia foi emocionante: minha mãe chorando de orgulho com um vestido justo que marcava aquele rabão que eu já conhecia de cor, meu pai (que continuava separado, mas foi por minha causa), tios, primos… e a Sofi, que não parava de me olhar com um sorrisinho perigoso.
Naquela noite, organizamos um jantar em casa. Teve brinde, abraços e muita comida. A Ana estava radiante, feliz por mim, mas também nervosa. Sabia que entre eu e a Sofi existia uma tensão que já não dava mais pra disfarçar direito.
Lá pra uma da manhã, quando todo mundo foi embora e meu pai voltou pro apartamento dele, fiquei sozinho na sala. A Ana tinha ido dormir cedo, exausta da festa.
Foi aí que a Sofi desceu.
Ela tava usando um babydoll preto transparente, bem curtinho, que mal cobria a metade da bunda. Por baixo, só uma fio dental vermelha. Tava uma gostosa: pernas torneadas, peitos firmes e aquela bunda jovem que tinha herdado (e melhorado) da minha mãe.
—Parabéns, maninho… —disse com voz suave e cheia de tesão, se aproximando descalça—. Finalmente é veterinário. Já é um homem feito.
Ela montou nas minhas pernas no sofá. Senti o calor da buceta dela por cima da minha calça.
—Sofi… o que cê tá fazendo? —perguntei, mesmo já com a pica dura.
—Quero te dar seu presente de formatura —sussurrou, mordendo o lábio—. Um que a mamãe não pode te dar… pelo menos não como eu.
Ela me beijou com gosto, enfiando a língua com fome. Minhas mãos foram direto pra bunda dela, apertando com força. Tava mais dura e empinada do que nunca.
—Tô há meses pensando nisso —disse enquanto abaixava meu zíper e tirava minha pica dura—. Quero que me coma como você come a mamãe… mas melhor. Quero que compare.
Ela tirou o babydoll e ficou só de fio dental. Ajoelhou entre minhas pernas e me chupou com vontade, fundo, babando, me olhando nos olhos que nem uma puta. Engolia até o talo e esticava a língua pra lamber minhas bolas.
— Gostou, doutor? — perguntou com o pau na boca —. Esse é meu presente… meu corpo inteiro pra você esta noite.
Levantei ela, coloquei de quatro no sofá e arranquei a tanga. A bunda jovem e firme ficou exposta, com a buceta já molhada e brilhando.
Primeiro enfiei na buceta, de uma só vez. Sofi soltou um gemido abafado.
— Aiii, seu filho da puta… que pau gostoso!
Comi ela com força, dando tapas na bunda que ecoavam na sala. As nádegas dela quicavam perfeito. Depois saí, cuspi no cu dela e comecei a meter devagar. Sofi se tensou, mas empurrou pra trás.
— Isso… mete tudo! Quero que me coma o cu igual você come a mamãe…
Aos poucos, enfiei tudo. O cu dela era mais apertado e quente. Comecei a foder com ritmo, segurando os quadris dela. Sofi gemia como uma louca, baixinho mas intenso.
— Mais forte, Dani! Me fode como você fode ela! Quero ser sua puta também!
Trepadei com força, alternando entre a buceta e o cu dela. Fiz ela gozar duas vezes: uma com os dedos na buceta enquanto eu comia o cu dela, e outra quando tava de papo pra cima, com as pernas nos meus ombros.
No final, coloquei ela de joelhos e joguei toda a porra na cara e nos peitos dela. Sofi abriu a boca, colocou a língua pra fora e engoliu o que conseguiu, me olhando com olhos de raposa satisfeita.
— Feliz formatura, irmãozinho… — disse ela, limpando o canto dos lábios com o dedo e engolindo —. Esse cu e essa boca são teus quando você quiser. Mamãe não precisa saber de tudo…
Ela se levantou, me deu um beijo com gosto da minha própria porra e subiu pro quarto dela rebolando a bunda, me deixando exausto no sofá.
