Nico pegou a bolsa, enfiou a mão, tirou minha calcinha fio dental e jogou em cima da mesinha de centro. Os amigos dele não acreditavam naquela cara de pau.
Eu: Tem algo pra falar?
N: Sim, me desculpa. Me deixei levar pelo momento de tesão, você também tem um pouco de culpa.
Eu: Por quê?
N: Cê percebeu como você sai às vezes? Deixa todo mundo excitado e ainda usa esse tipo de fio dental...
Eu: O que minhas calcinhas fio dental têm?
N: E são pequenininhas e gostosas, a gente fica todo excitado.
Eu: É uma fio dental comum, se vocês vissem mesmo as que eu tenho que são pequenininhas e gostosas. O que fariam então?
Nico ficou calado, mas o Alejandro não.
A: A gente pode ver alguma?
Eu: Não acho que seja demais?
A: Pô, vai fundo, quando você usar a gente vai ver ela pendurada do mesmo jeito.
Eu: Cê tem razão, mesmo que pareça muito sem noção pra mim, mas deixa eu pensar.
D: Fala, só uma. Por favor.
Eu: Tá bom, pode ser que daqui a pouco eu mostre pra vocês se se comportarem direito.
A: A gente tá se comportando muito bem e você sabe disso, com tudo isso que a gente tá falando, a gente podia ter passado dos limites.
Me virei pra olhar ele de frente e apoiei minha mão na perna dele.
Eu: De que jeito elas teriam se soltado?
A: Sei lá, tentando te tocar talvez ou algo assim.
Eu: Você não esteve muito longe há pouco na cozinha, ou tô enganado?
A: Não, mas…
Eu: Na verdade, senti você perto, muito perto. Não acha?
A vergonha tomou conta da Ale.
D: O que foi?
Eu: Nada, nada. Falei sorrindo pra Ale.
N: Fala, conta aí.
Eu: Primeiro conta você. O que cê fez com minha fio dental?
N: N..n..nada, só vi ela.
Eu: Só viu ela?
N: Bom, eu bati uma, é que deve ficar mó gostosa em você, não me segurei. Mas lavei ela, juro por Deus.
Eu: Por que você teve que lavar ela?
N: Porque aconteceu um acidente, eu só roubei ela de você por um tempo, queria me tocar e ia jogar ela no seu quintal, mas não consegui..
Eu: Que parada?
N: Me segurar, enchi ela de porra, desculpa, gostosa, desculpa.
Eu: Lavou direitinho? Não ficou nenhum cheiro nem porra?
N: Sim, lavei ela super bem.
Peguei minha tanga e, olhando pro Nico, cheirei ela.
Eu: Acho que cê tem razão, não tem cheiro de nada. Que pena.
N: Pelo amor de Deus, tô muito tesuda.
A: Tenho uma proposta.
Eu: Me conta, mas que seja interessante.
A: O que a gente pode fazer pra você deixar a gente te apalpar? Pelo menos por um tempinho.
Eu: Kkkk não, nada, isso é demais pra mim.
D: Por favor, o que você quiser.
Eu: Não, nada, impossível pelo menos por enquanto.
A: Então tenho outra.
Eu: Tô ouvindo ela.
A: Mostra pra gente uma dessas calcinhas fio dental gostosas que você tá falando, e a gente não cobra nada do que já fizemos.
Eu: Tô mais interessado na proposta, mas essas fio-dental são pra ocasiões especiais.
A: Então já que a gente viu ela e tudo, mostra pra gente como fica essa vermelha em você e a gente não cobra nada.
Eu: Ah, sei lá.
A: Hoje a gente te viu de biquíni e com certeza fica do mesmo jeito em você. Além disso, você mesma me falou isso antes deles chegarem.
Eu: O que eu te falei?
A: Que eu já tinha te visto de biquíni com bem menos roupa e que você gosta de ser boazinha com seus convidados.
Eu: Tá bom, é verdade. Tão todo mundo de acordo? Tão me vendo com a fio dental vermelha e não devo nada pra ninguém.
D: Sim
N: Sim
Peguei a fio dental e me levantei entre eles pra ir pro quarto.
A: Antes de ir embora, mostra pra eles como você mostrou pra mim.
Eu: Que porra é essa?
Ela se levantou e pegou na minha mão, levantando-a no ar.
A: Dá uma voltinha pros meus amigos também, igual você fez pra mim, eles também merecem. Querem ver como a bunda fica marcada com essa saia?
