Era evidente que a fantasia da Gabi não mexia com o Esteban, por mais que ele, na sua ânsia de transformar a Cele na sua garota, na sua mulher, na sua namorada... tentasse bancar o papel do cara que fantasiava ver um terceiro possuindo ela. Ele manipulava a mente dela e, por momentos, a Celes agia como se fossem um casal... mas a atuação durava pouco, porque o Ban, conseguindo dominar ela como uma submisso, exercia o poder dele quando transavam sujo, com umas paradas que deixavam a Cel fraca. A seringa era 100% eficaz: o Esteban conseguia quebrar as defesas lógicas dela e a fazia dele, sendo a maior conquista ele gozar ouvindo ela chamar o Gabi de corno, preso por uma armação do Ban, já que no começo ela se recusava a realizar o desejo dele de que isso acontecesse. A real é que, longe de ser aquele cenário de "namorado tesudo vendo outro cara fazer a mina gemer", a Celes provou a pica do César — o anfitrião, que ia fazer o papel do outro — e, sem planejar... engoliu a vara do Frank depois que o cachorro enterrou aquela porra nela. Apoiada na mesa, viu restos de porra do labrador e, sem pensar... limpou com a língua. A Celes tava com um pingue-pongue na cabeça: será que foi tudo pro caralho ou a barreira que ela cruzou valeu a pena pelo que ela se sentia orgulhosamente puta?
César, mais esperto que o Esteban, sacou que a parada que ele bolou não tava colando... fez um sinal pra ele, mas nem precisava ficar de segredinho na frente da Celes. Ela, pelada, com resto de pó no nariz e baba da mamada que deu no pau do Frank (os dois detalhes dá pra ver na foto), avisou: "Vou dar uma passada no banheiro...". Quando fechou a porta, César foi na lata: "Ban, tua ideia não tá funcionando. Ela não esquenta quando o namorado olha, e você também não tá realizando sua fantasia. Porque... você não é o namorado dela pra Celeste ficar de putaria com outro, e a fantasia não é sua." Por mais dominante e alfa que fosse, Esteban concordou. "E pra onde a gente muda o rumo?". César, na sinceridade, respondeu: "Não surta. Somos amigos e você sabe que, mesmo essa mina sendo uma deusa, não sou um fura-olho. Ela tem uma tara doentia, sexual, por artistas. Percebi na hora que ela entrou. Acho que se eu já propor ser a musa inspiradora dela, se eu confessar que vou fazer uma obra não só inspirado nela, mas usando ela como modelo... é certeza que ela vai ficar doida de verdade. Ficar de ciúmes, amorzinho, essas merdas não cola. Você vai ter que usar mais dos seus recursos pra fazer a Celes virar sua gatinha, mas com amor de verdade." "Calma aí" cortou o Ban. "E enquanto você tá seduzindo ela com sua arte... que porra eu faço?". O celular marcava 23h10. César começou a calcular. "Primeiro eu iludo e esquento ela, perguntando se quer que eu faça uma obra onde ela é a protagonista. Com a empolgação dela, sei lá... fala que pensou em mais umas brincadeiras pra estimular ela e que ela te aguente um pouco, afinal, ela vai ficar entretida posando pra mim. Acho que se essa primeira parte fechar rápido e você deixar a gente antes das 23h30, em 45 minutos eu começo a trabalhar nela. Espera... até umas 3 ou 3h30 da manhã e aparece com mais seringas e duas garrafas de champanhe, pra celebrar a obra de arte. Senão, irmão, essa parada vai desandar feio." Esteban odiava quando seus planos fracassavam e, pior ainda, quando alguém se impunha com uma ideia. Adversa. Mas César tava certo. O jogo do namorado cuck quente vendo a namorada infiel putona com um amante... tava verde.