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No dia seguinte, Ana me acordou com um boquete lento e carinhoso na minha cama.
— Meu veterinário favorito… — sussurrou antes de engolir tudo —. Tô muito orgulhosa de você, meu rei.
Ela não sabia que a filha dela tinha me dado um presente de formatura na noite anterior… nem que Sofi e Nós já tínhamos cruzado uma linha que seria muito difícil de ignorar daqui pra frente.
Já fazia doze meses desde minha formatura.
Consegui emprego como veterinário numa clínica importante e distribuidora de insumos pecuários em Toluca. Tava indo bem. Salário bom, horário decente e experiência. Continuava ajudando de vez em quando no negócio da família, principalmente nas tardes ou fins de semana, examinando bichos ou fechando as contas com minha mãe.
A Sofi tava namorando sério há seis meses. Um cara chamado Alex, decente mas nada demais. Isso nos afastou bastante. Quase não tinha mais provocações, nem roçadas, nem mensagens quentes. Ela parecia ter decidido fechar aquele capítulo e focar no relacionamento dela. Eu aceitei… embora às vezes sentisse falta daquela pegada jovem e provocante.
A Ana, por outro lado, tinha voltado a tentar resolver as coisas com meu pai. Saíam pra jantar, iam ao cinema, e de vez em quando passavam a noite juntos no apartamento dele. Ainda não moravam juntos, mas tava claro que era tipo um “namoro maduro”. Isso me dava ciúmes, mas também tinha aceitado que, enquanto ela tivesse vontade, aquele rabão e a boca dela continuavam sendo meus.
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10 de maio – Dia das Mães
Resolvi fazer algo especial só pra ela.
De tarde mandei uma mensagem:
Dany: Mãe, hoje quero mimar você. Te convido pra comer uns tacos al pastor do jeito que você gosta e depois a gente vai dançar. Só eu e você. Topa?
Ana: Meu rei… claro que topo 😊 Passo aí às 8.
Chegou na hora, vestida pra arrasar. Jeans azul escuro super apertado que marcava brutalmente aquele rabão de matar, salto preto alto, blusa branca decotada que deixava ver o começo dos peitos e o cabelo solto. Tava uma delícia.
Jantamos numa barraca de taco al pastor muito boa que ela adorava. Comemos, rimos, falamos do negócio, do meu trampo e da vida. Por um tempo, parecia um casal normal. Depois fomos a um bar com música ao vivo, salsa e bachata.
Ana dançava pra caralho. Mexia aqueles quadris largos e aquela bunda com uma moleza que me deixava de pau duro só de olhar. Dançamos colados, nos roçando sem vergonha. Numa bachata lenta, enfiei a perna entre as dela e ela esfregou a buceta no meu pau descaradamente.
— Tá muito tarada hoje, mamita… — sussurrei no ouvido dela enquanto segurava a cintura.
— Hoje é meu dia… e quero que meu filho me mime por inteiro — respondeu virando o rosto e mordendo de leve meu lábio.
Saímos do bar lá pelas duas da manhã. No carro, voltando pra casa, já não aguentei. Enfiei a mão entre as pernas dela e comecei a apalpar por cima da calça. Ana tava molhada.
— Quer que a gente vá pra um motel? — perguntei.
— Não… me leva pra casa. Seu pai não tá e a Sofi ficou pra dormir com o namorado dela.
Mal entramos em casa e fechamos a porta, já tava tudo se beijando sem controle. Tirei a calça jeans dela ali na sala mesmo, inclinei ela sobre o encosto do sofá e enfiei dois dedos na buceta enquanto lambia o cu dela.
— Ayyy Dany… que gostosa!
Peguei ela primeiro na buceta, forte e fundo, dando tapas na bunda enquanto ela gemia igual uma louca. Depois passei saliva e lubrificante natural e meti devagar no cu dela. Ana já tava curtindo sem dor.
— Isso, buceta! Me come o cu! É teu!
Estraçalhei o cu dela em cima do sofá, segurando pelos quadris largos, vendo as bundonas dela quicando a cada metida. Ana gozou duas vezes antes de eu encher o cu dela de porra quente.
