Ruidos a través de la pared - Capítulo 10

Sentei nas arquibancadas do estádio de futebol vendo Christopher e Gwen se formarem. Olhei ao redor pra todas as outras mães sorrindo com orgulho. Não podia ser a única, né? Tinha tanta. Pelo menos umas quantas deviam ser tão pervertidas quanto eu. E pelo menos uma ou duas delas deviam ter agido de acordo. Claro, mesmo que tivessem transado com os filhos, era improvável que também tivessem uma namorada na turma de formandos. Queria poder encontrar de alguma forma minhas colegas mães degeneradas e contar tudo sobre meu ano louco. E adoraria ouvir o que elas tinham pra dizer.

"Lá vem o Christopher." Carl apertou minha mão. Se ele soubesse que a esposa dele tava vivendo a vida de uma adolescente safada. "Não tá gostoso?"

"Tá, muito gostoso." Eu era tão malvada. Só conseguia pensar em abrir as pernas do Christopher mais tarde naquele dia. Ia fazê-lo usar aquela toga ridícula e o chapéu de formatura enquanto me montava. "Temos o filho perfeito, Carl." Meu marido concordou com a cabeça.Ruidos a través de la pared - Capítulo 10O colégio acabou e as semanas foram passando. Com a Gwen e o Christopher fora da escola, a gente passava um tempão junto. Minha barriga crescia cada vez mais, mas isso não parecia diminuir o interesse deles pelo meu corpo. Muito pelo contrário.

"Quero que você vista o biquíni de novo, Sra. Green." A Gwen estava colocando o biquíni dela enquanto a gente se trocava no meu quarto. O Christopher já estava na beira da piscina esperando a gente.

"Eu pareço ridícula, Gwen." Desabotoei o sutiã e tirei. Vi ela enfiar o corpo na roupa de banho. Eu era apaixonada por tudo nela, até pelo jeito que ela me perseguia agressivamente. Você tem que admitir que chantagem é bem agressiva. Mas, por mais apaixonada que eu estivesse, era só mais uma prova de quanto ela me queria.maeSê uma boa namorada e faz o que eu mando, tá?" O sorriso dele era tão safado quanto sempre. "Não se preocupa com o protetor solar. Eu mesma passo." Suspirei. "Aposto que sim." Como era de esperar, antes que eu pudesse vestir o biquíni, ele se empolgou passando protetor em mim. A gente se beijou por um bom tempo. Finalmente, me afastei e fui encontrar o Christopher na piscina.

"Por que demoraram tanto?" Christopher estava flutuando numa boia inflável. Eu não conseguia tirar os olhos do corpo musculoso dele. Ia quebrar muitos corações na faculdade.

"Tivemos que passar protetor solar." A Gwen fez uma pose pra ele e piscou um olho. Pareciam mais atiçados conforme o verão avançava. "Segurança em primeiro lugar, né?"

"Isso vindo da garota que me fez dormir com a minha mãe sem proteção." Christopher espirrou água na Gwen. No começo, achei que ele tava bravo, mas tava sorrindo. Esse era meu filho, sempre de boa com tudo.

"Quieto, Christopher." Olhei pra cerca do vizinho. Achei que não tivessem em casa.

"Me molhou." A Gwen pulou na piscina com um baita chapão. "E agora tô toda ensopada." Ela empurrou o Christopher pra água e montou nas costas dele.

Olhei a cerca pela última vez, relaxei e me sentei debaixo de um guarda-sol. Fiquei vendo eles brincarem como qualquer outro casal de dezoito anos em público, se agarrando com uma certa inocência nos corpos jovens e firmes. Fiquei emocionada. Tudo parecia tão natural. Se eu não soubesse, ficaria surpresa ao saber que os dois estavam transando comigo há meses.incestoNos divertimos o verão inteiro. Às vezes estava com os dois, às vezes com a Gwen e às vezes com o Christopher. Muito raramente ficava sozinha. Não conversamos muito sobre a partida dele no outono, além de discutir as necessidades práticas com o Christopher. Mas acho que todos sentimos que o verão alegre estava chegando ao fim enquanto avançávamos em agosto.