A porta do banheiro abriu e Cel saiu com claros sinais de ter dado uns tecos. Já começava a passar o dorso da mão no nariz, aquele gesto típico dos viciados. "Cel" conta Esteban. "César insistiu e quando a inspiração chega pra um artista... tem que ceder a ela." Ele dá um tapinha no dono da casa, que interrompe. "É. Cel. Pedi pro Esteban que queria que a gente ficasse a sós, musa e artista, por um tempo, porque quero te homenagear com uma figura de argila que te represente. Você não só me inspirou a criar: você é o tema principal. Tudo bem?" Esteban e César tinham servido umas doses de uísque deixando na mesa, bem à vista, então a musa não demorou, cheia de nervoso por tanto elogio e por embarcar numa experiência nova, e quase tomou o copo cheio. Passando o dorso rapidamente no nariz, começou a sentir como a calcinha fio dental, que tinha escapado dos apalpões e fodas de César e da gozada bestial do Frank, começava a ficar molhada. "Você quer, sério, que eu seja a imagem da sua escultura?" perguntou com orgulho e vergonha. "Sim. Tô quase te implorando" exagerou César.
Esteban tirou um maço de Marlboro lacrado e jogou pra ela pegar. "Tudo pra você, love" disse. "Vou pegar umas coisinhas que você experimentou ontem na sua casa e pra brindar... champanhe. Fica de boa, não se apressa. Vou deixar vocês trabalharem em paz." Num raro rompante de namorada, Cel fala "Ben, vou contigo até o carro pra me despedir. Me espera uns minutos, César?" O artista, que tava prestes a criar uma escultura inspirada nela, também tinha outras intenções: comer ela sozinho, que ela sentisse o prazer da pica de um pintor e escultor entrando na buceta e no cu dela, porque César tinha experiência: tem uma fila enorme de mulheres que se encantam por determinado artista: pelo que escreve, pela música, pelas fotos dela... ela não escondeu desde que chegou como a buceta dela ficava molhada quando interagia com um cara. Ele tinha tudo na cabeça: que se dane o Esteban. Ia ser fácil vencer ele. Inteligência e cultura eram valores que encharcavam a Celeste.
Depois do gesto fofo de se despedir do Esteban no carro dele, assim que ele deu a partida, a Celeste tirou o vestido na frente da casa do César, que tinha deixado a porta entreaberta. E assim, se mostrando sem proteção, ela se jogou na boca dele, beijando com um desejo reprimido. "Desde que te vi, quis que você me comesse", confessou essa morena gostosa, que só 48 horas atrás era tachada entre os caras que a conheciam como "fiel ao namorado, impossível dar bola pra você. Ela é impenetrável". Depois que a Vale não só mergulhou ela no lado obscuro e podre dos efeitos da cocaína, a Celeste se viu, estranhamente, tão vulnerável por um único objetivo: sexo sujo, que a Valéria, na sua segunda perversão com a amiga, transando e se beijando como duas sapatão. A Celes guardou isso pra ela. Nem pra Gabi, claro, e nem pra própria Valéria: o corpo e a mente dela tinham se alinhado. Ela queria ter um romance, um namoro lésbico. Pensou que essa balançada ajudava a se distanciar do Gabriel. "Por enquanto, vou curtindo o Esteban: pó, heroína, cigarro, horas dessa piroca imperdível. E o César não vou deixar passar assim fácil. Quando eu conseguir me virar com os tesouros que o Ban arruma... vou namorar alguma mina."
O César pegou na mão dela e, assim, pelada, levou ela pro ateliê dele. Quando a Celes viu o Frank, lembrou que a coisa mais obscura que um cara já tinha feito ela fazer foi, sem dúvida, o César. Ele, não satisfeito, apontou: "Ainda tá escorrendo nele. Ele vai adorar um último boquete". E lá estava ela, com a pica gigante coberta pela boca e pelos lábios. Lambeu, lambeu até engolir aquela porra doce. "Ficou escorrendo cuspe e gozo", falou o anfitrião. A puta que a Cel se sentiu não tem medida! Passou a língua e engoliu o que sobrou.
Ontem, Ban, um cara que nunca me desceu bem, apareceu lá em casa com um arsenal de prazeres e me levou pra zonas sombrias, César. Eu sei que você consegue fazer isso e muito mais. O que o Esteban nunca vai ter é a sua criatividade, seu intelecto, seu talento." César mostrou pra ela um busto que estava esculpindo, colocando ao lado de Celeste um banquinho com pó e vendo ela fumar tabaco. Esteban já tinha contado ao artista que o namorado dela, Gabriel, não queria que ela fumasse, por isso fazia uns 3 anos que ela tinha parado. Orgulhoso, ele diz a César que foi ele quem a levou a se viciar de novo em cigarros, ignorando o Gabriel.
