Oficina com Priscila: Tensão e Luvas Amarelas PT1

Já passava das oito da manhã e já dava pra sentir o vai e vem de carros na rua principal, veículos indo e vindo, gente atravessando a rua, e lá estava a oficina, com poucos carros, sem muita clientela no momento, só os carros dos funcionários. Já se ouvia no ambiente o rádio de sempre na mesma estação, enquanto na recepção os trabalhadores batiam papo entre si. Junto com eles estava uma garota de uns vinte e poucos anos, talvez, que vamos chamar de Priscila, uma moça baixinha, mas de quadril largo, umas pernas e um rabo bem grossos e uns braços cheinhos, do tipo que a gente chama de gordinha gostosa. Ela estava vestida com uma calça jeans, um tênis preto, um suéter cinza e usava luvas de limpeza amarelas, com uma das mãos na cintura.Oficina com Priscila: Tensão e Luvas Amarelas PT1ouvindo os outros colegas de trabalho falarem sobre como tinha sido o fim de semana deles, e as gargalhadas ecoavam.
"E você, Priscila, o que fez no fim de semana?" – perguntou um dos caras
"O de sempre, descansar e arrumar a casa" – respondeu ela, com as mãos na cintura
"E aí, nada de ação?" – perguntou outro
E ela, sem se fazer de rogada, respondeu com um empurrãozinho enquanto ria e balançava a cabeça.

Rodeada por um ambiente de homens, com cheiro de óleo, panos cheios de graxa, cheiro de gasolina, tinta e lanternas de bateria, ela sempre tinha que lidar com esse tipo de pergunta ou, às vezes, ouvir comentários de duplo sentido como: "Mami, esse motor precisa de troca de óleo, não quer que eu te ajude?", "Tem que trocar esse flat", "Os rolamentos me apertariam bem pra ajustar algo em mim, se é que você me entende". Ela sabia até onde podia aguentar, e seus colegas tinham aprendido da pior forma a não passar dos limites com ela, porque uma vez um fez um comentário a mais e o que levou foi uma boa surra que ela deu pra ele aprender a respeitar. Isso fez com que os outros colegas a respeitassem como uma dama; o fato de estar com eles não significava que iam tratá-la como qualquer uma, senão já sabiam as consequências.

A conversa entre eles terminou, e se espalharam pela oficina pra fazer alguma coisa. Enquanto isso, Priscila voltou pra suas tarefas de limpeza, pegou o esfregão e se preparou pra limpar o banheiro. Enquanto fazia isso, um dos colegas se aproximou pra perguntar algo, mas ela estava de costas, o que proporcionava uma vista perfeita do jeans apertado marcando a sua curva. O cara não conseguia tirar os olhos dela. Priscila não era feia de jeito nenhum; ela tinha seus atributos e traços lindos ou chamativos, apesar de ser gostosona. Isso era um plus pra ela, porque percebia que seus colegas estavam de olho.

"Fecha a boca ou vai cair baba de tanto olhar pra minha bunda" – disse ela, meio corada e num tom sério. firme
Desculpa… não foi minha intenção ficar te encarando sem querer. Queria te perguntar se você sabe onde tem sabonete pra eu lavar as mãos – respondeu o garoto
Na tina, tem sabonete, vai lá e lava essas mãos e seca essa boca de babão – ela riu com um sorriso nos lábios
Mesmo que não admitisse, Priscila tava há um tempão sem transar com o parceiro, ou pelo menos a ideia que ele tinha dado de estar com outra pessoa não tinha virado possibilidade… mas era algo que passava pela cabeça dela e, num trabalho cercada de homem, a chance não era tão distante, mas também não queria fazer com qualquer um.

O garoto novo, que vamos chamar de Carlos… pra Priscila, ele era gato, era um cara calado e que ia na dele, respeitoso, e tinha algo no olhar dele que Priscila não sabia identificar de cara, era uma vontade de ficar com Priscila, mas ao mesmo tempo respeito, já que sabiam que Priscila era casada e não queriam encrenca de nenhum tipo, sabendo que uma traição não é bem vista.