Um dia escaldante, me peguei num daqueles raros momentos de solidão. Amava meu marido, meu filho e minha namorada, mas era bom ter um instante de paz e sossego. A Gwen e o Christopher estavam fazendo algo com os amigos. O Carl estava no trabalho. Eu estava lendo na sala quando achei que ouvi algo na casa.

Inclinei a cabeça e escutei. Será que vinha do porão? Levantei devagar e fui até as escadas. Não era o vento, já que o ar lá fora estava quente, úmido e parado. Descendo as escadas, agucei a audição. Vozes suaves subiam do porão. Eram o Christopher e mais alguém. Entrei na sala das máquinas e encostei o ouvido na parede. Falavam baixinho, então não consegui ouvir as palavras. Mas, claro, reconheci o tom e a cadência da fala da Gwen.

Que diabos estavam fazendo juntos? Sei que o Christopher aproveitaria a chance de ficar com a ex-namorada, mas a Gwen tinha deixado bem claro que não queria namorado. Me entristece dizer que fiquei com um pouco de ciúme. Especialmente quando os gemidos familiares dela atravessaram a parede.Mamae e filhoComo nos velhos tempos", sussurrei, levantando meu vestido. Me masturbei enquanto o Christopher fazia o que quer que estivesse fazendo com ele. Gozei bem na hora em que os gemidos profundos dele começaram. Era hora de me infiltrar na festa. Saí do meu lugar encostada na parede e fui até o quarto do Christopher. A porta estava fechada, mas sem chave. Abri um pouquinho.

"Deus... Chris... uuuggghhhhhhh... mais devagar... é maior que todos os meus vibradores juntos." A Gwen estava de joelhos, olhando por cima do ombro para o Christopher.

"Não... consigo... evitar. Você é... eh... eh... eh... tão gostosa." As cadeiras do Christopher eram um borrão. Já tendo estado do lado receptor daquela vara muitas vezes, dava pra entender por que ela queria que ele fosse mais devagar. Meus dedos e minha língua não eram os mesmos. E acho que os brinquedos dela também não. Olhei de perto e fiquei aliviada ao ver que o pau grosso dele estava coberto de látex. Estavam sendo cuidadosos.

"Você vai... ugh... me quebrar, seu... oooohhhhh... idiota." A Gwen rangeu os dentes e se agarrou com força aos lençóis.

"Pelo amor de Deus, Christopher. Diminui a velocidade." Entrei no quarto com as mãos na cintura. "Ela não tá acostumada com o teu pau."

As cadeiras do Christopher desaceleraram na hora. Ele me olhou sem surpresa, como se estivesse me esperando. "Desculpa, mãe. É que... eh... eh... eu fico muito excitado... às vezes."

"Já tô vendo." Virei minha atenção para a Gwen. "Assim tá melhor, querida?"

"Oooohhhhh, sim." Os olhos dela reviraram. "Muito melhor." Ela mordeu o lábio e assentiu.

"O que vocês dois estão fazendo? Pensei que a história de vocês tinha acabado." Tentei disfarçar o ciúme na minha voz.

"A gente vai... se ver... logo", disse a Gwen. "Uma última... ugh... transada pelos velhos tempos... pelo bem de..." Quando ela viu minha cara fechada, fez um sinal pra eu chegar perto. Sentei na cama, me inclinei e beijei ela. Foi estranho beijá-la enquanto a cabeça dela pendia pra trás. vai com cada estocada lenta dos quadris do Christopher. A gente se soltou do beijo e ele sorriu pra mim. "Não fica... ugh... triste, Sra. Green. Vou continuar visitando a senhora."

