Somos Lucila e Nico, um casal bi jovem de 19 anos. Lucila é uma gótica de peitões e um rabão, e Nico é um emo afeminado que às vezes se veste de mulher, com um pau de 10 cm e um quadril bem largo. A gente se conheceu na faculdade de ciências políticas e virou um casal. Nosso sexo nunca foi ruim, mas no começo foi meio difícil e dava uma broxada porque o pau escapava toda hora. Aprendemos a usar as mãos e a boca, e depois brinquedos como consolos e consolos duplos. Éramos bem abertos.
Um dia nos convidaram pra uma festa (balada LGBT) pela primeira vez, a gente não era desse estilo porque éramos muito antisociais e otakus, mas fomos pra festa e nos drogamos e bebemos muito no pré. Como não estávamos acostumados, ficamos loucos bem rápido. Minha namorada tava com um sutiã preto com estampas da Renga e uma saia preta que deixava ver as tiras da calcinha fio dental vermelha. Eu tava com um top curto preto que deixava meu piercing aparecendo e um shortinho puta (sem nada por baixo) que comia toda minha bunda. A gente tava rebolando e se beijando igual loucos, tão suados que nossos corpos pulsavam e nossas bundas hipnotizavam todo mundo. Nisso chega um cara mais velho (55 anos), careca e com muita barba, era enorme, media 1,95, comparado com a gente que tem 1,70, parecia um gigante, e mesmo sendo gordo, tinha muito bíceps. Ele chega com uma garrafa e pergunta se a gente queria ir pro V.I.P. com ele. A gente recusou duas vezes até que ele aparece com uma bandeja de álcool, champanhe e dólares. Aí a gente aceitou, sem vergonha, e subimos. Lá em cima, no V.I.P., a gente continuava na mesma, e ele só olhava e dançava ao redor. Nisso ele manda a gente beber da garrafa dele enquanto falava: — Isso mesmo, gatinhas, bebam da minha garrafa que aqui tem muito. Aí a gente dançou mais e, num momento, começamos a rebolar forte na direção dele, e ele começou a jogar champanhe no nosso corpo. Nisso, eu e minha namorada nos pegamos forte, enquanto a gente se tocava no peito e na bunda. Aí eu perdi um pouco a consciência e, do nada, ele tava batendo nas nossas bundas com dólares e apalpando a gente. Nisso ele oferece mais pra gente beber da garrafa dele e fala pra gente ir beber junto. Aí a gente abriu a boca e a bebida caiu, e na hora ele enfiou a língua. Não sei se minha namorada achou ele atraente ou se o momento me excitou, mas a gente começou um beijo de três. Durou um tempão até ele começar a passar a mão na nossa bunda e enfiar os dedos na calcinha da minha namorada e nas minhas nádegas. Nisso ele agarra a gente forte pelas mãos e nos puxa pra fora. Em estado de farra e bebida, a gente se soltou e ele nos levou pra caminhonete dele. Nisso, ele começou a dirigir, e a gente no banco de trás já tava quase transando. Eu e minha mina nos pegando, nos beijando, aí eu tirei um peito dela e chupei, e ele gritou:
— Coelhinhas, não comecem sem mim (foi o que entendi).
Eu meio que pensei “que porra é essa?” por dentro, mas tava tão chapado que continuei na minha putaria. Aí eu olhei e a gente tava chegando num hotel. Não perguntei nada, só fui. Chegamos lá, ele abriu a porta e, inacreditavelmente, levantou nós dois, eu e minha mina, como se fossemos sacos de batata, e nos levou pro quarto.
Aí eu já pensei: se minha mina não reclama, eu também não vou reclamar. No fim, não dava pra fazer muita coisa. Nisso, a gente chegou, ele nos jogou na cama, baixou a calça e o velho tirou uma pica de 23 cm pra fora. Era mais grossa e maior que nossos brinquedos.
