Já fazia seis meses desde aquela foda cheia de ciúmes no quarto dela.
No final, minha mãe decidiu tentar de verdade com meu pai. Eles voltaram a morar todos juntos na casa nova, embora as coisas nunca mais fossem como antes. Meu pai passava mais tempo no trabalho, e Ana… Ana tinha virado a chefe de tudo.
Montaram um negócio familiar de distribuição de matéria-prima para fábricas (ração animal, fertilizantes e concentrados). Minha mãe administra quase tudo: cuida das contas, fecha negócios, gerencia os motoristas e fornecedores. Ela vivia vestida com jeans apertados, blusas justas e salto alto, balançando aquela bunda espetacular de um lado pro outro enquanto dava ordens. Tava mais gostosa e segura de si do que nunca.
Eu continuava estudando Veterinária e ajudava no negócio à tarde. A Sofi já trabalhava full time como edecã e modelo de eventos, e chegava em casa com outfits cada vez mais provocadores.
E sim… eu e a Ana continuávamos nos vendo escondido.
________________________________________
Era uma quarta-feira à noite. Meu pai tinha viajado pra Guadalajara por causa de um fornecedor. A Sofi tinha saído com umas amigas e voltaria tarde.
A Ana me mandou uma mensagem às 22h30:
Ana: Vem pro meu quarto. Tá sozinho.
Fui na maciota. Encontrei ela debruçada na cama revisando inventário, com uma calça preta social que enterrava brutalmente entre as nádegas. Mal fechei a porta e já me joguei nela.
— Senti sua falta, gostosa… — rosnei segurando a cintura dela.
— Shhh… rápido, meu rei, não sabemos que horas sua irmã volta — sussurrou, mas já tava empurrando a bunda pra trás, liga a TV e aumenta o volume caso sua irmã chegue (se ela soubesse que a Sofi sabe de tudo).
Baixei a calça dela até os joelhos, separei as nádegas e enfiei de uma vez. Ana soltou um gemido abafado e mordeu o braço pra não gritar. Comecei a comê-la com força, com vontade acumulada de vários dias.
PLAF… PLAF… PLAF… PLAF…
— Ai, Dany! Assim! Me dá essa pica dura como sempre! — gemeu baixinho.
Dei vários tapas na bunda dela enquanto a furava. As bundonas dela ficavam vermelhas e tremiam a cada estocada. Comi ela igual um bicho em cima das caixas, suando, mordendo o pescoço dela e puxando o cabelo. Ana gozou duas vezes antes de eu encher a buceta dela de porra quente.
Depois ela se ajoelhou, me limpou a pica com a boca e me deu um beijo profundo.
— Mesmo morando com seu pai… essa rabuda continua sendo sua quando quiser, piranha — falou me olhando nos olhos.
_________________________________
A proximidade com a Sofi
Com a Sofi as coisas tinham mudado. Já não éramos só irmãos. Depois daquela noite em que eu comi ela, começamos a ter uma tensão constante. A gente se procurava, se provocava, mas não tínhamos passado de roçadas e palavras cheias de malícia.
Ela me mandava fotos de roupa de trabalho (saias curtas, leggings que marcavam a buceta), pedia minha opinião e ria quando eu ficava nervoso. Eu provocava ela quando chegava bêbada, passava a mão "sem querer" na bunda dela ao ajudá-la a subir as escadas, e ela deixava. A gente ficava até tarde vendo filmes na sala, sentados bem juntinhos, com a perna dela sobre a minha.
A Ana percebia.
Um dia, enquanto jantávamos os quatro, a Ana olhou pra mim e pra Sofi com uma sobrancelha levantada. A gente tinha passado a refeição toda rindo e trocando cutucadas.
—Como vocês dois ficaram unidos ultimamente… —ela comentou com um sorriso, mas com um olhar meio desconfiado.
A Sofi só deu de ombros.
—É meu irmão mais velho, mãe. Óbvio que a gente se dá bem.