Os caras disseram que sim, dei uma volta meio rápida e parei colocando metade da mão dele na minha bunda.
A: Assim não, devagar igual você me mostrou.
Gire devagar, suave e sexy, pelo menos uns centímetros da bunda eu tinha certeza que estavam de fora. Quando terminei, os três estavam passando a mão na própria virilha, não falei nada, não conseguia. Enquanto tirava a calcinha anterior e colocava a vermelha, a pedido deles, podia ouvi-los conversando como se a porta entre nós não me deixasse escutar. "Sério que ela deu uma volta só pra você?" "Conseguiu ver a raba dela?" "Tô muito tesudo" "Não aguento mais, quero ver logo essa bunda enfiada." Não acreditava como me sentia uma puta, talvez até suja por estar excitando esses caras. Não tinha rosto, não me conheciam, mas definitivamente não sabia se quando saísse do quarto e mostrasse pra eles, ou mais tarde, mas hoje, ia comer os três, não aguentava mais.
Saí de saia, vestida exatamente como estava. Eles estavam me esperando sentados nos sofás, pareciam leões prestes a pular na presa, se acariciavam e apertavam a rola enquanto eu estava parada na frente deles, tentando juntar a última coragem pra levantar ou abaixar a saia, tava nervosa e minhas mãos suavam.
Eu: Prontos?
Gurias: Então vai, não nos faça esperar mais.
Eu: Eu levanto ou abaixo a saia?
D: Decidi que você, Ale, conseguiu isso.
Olhei pra ele, o rosto dele era outro, saía fogo do olhar enquanto parecia se masturbar devagar por cima da calça. Naquele momento, ele era meu dono e eu tinha que obedecer tudo o que ele me mandasse.
A: Abaixa essa buceta.
Coloquei minhas mãos na cintura da rabuda pra fazer isso.
A: Mas de costas e sem dobrar os joelhos.
Mordi meu lábio e girei obedecendo ao meu dono.
Eu: Quando você me falar.
A: Faz o que eu tô mandando e faz devagar.
Eu: Sim.
A: Apoia as mãos na cintura e levanta elas.
Fiz isso, era óbvio que ela queria que desse pra ver só a rabeta.
A: Agora desce um pouco a raba, rebolando.
D: Levanta um pouquinho essa saia.
Eu: Não dá, só posso dar bola pra ele.
A: Faz o que meu amigo te falou.
Obedeci.
A: Querem que eu faça mais alguma coisa?
N: Eu quero que você brinque com as tetas.
Eu: Isso não tava no acordo.
A: Vira e aperta os peitos, do jeito que ele quer.
Eu: Mas, Ale, isso…
A: Faz isso.
Me virei e fiz isso, ele tava na minha frente, mas separados pela mesinha de centro. Do meu lado esquerdo tinha a Ale e do direito o Dani. Juntei meus peitos com as mãos e me inclinei pra frente, balançando eles um pouco. O Nico pegou o pau dele pela base e levantou várias vezes, me fazendo notar que tava grande e duro igual pedra, do mesmo jeito que eu lembrava quando ele bateu uma no quintal dele.
A: Mais alguma coisa?
Gurias: Já deu, deixa ela de fio dental de uma vez. Mostra essa raba aí, vai.
Olhei pra ele, esperando a aprovação dele.
A: Vira e abaixa ela, bem como eu te falei.
Peguei na cintura da saia de novo e comecei a baixar ela uns centímetros devagar, igual a Ale tinha pedido. Começou a aparecer os elásticos e eu parei, só pra arrumar eles bem em cima da cintura, ajeitando direitinho a tanga.
Caras: Ufa sim!! Assim, Maca!! Você tá demais!!
Desce um pouquinho mais, já tava aparecendo o triângulo vermelho em cima da minha bunda e no momento de maior tensão, quando eu tava prestes a dar o movimento final, me inclinando pra frente, a campainha tocou várias vezes. Todo mundo se assustou, rapidinho me levantei e arrumei minha roupa pra ir até a janela.
Galera: Quem é a essa hora?
Eu: Minha amiga Luana.
Galera: Manda ela embora, não dá atenção pra ela.
Eu: Ela não vai embora até eu abrir, com certeza aconteceu alguma coisa, ela nunca vem a essa hora.
Caras: Não importa, deixa ela aí, continua, vai fundo.
Eu: Tô ouvindo a música, ela sabe que eu tô aqui, não posso deixar ela parada.
Guris: Tudo bem que isso aconteça, mas nosso acordo não terminou e você sabe disso.