Nisso, como se fosse um ímã, começamos a chupar ele, enquanto eu dava um boquete nele, minha namorada chupava as bolas peludas dele, e assim nos revezávamos. Ele dizia pra gente: — Uff, que gostosas, onde aprenderam isso? — enquanto acendia um charuto que cheirava a chocolate. Nisso, ele agarra minha namorada, joga ela no chão, tira a roupa dela e começa a fazer um espanhol com os peitões enormes dela, enquanto me obrigava a comer o cu dele. Nisso, ele me pega pelo pescoço, me faz ajoelhar do lado dele e me obriga a ajudar ele a comer a buceta da minha namorada, e ficamos nisso, comemos ela bem comida. Nisso, ele se levanta, deixa ela deitada e me faz chupar o pau dele de garganta profunda e bem babado, enquanto me dizia: — Ah, chupa bem assim, vai lubrificar pra quando eu meter na sua amiga não doer. Aí eu paro e falo: — Não é minha amiga, é minha namorada. Ele respondeu: — Tanto faz, ela vai ser minha, chupa bem ou não quer que eu aproveite meu pau? Nisso, eu balanço a cabeça dizendo que sim e chupo bem fundo. Aí minha namorada começa a se tocar e olhar pra gente, dizendo que já queria e que amava me ver assim. Nisso, eu paro, pego o pau do velho e levo até os lábios da buceta da minha namorada. Ele diz: — Puxa, que namorado bem treinado você tem, te ajuda a guiar quem vai te comer. Nisso, ela diz que sim, que sou o melhor e mais lindo namorado, enquanto acaricia meu cabelo com o pé, carinhosamente. Aí, com a cabeça do pau tocando os lábios da buceta dela, começo a masturbar ele, movendo o pau do macho, e ela joga fluidos pra todo lado, e eu falo: — Pronta pra sentir o pau de um macho de verdade, amor? Ela grita como louca a palavra "sim" e, empurrando as bolas dele, enfio o pau dele na buceta da minha namorada devagar, ao som dos gemidos dela e dos sons de macho do velho. Nisso, entra quase tudo, e o velho começa a meter, enquanto me dizia: — Oh, cuckold, chupa minhas bolas e a buceta dela pra lubrificar melhor. Continua na parte 2.
Um dia nos convidaram pra uma festa (balada LGBT) pela primeira vez, a gente não era desse estilo porque éramos muito antisociais e otakus, mas fomos pra festa e nos drogamos e bebemos muito no pré. Como não estávamos acostumados, ficamos loucos bem rápido. Minha namorada tava com um sutiã preto com estampas da Renga e uma saia preta que deixava ver as tiras da calcinha fio dental vermelha. Eu tava com um top curto preto que deixava meu piercing aparecendo e um shortinho puta (sem nada por baixo) que comia toda minha bunda. A gente tava rebolando e se beijando igual loucos, tão suados que nossos corpos pulsavam e nossas bundas hipnotizavam todo mundo. Nisso chega um cara mais velho (55 anos), careca e com muita barba, era enorme, media 1,95, comparado com a gente que tem 1,70, parecia um gigante, e mesmo sendo gordo, tinha muito bíceps. Ele chega com uma garrafa e pergunta se a gente queria ir pro V.I.P. com ele. A gente recusou duas vezes até que ele aparece com uma bandeja de álcool, champanhe e dólares. Aí a gente aceitou, sem vergonha, e subimos. Lá em cima, no V.I.P., a gente continuava na mesma, e ele só olhava e dançava ao redor. Nisso ele manda a gente beber da garrafa dele enquanto falava: — Isso mesmo, gatinhas, bebam da minha garrafa que aqui tem muito. Aí a gente dançou mais e, num momento, começamos a rebolar forte na direção dele, e ele começou a jogar champanhe no nosso corpo. Nisso, eu e minha namorada nos pegamos forte, enquanto a gente se tocava no peito e na bunda. Aí eu perdi um pouco a consciência e, do nada, ele tava batendo nas nossas bundas com dólares e apalpando a gente. Nisso ele oferece mais pra gente beber da garrafa dele e fala pra gente ir beber junto. Aí a gente abriu a boca e a bebida caiu, e na hora ele enfiou a língua. Não sei se minha namorada achou ele atraente ou se o momento me excitou, mas a gente começou um beijo de três. Durou um tempão até ele começar a passar a mão na nossa bunda e enfiar os dedos na calcinha da minha namorada e nas minhas nádegas. Nisso ele agarra a gente forte pelas mãos e nos puxa pra fora. Em estado de farra e bebida, a gente se soltou e ele nos levou pra caminhonete dele. Nisso, ele começou a dirigir, e a gente no banco de trás já tava quase transando. Eu e minha mina nos pegando, nos beijando, aí eu tirei um peito dela e chupei, e ele gritou: — Coelhinhas, não comecem sem mim (foi o que entendi).