Eu fiquei quieto, mas senti o olhar da Ana cravado em mim. Ela ainda não desconfiava de nada… ou pelo menos parecia. Mas eu conhecia bem minha mãe. Sabia que ela tava de olho.
________________________________________
Uma noite, depois de uma escapada rápida no carro onde a Ana me chupou a pica até engolir tudo, ela disse, enquanto arrumava o batom:
—Dany… quero que você viva sua vida. Arranja uma namorada, se diverte… mas não se afasta de mim. Entendeu?
Eu concordei. Mas no fundo sabia que as coisas tavam ficando complicadas. Eu tinha minha mãe pra comer quando quisesse… e minha irmã cada vez mais perto, me provocando com aquela bunda jovem e firme.
A bomba podia explodir a qualquer momento.
Meu aniversário – O presente que eu tanto pedi
Já fazia exatamente um ano e meio desde a primeira vez que comi minha mãe. Um ano de escapadas, de fodas rápidas e desesperadas, de boquetes no carro, de trepadas selvagens no depósito do negócio e de noites roubadas quando meu pai não tava. Mas tinha uma coisa que eu nunca consegui: o cu virgem dela.
Durante meses eu insisti. Às vezes com carinho, às vezes com tesão, às vezes quase implorando. A Ana sempre recusava:
—“Ainda não, meu rei… tenho medo. Você tem a pica muito grossa e eu nunca fiz isso.”
Mas naquela noite, no dia do meu aniversário de 23 anos, tudo mudou.
________________________________________
A família tinha organizado uma festinha em casa. Meu pai, a Sofi, tios e primos. A Ana tava espetacular com um vestido preto justo que marcava brutalmente aquele rabo de infarto. Cada vez que ela andava, todos os homens devoravam ela com os olhos. Eu Só conseguia pensar no que ela tinha me prometido por mensagem naquela mesma manhã:
Ana: Hoje é teu dia, piranha. Depois da festa… vou te dar o que você tanto quis. Minha bunda virgem é sua hoje à noite.
Quando todo mundo foi embora e meu pai saiu (tinha brigado com minha mãe, acho que dessa vez de propósito por causa dela), a Ana entrou no meu quarto. Trancou a porta e ficou parada na minha frente, nervosa mas decidida.
—Feliz aniversário, meu rei… —sussurrou—. Hoje sim. Mas com uma condição: vai devagar. Muita delicadeza no começo, tá?
Me levantei e beijei ela com carinho. Tirei o vestido dela devagar, deixando só uma calcinha preta e salto alto. Deitei ela de bruços na minha cama e comecei a beijar toda a costa dela, descendo até aquela bunda enorme e perfeita que me deixava louco.
Desci a calcinha dela com cuidado. As nádegas dela se abriram um pouco, deixando ver o cuzinho pequeno, franzido, rosado e virgem. Meu pau deu um pulo.
—Fica tranquila, gostosa… vou te preparar bem direitinho —falei com voz suave.
Comecei com beijos e lambidas suaves ao redor do cu dela. Ana se tensava e gemia baixinho. Usei muito lubrificante (tinha comprado um especial pra isso). Primeiro um dedo, bem devagar, girando com paciência. Depois dois. Ana respirava ofegante, agarrando os lençóis.
— Tá bem, meu amor? — perguntava sem parar.
— S-sim… continua… tá estranho mas… não dói tanto…
Depois de quase vinte minutos de preparação, coloquei ela de quatro, com um travesseiro embaixo do quadril pra deixar a rabeta bem empinada. Passei bastante lubrificante no meu pau e encostei a cabeça bem na entrada dela.
— Respira fundo, gostosa… se doer muito, me avisa que eu paro.
Empurrei bem devagar. Só a cabeça. A Ana soltou um gemido longo e abafado, enfiando a cara no travesseiro.
— Aiiii… que grande que parece… devagar, Dany… pelo amor!
Fiquei parado, só com a cabeça dentro, acariciando as costas e a bunda dela com carinho. Aos poucos fui enfiando mais, centímetro por centímetro, sempre perguntando como ela se sentia. Levei quase dez minutos pra ter tudo lá dentro. Era uma sensação incrivelmente apertada e quente.
