Ruídos pela Parede - Cap. 8

Eu tava tão eufórica e empolgada quando as coisas avançaram com o Christopher que nem pensei nas consequências. Abri minha buceta pra ele. Acabou que era uma espécie de caixa de Pandora. Agora, a namorada dele tinha nós dois na mira. E eu não sabia o que fazer a respeito.

Bom, isso não é totalmente verdade. Sabia que era hora de voltar a tomar anticoncepcional. No dia seguinte a deixar meu filho me encher, fui no médico. Quando ela fez todas aquelas perguntas inquisitivas sobre por que eu queria anticoncepcional, me esquivei como pude pra não responder. Imagina a cara dela se eu tivesse dito que comecei um caso ilícito com meu filho de dezoito anos, e que a namorada dele, da mesma idade, nos chantageou pra transar sem proteção? Mas a boa doutora me deu a notícia de que a pílula só começaria a fazer efeito depois que a menstruação descesse.

"Bom, tô quase no final do meu ciclo, Dra. Bennet. Então, eu tô segura se... sabe... eu e meu marido fizermos hoje à noite?" Sorri timidamente. Devia ter pesquisado mais depois do que rolou, mas tava tentando não pensar no esperma dentro de mim.Ruídos pela Parede - Cap. 8Não funciona bem assim, Sra. Green." Ela sorriu com benevolência, como se estivesse acostumada com esse nível de ignorância. "A senhora pode ovular a qualquer momento do seu ciclo. Se estiver tentando engravidar, podemos..."

"Ambas sabemos que não estou tentando engravidar." Minhas bochechas ficaram vermelhas e me senti meio tonta. Não sabia se estava segura ou não.

"Bem, nesse caso, diga ao seu marido pra manter o cavalo dele no estábulo até o primeiro dia do seu novo ciclo. A pílula vai funcionar perfeitamente então." Ela me deu um sorriso superficial e virou pro computador dela.

No caminho todo pra casa, fiquei mordendo o lábio inferior pensando em jeitos de manter a Gwen na rédea curta. Sem ela, eu sabia que eu e o Christopher conseguiríamos manter tudo seguro.

Mas algumas horas depois, Christopher chegou da escola com a Gwen do lado dele. Olhei pro meu filho com uma cara de traição quando me encontraram na cozinha. "Vocês tão saindo de novo?"

"Não tô interessada em sair com seu filho, Sra. Green." Gwen estava com o olhar perdido, como se tivesse fumado maconha. Me pareceu sentir o cheiro. "Mas tô interessada em que ele saia comigo." Ela me sorriu radiante, como se tudo isso fosse normal.

"Desculpa, mãe. Ela disse que mandaria as fotos pro pai se eu não trouxesse ela pra casa." Christopher baixou o olhar pro chão.

"E eu faria." O olhar de Gwen se desviou do meu. Não tava tão certa de que ela faria. Mas como eu podia arriscar?maeEntão, você quer que eu e o Christopher...?" Me aproximei do meu filho e peguei a mão forte dele entre as minhas. Isso não seria tão ruim, desde que não nos fizessem tentar conceber meu próprio neto.

"Sim, adoraria ver vocês dois transando de novo." Gwen acenou com entusiasmo, dando um tapa na bunda do Christopher.

"Beleza." Tentei parecer tão severa quanto uma mãe pode. "Mas tenho umas regras básicas. Nada de fotos. E o Christopher goza fora." Não acreditava que estava tendo essa conversa. Minha vida inteira tinha se distorcido em novos níveis de loucura.

"Tá tranquilo." Gwen riu. Ela realmente parecia estar drogada.

"Tem certeza, mãe?" Christopher me olhou com olhos de cachorro pidão.

Claro que tinha certeza. Que outra opção a gente tinha? Mas não falei isso. Em vez disso, assenti secamente e disse: "Vamos acabar logo com isso. Gwen vai se cansar desse jogo em breve."

Com isso, Gwen riu ainda mais.