Enquanto Celeste se sentia realmente a musa de César, pelada, com os sovacos sem depilar, fumando igual uma chaminé e cheirando pó — o que a deixava louca de vontade de dar pra ele — o dono da casa conta como vai ser a obra que ele tem em mente, que é inspirada nela e na qual ela é a protagonista.
Cel. O sonho molhado de todo artista underground é se unir sexualmente com alguma de suas obras. Sim, embora você não acredite, isso eu aprendi com um professor de uns 80 anos, quando eu tinha uns 25. Apesar de no começo eu ter tido uma rejeição a essa perversão, o tal professor sabia anedotas de muitos pintores e escultores que se apaixonavam por sua criação a ponto de desejar possuí-la. Nossos trabalhos, que o público admira como objetos inanimados, a gente cria com a ilusão de dar vida... e cada pintura, escultura, nos ilude que um dia serão seres pensantes...". Ele ri. "Sim. Você vai achar que sou louco, mas acontece." Celeste, que já sentia uma atração sexual inegável por César, o interrompe e diz que confia no que ele está falando. "É uma novidade e tanto o que estou sabendo por você... mas faz sentido."
César olha pra ela, beija ela. Enfia os dedos cheios de argila dentro daquela buceta linda enquanto a masturba. O contato dos fluidos dela e das dobras com o rústico da argila, pelo tesão, a esquenta mais que a masturbação em si. "Ahhh... sério... César... você me atrai de verdade... te admiro... e quando admiro... posso me apaixonar." Ele pega o pescoço nu dela com uma das mãos fortes e ela sente que está sufocando... não consegue respirar... os olhos dela ficam brancos... abre a boca mas não sai som nenhum... e César a solta. Celeste respira várias vezes, ofegante, recuperando o ar que faltava e ele repete a ação: agora com as duas mãos. Aperta. O ar não passa. Ela sente que vai desmaiar... tudo fica nublado... escorre saliva da boca dela... em segundos... vai perder a consciência quando ele solta de novo. Tosse, puxa o ar rapidamente... Do jeito dele, César estava dominando ela, mostrando quem manda.
"A obra vai ser assim. Você, de joelhos, coberta de argila molhada no corpo todo. Costas, peitos, pernas, braços, cara, pés... menos no cu, que vou deixar um buraco e nas suas narinas pra você respirar. enquanto te fodo pelo cu. A argila seca rápido, você não vai conseguir se mexer, igualzinho uma escultura. Quando você já estiver completamente imóvel, por mais que tente fugir, vou meter meu pau no seu cu. O artista e sua obra, unidos pelo amor mútuo, a graça que se dão um ao outro que potencializa meu trabalho e faz suas formas brilharem...
Minha musa, minha obra, minha amante, minha mulher" geme César. Celeste goza de novo.
-------------- Continua? ---------------------
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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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César, mais esperto que o Esteban, sacou que a parada que ele bolou não tava colando... fez um sinal pra ele, mas nem precisava ficar de segredinho na frente da Celes. Ela, pelada, com resto de pó no nariz e baba da mamada que deu no pau do Frank (os dois detalhes dá pra ver na foto), avisou: "Vou dar uma passada no banheiro...". Quando fechou a porta, César foi na lata: "Ban, tua ideia não tá funcionando. Ela não esquenta quando o namorado olha, e você também não tá realizando sua fantasia. Porque... você não é o namorado dela pra Celeste ficar de putaria com outro, e a fantasia não é sua." Por mais dominante e alfa que fosse, Esteban concordou. "E pra onde a gente muda o rumo?". César, na sinceridade, respondeu: "Não surta. Somos amigos e você sabe que, mesmo essa mina sendo uma deusa, não sou um fura-olho. Ela tem uma tara doentia, sexual, por artistas. Percebi na hora que ela entrou. Acho que se eu já propor ser a musa inspiradora dela, se eu confessar que vou fazer uma obra não só inspirado nela, mas usando ela como modelo... é certeza que ela vai ficar doida de verdade. Ficar de ciúmes, amorzinho, essas merdas não cola. Você vai ter que usar mais dos seus recursos pra fazer a Celes virar sua gatinha, mas com amor de verdade." "Calma aí" cortou o Ban. "E enquanto você tá seduzindo ela com sua arte... que porra eu faço?". O celular marcava 23h10. César começou a calcular. "Primeiro eu iludo e esquento ela, perguntando se quer que eu faça uma obra onde ela é a protagonista. Com a empolgação dela, sei lá... fala que pensou em mais umas