— Tudo dentro? — perguntou com a voz trêmula.
— Tudo, mamãe… você tá tomando minha rola inteira no cu — sussurrei acariciando a cintura dela.
Comecei a me mover bem devagar, saídas curtas e entradas suaves. Ana gemia de um jeito diferente, mistura de dor e algo novo. Depois de vários minutos, o corpo dela começou a relaxar. Os gemidos mudaram.
— Ai… Dany… já não dói tanto… é estranho… mas gostoso…
Isso me deu confiança. Aumentei um pouco o ritmo, ainda com cuidado, mas mais fundo. A bundona carnuda dela quicava suave contra mim. Enfiei a mão por baixo e comecei a esfregar a buceta dela, que tava encharcada.
— Aaaahhh! Isso! Assim! — gemeu mais alto.
— Tá gostando, mamãe? Tá gostando que eu tô comendo teu cu?
— Tô…! Tô gostando…! Continua, buceta… mais!
Não havia mais dor. Ana começou a empurrar a bunda pra trás, pedindo mais. Segurei os quadris dela com mais força e comecei a meter mais firme, ainda que controlado. Os gemidos dela ficaram mais altos e putos.
— Aiiii, Deus! Que gostoso que tá agora! Mais forte, meu rei! Não tão forte, mas mais rápido!
Dei o que ela pedia. O som dos meus quadris batendo na bundona dela enchia o quarto. Dei uns tapas leves e ela gemia mais alto. A bunda virgem dela apertava gostoso.
Quando senti que não aguentava mais, avisei:
— Ma… vou gozar…
— Dentro! Quero sentir teu gozo no meu cu!
Gozei forte, soltando jorros quentes bem dentro da bunda virgem dela. Ana teve um orgasmo quase ao mesmo tempo, tremendo e apertando minha pica com o cu dela.
Ficamos juntos por vários minutos, ofegantes. Quando saí devagar, um fio de gozo escorreu do cu dela. Ana se virou, me olhou com olhos brilhantes e um sorriso satisfeito.
— Feliz aniversário, meu amor… — sussurrou. — Não pensei que fosse gostar tanto… Agora essa bunda também é tua quando quiser.
Beijei ela com carinho e abracei forte.
— Valeu, mamãe… esse foi o melhor presente da minha vida.
Já fazia quase quatro meses do meu aniversário e daquela primeira vez que meti a pica no cu da minha mãe. Desde então, Ana tinha ficado viciada. Adorava que eu comesse ela por trás, especialmente quando pedia pra ser duro. Dizia que se sentia mais puta e mais minha quando eu penetrava ela pelo cu.
Mas a calma não durou.
Tudo explodiu numa sexta à noite. Meu pai chegou mais cedo do que o normal e se deparou com vários sinais que não gostou: mensagens estranhas no celular da Ana (mensagens minhas, embora nunca assinadas com meu nome), calcinha sexy que ele nunca tinha visto nela, e o jeito mais alegre e safado da minha mãe nos últimos meses.
Teve uma briga feia. Ouvi tudo do meu quarto.
— Sei que você tem um amante, Ana! Não me venha com essa, cara! —gritava meu pai—. Quem é? Desde quando você tá me botando chifre?
— Cê tá louco, Héctor! Não tenho amante nenhum! Cê sabe muito bem que foi o único homem que eu tive! —respondia ela, mas a voz tremia um pouco. Em parte era verdade, segundo minha mãe, antes de mim, o único cara que ela tinha pego era meu pai, embora nunca faltassem pretendentes.
A discussão terminou com meu pai saindo feito uma fera de casa. Eles se separaram de novo. Dessa vez parecia mais definitivo. Meu pai foi morar num apartamento no centro de Toluca e só passava de vez em quando pra pegar umas coisas.
Ana ficou destruída emocionalmente… mas também aliviada.
________________________________________
Eu tava prestes a terminar a faculdade de Veterinária. Só faltavam duas matérias e a tese.