"Não tô triste", menti. "Tô feliz por vocês dois." Isso era verdade. "Vocês vão ter tantas aventuras na faculdade. Queria poder ir com vocês."

"Mãe... posso... fazer... a senhora também?" Christopher acenou com a cabeça pro espaço vazio do lado da Gwen. Entendi a ideia.

"Tá bem, o dever chama." Beijei a Gwen rapidamente dessa vez e me despi. Me arrastei até a cama e fiquei de quatro do lado dela.incesto entre mae e filhoNo começo, o Christopher me acariciou enquanto ele transava com a Gwen. Foi gostoso. Depois ele saiu de dentro dela, tirou a camisinha e deslizou pra dentro de mim. Foi divino. Virei a cabeça e olhei nos olhos da Gwen. "Vou... ugh... vou sentir muita falta de você... uh... uh... uh... muita."

"Você é a melhor... mãe... de todas." A voz do Christopher tava carregada de prazer. Ele deu um tapa na minha bunda e eu gritei. "Pensa em... quanto... vou sentir sua falta!"

"Eu também, Sra. Green. Eu também." A Gwen me beijou. Era minha vez de me jogar contra ela a cada estocada do Christopher. Foi perfeito. Mas até o sublime tem que acabar uma hora.

Passaram-se mais umas duas semanas, e a Gwen veio pra última visita de verão dela. O Christopher tava com os amigos dele, e meu marido tava na casa de um amigo vendo o jogo. Com as luzes apagadas na sala, a Gwen e eu nos beijamos por um tempo, e depois nos tocamos sentadas uma do lado da outra no sofá.Ruidos a través de la pared - Capítulo 10Não vai me esquecer... quando sair com uns caras da faculdade... vai, Gwen?"

Ela tava bem gostosa sob a luz do poste que entrava pelas janelas. O sorriso dela brilhava no escuro.

"Quem falou em... cara de faculdade... Sra. Green?" Ela baixou meu vestido e sutiã, e lambeu meu peito. Os dedos dela continuaram com a mágica. "Vou atrás de uma... ugh... mulher mais velha. Alguma professora inteligente e durona... que precisa aprender a relaxar. O que acha? Tenho... alguma chance?"

"Não tenho dúvida nenhuma de que você vai pegar... quem quer que seja... oh..." Eu me derreti no sofá. Todos os meus nervos vibravam. Em vez de ciúmes, a ideia dela domar um dos professores dela só aumentou meu tesão. "Monta em mim... uma última vez.maeGwen riu. "Claro que sim." Nos despimos, ela me ajudou a ficar de barriga pra cima e entrelaçou as pernas nas minhas. Eu tinha lágrimas nos olhos quando me despedi naquela noite. Ela ia forjar o próprio destino. Disso eu tinha certeza.

Mesmo estando enorme como uma casa, insisti em levar o Christopher pra universidade. Meu marido se ofereceu pra ir comigo, mas quando viu que eu tava determinada a passar um tempo a sós com o Christopher, topou. Ficou feliz em evitar a viagem. Não queria perder o golfe com os amigos.

Dirigi e o Christopher dormiu quase o caminho todo. O carro encheu com os sons do Abba, e minha mente encheu de lembranças do último ano. Eu tinha vivido os sonhos de toda adolescente rebelde. Mas no fim do dia, continuava sendo uma mãe casada de quarenta e poucos anos. Não ia pra universidade, nem me mudar pra lugar nenhum, nem conhecer gente nova. Em vez disso, ia ter um bebê.

Acordei o Christopher quando chegamos e fomos buscar o quarto dele na residência. Fiquei com tanta inveja de ver a emoção da juventude se espalhando na frente dele como um banquete fabuloso de novas experiências. Mas mantive minhas palavras positivas e de apoio, apontando uma estátua legal aqui ou um prédio interessante ali. Conhecemos o conselheiro da residência, pegamos a chave dele e encontramos o quarto. O colega de quarto ainda não tinha chegado.

