Olá, meu nome é Matías, tenho 41 anos atualmente, sou de Buenos Aires e essa história começou quando eu tinha 15 anos. Na minha casa morávamos meu pai Rodolfo, de 48 anos, minha mãe María Eugênia, de 46, e meus dois irmãos: María Paula, de 18, e Juan Ignácio, de 23. Sempre fomos uma família muito unida, lembro de sempre tirarmos férias juntos no litoral atlântico, mais precisamente em Miramar, onde tínhamos uma casa. Não posso reclamar, porque a gente se divertia pra caralho. Até que meus irmãos, cada um já namorando e com seus próprios amigos, pararam de vir de férias com meus pais e comigo, então sobrou pra mim ir com meus velhos. Às vezes eu levava algum amigo pra não ficar entediado, mas naquele ano em especial fui sozinho com eles. Quando chegamos, nos acomodamos na casa, fomos fazer compras no supermercado, minha mãe, que é neurótica com limpeza, já foi limpar tudo, e eu e meu pai aproveitamos pra dar uma volta na praia. Tudo bem até aí, mas o que vou contar a partir de agora virou minha cabeça de uma vez. Naquela primeira noite, fomos jantar fora depois de passar a tarde toda na praia, demos uma caminhada e voltamos pra casa. Eu me deitei e dormi na hora, porque não ouvi nada do que aconteceu e que eu só ia descobrir no dia seguinte... Acordei umas 9 da manhã, desci pra cozinha e encontrei minha mãe tomando café da manhã sozinha. Achei estranho, porque eles sempre tomavam café juntos, e foi aí que ela me contou que de madrugada meu pai teve que voltar pra Capital, onde a gente morava, porque deu um problema grave na empresa e ele tinha que resolver junto com os sócios. Na hora, eu quis me matar, porque com meu pai a gente jogava na praia, fazia um monte de merda, zoava minha mãe, enfim, senti que iam ser as férias mais chatas do mundo, sozinho com minha mãe... Mãe: — Ei, Matu, muda essa cara, eu também não sou um ogro... Eu: — Não é isso, mãe, é que não trouxe nenhum amigo, meus irmãos não vieram, meio que vou ficar entediado... Mãe: — Já, com certeza... Você vai fazer algum amigo, e se não, vou tentar fazer a gente se divertir, vamos pra praia. E foi assim, fomos pra praia e foi aí que comecei a ver minha mãe com outros olhos. Acontece que minha velha sempre teve um corpinho bom, meus amigos sempre falavam, mas eu nunca vi ela com outros olhos que não fossem de filho pra mãe. Mas naquela manhã, indo pra praia, paramos pra comprar churros numa churrascaria. Minha velha entrou e eu esperei do lado de fora. De repente, saem dois caras de uns 22/23 anos conversando entre eles: "Nossa, que gostosa essa coroa", "sabe como eu macetava ela". Fiquei pensando se tavam falando da minha velha. Dois segundos depois, sai um tiozão e fala pra outro que tava esperando do lado de fora: "Cara, viu a rabuda que entrou? Tá pronta pra gente curtir". Espiei pela porta do lugar e a única pessoa que tinha lá dentro era minha velha. Pensei: tão falando da minha mãe? Filhos da puta! Fiquei puto, não falei nada, só olhei pra ela e percebi que eles tinham razão, minha velha era uma gostosa! Ela tava usando um vestido solto tipo de praia, que deixava transparecer o biquíni que ela tava usando, mostrando as curvas do corpo dela. Foi aí que percebi que tinha na minha frente uma coroa linda, que eu começaria a ver com outros olhos. Quando chegamos na praia, a gente se acomodou, e eu esperava ela tirar o vestido, sempre na disfarçada, mas ela não tirava. Até que fui nadar um pouco e quando voltei, ela não só tinha tirado o vestido, como tava de costas tomando sol. É a primeira vez que vejo ela como mulher, juro por Deus, e tudo por causa daqueles comentários na porta da churrascaria. M-mãe, voltou! Como tá a água? Tá gostosa, quer ir? Vamos daqui a pouco. Sentei na cadeira de praia do lado dela, que tava de bruços numa canga. Coloquei meus