Depois fomos pro quarto dela e continuamos até quase amanhecer. Comi ela na cama dela, no chuveiro, e terminei gozando pela terceira vez na boca dela enquanto ela me olhava com devoção.
No final, deitados e suados, Ana passava a mão no meu peito.
— Valeu por esse Dia das Mães, meu rei… Ninguém me faz sentir tão desejada e tão mulher quanto você.
Abracei ela forte, sabendo que, mesmo que tentasse concertar as coisas com meu pai, esse vínculo entre nós tava cada vez mais forte e difícil de quebrar.
Primeiras férias e a praia
Já fazia quase dois anos que eu tinha terminado a faculdade.
Já tinha um bom emprego como veterinário numa clínica grande e um apartamento próprio numa área tranquila de Toluca. Também tinha namorada: Laura, uma mina de 24 anos, bonita, gente boa e com quem eu tava há oito meses. Era séria, me tratava bem… mas não era a Ana. Ninguém podia ser a Ana.
Continuava ajudando no negócio da família nos fins de semana e, principalmente, continuava comendo minha mãe sempre que dava. Embora ela ainda tentasse "concertar" as coisas com meu pai, a cada quinze dias mais ou menos a gente acabava fodendo igual bicho, fosse no meu apê, no dela quando meu pai não tava, ou em motéis.
Chegaram minhas primeiras férias de verdade do trampo: dez dias livres. A Laura não podia tirar folga porque tava num projeto importante, então decidi fazer algo que vinha planejando há meses.
Mandei uma mensagem pra Ana:
Dany: Mãe, já tô de férias. Quero que tu e eu vamos sozinhos pra praia 4 dias. Só nós dois. Praia, hotel, piscina e zero preocupações. Topa?
Ana: Sério, meu rei? Só tu e eu? Aceito. Quando quiser a gente vai ❤️
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Chegamos em Puerto Escondido numa terça à tarde. Reservei um hotel boutique de frente pro mar, quarto com varanda e hidromassagem privativo. Mal entramos no quarto e fechamos a porta, já tava ela contra a parede.
—Quatro dias inteiros pra te foder sem ter que nos esconder… —rosnei pra ela enquanto puxava o short jeans pra baixo.
Ana tava com um biquíni preto por baixo que mal segurava a bunda dela. Tava uma gostosa do caralho. O ano de treino e maturidade tinham feito um puta bem pra ela.
Na primeira tarde, peguei ela contra a janela com vista pro mar, de quatro, metendo forte na buceta enquanto tapava a boca dela pra evitar que os vizinhos do lado gritassem. Depois, levei ela pra jacuzzi e enfiei no cu dela enquanto a água borbulhava. Ana já gemia sem vergonha quando eu penetrava ela por trás.
— Aiii sim, buceta! Mais fundo! Adoro quando você me come pelo cu!
Naquela noite, depois de jantar frutos do mar e tomar umas cervejas, voltamos pro hotel cheios de tesão. Coloquei ela de quatro na cama, com a raba bem empinada e brilhando de óleo de coco que comprei especialmente.
Enfiei o pau devagar no cu dela até o fundo. Ana soltou um gemido longo e gostoso.
— Cê gosta assim, mamãe? Na praia, só pra mim?
— Sim! Tudo seu! Mete nessa bunda gostosa, meu rei! Sou sua puta de férias!
Furei ela com força, segurando suas cadeiras largas, vendo aquela bundona enorme quicar contra minha pélvis. Dei tapas que deixaram as nádegas vermelhas. Ana gozou duas vezes: uma com os dedos no clitóris enquanto eu comia o cu dela, e outra quando tava de lado, com uma perna pra cima, penetrando fundo.
Terminei gozando dentro do cu dela, enchendo ela toda. Quando saí, meu leite escorreu do cu aberto dela e ela ficou tremendo de prazer.
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Os dias seguintes foram só sexo e praia.