Decidi levar na boa e dedicar mais tempo ao negócio e, principalmente, a ela.
Agora que meu pai não morava mais em casa, as oportunidades se multiplicaram.
________________________________________
Uma tarde, cheguei da última prova e encontrei a Ana na sala. Ela tava sentada revisando umas contas com uma calça de lycra preta que marcava cada curva daquele rabão espetacular. Ela parecia cansada, mas gostosa pra caralho.
— Como foi, meu rei? — ela me perguntou sorrindo.
— Bem. Já tô quase terminando — respondi, trancando a porta.
Cheguei por trás, enrolei os braços na cintura dela e apertei as bundas dela com força.
— Dany… aqui não, os funcionários podem chegar — sussurrou, mas já tava empurrando a bunda contra meu pau.
— Que esperem — falei no ouvido dela enquanto puxava a calça dela até os joelhos.
Inclinei ela sobre a mesa, cuspi na bunda dela e meti devagar na buceta dela. Ana soltou um gemido longo e rouco.
— Aiii, buceta… como tava sentindo falta disso!
Comecei a comer ela num ritmo constante, segurando nas cadeiras largas dela. As bundonas dela batiam gostoso contra mim.
— Tá vendo? Agora sim, posso te comer quando eu quiser, sem ter que ficar tanto me escondendo — rosnei enquanto dava tapas na bunda dela.
— Isso! Assim! Bate forte, meu amor! Essa bunda é sua… toda sua!
Tirei, passei lubrificante e enfiei no cu dela de uma só vez, mais fácil que da primeira vez. Ana já gemia que nem uma puta, rebocando pra trás.
— Mais! Enfia tudo no meu cu! Assim que eu gosto agora!
Eu segurei ela com força pelo cu por vários minutos até gozar fundo dentro dela.
Quando saí, meu gozo escorria pelo cu e pelas coxas dela. Ana se virou, se ajoelhou e limpou minha pica com a boca, me olhando com devoção.
— Você é meu homem, Dany... — sussurrou —. Mesmo separada do seu pai, eu continuo sendo sua.
No final, minha mãe decidiu tentar de verdade com meu pai. Eles voltaram a morar todos juntos na casa nova, embora as coisas nunca mais fossem como antes. Meu pai passava mais tempo no trabalho, e Ana… Ana tinha virado a chefe de tudo.
Montaram um negócio familiar de distribuição de matéria-prima para fábricas (ração animal, fertilizantes e concentrados). Minha mãe administra quase tudo: cuida das contas, fecha negócios, gerencia os motoristas e fornecedores. Ela vivia vestida com jeans apertados, blusas justas e salto alto, balançando aquela bunda espetacular de um lado pro outro enquanto dava ordens. Tava mais gostosa e segura de si do que nunca.
Eu continuava estudando Veterinária e ajudava no negócio à tarde. A Sofi já trabalhava full time como edecã e modelo de eventos, e chegava em casa com outfits cada vez mais provocadores. E sim… eu e a Ana continuávamos nos vendo escondido.
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Era uma quarta-feira à noite. Meu pai tinha viajado pra Guadalajara por causa de um fornecedor. A Sofi tinha saído com umas amigas e voltaria tarde.
A Ana me mandou uma mensagem às 22h30:
Ana: Vem pro meu quarto. Tá sozinho.
Fui na maciota. Encontrei ela debruçada na cama revisando inventário, com uma calça preta social que enterrava brutalmente entre as nádegas. Mal fechei a porta e já me joguei nela.
— Senti sua falta, gostosa… — rosnei segurando a cintura dela.
— Shhh… rápido, meu rei, não sabemos que horas sua irmã volta — sussurrou, mas já tava empurrando a bunda pra trás, liga a TV e aumenta o volume caso sua irmã chegue (se ela soubesse que a Sofi sabe de tudo).