óculos escuros e comecei, na disfarçada, a observar ela. Era inacreditável a bunda que ela tinha, as costas, até o cabelo castanho dela. escuro que parecia loiro no raio de sol... Num momento eu falo: E- eu, Mãe, passou protetor? M- não Matu, quero me queimar um pouquinho e depois te falo pra você passar um pouco... Essas palavras, não sei por que, mas fizeram minha pica começar a endurecer... E- ok, beleza, sem problema... M- bom, espera, melhor passar agora porque ontem mesmo tendo nublado eu me queimei do mesmo jeito, e tá meio que ardendo um pouco... depois se seu pai chegar, começa a encher o saco, olha como você se queimou... blá blá blá... Sem hesitar, me aproximei, me ajeitei, peguei o pote de protetor e passei nas costas dela toda... Tava curioso pra saber se na bunda também tinha que passar, nas pernas, e fui lá, quando pego o pote e jogo protetor na bunda e pernas ela me para na hora: M- ei ei ei... aí eu posso passar sozinha, hein? E- ah, desculpa Mãe, pensei que era em tudo igual como o pai passou ontem... M- seu pai é seu pai... E- bom, e eu sou seu filho, era só protetor... Aí me levantei e fui pra água como se tivesse ofendido... Depois de um tempo na água, sinto alguém me pegar por trás me abraçando, e era minha velha, quando eu ficava bravo com ela chamava pelo nome: E- Maria Eugênia, sai... M- ei, o que foi, tá ofendido? E- não, só não quero que você me toque... M- como? Já vou te pegar... Aí é quando ela se pendura nas minhas costas e sinto pela primeira vez aqueles peitos lindos como nunca tinha sentido, começamos a brigar na água até que eu a derrubo e começamos a brincar, aí é quando eu pego ela por trás e já com a pica dura pelo roçamento, encosto e ela sente... M- eeeei Matu, isso é o que eu tô pensando? E- que coisa, mãe? Me fiz de besta olhando pro fundo do mar desviando a conversa pra outro lado M- se faz de bobo então... Ela se afasta de mim e passa a mão pra trás tocando minha virilha... M- Matias, você ficou de pau duro? Eu morria de vergonha e ela percebeu, então quis não me fazer sentir mal e disse: M- não tem problema, é normal na sua idade... idade... vamos sair da água, vamos tomar uns mates. Eu, com cara de otário, falei que ia ficar mais um pouco, mas na real não queria que o povo visse minha pica dura. Não é grande coisa, mas nessa idade a gente tem vergonha. Chegou meio-dia e saímos da praia pra almoçar, depois do almoço voltamos pra praia e numa conversa que a gente tava tendo enquanto tomava sol ela pergunta: M- Matu, posso te fazer uma pergunta? Y- Fala, mãe, pode dizer... M- Você ficou ofendido hoje porque não deixei você passar protetor na bunda e nas pernas? Y- Não, mãe, só pensei que era algo normal e você pulou como se eu fosse te... sei lá M- O quê? Ela fala, ficando vermelha... Y- Como se eu fosse tirar a fio dental, sei lá... M- hahaha claro, bom, é que na sua idade as hormonas ficam loucas, e às vezes as coisas se confundem, você tem que saber que eu sou sua mãe... Y- Sim, eu sei, não sei por que você tá me dizendo isso... M- Porque o que aconteceu na água... Y- Sim, desculpa, foi sem querer... M- Eu sei, Matu, o que eu não quero é alimentar essas coisas que acontecem sem você querer... Y- Desculpa, mãe, não vai acontecer de novo... E o assunto morreu ali. Naquela tarde, quando voltamos da praia, cada um tomou banho e a gente se preparou pra ir caminhar no centro e jantar, mas minha mãe sugeriu que cozinharia algo gostoso pra comer e a gente podia ver um filme no sofá... eu aceitei porque a verdade é que o dia de praia tinha me deixado muito cansado. Jantamos e nos deitamos no sofá pra ver um filme, sinceramente não lembro qual era, o que sei é que a gente dormiu, num momento eu acordo e ela tava totalmente dormida, os pés dela sobre meus joelhos, um vestido que