De manhã cedo a gente ia pra praia. A Ana com um biquíni vermelho que fazia todo homem virar pra olhar ela. Eu ficava com ciúme e tesão ao mesmo tempo. De tarde a gente voltava pro hotel e eu comia ela sem pressa: na varanda, no chuveiro, na jacuzzi, até na praia de noite num lugar escuro.
Uma noite, enquanto eu tava com ela de quatro na varanda com vista pro mar e metendo no cu dela, falei no ouvido:
— Mesmo que eu tenha namorada… essa buceta sempre vai ser minha, né?
Ana virou o rosto, ofegante, com o olhar nublado de prazer:
—Sempre, meu rei… mesmo que eu continue tentando com seu pai… essa buceta e essa boca são suas quando você quiser. Ninguém me fode como você.
Na noite antes de voltar, eu comi ela com mais intensidade do que nunca. Fiz ela gritar meu nome enquanto metia forte no cu dela, puxando o cabelo e dando tapas violentos. Ana gozou tão forte que as pernas tremeram.
Ao voltar pra Toluca, a realidade nos esperava: minha namorada, a quase reconciliação dela com meu pai, o trampo, a Sofi… mas nós dois sabíamos que isso já não tinha mais volta.
A Sofi já tinha percebido tudo. Não era mais discreta.
Toda vez que eu e a Ana nos trancávamos "pra conversar", ela passava perto da porta ou nos olhava com um sorrisinho sarcástico. Tinha começado a se vestir mais provocante em casa: shorts curtíssimos, tops justos sem sutiã. Me provocava abertamente quando a Ana não estava.
Uma noite, enquanto a Ana estava no trabalho fechando as contas, a Sofi entrou no meu quarto só com uma camiseta comprida.
— De novo comendo a mamãe? —perguntou na lata—. Dá pra ouvir os gemidos até no meu quarto, sabia? — Sofi… —tentei falar.
Ela se aproximou, colocou a mão no meu peito e me encarou.
— Fica tranquilo, irmãozinho. Ainda não vou contar nada… mas não pensa que sou sonsa. Sei que você também tá metendo no cu dela. A mamãe anda estranha uns dias.
Ela virou as costas e saiu rebolando a bunda, me deixando de pau duro e a cabeça uma bagunça.
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_______________________________________Ana e eu estávamos aproveitando ao máximo essa nova separação. Passávamos tardes inteiras transando, saíamos para motéis e até nos atrevemos a fazer na casa quando meu pai não estava por perto.
Mas eu sabia que essa calma era perigosa. A Sofi estava cada vez mais perto… e mais cedo ou mais tarde tudo ia explodir.
Formatura e o presente da Sofi
Finalmente terminei a faculdade. Depois de cinco anos e meio, recebi meu diploma de Médico Veterinário. A cerimônia foi emocionante: minha mãe chorando de orgulho com um vestido justo que marcava aquele rabão que eu já conhecia de cor, meu pai (que continuava separado, mas foi por minha causa), tios, primos… e a Sofi, que não parava de me olhar com um sorrisinho perigoso.
Naquela noite, organizamos um jantar em casa. Teve brinde, abraços e muita comida. A Ana estava radiante, feliz por mim, mas também nervosa. Sabia que entre eu e a Sofi existia uma tensão que já não dava mais pra disfarçar direito.
Lá pra uma da manhã, quando todo mundo foi embora e meu pai voltou pro apartamento dele, fiquei sozinho na sala. A Ana tinha ido dormir cedo, exausta da festa.
Foi aí que a Sofi desceu.
Ela tava usando um babydoll preto transparente, bem curtinho, que mal cobria a metade da bunda. Por baixo, só uma fio dental vermelha. Tava uma gostosa: pernas torneadas, peitos firmes e aquela bunda jovem que tinha herdado (e melhorado) da minha mãe.
—Parabéns, maninho… —disse com voz suave e cheia de tesão, se aproximando descalça—. Finalmente é veterinário. Já é um homem feito.Ela montou nas minhas pernas no sofá. Senti o calor da buceta dela por cima da minha calça.