Eu meio que pensei “que porra é essa?” por dentro, mas tava tão chapado que continuei na minha putaria. Aí eu olhei e a gente tava chegando num hotel. Não perguntei nada, só fui. Chegamos lá, ele abriu a porta e, inacreditavelmente, levantou nós dois, eu e minha mina, como se fossemos sacos de batata, e nos levou pro quarto.
Aí eu já pensei: se minha mina não reclama, eu também não vou reclamar. No fim, não dava pra fazer muita coisa. Nisso, a gente chegou, ele nos jogou na cama, baixou a calça e o velho tirou uma pica de 23 cm pra fora. Era mais grossa e maior que nossos brinquedos.
Nisso, como se fosse um ímã, começamos a chupar ele, enquanto eu dava um boquete nele, minha namorada chupava as bolas peludas dele, e assim nos revezávamos. Ele dizia pra gente: — Uff, que gostosas, onde aprenderam isso? — enquanto acendia um charuto que cheirava a chocolate. Nisso, ele agarra minha namorada, joga ela no chão, tira a roupa dela e começa a fazer um espanhol com os peitões enormes dela, enquanto me obrigava a comer o cu dele. Nisso, ele me pega pelo pescoço, me faz ajoelhar do lado dele e me obriga a ajudar ele a comer a buceta da minha namorada, e ficamos nisso, comemos ela bem comida. Nisso, ele se levanta, deixa ela deitada e me faz chupar o pau dele de garganta profunda e bem babado, enquanto me dizia: — Ah, chupa bem assim, vai lubrificar pra quando eu meter na sua amiga não doer. Aí eu paro e falo: — Não é minha amiga, é minha namorada. Ele respondeu: — Tanto faz, ela vai ser minha, chupa bem ou não quer que eu aproveite meu pau? Nisso, eu balanço a cabeça dizendo que sim e chupo bem fundo. Aí minha namorada começa a se tocar e olhar pra gente, dizendo que já queria e que amava me ver assim. Nisso, eu paro, pego o pau do velho e levo até os lábios da buceta da minha namorada. Ele diz: — Puxa, que namorado bem treinado você tem, te ajuda a guiar quem vai te comer. Nisso, ela diz que sim, que sou o melhor e mais lindo namorado, enquanto acaricia meu cabelo com o pé, carinhosamente. Aí, com a cabeça do pau tocando os lábios da buceta dela, começo a masturbar ele, movendo o pau do macho, e ela joga fluidos pra todo lado, e eu falo: — Pronta pra sentir o pau de um macho de verdade, amor? Ela grita como louca a palavra "sim" e, empurrando as bolas dele, enfio o pau dele na buceta da minha namorada devagar, ao som dos gemidos dela e dos sons de macho do velho. Nisso, entra quase tudo, e o velho começa a meter, enquanto me dizia: — Oh, cuckold, chupa minhas bolas e a buceta dela pra lubrificar melhor. Continua na parte 2.
9 comentários - Nosso primeiro trisal bi cuckold e cuckqueen
Ahí solo el placer será la droga
AF97