ela usava em casa subido quase até a cintura, e a falta de sutiã fazia os bicos dos peitos aparecerem, luz da sala apagada e a luz da TV ligada deixava a cena ainda mais provocante... eu já tava de pau duro com o que via, não sabia o que fazer, se acordava ela ou ficava olhando tudo que via. Ela tava com uma fio dental branca que tava me deixando louco. Fiquei Aconteceu de eu fingir que tava dormindo e levar minha mão esquerda até a virilha dela, e ir tocando ela bem devagar. E foi assim, aos poucos fui metendo a mão entre as pernas dela até que, de surpresa, ela abriu um pouco. Eu não podia acreditar. Foi quando consegui, por um lado da calcinha fio dental, meter um dedo no caminho da buceta depilada dela... Eu tava prestes a gozar sem nem me tocar, era uma parada muito louca. Quando de repente sinto ela se mexer e a mão direita dela pega a minha e coloca pra dentro da calcinha fio dental. Ali eu explodi, não podia ser verdade, não sabia se ela tava consciente do que tava rolando. Comecei a tremer e gozar... Não podia acreditar, nunca tinha me acontecido isso. Na hora me levantei devagar e fui me limpar no banheiro. Terminei de me limpar e bati mais uma punheta. Quando saí, depois de uns 10 minutos, ela já não tava mais no sofá, tinha subido pro quarto dela. No outro dia, acordo e desço pra tomar café e vejo ela, linda, com uma camiseta cinza que chegava até as coxas, que era do meu pai e que ela usava pra dormir. Ficava linda e muito sexy nela. Esses são detalhes que sempre estiveram lá, mas eu não conseguia enxergar como tava vendo agora. E — Bom dia, mãe. M — Bom dia, filho, como você dormiu? E — A verdade, espetacularmente bem! M — Bom, fico feliz. E a que se deve o "espetacularmente" bem? Se é que se pode saber... E — A nada, sei lá, tamo de férias... M — Siiim, a verdade é que sim. Seu pai ligou agora há pouco e disse que vai ficar uns 4 ou 5 dias a mais... E — Uuuh, coitado. Sabia que se meu pai viesse, não ia conseguir tentar nada com a minha mãe, então sabia que tinha 4 ou 5 dias... M — Sim, mas bem, nós vamos aproveitar. Vamos pra praia? Mesmo que seja um pouco, porque a previsão é de chuva... E — Bora, vamos aproveitar. Fomos pra praia. Quando chegamos, nos acomodamos e ela tirou o pareô que tava usando. Eu fiquei doido quando vi a biquíni que ela tinha vestido. Me fiz de besta, mas não consegui evitar ficar de pau duro. M — Tô estreando biquíni, como é que tá em mim? Acho que tem menos pano do que as outras. uso normal.. E verdade, ficava linda nela, mas mostrava mais os peitos e embaixo ficava colada... uma gostosa. E- nem percebi, fica linda em você, mana... M- aaaai que fofo você... M- pode passar o protetor? E- ok, dá aqui. Pego o pote e passo nas costas dela, começo a espalhar. Quando chego na cintura, paro de esfregar.. M- e? Já foi? E- sim, sim, ontem você disse que depois daí podia passar sozinha... M- ah, ok. Eu não acreditava no que ela tava dizendo, me fiz de besta só por garantia, caso fosse de propósito. Enfim, daí a pouco nublou e começou a chuviscar, juntamos tudo e voltamos pra casa. Já em casa, tomamos banho e almoçamos, e aí sentamos pra ver um filme.. M- vamos ver um filme? E- se for igual ao de ontem, nem põe. M- ah, não gostou? Fiquei pensando... será que ela tá falando do filme ou do que rolou? Será que não tava dormindo? E- eu capotei na hora... M- eu também... E- então por que perguntou se eu gostei? M- ah, porque achei que você tava acordado, por isso perguntei... (Ela fica vermelha) Aí eu já tava a mil... não sabia o que fazer, se entrava na dela ou me fazia de besta... M- bom, bota o mesmo filme já que a gente dormiu, vamos ver sem dormir dessa vez... Eu não sabia se ela tava me zoando ou se tava falando sério sobre o filme... CONTINUA...
5 comentários - Uma história real..