brincadeiras pra estimular ela e que ela te aguente um pouco, afinal, ela vai ficar entretida posando pra mim. Acho que se essa primeira parte fechar rápido e você deixar a gente antes das 23h30, em 45 minutos eu começo a trabalhar nela. Espera... até umas 3 ou 3h30 da manhã e aparece com mais seringas e duas garrafas de champanhe, pra celebrar a obra de arte. Senão, irmão, essa parada vai desandar feio." Esteban odiava quando seus planos fracassavam e, pior ainda, quando alguém se impunha com uma ideia. Adversa. Mas César tava certo. O jogo do namorado cuck quente vendo a namorada infiel putona com um amante... tava verde.A porta do banheiro abriu e Cel saiu com claros sinais de ter dado uns tecos. Já começava a passar o dorso da mão no nariz, aquele gesto típico dos viciados. "Cel" conta Esteban. "César insistiu e quando a inspiração chega pra um artista... tem que ceder a ela." Ele dá um tapinha no dono da casa, que interrompe. "É. Cel. Pedi pro Esteban que queria que a gente ficasse a sós, musa e artista, por um tempo, porque quero te homenagear com uma figura de argila que te represente. Você não só me inspirou a criar: você é o tema principal. Tudo bem?" Esteban e César tinham servido umas doses de uísque deixando na mesa, bem à vista, então a musa não demorou, cheia de nervoso por tanto elogio e por embarcar numa experiência nova, e quase tomou o copo cheio. Passando o dorso rapidamente no nariz, começou a sentir como a calcinha fio dental, que tinha escapado dos apalpões e fodas de César e da gozada bestial do Frank, começava a ficar molhada. "Você quer, sério, que eu seja a imagem da sua escultura?" perguntou com orgulho e vergonha. "Sim. Tô quase te implorando" exagerou César.
Esteban tirou um maço de Marlboro lacrado e jogou pra ela pegar. "Tudo pra você, love" disse. "Vou pegar umas coisinhas que você experimentou ontem na sua casa e pra brindar... champanhe. Fica de boa, não se apressa. Vou deixar vocês trabalharem em paz." Num raro rompante de namorada, Cel fala "Ben, vou contigo até o carro pra me despedir. Me espera uns minutos, César?" O artista, que tava prestes a criar uma escultura inspirada nela, também tinha outras intenções: comer ela sozinho, que ela sentisse o prazer da pica de um pintor e escultor entrando na buceta e no cu dela, porque César tinha experiência: tem uma fila enorme de mulheres que se encantam por determinado artista: pelo que escreve, pela música, pelas fotos dela... ela não escondeu desde que chegou como a buceta dela ficava molhada quando interagia com um cara. Ele tinha tudo na cabeça: que se dane o Esteban. Ia ser fácil vencer ele. Inteligência e cultura eram valores que encharcavam a Celeste.
Depois do gesto fofo de se despedir do Esteban no carro dele, assim que ele deu a partida, a Celeste tirou o vestido na frente da casa do César, que tinha deixado a porta entreaberta. E assim, se mostrando sem proteção, ela se jogou na boca dele, beijando com um desejo reprimido. "Desde que te vi, quis que você me comesse", confessou essa morena gostosa, que só 48 horas atrás era tachada entre os caras que a conheciam como "fiel ao namorado, impossível dar bola pra você. Ela é impenetrável". Depois que a Vale não só mergulhou ela no lado obscuro e podre dos efeitos da cocaína, a Celeste se viu, estranhamente, tão vulnerável por um único objetivo: sexo sujo, que a Valéria, na sua segunda perversão com a amiga, transando e se beijando como duas sapatão. A Celes guardou isso pra ela. Nem pra Gabi, claro, e nem pra própria Valéria: o corpo e a mente dela tinham se alinhado. Ela queria ter um romance, um namoro lésbico. Pensou que essa balançada ajudava a se distanciar do Gabriel. "Por enquanto, vou curtindo o Esteban: pó, heroína, cigarro, horas dessa piroca imperdível. E o César não vou deixar passar assim fácil. Quando eu conseguir me virar com os tesouros que o Ban arruma... vou namorar alguma mina."O César pegou na mão dela e, assim, pelada, levou ela pro ateliê dele. Quando a Celes viu o Frank, lembrou que a coisa mais obscura que um cara já tinha feito ela fazer foi, sem dúvida, o César. Ele, não satisfeito, apontou: "Ainda tá escorrendo nele. Ele vai adorar um último boquete". E lá estava ela, com a pica gigante coberta pela boca e pelos lábios. Lambeu, lambeu até engolir aquela porra doce. "Ficou escorrendo cuspe e gozo", falou o anfitrião. A puta que a Cel se sentiu não tem medida! Passou a língua e engoliu o que sobrou.