"E aí, o que você acha?" Uma mistura de emoções me invadiu. Me concentrei na minha felicidade por ele e sorri.

"É meio pequeno." O Christopher tinha razão. O quarto dele tinha o tamanho de uma cela de prisão. Me perguntei como ele se sentiria tendo que dividir um espaço tão apertado.

"Aposto que todo tipo de gatinha vai visitar esse quarto." Dei um tapinha amigável na bunda dele. "Você vai se divertir pra caralho."

"Mãe?"

"Sim?" Me surpreendi quando ele fechou a porta rapidinho, trancou e me beijou com a paixão que eu já esperava dele. Ele interrompeu o beijo e me olhou sério.

"Quero que você seja a primeira. garota no meu quarto da residência." Christopher me despiu com dedos desajeitados e apressados. Acho que ele estava nervoso porque o colega de quarto dele podia aparecer a qualquer momento. Sabia que a ideia me preocupava um pouco. Me encontrei nua, observando ele tirar a roupa.

"Quer inaugurar seu novo quarto comigo?" Me ajoelhei e o chupei. Meu filho nunca deixava de me excitar.

"Sim... sim... mamãe."

Christopher me agarrou pelo cabelo e esfregou minha cabeça contra o pau dele. Nós dois sabíamos que logo ele estaria nadando dentro de uma buceta, mas mesmo assim ele me queria. Eu estava excitada.

Depois de um boquete rápido e descuidado, montei nele no colchão vazio. Bom, pelo menos esperava que fosse dele! Podia ser do colega de quarto, suponho. Incentivei ele a gozar dentro da minha buceta, e ele fez isso.incestoDepois nos vestimos rápido. Bem na hora que eu tava colocando o vestido, ouvi uma chave na porta. Um segundo depois, entrou o novo colega de quarto dele com os pais. Normalmente eu não fico vermelha, mas senti minhas bochechas esquentarem. Fiquei me perguntando se dava pra sentir o cheiro do que a gente tinha feito. Terminamos a conversa fiada rapidinho e saímos da residência.

Naquela noite, levei o Christopher pra jantar. A gente riu e falou da Gwen, imaginando como ela ia se virar na faculdade. O Christopher tinha certeza de que ela já tinha seduzido alguma mulher desavisada. Eu achava mais provável que ela tivesse ido direto pro sexo.

Depois do jantar, a gente deu um passeio de braços dados na noite quente de setembro. Caminhamos devagar por um parque. Não parecia ter mais ninguém por perto.

"Vou sentir muita sua falta." Abracei ele com força.

"Eu também, mãe." Ele me abraçou de volta.

"Lembra da primeira vez que te chupei?" Olhei pra ele e, pelo sorriso no rosto dele, vi que lembrava bem. "Foi uma loucura." Caminhamos em silêncio por um tempo. "Fico muito feliz que a gente tenha feito isso."

Ele riu de boa. "Tem certeza de que vai conseguir dirigir de volta hoje à noite?"

"São só algumas horas, querido. Vou ficar bem."

"Podemos fazer mais uma vez?" Ele levantou meu vestido e me empurrou de leve contra uma árvore. "Quero que você volte pra casa com o papai com a buceta cheia de porra.Mamae e filho“E o teu bebê na minha barriga.” Deixei ele fazer o que quisesse comigo. Ele me pegou por trás enquanto eu resistia. Minha buceta transbordava de porra cremosa quando terminamos. Levei ele de volta pra república estudantil, dei um beijo na bochecha dele e fiz ele prometer que ia nos visitar logo.incesto entre mae e filhoNo caminho pra casa, eu ainda tava com uma mistura de emoções. Uma coisa que eu tinha certeza era a sorte que tive de ter ouvido o Christopher e a Gwen através da parede. Que oportunidade eles me deram! Gostava de pensar que aproveitei ao máximo. Esperava que outras mães tivessem a mesma chance.FIM

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