—Sofi… o que cê tá fazendo? —perguntei, mesmo já com a pica dura.
—Quero te dar seu presente de formatura —sussurrou, mordendo o lábio—. Um que a mamãe não pode te dar… pelo menos não como eu.
Ela me beijou com gosto, enfiando a língua com fome. Minhas mãos foram direto pra bunda dela, apertando com força. Tava mais dura e empinada do que nunca.
—Tô há meses pensando nisso —disse enquanto abaixava meu zíper e tirava minha pica dura—. Quero que me coma como você come a mamãe… mas melhor. Quero que compare.
Ela tirou o babydoll e ficou só de fio dental. Ajoelhou entre minhas pernas e me chupou com vontade, fundo, babando, me olhando nos olhos que nem uma puta. Engolia até o talo e esticava a língua pra lamber minhas bolas.
— Gostou, doutor? — perguntou com o pau na boca —. Esse é meu presente… meu corpo inteiro pra você esta noite.Levantei ela, coloquei de quatro no sofá e arranquei a tanga. A bunda jovem e firme ficou exposta, com a buceta já molhada e brilhando.
Primeiro enfiei na buceta, de uma só vez. Sofi soltou um gemido abafado.
— Aiii, seu filho da puta… que pau gostoso!
Comi ela com força, dando tapas na bunda que ecoavam na sala. As nádegas dela quicavam perfeito. Depois saí, cuspi no cu dela e comecei a meter devagar. Sofi se tensou, mas empurrou pra trás.
— Isso… mete tudo! Quero que me coma o cu igual você come a mamãe…
Aos poucos, enfiei tudo. O cu dela era mais apertado e quente. Comecei a foder com ritmo, segurando os quadris dela. Sofi gemia como uma louca, baixinho mas intenso.
— Mais forte, Dani! Me fode como você fode ela! Quero ser sua puta também!
Trepadei com força, alternando entre a buceta e o cu dela. Fiz ela gozar duas vezes: uma com os dedos na buceta enquanto eu comia o cu dela, e outra quando tava de papo pra cima, com as pernas nos meus ombros.
No final, coloquei ela de joelhos e joguei toda a porra na cara e nos peitos dela. Sofi abriu a boca, colocou a língua pra fora e engoliu o que conseguiu, me olhando com olhos de raposa satisfeita.
— Feliz formatura, irmãozinho… — disse ela, limpando o canto dos lábios com o dedo e engolindo —. Esse cu e essa boca são teus quando você quiser. Mamãe não precisa saber de tudo…
Ela se levantou, me deu um beijo com gosto da minha própria porra e subiu pro quarto dela rebolando a bunda, me deixando exausto no sofá.
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No dia seguinte, Ana me acordou com um boquete lento e carinhoso na minha cama.
— Meu veterinário favorito… — sussurrou antes de engolir tudo —. Tô muito orgulhosa de você, meu rei.
Ela não sabia que a filha dela tinha me dado um presente de formatura na noite anterior… nem que Sofi e Nós já tínhamos cruzado uma linha que seria muito difícil de ignorar daqui pra frente.
Já fazia doze meses desde minha formatura.
Consegui emprego como veterinário numa clínica importante e distribuidora de insumos pecuários em Toluca. Tava indo bem. Salário bom, horário decente e experiência. Continuava ajudando de vez em quando no negócio da família, principalmente nas tardes ou fins de semana, examinando bichos ou fechando as contas com minha mãe.A Sofi tava namorando sério há seis meses. Um cara chamado Alex, decente mas nada demais. Isso nos afastou bastante. Quase não tinha mais provocações, nem roçadas, nem mensagens quentes. Ela parecia ter decidido fechar aquele capítulo e focar no relacionamento dela. Eu aceitei… embora às vezes sentisse falta daquela pegada jovem e provocante.