Eu: Valeu, vou cumprir, juro por vocês, e vai ser com juros.
Eu: Tem algo pra falar?
N: Sim, me desculpa. Me deixei levar pelo momento de tesão, você também tem um pouco de culpa.
Eu: Por quê?
N: Cê percebeu como você sai às vezes? Deixa todo mundo excitado e ainda usa esse tipo de fio dental...
Eu: O que minhas calcinhas fio dental têm?
N: E são pequenininhas e gostosas, a gente fica todo excitado.
Eu: É uma fio dental comum, se vocês vissem mesmo as que eu tenho que são pequenininhas e gostosas. O que fariam então?
Nico ficou calado, mas o Alejandro não.
A: A gente pode ver alguma?
Eu: Não acho que seja demais?
A: Pô, vai fundo, quando você usar a gente vai ver ela pendurada do mesmo jeito.
Eu: Cê tem razão, mesmo que pareça muito sem noção pra mim, mas deixa eu pensar.
D: Fala, só uma. Por favor.
Eu: Tá bom, pode ser que daqui a pouco eu mostre pra vocês se se comportarem direito.
A: A gente tá se comportando muito bem e você sabe disso, com tudo isso que a gente tá falando, a gente podia ter passado dos limites.
Me virei pra olhar ele de frente e apoiei minha mão na perna dele.
Eu: De que jeito elas teriam se soltado?
A: Sei lá, tentando te tocar talvez ou algo assim.
Eu: Você não esteve muito longe há pouco na cozinha, ou tô enganado?
A: Não, mas…
Eu: Na verdade, senti você perto, muito perto. Não acha?
A vergonha tomou conta da Ale.
D: O que foi?
Eu: Nada, nada. Falei sorrindo pra Ale.
N: Fala, conta aí.
Eu: Primeiro conta você. O que cê fez com minha fio dental?
N: N..n..nada, só vi ela.
Eu: Só viu ela?
N: Bom, eu bati uma, é que deve ficar mó gostosa em você, não me segurei. Mas lavei ela, juro por Deus.
Eu: Por que você teve que lavar ela?
N: Porque aconteceu um acidente, eu só roubei ela de você por um tempo, queria me tocar e ia jogar ela no seu quintal, mas não consegui..
Eu: Que parada?
N: Me segurar, enchi ela de porra, desculpa, gostosa, desculpa.
Eu: Lavou direitinho? Não ficou nenhum cheiro nem porra?
N: Sim, lavei ela super bem.
Peguei minha tanga e, olhando pro Nico, cheirei ela.
Eu: Acho que cê tem razão, não tem cheiro de nada. Que pena.
N: Pelo amor de Deus, tô muito tesuda.
A: Tenho uma proposta.
Eu: Me conta, mas que seja interessante.
A: O que a gente pode fazer pra você deixar a gente te apalpar? Pelo menos por um tempinho.
Eu: Kkkk não, nada, isso é demais pra mim.
D: Por favor, o que você quiser.
Eu: Não, nada, impossível pelo menos por enquanto.
A: Então tenho outra.
Eu: Tô ouvindo ela.
A: Mostra pra gente uma dessas calcinhas fio dental gostosas que você tá falando, e a gente não cobra nada do que já fizemos.
Eu: Tô mais interessado na proposta, mas essas fio-dental são pra ocasiões especiais.
A: Então já que a gente viu ela e tudo, mostra pra gente como fica essa vermelha em você e a gente não cobra nada.
Eu: Ah, sei lá.
A: Hoje a gente te viu de biquíni e com certeza fica do mesmo jeito em você. Além disso, você mesma me falou isso antes deles chegarem.
Eu: O que eu te falei?
A: Que eu já tinha te visto de biquíni com bem menos roupa e que você gosta de ser boazinha com seus convidados.
Eu: Tá bom, é verdade. Tão todo mundo de acordo? Tão me vendo com a fio dental vermelha e não devo nada pra ninguém.
D: Sim
N: Sim
Peguei a fio dental e me levantei entre eles pra ir pro quarto.
A: Antes de ir embora, mostra pra eles como você mostrou pra mim.
Eu: Que porra é essa?
Ela se levantou e pegou na minha mão, levantando-a no ar.
A: Dá uma voltinha pros meus amigos também, igual você fez pra mim, eles também merecem. Querem ver como a bunda fica marcada com essa saia?
Os caras disseram que sim, dei uma volta meio rápida e parei colocando metade da mão dele na minha bunda.
A: Assim não, devagar igual você me mostrou.
