2 uruguaias putinhas irmãs

Isso aconteceu em fevereiro deste ano de 2022; fomos para um balneário na costa do ouro onde a família do Seb, meu marido, costuma ir passar parte das férias. Pra falar a verdade, é bom pra descansar porque é super tranquilo; não se vê muita gente, e quem aparece geralmente são idosos ou famílias.

Por isso, eu aproveitava pra descer pra praia sozinha, até por muito tempo, pra pegar sol, ouvir música ou ler. Sozinha porque ele preferia ficar em casa fazendo outras coisas, dormir, ver futebol, ou sei lá o quê. A praia ficava a um quarteirão e meio de distância, então eu ia bem direto.

Vocês já me conhecem: sou cheinha, sem ser gordinha, pernas grossas e bem torneadas, muita bunda, mas acima de tudo, muito peito, peitos enormes que dificultam nessa época do ano achar o que vestir! Meu marido é muito ciumento e bem conservador, e supostamente eu também sou, haha.

Como eu tava dizendo, meus peitos não deixam eu usar qualquer coisa porque parece que vão escapar de tão saltados que ficam. E tem um biquíni que eu amo! Pelo formato que dá nas minhas partes, e também amo a cor azul claro, ou verde água, como preferirem chamar. Amo ele, mas toda vez que tento usar, tenho problemas com meu marido, porque ele diz (e é verdade) que pareço uma puta, fala que fica pequeno, que meus peitos ficam explodindo dentro da parte de cima, e a calcinha enfiada na bunda! Mas pra pegar sol e ficar confortável, é gostoso de usar, então mesmo que ele fique bravo, eu visto ele do mesmo jeito, haha.2 uruguaias putinhas irmãsPassear na praia indo comprar churros assados com uma gostosa ou alguma bebida gelada no quiosque é perceber como todos os pais de família por ali cravam os olhos nas minhas tetas. Dá pra notar como eles desejam minhas tetas com muita safadeza.

No fim de semana antes de ir embora, no sábado, percebi movimento no bairro onde estamos hospedados: chegou uma galera de moleques que alugaram a casa ao lado da nossa. Um grupo de caras que poderiam ser meus alunos tranquilamente, uns 17 ou 18 anos, acho que eram uns 5. Nesse mesmo sábado, desci pra praia de biquíni com um calor danado, sem canga inclusive, e com minhas tetas super molhadas (por causa do calor, me molhei um pouco pra ficar mais fresquinha). Cruzei com eles indo pra praia também, e notei como todos os olhos grudaram nas minhas tetas e na minha bunda. Eles vinham numa caminhada acelerada e me deixaram passar na frente pra me devorar com o olhar. Depois, caminhamos a não mais de 3 metros de distância, os caras não perderam um detalhe. Até desliguei meus fones de ouvido, mas fingi que ainda tava escutando música pra tentar ouvir algum comentário que com certeza fariam — e foi o que aconteceu…

— “Olha as tetas que a vizinha tem”

Comentários assim me deixaram com muito tesão. Caras lindos, bem definidos e sarados, me desejando muito…

— “A vizinha tá pedindo, hein??”

Eles comentavam entre si, e faziam isso meio que sussurrando, imaginando que eu, com a música, não ouviria os comentários.

— “Você tirou uma foto pra bater punheta? Vai se masturbar olhando pra gostosa?”

Eu sentia eles bem pertinho e vi quando passaram por mim e fingiram tirar uma selfie, mas eu aparecia na tela deles. Com certeza queriam fotografar minhas tetas enormes…

Chegamos na praia, e eles sentaram a poucos metros de onde eu me deitei pra pegar um sol. Aí tirei os fones e me preparei pra tomar um chimarrão. Foi quando um deles criou coragem e falou:

— “Oi, vizinha, não tá um calorão pra…” Tomar chimarrão? Não quer uma cerveja? A gente paga.

Eu sabia que o Seb tinha ficado tirando uma soneca e não descia antes das 4 ou 5 nem fodendo (eram só umas 13 e pouco).

- Bom, valeu, que gente educada, hein.

E eles chegaram perto de onde eu tava com uma cerveja e me deram, sentaram do meu lado e a gente bateu um papo sobre tudo: praia, o bairro, futebol, o colégio. E pra minha surpresa, nunca passaram do limite nem deram em cima de mim, fiquei surpresa. Embora claramente vários deles ficavam me encarando as tetas, bobões, quase hipnotizados.

Lá pras 3 e pouco, decidiram ir jogar futevôlei e outros dar um mergulho, e os dois me chamaram pra acompanhar. Escolhi ir com quem foi pra praia (que, por sinal, eram os mais gostosos: dois loiros de olhos claros, com certeza atletas, bem grandões em cima).

Já na água, a gente brincou igual criança, jogando “loba” — um jogo típico daqui do Uruguai, onde a graça é nadar, perseguir e pegar os outros. Uma bobagem, mas dá uma paquerada. Isso serviu pra que quem tinha que me pegar me apalpasse quase descaradamente, com a desculpa de não conseguir me agarrar e da confusão da água. Percebo que, num mergulho, ele me pega por trás e coloca uma mão nas minhas tetas e aperta. Aí notei que não era sem querer. Não falei nada, só ri. Aí ele entendeu que eu tinha gostado, e os apalpões continuaram.

