Minha experiência num cinema pornô

Quem já leu minha história anterior já sabe: sou a "putinha do papai". Mas se não leu, vou resumir: hoje tenho 25 anos e há alguns anos transo com meu pai. Meus pais são separados, eu moro com minha mãe, mas vou direto na casa do meu pai e é só sexo. Dá pra dizer que somos amantes. Por sorte, ninguém nunca descobriu, minha mãe nunca desconfiou de nada.

Isso aconteceu há mais ou menos um mês. A gente já vinha falando sobre fantasias e eu disse que adoraria fazer com vários ao mesmo tempo, mas que ficaria com vergonha de ser vista. Uma tarde, cheguei na casa dele decidida a transar e ele perguntou: "Tá com muita vontade?" "Sim", respondi. E ele disse: "Podemos realizar sua fantasia." "Como?", perguntei. E ele: "Podemos ir a um cinema pornô. Lá tem uns caras tesudos e é escuro, não dá pra ver muito." Falei: "Não sei..." E ele: "Vou cuidar de você. Vamos, coloca uma legging pra ficar mais confortável."

Descemos, pegamos um táxi e fomos. Paramos na esquina, o cinema ficava no meio da quadra, em frente a uma praça. Quem é de Buenos Aires com certeza conhece a Plaza Once — o cinema fica bem na frente. Meu pai pagou os ingressos e subimos uma escada. Tinha uma porta que depois ele me disse que era o banheiro. Entramos pela porta. Eu achava que teria lanterninhas, mas não é um cinema normal. Passamos e só dava pra ver a tela grande. Sentamos nuns assentos meio bambos, tinha um cheiro estranhíssimo. No filme, tava passando uma loira com dois negros de paus enormes fazendo dupla penetração nela. O pouco que falavam era tudo em inglês, ninguém ligava de não entender o idioma.

Aos poucos, minha visão foi se acostumando com o escuro. Tinha umas 10 pessoas sentadas e umas 10 em pé atrás. Eles se levantavam, andavam, subiam umas escadas, desciam — e ninguém se importava. De repente, senti meu pai passando a mão na minha buceta por cima da legging e ele sussurrou no meu ouvido: "Não tenha medo, ninguém vai se incomodar." E colocou minha mão no pau dele. Tirei o pau dele pra fora e comecei a bater uma punheta. Ele enfiava os dedos em mim e me beijava, até que eu chupei ele. Nisso, senti uma mão na minha... De repente, me levanto e tinha um cara sentado do meu lado, me tocando. Meu velho fala: "deixa ele te tocar". Enquanto eu continuava batendo uma pro meu pai, o outro foi me tocando aos poucos, até que chegou na minha buceta. Ele enfiou a mão por baixo da minha legging e me apalpou toda. Nessa altura, eu já tava super quente, e meu pai falou: "bate uma pra ele". Fui tocar e já tava com o pau pra fora. Não era grande, mas tava super duro. Ele continuava me dedando e eu batendo uma pros dois. O cara segurou minha cabeça e me levou pra chupar ele. Meu pai falou: "vai, chupa". E eu chupei. Me ajoelhei como deu, porque não tinha muito espaço. Ele gemia pra caralho, forte. De repente, as pernas dele endureceram, ele segurou minha cabeça e soltou um jato fortíssimo. Encheu minha boca. A verdade é que o gozo dele não era gostoso, mas eu tava tão com tesão que engoli tudo. Sentei de novo e aí olhei na cara dele, dava pra ver que o cara tinha uns 50 anos. Ele segurou meu rosto, me deu um beijo e falou: "valeu, puta". Levantou, arrumou a roupa e foi embora. Me virei e tinha uns 4 caras parados atrás da gente, com o pau pra fora. Meu pai segurou minha mão e falou: "vem". Subimos a escada, tinha um lugar escuro e do lado uma outra sala com bancos. Ele entrou nessa sala que tinha antes e me levou pro fundo. Falou: "senta". Dava pra ver muito pouco, só a tela do cinema, que era a mesma de baixo. Vi que os caras que estavam lá embaixo subiram atrás da gente. Meu pai tirou meu moletom e minha camiseta, fiquei só de sutiã. Ele falou: "vou guardar na mochila". Chupei o pau do meu pai. Senti várias mãos tocando meus peitos, enquanto ele tirava meu sutiã. Senti outro pau roçando no meu rosto e chupei ele. De repente, tinha um monte de caras com os paus na minha cara, e chupei todos ao mesmo tempo. Alguns gozaram. Meu pai falou: "levanta". Tirou toda a minha roupa, fiquei só de tênis. Eu tava rodeada de vários caras, não sei quantos eram. Um me virou, me agarrou, me apoiou na parede e meteu de uma vez. Me senti super puta. Me segurei bem. Senti pica na minha cara e chupei, e ouvi um falando pro cara que tava me comendo: "Me deixa um pouco". E ele respondeu: "Já terminei". Aí senti ele gozando, mal tirou e outro já enfiou de novo. Assim passaram vários, gozando dentro de mim e na minha boca. Já tava cansada daquela posição, de repente me levantei no meio de todo mundo e falei: "Cansei minhas pernas". Um deles disse: "Põe seus moletons e jaquetas no chão pra mina ficar confortável". Eles fizeram isso, eu fiquei de quatro e começou de novo. Umas meia hora depois, um atrás do outro gozava dentro de mim e na minha boca. Me viraram de barriga pra cima e continuaram. Depois um falou: "Senta em mim". Ele deitou e eu subi. De repente, senti ele enfiando no meu cu e falei: "Para". Ele disse: "Fica quieta". E eu pedi: "Devagar". Por sorte ele foi cuidadoso, e aí me fizeram dupla penetração. Fiquei quase uma hora sem parar com duas picas dentro de mim e outra na boca. No total, devem ter sido umas três horas sem parar. Quando já tinha poucos, chamei meu pai pelo nome e pedi minha roupa. Me vesti e descemos. Quando saímos da sala, tinha vários na porta, todos me olhando, e ouvi eles falando: "Era ela". Eu não olhei pra ninguém e desci as escadas. Meu pai perguntou: "E aí, gostou?" Respondi que sim. Perguntei quantos eram, e ele disse: "Mais de 20. Você deve estar cheia de porra". Depois disso, fiz um teste de HIV por precaução e tô limpa. Foi uma experiência única, mas não sei se vou repetir.

6 comentários - Minha experiência num cinema pornô

Experimenten de todo, hagan locuras y mucho sexo
Es la que va
@Vane7698 nunca dejer de ser la puta de tu papá, llegarás a ser más la pareja que la hija
@Josunicook no creo ser la pareja
Es solo pasarla bien
El cine de once no es muy lindo,pero dejan pasar mujeres,
Ni idea,a mi me llevo y entre ajjaj