Ontem, Ban, um cara que nunca me desceu bem, apareceu lá em casa com um arsenal de prazeres e me levou pra zonas sombrias, César. Eu sei que você consegue fazer isso e muito mais. O que o Esteban nunca vai ter é a sua criatividade, seu intelecto, seu talento." César mostrou pra ela um busto que estava esculpindo, colocando ao lado de Celeste um banquinho com pó e vendo ela fumar tabaco. Esteban já tinha contado ao artista que o namorado dela, Gabriel, não queria que ela fumasse, por isso fazia uns 3 anos que ela tinha parado. Orgulhoso, ele diz a César que foi ele quem a levou a se viciar de novo em cigarros, ignorando o Gabriel.Enquanto Celeste se sentia realmente a musa de César, pelada, com os sovacos sem depilar, fumando igual uma chaminé e cheirando pó — o que a deixava louca de vontade de dar pra ele — o dono da casa conta como vai ser a obra que ele tem em mente, que é inspirada nela e na qual ela é a protagonista.
Cel. O sonho molhado de todo artista underground é se unir sexualmente com alguma de suas obras. Sim, embora você não acredite, isso eu aprendi com um professor de uns 80 anos, quando eu tinha uns 25. Apesar de no começo eu ter tido uma rejeição a essa perversão, o tal professor sabia anedotas de muitos pintores e escultores que se apaixonavam por sua criação a ponto de desejar possuí-la. Nossos trabalhos, que o público admira como objetos inanimados, a gente cria com a ilusão de dar vida... e cada pintura, escultura, nos ilude que um dia serão seres pensantes...". Ele ri. "Sim. Você vai achar que sou louco, mas acontece." Celeste, que já sentia uma atração sexual inegável por César, o interrompe e diz que confia no que ele está falando. "É uma novidade e tanto o que estou sabendo por você... mas faz sentido."César olha pra ela, beija ela. Enfia os dedos cheios de argila dentro daquela buceta linda enquanto a masturba. O contato dos fluidos dela e das dobras com o rústico da argila, pelo tesão, a esquenta mais que a masturbação em si. "Ahhh... sério... César... você me atrai de verdade... te admiro... e quando admiro... posso me apaixonar." Ele pega o pescoço nu dela com uma das mãos fortes e ela sente que está sufocando... não consegue respirar... os olhos dela ficam brancos... abre a boca mas não sai som nenhum... e César a solta. Celeste respira várias vezes, ofegante, recuperando o ar que faltava e ele repete a ação: agora com as duas mãos. Aperta. O ar não passa. Ela sente que vai desmaiar... tudo fica nublado... escorre saliva da boca dela... em segundos... vai perder a consciência quando ele solta de novo. Tosse, puxa o ar rapidamente... Do jeito dele, César estava dominando ela, mostrando quem manda.
"A obra vai ser assim. Você, de joelhos, coberta de argila molhada no corpo todo. Costas, peitos, pernas, braços, cara, pés... menos no cu, que vou deixar um buraco e nas suas narinas pra você respirar. enquanto te fodo pelo cu. A argila seca rápido, você não vai conseguir se mexer, igualzinho uma escultura. Quando você já estiver completamente imóvel, por mais que tente fugir, vou meter meu pau no seu cu. O artista e sua obra, unidos pelo amor mútuo, a graça que se dão um ao outro que potencializa meu trabalho e faz suas formas brilharem...
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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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1 comentários - Confessou o que fez na festa e me animou a pedir fetiche
Y después dicen que estos tiempos dan vergüenza. Ja!
Calígula acostado con su caballo!