Mais tarde, notei que o outro cara também se metia a me apalpar disfarçadamente, por baixo da água, nas pernas, na minha bunda e, de vez em quando, nas tetas. A coisa tava esquentando muito…

Me despedi e falei que tinha me divertido pra caralho com eles! Eles se despediram, mas ficaram na água.

- Tchau, bombom.

Um deles me disse. Bombom, ele falou? Kkkkkkk

Acabou que saí na hora certa. Assim que terminei de me secar e me deitei de novo no sol pra ler, chegou o Seb. Ufa, ainda bem, me poupei de uma cena.

A gente tomou um chimarrão. batemos um papo e ficamos um tempão ali com o Seb, e do nada os caras que tinham dado uns avanços legais em mim na água saíram e sentaram a poucos metros da gente.

- Seb - Olha esses caras bobões, tudo doido atrás de você, imagino. Dá uma disfarçada aí.

Ele falou,

J - Nada, amor, nem fudendo, não seja bobo, ha.

Se ele soubesse que minutos antes esses caras estavam brincando com a mulher dele na água e aproveitando pra passar a mão…

Minutos depois, Seb me chamou pra ir na água, mas eu não quis, fiquei tomando sol. Os caras perto de mim começaram a falar:

- Que pena que você é casada, o quanto a gente ia se divertir junto…

Eu só sorri, não dava pra fazer muito mais, ha.

- É (disse o outro), mas acho que a vizinha não tem muito problema em se divertir do mesmo jeito, né?

Eu continuei sorrindo, meio nervosa, uma mistura com excitação.

- Com essa buceta gostosa que você tem, vizinha, acho que dava pra se divertir com nós dois juntos.
- É, e sem ficar brava, a vontade que eu tô dessas tetas divinas, nunca vi umas iguais, tão grandes. Imagino como devem ser e já gozo.

E me deixou perplexa! Chocada, não sabia o que falar, nunca esperava essa ousadia. A verdade é que gostei, me excitou pra caralho, me deixou com tesão esses caras me desejando daquele jeito.

- O convite já tá feito, e eu sei que você adoraria que a gente fizesse de tudo com você, nós dois. Já vimos como você se deixou levar na água, tá com vontade. Então, se quiser, dá um jeito e segue a gente.

J - Agora? Tão loucos.

- É, agora. Escuta direitinho e segue o plano! Vai se acabar de prazer, gostosa.

Nisso tudo, no momento de maior tesão, minha buceta toda molhada, completamente, o Seb chega da água e me pede a toalha, e pergunta:

Seb - O que você tava falando com esses malucos?

J - Me perguntaram onde é a saída daqui do balneário, se tem algum lugar perto pra comer ou fazer algo, e mais ou menos… menos le indique.
Seb - Ah, lá vai.vadiaE sem mais conversa, colocou os fones e se jogou no sol. Não passou nem 15 ou 20 minutos e ela dormiu no sol, como boa esposa, virei o guarda-sol pra ela dormir na sombra, o sol tava bem forte.
Nisso, os caras passam, sem camisa, e passam perto, e um me fala: "Vem com a gente, os banheiros são pra lá, vai, a gente te espera lá."

J - Quê? Vocês tão loucos!

- Vai, big brest divina, sabe o que te espera, a gente te espera lá, e não vamos ficar implorando muito porque sei que você vai.

Eles foram andando na direção dos banheiros, ficavam uns 50 metros de onde a gente tava, atrás do quiosque da praia; não pensei muito, toquei e mexi um pouco o Seb e falei:

J - Gordo, vou no banheiro, tô me sentindo meio mal, com uns tremores estranhos na barriga, já volto.

E ele, meio dormindo, respondeu:

Seb - ok, vai vai

Saí quase correndo na areia quente sem chinelo, só de biquíni, minhas tetonas balançando a cada passo, e eu, mesmo sabendo pra que ia, os nervos me comiam, eram 2! Tipo, nunca tinha rolado nada com vários, e isso era estranho, mas tava super excitada, não conseguia pensar mais…

Assim que cheguei nos banheiros, esperei fora, não fazia ideia do que esperar, do que ia rolar, Nacho (esse era o nome de um dos caras) saiu e falou:

- Segura aí 2 segundos,

J - Que porra é essa? O que a gente tá fazendo aqui?

- Só espera.

Nisso, em poucos segundos, sai um senhor do banheiro se ajeitando a bermuda e, como não podia ser diferente, cravou os olhos nas minhas tetas, que estavam maiores e mais duras do que nunca.

- Haha, quer chamar o tio? Com certeza, do jeito que ele comeu suas tetas com os olhos, topa na hora!

J - Para, não enche o saco, que onda? O que a gente tá fazendo aqui?