A Ana, por outro lado, tinha voltado a tentar resolver as coisas com meu pai. Saíam pra jantar, iam ao cinema, e de vez em quando passavam a noite juntos no apartamento dele. Ainda não moravam juntos, mas tava claro que era tipo um “namoro maduro”. Isso me dava ciúmes, mas também tinha aceitado que, enquanto ela tivesse vontade, aquele rabão e a boca dela continuavam sendo meus.
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10 de maio – Dia das Mães
Resolvi fazer algo especial só pra ela.
De tarde mandei uma mensagem:
Dany: Mãe, hoje quero mimar você. Te convido pra comer uns tacos al pastor do jeito que você gosta e depois a gente vai dançar. Só eu e você. Topa?
Ana: Meu rei… claro que topo 😊 Passo aí às 8.
Chegou na hora, vestida pra arrasar. Jeans azul escuro super apertado que marcava brutalmente aquele rabão de matar, salto preto alto, blusa branca decotada que deixava ver o começo dos peitos e o cabelo solto. Tava uma delícia.
Jantamos numa barraca de taco al pastor muito boa que ela adorava. Comemos, rimos, falamos do negócio, do meu trampo e da vida. Por um tempo, parecia um casal normal. Depois fomos a um bar com música ao vivo, salsa e bachata.Ana dançava pra caralho. Mexia aqueles quadris largos e aquela bunda com uma moleza que me deixava de pau duro só de olhar. Dançamos colados, nos roçando sem vergonha. Numa bachata lenta, enfiei a perna entre as dela e ela esfregou a buceta no meu pau descaradamente.
— Tá muito tarada hoje, mamita… — sussurrei no ouvido dela enquanto segurava a cintura.
— Hoje é meu dia… e quero que meu filho me mime por inteiro — respondeu virando o rosto e mordendo de leve meu lábio.
Saímos do bar lá pelas duas da manhã. No carro, voltando pra casa, já não aguentei. Enfiei a mão entre as pernas dela e comecei a apalpar por cima da calça. Ana tava molhada.
— Quer que a gente vá pra um motel? — perguntei. — Não… me leva pra casa. Seu pai não tá e a Sofi ficou pra dormir com o namorado dela.
Mal entramos em casa e fechamos a porta, já tava tudo se beijando sem controle. Tirei a calça jeans dela ali na sala mesmo, inclinei ela sobre o encosto do sofá e enfiei dois dedos na buceta enquanto lambia o cu dela.
— Ayyy Dany… que gostosa!Peguei ela primeiro na buceta, forte e fundo, dando tapas na bunda enquanto ela gemia igual uma louca. Depois passei saliva e lubrificante natural e meti devagar no cu dela. Ana já tava curtindo sem dor.
— Isso, buceta! Me come o cu! É teu!
Estraçalhei o cu dela em cima do sofá, segurando pelos quadris largos, vendo as bundonas dela quicando a cada metida. Ana gozou duas vezes antes de eu encher o cu dela de porra quente.
Depois fomos pro quarto dela e continuamos até quase amanhecer. Comi ela na cama dela, no chuveiro, e terminei gozando pela terceira vez na boca dela enquanto ela me olhava com devoção.
No final, deitados e suados, Ana passava a mão no meu peito.
— Valeu por esse Dia das Mães, meu rei… Ninguém me faz sentir tão desejada e tão mulher quanto você.
Abracei ela forte, sabendo que, mesmo que tentasse concertar as coisas com meu pai, esse vínculo entre nós tava cada vez mais forte e difícil de quebrar.
Primeiras férias e a praia
Já fazia quase dois anos que eu tinha terminado a faculdade.
Já tinha um bom emprego como veterinário numa clínica grande e um apartamento próprio numa área tranquila de Toluca. Também tinha namorada: Laura, uma mina de 24 anos, bonita, gente boa e com quem eu tava há oito meses. Era séria, me tratava bem… mas não era a Ana. Ninguém podia ser a Ana.