Vinte minutos depois, eu quicava nos braços do Christopher. Nunca tinha transado de pé antes, nem com ele nem com ninguém. Isso me deixava louca.

Assim como quando ele me pegou por trás, me sentia como se fosse dele, completamente propriedade do meu filho. O pau dele me abriu, as mãos dele se agarraram na minha bunda e eu me segurei nos ombros dele, gemendo. Como meu filho tinha se tornado um homem tão forte? Esqueci completamente da nossa plateia depois do meu segundo orgasmo.incestoAh... Mamãe... Ah... Mamãe." Christopher parecia estar gostando tanto quanto eu.
Os gemidos dele já tinham começado. Eu sabia que iam ficar cada vez mais fortes até ele gozar.

"Talvez... a gente devesse... ugh..." Tava difícil me concentrar. "Devia... te fazer gozar... com a minha boca."

"Ainda não." Christopher apertou minha bunda com mais força, como se tivesse medo de eu tentar fugir. Mas eu não ia a lugar nenhum.

"Ah, porra. Vocês dois tão pegando fogo hoje." Gwen tava sentada numa cadeira da cozinha, se tocando por baixo da saia.Mamae e filhoMeu filho continuava batendo na minha buceta, me suspendendo no ar. Pensei que ele fosse se cansar e ter que me abaixar, mas ele trabalhava como um homem possuído. Eu gozei de novo, e outro orgasmo estava chegando quando seus grunhidos deram lugar a um novo gemido. Ele estava perto.

"Tá bom... tá bom... me abaixa... ah... ah..." Eu estava impotente.

"Não... Chris..." Os dedos de Gwen voavam como um raio entre as pernas dela. "Goza dentro dela... de novo." Ela nem se deu ao trabalho de nos ameaçar. Devia saber que eu terminaria dentro de mim com o menor estímulo.

Pelo jeito que Christopher me segurou, soube que ele pretendia seguir as instruções da ex-namorada.

"Espera... ah... espera, Christopher... amor... eu posso..."

Fogos de artifício explodiram na minha mente quando ele gozou. Acho que os três chegamos ao clímax ao mesmo tempo.

Enquanto eu mexia meus quadris, incentivando ele a continuar jorrando, soube que realmente tinha aberto a caixa de Pandora.incesto entre mae e filhoFinalmente, o Christopher me colocou no chão. Com as pernas tremendo, deixei ele me virar e me pegar de novo, com os cotovelos apoiados na bancada.

Quando compramos aquela casa, tava toda empolgada com a cozinha espaçosa. Nunca imaginei que ela ia ter esse uso.Ruídos pela Parede - Cap. 8Depois de meia hora de investidas implacáveis, Gwen mandou eu gozar dentro dela de novo. Nem me dei ao trabalho de reclamar. Qual era o sentido? Só me apoiei na bancada e aceitei outra descarga.

Finalmente paramos depois disso. Christopher foi tomar banho. Gwen lavou as mãos e ficou na porta da cozinha me observando enquanto eu limpava meus próprios fluidos do chão da cozinha. Eu tinha vestido a calcinha de novo pra não ficar pingando, mas já estava encharcada. Talvez devesse ter deixado escorrer mais. Me perguntei se devia ir ao banheiro pra deixar as coisas do Christopher escorrerem da minha buceta.

"Amanhã não tem escola, Sra. Green." Gwen sorriu pra mim. Fora a calcinha, ela estava nua, e eu vi ela olhando alegremente pras minhas tetas caídas.

"Vai ser sábado", falei naturalmente.

"Seu marido vai estar aqui?"

"Sim." Tentei franzir a testa, mas meu corpo ainda vibrava de prazer pelo que Christopher tinha me feito. Tentei não pensar em todos aqueles espermatozoides. Com sorte, não estava ovulando. Eu merecia um pouco de sorte.

"Vem na minha casa amanhã às duas. Meus pais vão sair à tarde." Ela piscou um olho pra mim e foi pra porta.