Baixei a calça dela até os joelhos, separei as nádegas e enfiei de uma vez. Ana soltou um gemido abafado e mordeu o braço pra não gritar. Comecei a comê-la com força, com vontade acumulada de vários dias.PLAF… PLAF… PLAF… PLAF…
— Ai, Dany! Assim! Me dá essa pica dura como sempre! — gemeu baixinho.
Dei vários tapas na bunda dela enquanto a furava. As bundonas dela ficavam vermelhas e tremiam a cada estocada. Comi ela igual um bicho em cima das caixas, suando, mordendo o pescoço dela e puxando o cabelo. Ana gozou duas vezes antes de eu encher a buceta dela de porra quente.
Depois ela se ajoelhou, me limpou a pica com a boca e me deu um beijo profundo.
— Mesmo morando com seu pai… essa rabuda continua sendo sua quando quiser, piranha — falou me olhando nos olhos.
_________________________________ A proximidade com a Sofi
Com a Sofi as coisas tinham mudado. Já não éramos só irmãos. Depois daquela noite em que eu comi ela, começamos a ter uma tensão constante. A gente se procurava, se provocava, mas não tínhamos passado de roçadas e palavras cheias de malícia.
Ela me mandava fotos de roupa de trabalho (saias curtas, leggings que marcavam a buceta), pedia minha opinião e ria quando eu ficava nervoso. Eu provocava ela quando chegava bêbada, passava a mão "sem querer" na bunda dela ao ajudá-la a subir as escadas, e ela deixava. A gente ficava até tarde vendo filmes na sala, sentados bem juntinhos, com a perna dela sobre a minha.
A Ana percebia.
Um dia, enquanto jantávamos os quatro, a Ana olhou pra mim e pra Sofi com uma sobrancelha levantada. A gente tinha passado a refeição toda rindo e trocando cutucadas.—Como vocês dois ficaram unidos ultimamente… —ela comentou com um sorriso, mas com um olhar meio desconfiado.
A Sofi só deu de ombros.
—É meu irmão mais velho, mãe. Óbvio que a gente se dá bem.
Eu fiquei quieto, mas senti o olhar da Ana cravado em mim. Ela ainda não desconfiava de nada… ou pelo menos parecia. Mas eu conhecia bem minha mãe. Sabia que ela tava de olho.
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Uma noite, depois de uma escapada rápida no carro onde a Ana me chupou a pica até engolir tudo, ela disse, enquanto arrumava o batom:
—Dany… quero que você viva sua vida. Arranja uma namorada, se diverte… mas não se afasta de mim. Entendeu?
Eu concordei. Mas no fundo sabia que as coisas tavam ficando complicadas. Eu tinha minha mãe pra comer quando quisesse… e minha irmã cada vez mais perto, me provocando com aquela bunda jovem e firme.
A bomba podia explodir a qualquer momento.
Meu aniversário – O presente que eu tanto pedi
Já fazia exatamente um ano e meio desde a primeira vez que comi minha mãe. Um ano de escapadas, de fodas rápidas e desesperadas, de boquetes no carro, de trepadas selvagens no depósito do negócio e de noites roubadas quando meu pai não tava. Mas tinha uma coisa que eu nunca consegui: o cu virgem dela.
Durante meses eu insisti. Às vezes com carinho, às vezes com tesão, às vezes quase implorando. A Ana sempre recusava:
—“Ainda não, meu rei… tenho medo. Você tem a pica muito grossa e eu nunca fiz isso.”
Mas naquela noite, no dia do meu aniversário de 23 anos, tudo mudou.
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A família tinha organizado uma festinha em casa. Meu pai, a Sofi, tios e primos. A Ana tava espetacular com um vestido preto justo que marcava brutalmente aquele rabo de infarto. Cada vez que ela andava, todos os homens devoravam ela com os olhos. Eu Só conseguia pensar no que ela tinha me prometido por mensagem naquela mesma manhã:
Ana: Hoje é teu dia, piranha. Depois da festa… vou te dar o que você tanto quis. Minha bunda virgem é sua hoje à noite.Quando todo mundo foi embora e meu pai saiu (tinha brigado com minha mãe, acho que dessa vez de propósito por causa dela), a Ana entrou no meu quarto. Trancou a porta e ficou parada na minha frente, nervosa mas decidida.