Gire devagar, suave e sexy, pelo menos uns centímetros da bunda eu tinha certeza que estavam de fora. Quando terminei, os três estavam passando a mão na própria virilha, não falei nada, não conseguia. Enquanto tirava a calcinha anterior e colocava a vermelha, a pedido deles, podia ouvi-los conversando como se a porta entre nós não me deixasse escutar. "Sério que ela deu uma volta só pra você?" "Conseguiu ver a raba dela?" "Tô muito tesudo" "Não aguento mais, quero ver logo essa bunda enfiada." Não acreditava como me sentia uma puta, talvez até suja por estar excitando esses caras. Não tinha rosto, não me conheciam, mas definitivamente não sabia se quando saísse do quarto e mostrasse pra eles, ou mais tarde, mas hoje, ia comer os três, não aguentava mais.
Saí de saia, vestida exatamente como estava. Eles estavam me esperando sentados nos sofás, pareciam leões prestes a pular na presa, se acariciavam e apertavam a rola enquanto eu estava parada na frente deles, tentando juntar a última coragem pra levantar ou abaixar a saia, tava nervosa e minhas mãos suavam.
Eu: Prontos?
Gurias: Então vai, não nos faça esperar mais.
Eu: Eu levanto ou abaixo a saia?
D: Decidi que você, Ale, conseguiu isso.
Olhei pra ele, o rosto dele era outro, saía fogo do olhar enquanto parecia se masturbar devagar por cima da calça. Naquele momento, ele era meu dono e eu tinha que obedecer tudo o que ele me mandasse.
A: Abaixa essa buceta.
Coloquei minhas mãos na cintura da rabuda pra fazer isso.
A: Mas de costas e sem dobrar os joelhos.
Mordi meu lábio e girei obedecendo ao meu dono.
Eu: Quando você me falar.
A: Faz o que eu tô mandando e faz devagar.
Eu: Sim.
A: Apoia as mãos na cintura e levanta elas.
Fiz isso, era óbvio que ela queria que desse pra ver só a rabeta.
A: Agora desce um pouco a raba, rebolando.
D: Levanta um pouquinho essa saia.
Eu: Não dá, só posso dar bola pra ele.
A: Faz o que meu amigo te falou.
Obedeci.
A: Querem que eu faça mais alguma coisa?
N: Eu quero que você brinque com as tetas.
Eu: Isso não tava no acordo.
A: Vira e aperta os peitos, do jeito que ele quer.
Eu: Mas, Ale, isso…
A: Faz isso.
Me virei e fiz isso, ele tava na minha frente, mas separados pela mesinha de centro. Do meu lado esquerdo tinha a Ale e do direito o Dani. Juntei meus peitos com as mãos e me inclinei pra frente, balançando eles um pouco. O Nico pegou o pau dele pela base e levantou várias vezes, me fazendo notar que tava grande e duro igual pedra, do mesmo jeito que eu lembrava quando ele bateu uma no quintal dele.
A: Mais alguma coisa?
Gurias: Já deu, deixa ela de fio dental de uma vez. Mostra essa raba aí, vai.
Olhei pra ele, esperando a aprovação dele.
A: Vira e abaixa ela, bem como eu te falei.
Peguei na cintura da saia de novo e comecei a baixar ela uns centímetros devagar, igual a Ale tinha pedido. Começou a aparecer os elásticos e eu parei, só pra arrumar eles bem em cima da cintura, ajeitando direitinho a tanga.
Caras: Ufa sim!! Assim, Maca!! Você tá demais!!
Desce um pouquinho mais, já tava aparecendo o triângulo vermelho em cima da minha bunda e no momento de maior tensão, quando eu tava prestes a dar o movimento final, me inclinando pra frente, a campainha tocou várias vezes. Todo mundo se assustou, rapidinho me levantei e arrumei minha roupa pra ir até a janela.
Galera: Quem é a essa hora?
Eu: Minha amiga Luana.
Galera: Manda ela embora, não dá atenção pra ela.
Eu: Ela não vai embora até eu abrir, com certeza aconteceu alguma coisa, ela nunca vem a essa hora.
Caras: Não importa, deixa ela aí, continua, vai fundo.
Eu: Tô ouvindo a música, ela sabe que eu tô aqui, não posso deixar ela parada.
Guris: Tudo bem que isso aconteça, mas nosso acordo não terminou e você sabe disso.
Eu: Valeu, vou cumprir, juro por vocês, e vai ser com juros.
4 comentários - Vizinha gostosa 9