Continuava ajudando no negócio da família nos fins de semana e, principalmente, continuava comendo minha mãe sempre que dava. Embora ela ainda tentasse "concertar" as coisas com meu pai, a cada quinze dias mais ou menos a gente acabava fodendo igual bicho, fosse no meu apê, no dela quando meu pai não tava, ou em motéis.
Chegaram minhas primeiras férias de verdade do trampo: dez dias livres. A Laura não podia tirar folga porque tava num projeto importante, então decidi fazer algo que vinha planejando há meses.
Mandei uma mensagem pra Ana:
Dany: Mãe, já tô de férias. Quero que tu e eu vamos sozinhos pra praia 4 dias. Só nós dois. Praia, hotel, piscina e zero preocupações. Topa?
Ana: Sério, meu rei? Só tu e eu? Aceito. Quando quiser a gente vai ❤️
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Chegamos em Puerto Escondido numa terça à tarde. Reservei um hotel boutique de frente pro mar, quarto com varanda e hidromassagem privativo. Mal entramos no quarto e fechamos a porta, já tava ela contra a parede.
—Quatro dias inteiros pra te foder sem ter que nos esconder… —rosnei pra ela enquanto puxava o short jeans pra baixo. Ana tava com um biquíni preto por baixo que mal segurava a bunda dela. Tava uma gostosa do caralho. O ano de treino e maturidade tinham feito um puta bem pra ela.
Na primeira tarde, peguei ela contra a janela com vista pro mar, de quatro, metendo forte na buceta enquanto tapava a boca dela pra evitar que os vizinhos do lado gritassem. Depois, levei ela pra jacuzzi e enfiei no cu dela enquanto a água borbulhava. Ana já gemia sem vergonha quando eu penetrava ela por trás. — Aiii sim, buceta! Mais fundo! Adoro quando você me come pelo cu!
Naquela noite, depois de jantar frutos do mar e tomar umas cervejas, voltamos pro hotel cheios de tesão. Coloquei ela de quatro na cama, com a raba bem empinada e brilhando de óleo de coco que comprei especialmente.
Enfiei o pau devagar no cu dela até o fundo. Ana soltou um gemido longo e gostoso.— Cê gosta assim, mamãe? Na praia, só pra mim?
— Sim! Tudo seu! Mete nessa bunda gostosa, meu rei! Sou sua puta de férias!
Furei ela com força, segurando suas cadeiras largas, vendo aquela bundona enorme quicar contra minha pélvis. Dei tapas que deixaram as nádegas vermelhas. Ana gozou duas vezes: uma com os dedos no clitóris enquanto eu comia o cu dela, e outra quando tava de lado, com uma perna pra cima, penetrando fundo.
Terminei gozando dentro do cu dela, enchendo ela toda. Quando saí, meu leite escorreu do cu aberto dela e ela ficou tremendo de prazer. ________________________________________
Os dias seguintes foram só sexo e praia.
De manhã cedo a gente ia pra praia. A Ana com um biquíni vermelho que fazia todo homem virar pra olhar ela. Eu ficava com ciúme e tesão ao mesmo tempo. De tarde a gente voltava pro hotel e eu comia ela sem pressa: na varanda, no chuveiro, na jacuzzi, até na praia de noite num lugar escuro.Uma noite, enquanto eu tava com ela de quatro na varanda com vista pro mar e metendo no cu dela, falei no ouvido:
— Mesmo que eu tenha namorada… essa buceta sempre vai ser minha, né?
Ana virou o rosto, ofegante, com o olhar nublado de prazer:—Sempre, meu rei… mesmo que eu continue tentando com seu pai… essa buceta e essa boca são suas quando você quiser. Ninguém me fode como você.
Na noite antes de voltar, eu comi ela com mais intensidade do que nunca. Fiz ela gritar meu nome enquanto metia forte no cu dela, puxando o cabelo e dando tapas violentos. Ana gozou tão forte que as pernas tremeram.
Ao voltar pra Toluca, a realidade nos esperava: minha namorada, a quase reconciliação dela com meu pai, o trampo, a Sofi… mas nós dois sabíamos que isso já não tinha mais volta.
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