—Feliz aniversário, meu rei… —sussurrou—. Hoje sim. Mas com uma condição: vai devagar. Muita delicadeza no começo, tá?
Me levantei e beijei ela com carinho. Tirei o vestido dela devagar, deixando só uma calcinha preta e salto alto. Deitei ela de bruços na minha cama e comecei a beijar toda a costa dela, descendo até aquela bunda enorme e perfeita que me deixava louco.Desci a calcinha dela com cuidado. As nádegas dela se abriram um pouco, deixando ver o cuzinho pequeno, franzido, rosado e virgem. Meu pau deu um pulo.
—Fica tranquila, gostosa… vou te preparar bem direitinho —falei com voz suave.
Comecei com beijos e lambidas suaves ao redor do cu dela. Ana se tensava e gemia baixinho. Usei muito lubrificante (tinha comprado um especial pra isso). Primeiro um dedo, bem devagar, girando com paciência. Depois dois. Ana respirava ofegante, agarrando os lençóis.
— Tá bem, meu amor? — perguntava sem parar. — S-sim… continua… tá estranho mas… não dói tanto…
Depois de quase vinte minutos de preparação, coloquei ela de quatro, com um travesseiro embaixo do quadril pra deixar a rabeta bem empinada. Passei bastante lubrificante no meu pau e encostei a cabeça bem na entrada dela.
— Respira fundo, gostosa… se doer muito, me avisa que eu paro.
Empurrei bem devagar. Só a cabeça. A Ana soltou um gemido longo e abafado, enfiando a cara no travesseiro.
— Aiiii… que grande que parece… devagar, Dany… pelo amor!
Fiquei parado, só com a cabeça dentro, acariciando as costas e a bunda dela com carinho. Aos poucos fui enfiando mais, centímetro por centímetro, sempre perguntando como ela se sentia. Levei quase dez minutos pra ter tudo lá dentro. Era uma sensação incrivelmente apertada e quente.— Tudo dentro? — perguntou com a voz trêmula.
— Tudo, mamãe… você tá tomando minha rola inteira no cu — sussurrei acariciando a cintura dela.
Comecei a me mover bem devagar, saídas curtas e entradas suaves. Ana gemia de um jeito diferente, mistura de dor e algo novo. Depois de vários minutos, o corpo dela começou a relaxar. Os gemidos mudaram.
— Ai… Dany… já não dói tanto… é estranho… mas gostoso…
Isso me deu confiança. Aumentei um pouco o ritmo, ainda com cuidado, mas mais fundo. A bundona carnuda dela quicava suave contra mim. Enfiei a mão por baixo e comecei a esfregar a buceta dela, que tava encharcada.
— Aaaahhh! Isso! Assim! — gemeu mais alto.
— Tá gostando, mamãe? Tá gostando que eu tô comendo teu cu?
— Tô…! Tô gostando…! Continua, buceta… mais!
Não havia mais dor. Ana começou a empurrar a bunda pra trás, pedindo mais. Segurei os quadris dela com mais força e comecei a meter mais firme, ainda que controlado. Os gemidos dela ficaram mais altos e putos.— Aiiii, Deus! Que gostoso que tá agora! Mais forte, meu rei! Não tão forte, mas mais rápido!
Dei o que ela pedia. O som dos meus quadris batendo na bundona dela enchia o quarto. Dei uns tapas leves e ela gemia mais alto. A bunda virgem dela apertava gostoso.
Quando senti que não aguentava mais, avisei:
— Ma… vou gozar…
— Dentro! Quero sentir teu gozo no meu cu!
Gozei forte, soltando jorros quentes bem dentro da bunda virgem dela. Ana teve um orgasmo quase ao mesmo tempo, tremendo e apertando minha pica com o cu dela.
Ficamos juntos por vários minutos, ofegantes. Quando saí devagar, um fio de gozo escorreu do cu dela. Ana se virou, me olhou com olhos brilhantes e um sorriso satisfeito.