"Meu Deus", murmurei. Ia ficar me esgueirando pelas costas dos pais dela como se fosse uma adolescente. Um arrepio percorreu minhas costas.

"Bem-vinda à minha casa, Sra. Green." Gwen se afastou pra deixar a gente entrar pela porta da frente. "Você tá bonito hoje, Chris. Não acha, Sra. Green?"

Não falei nada. Segui ela até o hall.

"Valeu, Gwen." Christopher me seguiu.

"Vamos ficar no meu quarto. Chris sabe o caminho." Gwen apontou pra escada. Subimos até o quarto dela. Parecia mais sóbrio que no dia anterior. Quando todo mundo entrou, ela fechou a porta e ofereceu a cama. Christopher e eu sentamos, meio sem graça.

"Vocês sempre parecem tão tensos até tirarem a roupa." Gwen foi até a cômoda e abriu uma gaveta. Remexeu e tirou o que obviamente era um baseado."Isso vai relaxar vocês." Ela riu. "Isso é bom." Ela pegou um isqueiro, acendeu o baseado e tragou.

"Não, obrigada, Gwen. Não fumo maconha há vinte anos." Nossa, da última vez que fumei, essas duas pessoas nem existiam.

"Tudo bem." Christopher estendeu a mão e pegou o baseado.

Dei um tapinha no ombro dele. "Christopher, como você pôde?"

"Qual é, mãe. Depois de tudo que a gente passou, um pouco de erva parece bem inofensivo." Ele tragou fundo e segurou a fumaça. Obviamente, ele tinha prática. Que outros segredos ele escondia da mãe? Ele me entregou o baseado.maeGwen suspirou.
"Vamos, Sra. Green. Todo mundo faz isso." Ela riu.

"Tá bom." Aproximei o baseado dos meus lábios e puxei a fumaça. Quase na hora, comecei a tossir sem parar. Fiquei engasgada. Christopher, coitado, deu umas palmadinhas nas minhas costas.

"Vinte anos se passaram mesmo, hein?" Gwen recusou o baseado que tentei passar pra ela. "Tenta de novo. Você se acostuma."

A gente sentou no quarto da Gwen e fumou por uns dez minutos. Teve uma conversa estranha, mas no geral foi silêncio, só interrompido pelos meus acessos de tosse que foram ficando mais raros.

Quando terminei o baseado, suspirei. As paredes suspiraram junto comigo. "Então, acho que você quer nos ver de novo." Gwen tava tão linda e animada. Fiquei me perguntando como pude ter roubado o namorado dela. Aí entendi. Eu era a mãe do namorado dela. Será que alguma mãe poderia roubar a namorada do próprio filho? Talvez... talvez... Minha mente afundou num labirinto de maconha enquanto Gwen me olhava com uma cara confusa.

"Só temos algumas horas até meus pais chegarem em casa. Tirem a roupa, todo mundo." Ela começou a se despir. Era a primeira vez. Ela sempre tinha ficado vestida. Talvez se sentisse mais à vontade em casa. Eu tava chapada e tentei não pensar muito nisso. Me despi. E o Chris também.

"O que você tá fazendo, Gwen?" Os olhos de Christopher grudaram nos peitos firmes dela. Os meus eram melhores. Balancei eles um pouco, tentando seduzi-lo, mas ele nem percebeu. Homem sempre quer o que não pode ter.

"Calma, grandão." Gwen pulou na cama dela e abriu as pernas. Era a primeira vez que eu via uma buceta tão de perto assim. Tava bem molhada. "Não vou me meter entre vocês dois pombinhos. Só quero que a senhora, Sra. Green, me dê um pouco de atenção."