Carlos seguiu as instruções de Priscila e foi até a tina lavar as mãos, bem na frente dele tinha um espelho, que tava manchado com bolinhas brancas, por causa da sujeira, mas refletia a figura de Priscila, que continuava passando pano com determinação. Carlos olhava pra ela e pensava consigo mesmo: “Como eu queria poder comer ela” e nisso apareceu Seu Vicente, outro mecânico que conseguiu ler as intenções do garoto:
“Hahaha, ela tá fora do teu nível, garoto, embora dê pra ver a determinação”. Isso é bom – ele disse piscando um olho
Seu Vicente – falou o nervoso, enquanto terminava de lavar as mãos e depois pegava a toalha de microfibra pra se secar. Não sei do que o senhor tá falando – Ela é só uma colega.
“Chente” – como apelidavam o Vicente – riu da safadeza do garoto, mas entendia perfeitamente a situação, uma mulher rodeada por homens, isso no pornô era o máximo e uma fantasia que alguém podia ter. Mas a realidade era outra, o Seu Vicente e Priscila, em Em algum momento, depois que comecei a trabalhar lá, teve um quase algo, mas não rolou… mas a tentação de repetir ficou no ar…
Ela não vai te bater nem te morder, se você tratar ela mal, afinal você ainda é uma mulher – disse Vicente
Isso eu sei, seu Chente, mas é que ela tem algo muito chamativo pra mim – falou Carlos num suspiro, não consegui tirar os olhos daquelas cadeiras e daquela bunda gostosa dela, ele dizia
Quando um tapa no ombro dele o assustou
Mas que poético você tá hoje, Carlitos, será que te chamou tanta atenção assim, pussy? – e depois uma risada nervosa – era a Priscila
Carlos ficou sem reação e o seu Vicente riu
Priscila, quer que o menino tenha um infarto, hahaha, não seja má – disse Vicente e se afastou do lado deles, mas não sem antes passar a mão e apertar com força uma das nádegas da Priscila, que com o toque pulou e deu um tapa na mão do seu Vicente e um sorriso safado que devolveu dizendo:
Se acalma, véio… ainda tô pensando se te dou outra chance, enquanto mostrava a língua pra ele😜Morisquetamente brincalhona.
Chente se mexeu e saiu andando assobiando, enquanto ia dar uma olhada em outro dos carros que tinham na oficina.
Carlos ainda não se recuperava da surpresa com a revelação que Priscila acabava de fazer pro seu Chente… e perguntou, estranho e com medo:
— Priscila, mas a senhora é casada, né? Não tem medo de que, bom, já sabe…😅🙈😅Ela riu e balançou a cabeça, respondendo ao Carlos: — Sim, sou casada, mas tenho certas facilidades combinadas com meu marido — disse ela, colocando-se ao lado do rapaz e sorrindo.

— Pôxa!!! Isso muda tudo — disse Carlos, nervoso.

— Calma, Carlos — tudo bem você ficar interessado — disse ela, piscando um olho. — Já falei que meu marido me deu certas liberdades.

Os dois ficaram em silêncio enquanto a água continuava correndo e Priscila terminava de lavar as mãos.

— Se me permite um elogio, gostei de te ver hoje com essa roupa — disse Carlos, fechando os olhos.

Priscila respondeu com um "obrigada", secou as mãos na toalha de microfibra e colocou as luvas amarelas de novo, dizendo a Carlos: — Vamos, pussy, o dia ainda não acabou. Bora continuar o trabalho — e os dois voltaram aos seus postos, seguindo com suas tarefas.

Carlos voltou com o Seu Vicente para o veículo em que estava trabalhando, enquanto começava a passar as chaves que o velho pedia.

— Calma, garoto, não se preocupa, você já conquistou ela — disse Vicente.

— Seu Vicente!!! E se os outros ouvirem? — indicou Carlos, apontando para os colegas.

— Não, filho, fica tranquilo, isso fica entre nós três — disse Vicente, bem calmo.

Carlos deu de ombros, nervoso, como se as palavras do Seu Vicente tivessem penetrado fundo nele, e o que Priscila disse sobre ter liberdades, o que será que ela queria dizer com isso? Foram coisas que ficaram martelando na cabeça de Carlos nas horas de trabalho antes do almoço.

Priscila, que continuava em suas tarefas, não parou de prestar atenção em Carlos. Havia algo no rapaz que chamava a atenção dela. Talvez, depois de ter dado a buceta para uns caras desesperados ou que não sabiam valorizá-la, talvez com alguém mais novo e cavalheiro pudesse ser diferente. Ela sabia que Carlos estava a fim dela e começou a sentir como sua buceta começou a pulsar… isso significava uma coisa, e ela, baixinho, dizia: — Ah, Carlinhos, o que você fez com a minha buceta? Você me deixa com tanta vontade que me deixou toda molhadinha.

Continuaram na lida, cada um no seu posto de trabalho. Carlos, que tava com as mãos ensebadas, ia caminhando sem perceber, tropeçou na Priscila e as mãos dele foram parar direto no peito dela... e a mão do Carlos ficou grudada no suéter da Priscila. Atrás dele, os outros colegas começaram a zuar:

— Isso aí, Carlos!!! Não se acanha não!!! Uiii, Carlinhos tão passando a mão na Priscila!!! Vai, mami, vai dar um pouco da sua porra pro menino!!!

Obviamente ela ficou vermelha e Carlos tirou a mão rapidinho e se mandou, enquanto as gargalhadas ecoavam ao fundo e um gritava:

— Mas não seja viado!!! Aproveita, cara!!!

Seu Chente balançava a cabeça, sabia ele que, de todos, incluindo ele mesmo, Carlos tinha mais chance com a Priscila do que qualquer um daqueles colegas de bosta que também queriam pegar ela.Carlos foi de novo pro tanque do lavatório se limpar. A Priscila seguiu ele com o olhar, sabia que foi um acidente, mas curtiu aquele toque indireto que rolou. O que realmente incomodou ela foi a reação dos outros. Com aquele mesmo pique, mandou um monte de verdades pra geral e ainda riu na cara deles, falando: "Pelo menos alguém vai ter chance de ter a minha atenção, diferente de uns punheteiros que iam ter que lamber graxa de motor, porque pra eu dar moral pra eles, iam ter que nascer de novo" – e o clima ficou tenso com o que aconteceu. Ela se mandou pros banheiros.

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