— Feliz aniversário, meu amor… — sussurrou. — Não pensei que fosse gostar tanto… Agora essa bunda também é tua quando quiser.
Beijei ela com carinho e abracei forte.
— Valeu, mamãe… esse foi o melhor presente da minha vida.
Já fazia quase quatro meses do meu aniversário e daquela primeira vez que meti a pica no cu da minha mãe. Desde então, Ana tinha ficado viciada. Adorava que eu comesse ela por trás, especialmente quando pedia pra ser duro. Dizia que se sentia mais puta e mais minha quando eu penetrava ela pelo cu.
Mas a calma não durou.
Tudo explodiu numa sexta à noite. Meu pai chegou mais cedo do que o normal e se deparou com vários sinais que não gostou: mensagens estranhas no celular da Ana (mensagens minhas, embora nunca assinadas com meu nome), calcinha sexy que ele nunca tinha visto nela, e o jeito mais alegre e safado da minha mãe nos últimos meses.
Teve uma briga feia. Ouvi tudo do meu quarto.
— Sei que você tem um amante, Ana! Não me venha com essa, cara! —gritava meu pai—. Quem é? Desde quando você tá me botando chifre?
— Cê tá louco, Héctor! Não tenho amante nenhum! Cê sabe muito bem que foi o único homem que eu tive! —respondia ela, mas a voz tremia um pouco. Em parte era verdade, segundo minha mãe, antes de mim, o único cara que ela tinha pego era meu pai, embora nunca faltassem pretendentes.
A discussão terminou com meu pai saindo feito uma fera de casa. Eles se separaram de novo. Dessa vez parecia mais definitivo. Meu pai foi morar num apartamento no centro de Toluca e só passava de vez em quando pra pegar umas coisas.Ana ficou destruída emocionalmente… mas também aliviada.
________________________________________
Eu tava prestes a terminar a faculdade de Veterinária. Só faltavam duas matérias e a tese.
Decidi levar na boa e dedicar mais tempo ao negócio e, principalmente, a ela.
Agora que meu pai não morava mais em casa, as oportunidades se multiplicaram.
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Uma tarde, cheguei da última prova e encontrei a Ana na sala. Ela tava sentada revisando umas contas com uma calça de lycra preta que marcava cada curva daquele rabão espetacular. Ela parecia cansada, mas gostosa pra caralho.
— Como foi, meu rei? — ela me perguntou sorrindo. — Bem. Já tô quase terminando — respondi, trancando a porta.
Cheguei por trás, enrolei os braços na cintura dela e apertei as bundas dela com força.
— Dany… aqui não, os funcionários podem chegar — sussurrou, mas já tava empurrando a bunda contra meu pau.
— Que esperem — falei no ouvido dela enquanto puxava a calça dela até os joelhos.
Inclinei ela sobre a mesa, cuspi na bunda dela e meti devagar na buceta dela. Ana soltou um gemido longo e rouco.
— Aiii, buceta… como tava sentindo falta disso!
Comecei a comer ela num ritmo constante, segurando nas cadeiras largas dela. As bundonas dela batiam gostoso contra mim.
— Tá vendo? Agora sim, posso te comer quando eu quiser, sem ter que ficar tanto me escondendo — rosnei enquanto dava tapas na bunda dela. — Isso! Assim! Bate forte, meu amor! Essa bunda é sua… toda sua!
Tirei, passei lubrificante e enfiei no cu dela de uma só vez, mais fácil que da primeira vez. Ana já gemia que nem uma puta, rebocando pra trás.
— Mais! Enfia tudo no meu cu! Assim que eu gosto agora!Eu segurei ela com força pelo cu por vários minutos até gozar fundo dentro dela.
Quando saí, meu gozo escorria pelo cu e pelas coxas dela. Ana se virou, se ajoelhou e limpou minha pica com a boca, me olhando com devoção.
— Você é meu homem, Dany... — sussurrou —. Mesmo separada do seu pai, eu continuo sendo sua.
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