E sem mais, ele me pegou pela mão e me levou pra dentro; entramos rapidinho no banheiro masculino! Sim, no banheiro masculino, lá dentro tava o Mathi (o outro cara), entramos correndo em Um dos lockers, dos banheiros para deficientes que são bem maiores que os comuns. Tava lá nós, os 3 enfiados dentro do banheiro, e mesmo sabendo por que eu tava ali, parecia uma loucura chegar naquilo, meu marido tava a 50 metros, eu tava num banheiro com 2 caras, e prestes a rolar de tudo!

Sem perder tempo, o Nacho chegou por trás, me pegou pela cintura e me puxou com força contra ele. E quando eu tava colada nele, minhas tetas bateram no peito nu dele, ele falou:

- Que tetas, sua filha da puta, que tetas divinas, não sabia se você ia ter coragem, mas depois de ver que na água você deixou tocar tudo, soube que era uma puta.

E assim, sem mais, ele apertou minhas nádegas, desceu as mãos e cravou no meu cu, me puxando pra perto, e me beijou na boca, me beijava desesperado, com vontade, e eu... respondi.

As mãos dele apertavam minha bunda com força e senti quando ele soltou, mas com a mão direita me deu um tapa forte na bunda que com certeza foi forte, doeu! E deve ter deixado minha bunda vermelha!

O Mathias me virou e, sem muita enrolação, apertou minhas tetas com as mãos, apesar do tamanho das mãos dele, agarrando minhas tetas, pareciam pequenas, ele apalpou minhas tetas forte e com muita vontade, enquanto senti o outro colado nas minhas costas e começou a passar a língua no meu pescoço e encostou uma pica dura e ereta na minha bunda, e eu concordei, empinando minha bunda redonda e grande e me apoiei mais naquela pica enorme. Eu já tava completamente louca, tinha esquecido onde a gente tava, com quem, e o que meu marido tava fazendo a menos de 50 metros.

- Que tetas divinas que você tem, garota, quantas siriricas você já fez com essas tetas, você gosta de pica? Quer que a gente te meta pica?

Hoje você pode sair daqui toda fodida.

J - Façam o que quiserem comigo, mas não tô me cuidando, não gozem dentro de mim.

Hahahaha essa risada ecoou dentro do locker do banheiro, os dois. riram

- Não se preocupa, não vai ficar grávida não, a gente vai banhar esses peitos de porra e se não quiser dentro, pode cuspir fora.

Enquanto isso, o Nacho puxou a parte de cima da minha maiô e rasgou, deixando meus peitões enormes pulando no ar; e tomou conta deles, chupando e apertando, enquanto me molhava toda e me excitava cada vez mais. Senti uma corrente elétrica incontrolável quando dois dedos entraram como uma faca dentro da minha bucetinha. O Mathias correu rápido pra minha calcinha e enfiou dois dedos, metendo e tirando com fúria pra dentro.

- Tá toda molhadinha, que gostosa, cê tá doida por uma pica, docinho, hein? Que puta que cê é!

E eu não aguentava mais segurar os gemidos e gritos, me entreguei e gritei e gozei feito uma puta, me sentia no céu, explodia enquanto enfiavam os dedos e chupavam meus peitos.

Enquanto isso, o Nacho largou meus peitos, me pegou pelos ombros e me empurrou pra baixo, me ajoelhei, e eu sabia o que vinha, e verdade seja dita, já tava esperando ansiosa.

Os dois baixaram as bermudas e pularam na minha frente dois paus enormes de uns 18 ou 20 cm, mas o do Mathias, além de comprido, era grosso e bem cheio de veias, e isso me deixou com muito mais tesão!

- Enfia na boca, puta, tira toda a minha porra!

E assim que abri a boca, ele começou a me foder, tive que engasgar várias vezes, mas me acostumei e curti. Ficou uns 7 ou 8 minutos com aquela pica na minha boca, e vi ela se contorcendo e soube que ia gozar. Tirou da minha boca e me fez abrir a boca e me inclinar mais pra baixo, e quando menos esperei, um jorro interminável de porra bem grossa saiu da pica dele e entrou na minha boca. Era tanta porra que não consegui engolir tudo, e muito escorreu pros meus peitos, e com as mãos espalhei e o que dava, colocava de volta na boca. Era uma verdadeira promíscua, uma puta muito suja. E tava satisfazendo meus dois machos como nunca na vida deles.

- Que filha da vadia como ela chupa! Quem diria, uma Benita com cara de santa, a vizinha gente boa, aqui ajoelhada com os peitos de fora e cheia de porra kkkkkk

E sem mais, o outro enfiou o pau dele misturando a porra do parceiro com o pau dele, fodeu minha boca ainda mais forte,

Depois de alguns minutos, aquela pica enorme me deixou outra porção de sêmen pra engolir.

Mas dessa vez, ele me obrigou a engolir tudo, e foi o que eu fiz. Nunca tinha engolido tanta, mas tanta porra como naquele dia.

Já tinha perdido a noção do tempo, não sabia o que meu marido tava fazendo, se tinha levantado, ou se tava me procurando, e se ele entrasse no banheiro ou alguém me visse e contasse que eu tava ali com dois caras? E se ele entrasse e me visse ajoelhada com os peitos de fora chupando pica alheia!??? Já não tava ligando muito, só queria ser fodida logo!

1 comentários - 2 uruguaias putinhas irmãs