O que você fez? Apesar de tudo que tinha rolado, de algum jeito eu não tinha considerado que ela quisesse que eu fizesse algo. Tentei me concentrar, minha mente se expandindo enquanto eu olhava pra aquela buceta. Perdi a noção de mim mesma. mesmo por um momento. A próxima coisa que eu soube foi que estava na cama entre as pernas dela, lambendo os lábios da buceta dela. O gosto da buceta dela era muito parecido com o da minha. Eu gostei. De repente, senti o Christopher subindo na cama atrás de mim.incesto“Posso botar, mãe?” As mãos dele acariciaram suavemente as bochechas da minha bunda.

“Mmpppphhhhhhhh.” Eu empurrei minha bunda na direção dele, mas a Gwen apertou a mão na parte de trás da minha cabeça, dificultando pra eu falar. As paredes respiravam alto, suspirando e gemendo. Não, era a Gwen, não as paredes. Falei que não fumava maconha há muito tempo? “Oooooohhhhhhh.” Pra minha alegria, o Christopher tinha enfiado o pau dentro de mim. E assim, tive o primeiro ménage da minha vida. Sabe, uma experiência típica pra uma mãe de subúrbio. O filho dela e a ex-namorada se juntam pra transar com ela, enquanto o marido vê golfe em casa.

Não sei quanto tempo passou com minha cara enterrada na buceta da Gwen e o Christopher fazendo a mágica dele atrás de mim. Já não sentia que as coisas se moviam de forma linear. Mas finalmente, os quadris do Christopher ficaram sem ritmo e os gemidos dele ficaram altos. “Ah... porra... Mãe... ugh... é sua bunda... tô segurando a bunda da minha mãe... uh... uh... uh.” Obviamente, ele também tava chapado. “Vou ugh... gozar.” Ele nem esperou a Gwen incentivar. A gente aceitou que tava arriscando uma gravidez.Mamae e filhoSim... sim." Gwen praticamente uivou. "Come ela... Chris. Aiiiiiiii ela tá tão... gostosa... Sra. Green." Ela devia estar falando do meu corpo, porque não dava pra ver meu rosto do jeito que ela me segurava contra a buceta dela.

Christopher rugiu, Gwen gritou e nem sei o que eu fiz. Todos gozamos juntos na cama dela.

Flutuava num céu distante, mal percebendo que Gwen finalmente tinha soltado meu cabelo. Os xingamentos de Gwen me trouxeram de volta ao momento.

"Porra... porra, porra, porra." Ela pulou da cama e correu pra se vestir. "Perdemos a noção do tempo. Meus pais deviam ter chegado em casa há cinco minutos. Vistam-se." Ela deu um tapa na minha bunda nua pra me acordar.

Ainda atordoada, de alguma forma me vesti. Vi que Christopher também já estava vestido. "Seus pais já chegaram?" Ainda tava tentando entender o que tava rolando.

"Estaríamos numa merda se tivessem." Gwen me jogou uma blusa do cesto de roupa suja dela. "Limpa essa cara, Sra. Green. Tá uma bagunça."

"Tá bom." Fiz o que ela pediu.

"Leva ela pela porta dos fundos, Chris. Você sabe como funciona." Gwen me deu outro tapa na bunda pra me apressar, e Christopher pegou na minha mão.

Deixamos Gwen no quarto dela e descemos correndo em silêncio até o quintal. Saímos escondidos pela casa bem na hora que um carro entrou na garagem da casa da Gwen. Fiquei parada feito uma idiota, olhando pros pais dela.

"Mãe, vem cá." Christopher me empurrou pra trás de uns arbustos. Eu tava chapada, o esperma do meu filho dentro de mim, tinha acabado de ter minha primeira experiência lésbica e tava me escondendo dos pais de alguém no mato. Quando senti ciúmes da Gwen pela primeira vez, será que fiz um pedido pra uma pata de macaco amaldiçoada? Agora tava vivendo a vida de uma adolescente.incesto entre mae e filhoQuando não havia ninguém por perto, o Christopher me arrastou pela rua até o nosso carro. No caminho pra casa, a única coisa que passava pela minha cabeça era a próxima vez que a Gwen fosse nos convidar pra casa dela.

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